30/01/2026
✨ Não existe algo como um eixo universal, um caminho reto ou uma forma única de viver. O que existe é o sujeito, com sua história, seus desejos, seus conflitos e suas próprias formas de se organizar no mundo.
Quando tentamos nos encaixar em um ideal rígido de sucesso, corpo, amor ou felicidade, produzimos sofrimento — não porque estamos errados, mas porque estamos tentando caber em algo que não nos comporta.
Viver é oscilar. É perder-se e se reencontrar.
Não há travessia sem turbulência. Não há construção sem conflito.
💜 Encontrar o próprio eixo não é alcançar um padrão — é sustentar a própria singularidade.
É poder dizer, pouco a pouco: “isso é meu, esse é o meu modo de existir.”