Dra Priscila Xavier

Dra Priscila Xavier Mãe e Pediatra disposta a ajudar você e sua família no que estiver ao meu alcance!



Espero que as dicas desta página acrescentem na vida da sua família �

30/01/2026

O comportamento da criança não nasce do nada. Ele é resposta ao que o corpo e o ambiente estão comunicando o tempo todo. Mudanças na rotina, como a chegada de um irmão, podem gerar confusão interna. A criança não interpreta a situação com lógica adulta. Ela sente. E muitas vezes o sentimento é de insegurança ou medo de perder seu lugar.

Além das emoções, o corpo também fala. Fome, sede, sono desregulado, intestino preso ou o hábito de segurar o xixi por muito tempo enviam sinais de alerta ao cérebro. Quando essas necessidades não são atendidas, o corpo entende que algo está errado e entra em modo de proteção.

Com o sistema de alerta ativado, a criança pode se mostrar mais inquieta, impulsiva ou desatenta. Não é teimosia nem falta de limites. É um organismo tentando se proteger.

O corpo infantil está sempre captando sinais, internos e externos. Quando a criança se sente segura, o comportamento se organiza. Quando não se sente, o corpo reage. Olhar para isso é essencial para compreender e cuidar melhor da infância.

Com carinho, Dra. Pri.
Médica Pediatra Especialista em Traumas na Infância
CRM SP 146735

29/01/2026

Muitas crianças recebem hoje o diagnóstico de TDAH, mas nem sempre o que aparece é um transtorno. Em muitos casos, essa criança está com o corpo e o cérebro em estado de alerta o tempo todo. Quando isso acontece, f**a muito difícil prestar atenção, pensar com calma e permanecer em uma atividade.

O cérebro da criança só consegue se concentrar quando o corpo se sente seguro. Se o ambiente é muito exigente, confuso, barulhento ou cheio de cobranças, o corpo entende isso como perigo. E quando o corpo sente perigo, ele reage com movimento, inquietação e dificuldade de foco. Não é escolha da criança. É uma reação natural do organismo.

Por isso vemos crianças que não param, mudam de atividade o tempo todo, parecem não escutar e têm dificuldade para terminar o que começam. Não porque não querem aprender, mas porque o cérebro está ocupado tentando se proteger. Um corpo em alerta não consegue se concentrar.

Quando o ambiente muda, muitos comportamentos também mudam. Quando a criança se sente acolhida, segura e compreendida, o corpo relaxa. Com isso, o cérebro passa a funcionar melhor. A atenção melhora, o pensamento f**a mais organizado e o comportamento se torna mais tranquilo.

Antes de rotular uma criança, é importante olhar para o contexto em que ela vive. Muitas vezes, cuidar do ambiente, da rotina e da forma como essa criança é tratada faz mais diferença do que qualquer rótulo. Criança precisa de segurança para aprender, crescer e se desenvolver bem.

Com carinho, Dra. Pri.
Médica Pediatra Especialista em Traumas na Infância
CRM SP 146735

Você sabe a diferença entre sentimentos e emoções? É bem simples! E o final do texto vai te impactar.Emoções são respost...
28/01/2026

Você sabe a diferença entre sentimentos e emoções? É bem simples! E o final do texto vai te impactar.

Emoções são respostas corporais automáticas. Elas surgem antes do pensamento, antes da lógica. O corpo reage primeiro para garantir a sobrevivência. Medo, raiva, tristeza e alegria: todas são respostas biológicas, rápidas e involuntárias.

Sentimentos vêm depois. São a interpretação que o cérebro faz da experiência vivida. É o signif**ado que damos ao que aconteceu e ao que sentimos no corpo. Por isso, sentimentos são construídos a partir da história, do contexto e das relações.

Emoções e sentimentos não são problema. São humanos, naturais e necessários. O problema começa quando a pessoa aprende que sentir não é permitido. Quando chorar é proibido. Quando sentir raiva é errado. Quando expressar dor gera punição, rejeição ou silêncio.

