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Durante a gestação, muitas mulheres carregam o peso silencioso de acreditar que precisam estar sempre felizes para o beb...
05/01/2026

Durante a gestação, muitas mulheres carregam o peso silencioso de acreditar que precisam estar sempre felizes para o bebê “sentir só coisas boas”.
Mas essa ideia, tão repetida e aparentemente inofensiva — pode se tornar uma prisão emocional.

Porque, quando a mãe reprime o que sente e tenta manter um sorriso enquanto está devastada por dentro, o corpo dela conta outra história.
E é essa história que o bebê escuta.

O bebê não percebe apenas o que a mãe diz, mas o que ela realmente sente.
O batimento cardíaco, o ritmo da respiração, a tensão muscular e os hormônios que circulam no sangue são linguagens silenciosas que o bebê entende perfeitamente.

Por isso, ele não precisa de uma mãe que esteja sempre calma ou feliz, precisa de uma mãe verdadeira.
Uma mãe que se permita ser humana.
Que chore, sinta medo, se canse, se confunda…
mas que também busque apoio, respire, e encontre o caminho de volta ao centro.

Porque é nesse retorno que o bebê aprende autorregulação.
É ali que o corpo dele grava: “A vida tem dor, mas também tem acolhimento. O mundo pode ser difícil, mas há amor para compensar.”

Como dizia William Emerson:

“Se houver estresse, que haja tanto amor para compensar.”

O amor não está em nunca sofrer, está em poder sentir, se permitir e se reencontrar.
E é isso que ensina ao bebê que é seguro existir.

03/01/2026

Às vezes, esse sentimento de “tô atrapalhando” nem começa na infância… começa na chegada, lá no início, quando o mundo ainda estava se organizando pra te receber. O corpo sente, a alma registra mas isso não define quem você é hoje.

Você merece ocupar espaço, falar alto, precisar, existir sem medo.
Ser amado sem culpa.
Ser cuidado sem vergonha.

Se esse tema te atravessou, f**a por aqui. A gente vai desdobrando, entendendo, curando com calma, com afeto e sem pressa. 💛

Durante muito tempo acreditou-se que o bebê era uma tábula rasa até nascer.Mas a ciência e a Psicologia Pré e Perinatal ...
01/01/2026

Durante muito tempo acreditou-se que o bebê era uma tábula rasa até nascer.
Mas a ciência e a Psicologia Pré e Perinatal mostram que a aprendizagem começa muito antes do parto.

Ainda no útero, o bebê escuta, sente, percebe e grava.
Ele aprende com o tom da voz da mãe, com os sons familiares da casa e com as emoções que atravessam o corpo materno.
Ele sente o ritmo do coração, o padrão da respiração e o modo como o corpo da mãe reage ao amor ou ao estresse.

Essas experiências criam as primeiras conexões neurais sobre o que é o mundo: se é previsível, se é seguro, se há espaço para o descanso e para o contato.
E mais do que isso, criam memórias corporais de vínculo e de confiança.

O bebê não precisa que o mundo ao redor seja perfeito.
Precisa que ele seja vivido com presença, verdade e amor.

Cada gesto, cada emoção e cada palavra dita com afeto são formas silenciosas de educação pré-natal.

Quando olho para trás e vejo tudo que foi realizado neste ano, tenho certeza de que ser o maior especialista em traumas ...
31/12/2025

Quando olho para trás e vejo tudo que foi realizado neste ano, tenho certeza de que ser o maior especialista em traumas gestacionais e de nascimento do Brasil não aconteceu por acaso. Foram horas de estudo, prática e entrega, com turmas, vivências, oficinas, formações e sessões individuais, transformando vidas e ajudando tantas pessoas a acessarem suas histórias mais profundas.

🌱 Ser especialista é trilhar o caminho todos os dias.
Isso signif**a compromisso, trabalho duro e a vontade inabalável de trazer transformação verdadeira para cada pessoa que chega até mim.

