Amor, Transformação & Cura

Amor, Transformação & Cura Aqui você encontra conteúdos que trazem mais consciência sobre você e seu lugar na família, promovendo informação, amor e respeito.

28/04/2026
27/04/2026

Quando os limites não estão claros , o medo assume o lugar e o controle vai tentar organizar.

O controle aparece porque existe medo!

Medo de se perder nos limites, não saber estabelecer limites saudáveis e adequados.

Ceder ao que os outros querem, mesmo que você não queira.

Ir além dos seus próprios limites, porque você mesma não sabe quais são, pois desde pequena os seus limites não foram levados em conta, não foram ouvidos e nem respeitados.
Quando os limites não estão claros, tudo vira responsabilidade sua.

Você tenta prever, ajustar, resolver, evitar conflitos…
não porque quer controlar —
mas porque não aprendeu até onde você vai.

E onde você não sabe onde termina, o medo entra.

Medo de perder.
Medo de frustrar.
Medo de não dar conta.

O controle aparece como solução rápida:
“se eu organizar tudo, nada sai do lugar”.

Limite organiza você.

É quando você consegue sustentar:
o que é seu, você cuida
o que é do outro, você respeita.



Salva esse post. Marque aquele amigo que precisa aprender a colocar limites.
Deixa seu like.

Se quiser ir além, manda mensagem para mim e agende sua constelação.

20/04/2026

Isso reflete sobre como expectativas, sonhos frustrados e traumas não resolvidos dos pais são transferidos para os filhos, gerando uma sobrecarga emocional e impactando o desenvolvimento da identidade da criança.

Os Pais tendem a projetar em seus filhos o que não receberam antes, a forçar filhos a realizar sonhos que eles próprios reprimiram ou não alcançaram.

Acontece que ao fazer essas cobranças, colocar as suas próprias expectativas neles, a buscar que eles( filhos) preencham as suas necessidades, impacta gerando ansiedade, culpa e falta de autonomia na criança, que vive para satisfazer o inconsciente dos pais.

O que significa que os pais precisam assumir suas próprias responsabilidades e viver a sua vida plenamente para que seus filhos não precisem carregar o seu passado e suas expectativas.

16/04/2026

No seu discurso ao ganhar o Oscar de melhor atriz 2026, a bela Jessie Buckley, fez um discurso emocionante e com muita gratidão a quem está com ela, está ao seu lado e sabe de onde ela veio.

Ela ao fazer parte do elenco do filme Hamnet uma história antes de Hamlet . Um filme emocionante, em que uma mulher vive intensamente o seu feminino, ligada a natureza e ao amor incansável e dedicado a família, que luta ferozmente para não perder seus filhos para a doença e que ao se deparar com o inevitável da m0rte busca encontrar um caminho para continuar a viver como pode ser sem negar a dor com a memória dele viva nela.

💖

16/04/2026

Você já acreditou que tinha resolvido algo e no fundo descobriu que não tinha resolvido pois voltou a acontecer ?

Essa é a história de uma mulher de 39 anos que me procurou porque algo se repetia e eu já resolvi a questão com ele.

Então, vamos ver !

E o que se mostrou foi a realidade, que no fundo da sua alma não havia se libertado daquilo que ainda a prendia por causa de seu julgamento interno a ele.
Mas a vida…
não lê histórias.
Ela as encena.

E foi assim que, sem perceber, ela se viu no mesmo lugar.
Não igual por fora —
mas profundamente igual por dentro.

O dinheiro chegava… e escapava.
As oportunidades vinham… e se desfaziam.

Porque existem dores que não saem quando são compreendidas —
só quando são incluídas.

E dentro dela havia uma recusa quase invisível:
de não ser como ele.
de não repetir a história.
de nunca mais sentir aquilo.

Só que a vida não responde à negação.
Ela responde à verdade. Ao que é, sem querer parecer e simplesmente ao que é.

Me acompanhe, me segue no próximo vídeo para acompanhar mais sobre essa história.


14/04/2026

Romper padrões é uma escolha…
mas não é uma escolha leve.

Porque quando uma mulher decide fazer diferente…
ela não está lidando só com o presente.

Ela atravessa camadas emocionais profundas…
histórias que não começaram com ela…
mas que continuaram dentro dela.

E isso aparece… principalmente no amor.

A filha que não teve o pai emocionalmente presente…
muitas vezes cresce tentando ser escolhida.

E sem perceber…
se conecta com pessoas que não estão disponíveis.

Não porque quer sofrer…
mas porque isso, de alguma forma, é familiar.

É uma tentativa silenciosa de viver…
o que um dia faltou.