A dor não tem espaço, o trauma se estabelece criando padrões de comportamento que acompanham pro resto da vida. Sentir se torna errado, o choro reprimido se torna padrão. O que não explode, implode, e doenças começam a aparecer em um corpo que não teve vazão…

O processamento do trauma começa quando o corpo se sente em segurança para expressar o que aconteceu ou o que ficou guardado.

Nunca reprima emoções e sentimentos de uma criança. Se é difícil pra você lidar, me chame por direct, eu posso te ajudar.

Conte pra mim: na sua infância, chorar era livre? Ou você ouvia frases de repressão?

Com carinho, Dra. Pri.
Médica Pediatra Especialista em Traumas na Infância
CRM SP 146735

27/01/2026

Colocar limites em uma criança não é sobre controle.

É sobre segurança emocional.

O limite pode gerar frustração no momento, mas quando vem com calma, explicação e constância, ele não cria medo. Ele organiza. A criança entende até onde pode ir e sente que existe um adulto cuidando do caminho.

Limites claros ensinam respeito, responsabilidade e ajudam a criança a lidar com frustrações sem se fechar ou se sentir ameaçada.

Limite não é trava. É cuidado que orienta.

Com carinho, Dra. Pri.
Médica Pediatra Especialista em Traumas na Infância
CRM SP 146735

Nascemos programados para pertencer e sentir. Isso é neurociência, não opinião. O cérebro humano precisa de segurança pa...
26/01/2026

Nascemos programados para pertencer e sentir. Isso é neurociência, não opinião. O cérebro humano precisa de segurança para funcionar bem.

O neocórtex, responsável pelo pensamento lógico e pela organização, só funciona quando o corpo se sente seguro. Diante de medo ou ameaça, ele desliga. Não há reflexão, só reação.

O sistema límbico é onde as emoções se formam. É ali que a criança aprende se sentir é permitido ou perigoso. Quando emoções são invalidadas, o cérebro não aprende a regular, aprende a se proteger.

O cérebro reptiliano cuida da sobrevivência. Ele ativa luta, fuga ou desligamento. Em ambientes de punição, ameaça ou medo, é esse sistema que assume o controle.

Se uma criança vive em um ambiente de punições, ameaças, gritos o cérebro dela terá consequências negativas ao longo da vida. Para que o desenvolvimento saudável aconteça no seu maior potencial é preciso mudar a forma como ela é educada.

Compartilhe com uma pessoa que precisa saber disso!

Com carinho, Dra. Pri.
Médica Pediatra Especialista em Traumas na Infância
CRM SP 146735

24/01/2026

O cérebro infantil é sensível, ele se encontra em pleno desenvolvimento. O ambiente afeta diretamente sua formação.

É muito importante que os adultos que cuidam da criança compreendam que um ambiente com estímulos positivos favorece a formação de novas conexões, assim como estresse, agenda lotada, excesso de telas reduzem essa conexões e deixam a criança em estado de alerta constante.

A infância é o chão que pisamos a vida toda, o que acontece na infância nos acompanha sempre.

Menos traumas + saúde!
Mais informações nos stories

Compartilhe esse conhecimento e salve para lembrar depois.

Vídeo : .stellaalbino (gratidão Stella pela generosidade em poder compartilhar seu vídeo feito com tanto carinho)
Legenda:

Com amor,
Dra Pri
Médica Pediatra
Referência em Trauma na Infância

Essas são as bandeiras que sustentam tudo o que eu faço. Elas não nascem de opinião pessoal, mas de ciência, ética e res...
23/01/2026

Essas são as bandeiras que sustentam tudo o que eu faço. Elas não nascem de opinião pessoal, mas de ciência, ética e respeito profundo à infância.

Não acredito em educação baseada no medo.
Não acredito em violência como ferramenta.
Não acredito que crianças precisem sofrer para “aprender”.
Não acredito que mães precisem caminhar sozinhas.