Mas eu não quero guardar esse conhecimento só para mim. Quero compartilhar essa jornada com você.
Quero que você também tenha acesso a essas ferramentas poderosas para desbloquear padrões, curar traumas e transformar sua vida ou a vida das pessoas que você acompanha.

👉 Pronto para dar o próximo passo?
Me acompanhe por aqui e conheça mais sobre as vivências, oficinas e formações que podem mudar tudo.

🚀 Vamos juntos! A transformação começa agora.

27/12/2025

Nossos relacionamentos não começam na vida adulta, eles começam muito antes.
Na perspectiva pré e perinatal, o primeiro vínculo é aquele estabelecido ainda na gestação, quando o bebê percebe, em níveis sutis, o clima emocional que o recebe.

A forma como fomos aguardados, a presença ou ambivalência dos pais, o ambiente familiar, as tensões ou celebrações que acompanharam a gestação… tudo isso compõe o cenário das primeiras experiências de contato e confiança.
O nascimento também desempenha um papel importante: processos muito desafiadores podem influenciar, de modo não consciente, a maneira como o corpo aprende a confiar, entregar-se e se vincular.

Ao longo de mais de uma década acompanhando pessoas nesse campo, é frequente que questões relacionais (ciclos repetitivos, dificuldades de entrega, padrões de proteção) encontrem parte de suas raízes nessas vivências iniciais.

Compreender essa origem não é buscar culpados, mas abrir espaço para transformar a forma como nos relacionamos hoje.

🎄O Natal não chega igual para todos Tem gente que sente o cheiro da comida, o barulho das risadas, a luz piscando na árv...
25/12/2025

🎄O Natal não chega igual para todos
Tem gente que sente o cheiro da comida, o barulho das risadas, a luz piscando na árvore e pensa: “é aqui que tudo faz sentido”. Tem gente que sente o mesmo cheiro, escuta o mesmo barulho e lembra daquilo que faltou, do que doeu ou do que nunca foi.
O Natal pode ser festa e pode ser silêncio. Pode ser abraço e pode ser distância.
Pode ser lembrança boa ou memória que arrepia. Não existe jeito certo de sentir, só jeito de sentir.
E no meio disso tudo, a vida segue, com seus encontros e desencontros. O Natal passa, a mesa se esvazia, as luzes se apagam, mas a sensação que ele deixa (seja doce ou amarga) f**a. Vale a pena notar: como a gente reage, o que a gente escolhe carregar e o que a gente decide soltar.
Às vezes, o Natal é só uma data. Mas outras vezes, ele é momento, é sentimento, é a gente se encontrando com a vida do jeito que ela é, lembrando que cada experiência importa, que cada memória tem seu peso e que cada emoção merece ser sentida, sem pressa, sem culpa.

Feliz Natal, com amor e consciência.
Equipe Sinapse💛

23/12/2025

O nascimento é mais do que um evento fisiológico. Para muitos autores da psicologia pré e perinatal, ele é também um conjunto de impressões que o corpo registra e que podem influenciar padrões iniciais de adaptação à vida.
Pesquisadores como William Emerson e Raymond Castellino dedicaram décadas a observar como as experiências de parto se refletem na maneira como o sistema nervoso do bebê se organiza nos primeiros momentos.

Essas impressões não são memórias narrativas, mas respostas corporais que, em alguns casos, podem se manifestar como modos de lidar com esforço, ritmo, autonomia ou transições.
Um parto muito trabalhoso, um nascimento interrompido ou um processo extremamente rápido podem deixar marcas distintas — sempre singulares, sempre situadas no contexto daquela história específ**a.

O essencial é reconhecer que nenhum parto determina o destino.
O acolhimento após o nascimento, o vínculo estabelecido, a forma como esse bebê é olhado, tocado e recebido, bem como as experiências afetivas da infância, têm enorme capacidade de reorganizar e suavizar impressões iniciais.

