Psicóloga - Marcia Batista

Psicóloga - Marcia Batista Psicóloga de São Bernardo do Campo - São Paulo. Inscrita no CRP 06/185257 e pós graduanda em Psicanálise e Neuropsicologia.

Criar meninos que respeitam meninas começa antes do que imaginamos, em pequenas atitudes. Começa no que eles veem, no qu...
05/05/2026

Criar meninos que respeitam meninas começa antes do que imaginamos, em pequenas atitudes. Começa no que eles veem, no que é permitido e no que é corrigido desde cedo.

Respeito não é só “tratar bem”. É entender limite, frustração, escuta e o fato de que o outro não existe para atender expectativas.

Isso se aprende observando como os adultos se tratam, lidam com conflito e reagem quando são contrariados.

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Assistir O Diabo Veste Prada hoje abre uma reflexão para além da moda ou carreira.Conseguimos entender como o trabalho p...
04/05/2026

Assistir O Diabo Veste Prada hoje abre uma reflexão para além da moda ou carreira.
Conseguimos entender como o trabalho pode, aos poucos, deixar de ser uma parte da vida e virar o lugar onde a gente mede o próprio valor.

Andrea entra querendo uma oportunidade.
E encontra reconhecimento, pertencimento, validação. Tudo aquilo que é difícil de recusar.

Miranda já está no outro lado. Construiu uma carreira sólida, um império, mas com um custo alto da escolha.

Nao existe certo e errado. Mas é necessário perceber quando o trabalho deixa de ser escolha e passa a ser a única forma de se sentir suficiente.

💬 Como você tem se relacionado com o seu trabalho? Deixe nos comentários.

29/04/2026

A gente aprende muito cedo a valorizar o resultado. A entrega, a conquista, o que pode ser mostrado. Mas não a olhar para o caminho que levou até ali.

O processo costuma ser silencioso.
É onde acontecem as dúvidas, os ajustes, os erros, as tentativas que não deram certo e tudo aquilo que não aparece quando a história é contada depois.

Ignorar isso faz parecer que as coisas simplesmente “acontecem” ou que não acontecem nunca, quando, na prática, elas são construídas.

Valorizar o processo é reconhecer que é nele que a mudança de fato acontece.

O que você está vivendo hoje que ainda não virou resultado, mas já merece ser reconhecido?

Muita gente ainda entende o autismo a partir de uma ideia fixa. Uma imagem antiga, limitada, que não dá conta da complex...
27/04/2026

Muita gente ainda entende o autismo a partir de uma ideia fixa. Uma imagem antiga, limitada, que não dá conta da complexidade do que é ser uma pessoa autista.

Mas o TEA é uma forma diferente de perceber, organizar e responder ao mundo.
A dificuldade com mudanças, sensibilidade sensorial e comunicação mais direta fazem parte do espectro.
E a adaptação social, que muitas vezes passa despercebida, costuma ter um custo emocional alto.

Talvez o maior problema esteja na expectativa de que todo mundo funcione da mesma forma.

Falar sobre isso em abril é importante.
Mas entender isso no dia a dia é o que realmente muda alguma coisa.

💬 O que você já acreditou sobre autismo que hoje não faz mais sentido?

Tem homem na internet dizendo que “aprendeu a ser homem” com a redpill… mas, na prática, o que aparece é outra coisa.Uma...
16/04/2026

Tem homem na internet dizendo que “aprendeu a ser homem” com a redpill… mas, na prática, o que aparece é outra coisa.

Uma necessidade constante de provar:
PODER
CONTROLE
SUPERIORIDADE

Na psicanálise, a gente aprende que o falo não é algo que alguém realmente possui.
Ele é um símbolo que representa aquilo que sempre falta. E COMO MUITOS PENSAM NÃO É SOBRE UM OBJETO SEXUAL.

E é exatamente aí que entra a castração.

Castração, na psicanálise, não é perda literal.
É reconhecer que:

Você não controla tudo
Você não é completo
Você não ocupa todos os lugares

Ou seja… é o limite do ego.

E o ego odeia isso.

Então o que alguns discursos redpill fazem?

Inflam o ego
Prometem controle total
Vendem a ideia de um homem que não falha, não perde, não é afetado

Mas isso não sustenta A REALIDADE.

Porque negar a castração não faz ela desaparecer, só faz ela voltar como:

Raiva
Rigidez
Necessidade de validação
Dificuldade em se relacionar

Quanto mais o ego tenta se colocar como “aquele que tem tudo”
mais ele precisa provar isso o tempo inteiro.

E o que precisa ser provado o tempo todo… já mostra que não tá sustentado.

E é aqui que entra a psicoeducação de homens.

Não pra enfraquecer, mas pra estruturar.

Pra fortalecer um ego que aguente frustração. SEM RECAIR NO PRÓPRIO NARCISISMO FURADO.
Que tolere não ser tudo.
Que sustente limites EXTERNOS sem desmoronar ou agredir o outro.

Porque maturidade emocional não é sobre dominar o outro.

É sobre sustentar a própria falta
sem precisar transformá-la em guerra.

Fontes principais:
Ofcom, Children’s Register of Risks (2025); Ofcom, Experiences of Engaging with the Manosphere (2025);
Exploring How Teen Boys Navigate the Andrew Tate Effect (2024)

Marcia Batista
CRP 06/185257

Memes pra gente começar a semana daquele jeito: rindo… 😅Porque tem umas frases que parecem só zoeira,mas no fundo são be...
14/04/2026

Memes pra gente começar a semana daquele jeito: rindo… 😅

Porque tem umas frases que parecem só zoeira,
mas no fundo são bem reais.

