Débora Mattos - Psicóloga - CRP 06/65881

Débora Mattos - Psicóloga - CRP 06/65881 Psicologia e psicopedagogia feita de e com o coração.

Quando uma criança tem rigidez cognitiva, mudar o plano pode parecer “fim do mundo”.Não porque ela quer dominar a casa ,...
03/02/2026

Quando uma criança tem rigidez cognitiva, mudar o plano pode parecer “fim do mundo”.
Não porque ela quer dominar a casa , mas porque a flexibilidade (trocar de ideia/atividade) pode ser difícil, especialmente em crianças neurodivergentes.
O que costuma ajudar mais não é “ganhar no grito”. É transição preparada, controle pequeno (escolhas limitadas) e Plano B ensaiado. Em muitos guias para famílias neurodivergentes, a preparação para mudanças e o treino gradual de flexibilidade aparecem como pilares.
Agora eu quero te ouvir: Qual é o momento que mais trava aí?
banho / roupa / sair / tela / tarefa / dormir / outro

rigidezcognitiva

30/01/2026

Nem toda birra é birra. Em muitas crianças, especialmente na neurodivergência (TDAH/TEA ou em investigação), a crise aparece quando existe sobrecarga e transição.
Trocar de roupa, sair de casa, desligar a tela… parecem pequenas coisas pra adulto, mas podem ser grandes mudanças pro cérebro da criança.
O que costuma ajudar mais não é “força”. É previsibilidade, opções limitadas e plano B treinado.
Qual é a transição que mais trava aí?
roupa / banho / sair / tela / tarefa / dormir

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Quando a criança é neurodivergente (TDAH/TEA ou em investigação), muita coisa que parece “desobediência” é sobrecarga, d...
26/01/2026

Quando a criança é neurodivergente (TDAH/TEA ou em investigação), muita coisa que parece “desobediência” é sobrecarga, dificuldade de transição, atenção e autorregulação.
E aqui vem o pulo do gato: as palavras que a gente usa podem acalmar ou incendiar.
Frases como “para de drama” e “é só focar” geralmente aumentam a escalada, porque invalidam sentimento e colocam a dificuldade como escolha. Estratégias mais eficazes costumam ser: validar, simplificar o pedido, dar previsibilidade e dividir em passos curtos.

Agora eu quero ouvir você (pra fazer conteúdo útil, não genérico):
Qual frase você mais ouve por aí e te dá vontade de sumir?

Entre na comunidade MaternAmente e comenta: “meu filho trava quando…” + idade. Eu vou responder com frases alternativas prontas pra usar.

neurodivergencia rotinainfantil saudementalinfantil

22/01/2026

Quando chega o dia da volta às aulas, muita criança não fala “estou ansioso”.
Ela mostra: dor de barriga, irritação fora do padrão, recusa da rotina e sono bagunçado.
Qual sinal aparece primeiro aí?
dor no corpo / irritação / guerra no uniforme e mochila
Entre na comunidade MaternAmente e comenta “aulas” + idade que eu deixo o checklist de adaptação por faixa etária.
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Volta às aulas mexe com rotina, sono e emoção.E em criança, ansiedade nem sempre vem com a frase “estou ansioso”. Muitas...
20/01/2026

Volta às aulas mexe com rotina, sono e emoção.
E em criança, ansiedade nem sempre vem com a frase “estou ansioso”. Muitas vezes vem como irritação fora do padrão, dor de barriga, recusa da rotina, sono bagunçado e até regressões (tipo voltar a fazer xixi na cama ou ficar mais grudado).
O problema é que, quando a gente interpreta tudo como “manha” ou “falta de limite”, a casa vira um ringue e a criança só aprende uma coisa: que ninguém entendeu o que ela estava sentindo.
Pra essa semana, a proposta é simples e bem pé no chão: antes de explodir, a gente organiza previsibilidade, transição e sono.
Isso reduz conflito e dá segurança pra criança atravessar a mudança.
Agora eu quero te ouvir (de verdade):
Qual parte da volta às aulas mais pega aí?
acordar / despedida / tarefas / sono / birra

comenta “aulas” na comunidade MaternAmente + a idade do seu filho que eu monto um checklist de adaptação por faixa etária.
sonoinfantil comportamentoinfantil maternidade

Tem frases que não aparecem em relatório.Elas aparecem no olhar cansado que alivia.Na mãe que respira.No pai que entende...
16/01/2026

Tem frases que não aparecem em relatório.
Elas aparecem no olhar cansado que alivia.
Na mãe que respira.
No pai que entende.
Na criança que finalmente consegue ser criança.
Psicologia infantil não é “consertar comportamento”.
É traduzir sentimentos, ajustar o ambiente e devolver segurança emocional.
Se alguma dessas frases bateu aí, me conta: 👉 qual delas você gostaria de poder dizer?