Mas chega um momento…
em que ela percebe:

que não precisa mais se esforçar para ser amada.

Que amor não precisa ser conquistado com dor.

E que talvez…
pela primeira vez…

ela possa parar de procurar um pai em um homem…
e começar a escolher um parceiro.

E isso…
é romper padrões.”
Se você é essa pessoa ou conhece alguém que vive relacionamento com pessoas indisponíveis, salva e compartilha. Deixe seu like 👍🏻.

13/04/2026

Quando você aceita suas “mortes internas”, você também:

– rompe padrões herdados
– encerra repetições familiares
– deixa de sustentar dores antigas

Você não está apenas mudando por você.
Você está interrompendo ciclos.
Romper padrões é escolher sair do automático.

É quando uma mulher decide não repetir…
mesmo carregando dentro de si
histórias que vieram antes.

Ela atravessa camadas invisíveis,
rompe lealdades silenciosas
e transforma dores
que nunca foram nomeadas.
Romper padrões é isso:
sustentar uma nova forma de se relacionar —
mesmo que tudo dentro de você peça para voltar ao conhecido.

Envia para a amiga que precisa romper padrões. Salva e deixa um like.

10/04/2026

Romper padrões é escolher sair do automático.

É quando uma mulher decide não repetir…
mesmo carregando dentro de si
histórias que vieram antes.

Ela atravessa camadas invisíveis,
rompe lealdades silenciosas
e transforma dores
que nunca foram nomeadas.

“Não começou com você…
mas pode terminar em você.”

Você conhece alguém passando por isso? Envia para ela e salva esse vídeo. Curte e comenta.

07/04/2026

Você faz com você, ou seja, como seus pais trataram você na infância É a forma como você se trata hoje!

Como seus pais te trataram na infância…
se tornou, muitas vezes, a forma como você aprendeu a se tratar.

Se você foi julgada…
talvez hoje você se vigie o tempo todo.

Se foi criticada…
talvez exista uma voz dentro de você que nunca se satisfaz.

Se foi muito exigida…
talvez você sinta que nunca é suficiente…
não importa o quanto faça.

Mas escuta com cuidado…

isso não é quem você é.

Isso foi o que você aprendeu
para ser aceita…
para ser amada…
para pertencer.

Essa voz internalizada não é sua, é dos seus pais, ela é externa, mas hoje mora dentro de você, e talvez nesse momento você possa começar a questionar ela e dizer a você que pode fazer diferente.

Nem toda exigência é necessária.
Nem toda crítica é verdade.
Nem toda culpa é sua.

02/04/2026

Nossos ancestrais não vivem apenas em retratos antigos
ou nas histórias contadas pelos mais velhos…

Eles vivem em você.

No seu jeito de amar — às vezes intenso demais, às vezes contido demais.
No medo silencioso de não ser suficiente.
Na forma como você se protege… ou se abandona.

Vivem na sua força —
aquela que aparece mesmo quando tudo dói
e você nem sabe de onde vem.

Vivem nas suas reações, nos seus vínculos,
nos padrões que se repetem sem explicação lógica.

Porque antes de você ter uma história,
você já era continuidade de muitas outras.

Padrões se repetem
quando histórias não são vistas.
Pode ser que a sua força não seja resistir.
Mas encerrar, com consciência,
o que não precisa continuar.

01/04/2026

A mulher racional demais = feminino ferido

A história da humanidade, em grande parte, foi construída sobre uma dicotomia profunda e muitas vezes destrutiva: a separação entre razão e emoção. Essa dualidade, frequentemente associada aos arquétipos do masculino e do feminino, estabeleceu um campo de batalha interno e externo onde a lógica e a objetividade foram elevadas ao status de virtudes supremas, enquanto a intuição, a vulnerabilidade e a sensibilidade foram relegadas ao plano da fraqueza. O resultado dessa cisão é o que a psicologia profunda, especialmente a de base junguiana, identifica como o “feminino ferido” — um estado de desconexão em que a mulher, para sobreviver e ser validada em um mundo estruturado pela hiper-racionalidade, afasta-se de sua própria essência.

Em alguns sistemas familiares, a ferida do feminino é aprofundada por traumas extremos e segredos negados, cujas repercussões se estendem por gerações.

A negação cria um vazio, uma lacuna na narrativa familiar que é preenchida por sintomas.

Alguns exemplos de sintomas sistêmicos: Doenças inexplicáveis, bloqueios financeiros, dificuldades em ter filhos ou em manter relacionamentos saudáveis podem ser manifestações desse trauma não resolvido que busca ser integrado.

Se identificou? Salva esse vídeo, envia para aquela pessoa que você conhece que é assim. Comenta, deixa seu like!

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