Aqui, a infância é respeitada. E isso não é negociável. Aqui, as mães são vistas e acolhidas. Caminhamos juntas!

Qual é a sua bandeira?

Com carinho, Dra. Pri.
Médica Pediatra Especialista em Traumas na Infância
CRM SP 146735

22/01/2026

Durante muitas gerações traumas foram passados de forma muito automática. Não por intencionalidade, mas por falta de conhecimento e conscientização.

O trauma é passado através do comportamento, da reatividade, e até mesmo do DNA que é alterado devido a um ambiente tóxico.

Quando o conhecimento chega, por mais desafiador que seja, é possível abandonar padrões repetitivos que ferem e perpetuam feridas. Feridas estas que não só comprometem a saúde mental mas também a saúde física e comportamental.

Somos a primeira geração de mães a enxergar os traumas e reduzir danos. Não, quem escolhe educar se reeducando não criará filhos zero trauma, isso é humanamente impossível. Mas, com certeza, teremos uma geração que não carregará tanto peso como as gerações passadas carregaram.

Emocionou por aí comigo ? 🥹 você está fazendo a sua parte, você está escolhendo buscar informações e transformar o seu ambiente e as próximas gerações. Honre seu passado, elas deram o melhor que conseguiram com a informação que tinham, e siga adiante. 🥹🩵🙏🏼

Compartilhe para que mais mães façam essa escolha consciente de redução de danos.

Já me segue porque aqui tem muito conhecimento gratuito sobre Trauma

Com amor,
Dra Pri
Médica Pediatra referência em trauma na infância

Quando uma criança é chamada de “opositora”, geralmente estamos descrevendo o comportamento, não entendendo a causa. Pel...
22/01/2026

Quando uma criança é chamada de “opositora”, geralmente estamos descrevendo o comportamento, não entendendo a causa. Pela neurociência, oposição nem sempre é escolha. Muitas vezes, é proteção.

Essas crianças vivem em estado de alerta. O sistema nervoso delas interpreta o ambiente como imprevisível ou ameaçador, e a resposta que aparece é resistência, confronto ou negação. Não porque querem desafiar o adulto, mas porque o corpo está tentando manter o controle para sobreviver.

A oposição surge quando a criança não se sente segura para ceder. Ceder, para um sistema em ameaça, signif**a risco. Então ela endurece, reage, enfrenta. É um mecanismo biológico.

Quando o adulto responde com punição, rigidez ou confronto direto, o sistema da criança confirma a ameaça. A oposição aumenta. O comportamento se intensif**a.

Antes de rotular uma criança como TOD, olhe para o ambiente, olhe para o adulto que cuida. A oposição é reflexo de um ambiente que sinaliza ameaça e de um corpo que demonstra defesa.

Precisa de ajuda com sua criança? Me chame aqui no direct! Agenda de atendimento aberta.

Com carinho, Dra. Pri.
Médica Pediatra Especialista em Traumas na Infância
CRM SP 146735

20/01/2026

O estado de congelamento é uma resposta profunda do sistema nervoso diante de ameaça extrema ou repetida. Por fora, pode parecer apatia, silêncio, obediência excessiva ou “desligamento”. Por dentro, o corpo está em alerta máximo, tentando se proteger.

Quando esse estado se prolonga, as consequências aparecem. Dificuldade de sentir prazer, baixa energia, sensação de vazio, dificuldade de se posicionar, adoecimentos físicos e emocionais. O corpo aprende que sentir é perigoso.

Crianças que vivem muito tempo nesse estado crescem com a crença silenciosa de que não são vistas, não são ouvidas ou não importam. Na vida adulta, isso se traduz em relações frágeis, medo de conflito e dificuldade de se reconhecer.

Precisa de ajuda com isso? Entre em contato!

Com carinho, Dra Pri .
Médica Pediatra Especialista em Traumas na Infância
CRM SP 146735

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São Bernardo Do Campo, SP
09715140

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