A inteligência artificial responde rápido.Escuta tudo.Concorda quase sempre.E é exatamente aí que mora o risco para cria...
13/01/2026

A inteligência artificial responde rápido.
Escuta tudo.
Concorda quase sempre.
E é exatamente aí que mora o risco para crianças e adolescentes.
A IA não confronta, não educa emoções, não ensina limites.
Ela valida narrativas — inclusive as que precisam ser trabalhadas, não reforçadas.
Na infância e adolescência, validação sem orientação pode virar confusão emocional, dificuldade de lidar com frustração e construção de uma visão distorcida das relações.
Tecnologia não é vilã.
Mas presença adulta é insubstituível.
Conversar, perguntar, acompanhar e orientar ainda é o que mais protege.
Se esse tema te acendeu um alerta, você não está exagerando.
Está sendo responsável.

Nem toda criança que “dá trabalho” é malcriada.Muitas estão apenas sobrecarregadas por dentro.Legenda: Nem toda criança ...
13/01/2026

Nem toda criança que “dá trabalho” é malcriada.
Muitas estão apenas sobrecarregadas por dentro.
Legenda: Nem toda criança que “dá trabalho” está malcriada.
Às vezes, ela só está sobrecarregada por dentro.
Criança não sabe organizar o que sente como adulto.
Quando algo aperta medo, frustração, cansaço, insegurança isso sai no comportamento.
Birra, irritação, choro sem motivo aparente, dificuldade para obedecer ou se concentrar
não são, na maioria das vezes, falta de limite.
São sinais.
Antes de corrigir, vale perguntar: o que essa criança está tentando comunicar e ainda não consegue dizer?
Porque comportamento é linguagem.
E toda linguagem pede escuta não rótulo.

Janeiro não falha.O que falha é a expectativa de que o tempo resolva o que a gente evita.O ano só muda quando você muda ...
06/01/2026

Janeiro não falha.
O que falha é a expectativa de que o tempo resolva o que a gente evita.
O ano só muda quando você muda decisões, limites e padrões.
Sem romantizar. Sem prometer mil coisas.
Agora me conta: o que você sabe que está repetindo e já cansou de carregar?

01/01/2026

Todo ano é igual:
listas enormes, metas impossíveis e uma cobrança que só machuca.

“Nunca mais vou gritar.”
“Vou ser a mãe perfeita.”
“Vou dar conta de tudo sozinha.”

E aí chega fevereiro…
e junto vem a culpa, o cansaço e a sensação de fracasso.

Mas deixa eu te contar uma verdade que pouca gente fala:
maternidade saudável não nasce da perfeição.
Nasce do autoconhecimento e da aceitação.

Metas reais não lutam contra quem você é.
Elas honram sua humanidade.

Você vai errar.
Vai se irritar.
Vai ter dias difíceis.

E tá tudo bem.

A meta não é nunca gritar.
É reparar, conversar e entender o que te levou até ali.

A meta não é ser perfeita.
É ser autêntica.

A meta não é fazer tudo sozinha.
É pedir ajuda sem culpa.

Porque quando você se conhece e se aceita,
você se torna uma mãe mais presente, mais conectada, mais segura.

Em 2026, que tal parar de lutar contra você mesma?
Que tal se cuidar mais, se ouvir mais, se amar mais?

Seus filhos não precisam de uma mãe perfeita.
Eles precisam de uma mãe real.

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Às vezes precisamos de um lembrete gentil, né?2026 chega carregado de expectativas, mas eu quero que você saiba: você nã...
31/12/2025

Às vezes precisamos de um lembrete gentil, né?
2026 chega carregado de expectativas, mas eu quero que você saiba: você não precisa se reinventar.
Você só precisa continuar sendo essa mãe incrível que você já é, mas talvez com um pouquinho mais de gentileza consigo mesma.
Como terapeuta infantil, eu vejo todos os dias mães se cobrando demais. E sabe o que eu sempre penso? Se elas soubessem o quanto já são suficientes…
Guarde essa mensagem. Nos dias difíceis de 2026, volte aqui e releia.
Você é mais forte do que imagina.

Fim de ano mexe com a gente, né? Vem aquela pressão de fazer balanços, listas de mudanças…Mas antes de pensar no que voc...
29/12/2025

Fim de ano mexe com a gente, né? Vem aquela pressão de fazer balanços, listas de mudanças…
Mas antes de pensar no que você quer ‘melhorar’, que tal reconhecer o quanto você já é incrível?
Como terapeuta infantil, eu vejo todos os dias o impacto positivo que mães conscientes têm na vida dos filhos. E você, só por estar aqui, buscando reflexão, já mostra que tipo de mãe você é.
2025 foi um ano de crescimento - seu e dos seus filhos. Nem todos os dias foram fáceis, mas você esteve presente. Isso é amor em ação.
Para 2026, ao invés de grandes revoluções, que tal pequenas intenções? Mais paciência consigo mesma, mais momentos de presença, mais autocuidado sem culpa.
Seus filhos não precisam de uma mãe perfeita. Eles precisam de uma mãe que se conhece, se aceita e se cuida.
Qual reflexão daqui mais tocou seu coração?
gratidaomaterna clarezaemocional”

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Página de divulgação de meu trabalho como psicóloga clínica e psicopedagoga.