Compreender o próprio nascimento é abrir um caminho para entender certos ciclos da vida adulta e, sobretudo, para perceber que essas trajetórias podem ser revisitadas e transformadas.

Se esse tema te interessa, continua acompanhando.
Aqui exploramos como nossa história começou e como ela pode ser ressignif**ada para que possamos viver com mais liberdade e presença.

Você já se perguntou o que acontece com um bebê que vem depois de uma perda?Chamam esses bebês de arco-íris, porque nasc...
21/12/2025

Você já se perguntou o que acontece com um bebê que vem depois de uma perda?

Chamam esses bebês de arco-íris, porque nascem depois da tempestade.
Mas o que quase ninguém fala é que, muitas vezes, a tempestade ainda vive dentro da mãe.

Gestar novamente pode despertar amor, medo, culpa e esperança — tudo ao mesmo tempo.
E quando o luto pelo bebê que partiu não encontra espaço para ser vivido,
o novo bebê pode nascer carregando emoções que não são dele,
como se precisasse curar uma dor que veio antes de sua existência.

Não é sobre culpa.
É sobre consciência, acolhimento e amor.
Porque quando o que foi perdido encontra um lugar de pertencimento,
o que está chegando pode nascer livre.

🌈 O bebê arco-íris não vem para substituir ninguém — ele vem para ensinar que é possível amar de novo.

💬 Digite “arco-íris” e leia o artigo completo.

19/12/2025

No período gestacional, o bebê já responde a estímulos, sons, vibrações, ritmos, estados emocionais da mãe.
Não se trata de compreensão racional, mas de uma sensibilidade que acompanha o seu desenvolvimento dentro do útero.

Quando a gestante conversa, canta ou cria momentos de presença, isso favorece um clima emocional mais organizado.
Esses ambientes internos, mediados por hormônios e pela regulação da mãe, influenciam o sistema nervoso do bebê em formação.

Da mesma forma, gestações marcadas por susto, ambivalência ou estresse intenso criam um campo emocional distinto, que também deixa suas marcas sutis.
Cada bebê recebe essas nuances de modos diferentes, mas as pesquisas mostram que o ambiente afetivo importa e muito.

A diferença entre ser recebido com entusiasmo e ser recebido em meio à incerteza não é abstrata; é sentida.
E essas primeiras impressões contribuem para o modo como o corpo e o sistema emocional vão se organizando para a vida que está chegando.

17/12/2025
Nem sempre o trauma está em uma lembrança.Às vezes, ele vive nos comportamentos e nas sensações mais profundas,nas reaçõ...
15/12/2025

Nem sempre o trauma está em uma lembrança.
Às vezes, ele vive nos comportamentos e nas sensações mais profundas,
nas reações que você não consegue controlar,
nas emoções que parecem não ter explicação.

Esses sinais podem nascer de experiências muito antigas,
ainda no ventre materno ou durante o nascimento,
quando o corpo aprendeu a sobreviver antes mesmo de entender o que era viver.

Se você se identificou com o que viu no carrossel,
digite O CORPO LEMBRA nos comentários
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📘 O Corpo Lembra: como o ventre e o nascimento moldam os padrões mais profundos da nossa existência.

13/12/2025

No trabalho pré e perinatal, o primeiro passo é compreender a trajetória inicial: concepção, gestação e nascimento.
Essas etapas deixam marcas profundas no corpo, mesmo que não tenham sido registradas como memória consciente.

A partir desse entendimento, utilizamos abordagens somáticas (toques sutis, posturas específ**as e exercícios de percepção) que ajudam a acessar estados corporais associados a experiências muito precoces.
Quando esses padrões emergem com segurança e sustentação terapêutica, torna-se possível reorganizar tensões, integrar sensações e promover novas respostas internas.

Esse manejo cuidadoso permite que o corpo encontre caminhos mais regulados e restauradores.
E é justamente nesse processo que muitas experiências iniciais podem ser revisitadas e transformadas.

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