A terapia, muitas vezes, faz isso com a gente:
transforma o que doeu (e às vezes ainda dói) em algo que a gente consegue olhar e até rir enquanto vai elaborando.

Nem sempre é sobre já estar bem…
às vezes é só sobre conseguir falar (ou brincar) sobre aquilo, trazer e resgatar o lúdico.

💬 Compartilha qual foi o seu favorito!

Marcia Batista
CRP 06/185257

09/04/2026

Tem um momento na terapia em que você pode sair da sessão irritada. Questionando, incomodada e até com raiva, mas isso não significa que o processo deu errado.

Na clínica, especialmente na psicanálise, nem tudo é acolhimento confortável. Há momentos em que a escuta confronta, a interpretação toca em pontos sensíveis e aquilo que estava organizado começa a se deslocar. Quando a defesa é atravessada, o afeto aparece e nem sempre ele é agradável.

Marcia Batista
CRP 06/185257

Falar sobre o direito das mulheres à vida deveria ser óbvio.Mas os dados mostram que ainda não é.Quando a violência acon...
07/04/2026

Falar sobre o direito das mulheres à vida deveria ser óbvio.
Mas os dados mostram que ainda não é.

Quando a violência acontece todos os dias, dentro de relações íntimas e muitas vezes de forma silenciosa, ela deixa de ser um “caso isolado” e passa a ser uma realidade estrutural. E o mais alarmante é que, antes de chegar ao extremo, existem sinais que costumam ser ignorados, minimizados ou até normalizados.

Controle, ciúmes excessivos, isolamento, humilhação, ameaça.
Nada disso começa de uma vez, mas tudo isso importa.

Conscientizar também é olhar para essas violências antes que elas se tornem irreversíveis.
É falar, informar e, principalmente, não naturalizar.

💬 Compartilhe este post. Essa informação pode ajudar alguém a reconhecer o que ainda não conseguiu nomear.

Marcia Batista
CRP 06/185257

Abril é um mês de conscientização, mas para muitas pessoas o assunto não aparece só em uma campanha. Ele aparece na infâ...
02/04/2026

Abril é um mês de conscientização, mas para muitas pessoas o assunto não aparece só em uma campanha. Ele aparece na infância difícil de explicar, na sensação de não pertencimento, no cansaço social, nas críticas que a pessoa ouviu a vida inteira sem entender exatamente o porquê.

Conscientizar não é apenas informar, é permitir que pessoas se reconheçam, se respeitem e sejam respeitadas.

Marcia Batista
CRP 06/185257

Sabe quando você percebe que reage de um jeito que nem entende direito?Ou que sempre se sente insuficiente, inseguro, ou...
01/04/2026

Sabe quando você percebe que reage de um jeito que nem entende direito?
Ou que sempre se sente insuficiente, inseguro, ou com medo de perder as pessoas?
Muitas vezes, isso tem sim a ver com a infância.

É lá atrás que a gente começa a aprender sobre amor, sobre segurança, sobre o nosso valor…

Se fomos validados, acolhidos, ou se tivemos que nos virar sozinhos emocionalmente.

E tudo isso deixa marcas.
Marcas que aparecem hoje na forma como você se vê,
na forma como se relaciona
e até na forma como lida com frustrações.

Na psicanálise, a gente entende que muitos conflitos da vida adulta têm raízes em experiências precoces
de um tempo em que você ainda nem tinha recursos pra entender ou elaborar o que estava vivendo.

Mas deixa eu te falar uma coisa importante:
isso explica muita coisa… mas não determina tudo.

Colocar toda a culpa na infância pode até trazer um certo alívio no começo…
mas também pode te prender num lugar de vítima da própria história.

E não é sobre isso.
O processo terapêutico não é sobre encontrar culpados.
É sobre olhar pra sua história e se perguntar:
“O que eu faço com isso agora?”

Porque o que faltou pode até ter começado lá atrás…
mas a forma como você lida com isso pode começar hoje.

E você não precisa fazer isso sozinho 💛

📩 Se você sente que sua história ainda pesa nas suas escolhas e relações, me chama pelo link da bio.
Elaborar o passado é um passo importante pra viver o presente com mais consciência.

Marcia Batista
CRP 06/185257

Teve mais de uma vez em que eu achei que precisava ser forte sozinha.E, em mais de uma dessas vezes, a terapia me lembro...
31/03/2026

Teve mais de uma vez em que eu achei que precisava ser forte sozinha.

E, em mais de uma dessas vezes, a terapia me lembrou que força não é ausência de vulnerabilidade, é atravessamento com suporte.

A terapia não “salva” no sentido mágico.
Ela salva quando organiza nossas trevas internas, quando nomeia o que parecia confuso, quando interrompe repetições que machucam, quando sustenta você enquanto algo desmorona e precisa ser reconstruído de outro jeito.
Há momentos em que a gente não precisa de conselho.
Precisa de escuta, de espaço seguro e de alguém que ajude a ampliar o que ainda não conseguimos ver.

Se em algum momento você sentir que está difícil demais carregar tudo sozinho, talvez seja hora de dividir o peso.
📩 Se você sente que é hora de começar ou retomar seu processo terapêutico, entre em contato comigo!

Marcia Batista
CRP 06/185257

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