Dra Mariana Bueno da Silva San Felice

Dra Mariana Bueno da Silva San Felice Graduacão em Medicina na UFSCar. Residência em Pediatria na UNICAMP. Página para troca de informações relacionadas a Pediatria. Aceito sugestões de temas.

04/05/2026

O que fazer se perceber que meu filho/a f**a manipulando as partes íntimas?
É muito comum e esperado pelo desenvolvimento infantil que crianças entre 4-5 anos "descubram" partes do corpo e passem a manipulá-las com frequência.
Esse comportamento geralmente é fonte de angústia dos familiares e muitas vezes tendemos a proibir ou censurar as crianças.
No vídeo, explico um pouco sobre o que esperar, como lidar e quando procurar ajuda.

Se você quiser mais ajuda sobre como conversar com as crianças sobre esse assunto, segue indicações de livros voltados para esse tema:
- Pipo e Fifi
- Não me toca seu boboca
- Meu corpo meu corpinho

Se você tiver mais dúvidas pode colocar aqui!
Mariana Bueno da Silva San Felice
�Pediatria e Medicina do Adolescente. CRM: 161473/ RQE: 73767/ 737671
�Atendimento: Clínica Harmonize. São Carlos-SP
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01/04/2026

Quando se preocupar com a dor de cabeça na criança?
A queixa de dor de cabeça é comum na infância, principalmente em crianças na idade escolar e adolescentes. Como toda dor, pode ser uma fonte de desconforto para as crianças e muita preocupação para os pais. Na maioria das vezes a dor de cabeça tem causa benigna tendo como principais categorias a cefaléia tensional e a enxaqueca, que podem ser acompanhadas e investigadas com calma.
Mas existem algumas situações em que precisamos realizar exames mais aprofundados de forma mais rápida. No vídeo, comento sobre os principais tipos de dor de cabeça e sobre esses sinais que nos fazem f**ar mais preocupados.

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Mariana Bueno da Silva San Felice
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CRM: 161473/ RQE: 73767/ 737671
�Atendimento: Clínica Harmonize - Rua Visconde de Inhauma, 1241. São Carlos-SP�
Tel: (16) 996150848 (whatsapp)

Referências:
- HASSAN, AMR et al. Management of migraine in childrenand adolescents: A systematic review of guidelines and practice recommendations, 2026.
- LEWIS, DW et al. Practice parameter: evaluation of children and adolescents with recurrent headaches: report of the Quality Standards Subcommittee of the American Academy of Neurology and the Practice Committee of the Child Neurology Society, 2022.

27/02/2026

O TDAH na adolescência: particularidades

O TDAH é um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado por queixas relacionadas a manter a atenção, hiperatividade e impulsividade. Esses sinais começam durante a infância, mas podem passar desapercebidos e muitas vezes só são identif**ados na adolescência, com o aumento das exigências na escola.
Na adolescência o cérebro está passando por diversas mudanças e em um processo de maturação contínuo que pode levar a comportamentos de desatenção e impulsividade, o que pode confundir e dificultar o diagnóstico.
No vídeo comento mais sobre os sinais de TDAH na adolescência, quando procurar ajuda e as opções de tratamento que temos atualmente.

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Referências:
- IACAPAP, Capítulo D1 - Transtorno do Déficit de Atenção de Hiperatividade, 2020
- Age-related clinical characteristics of children and adolescents with ADHD, Front. Psychiatry, 2023

19/02/2026

Com o que eu não preciso me preocupar no preparo para chegada do bebê?
A chegada de um bebê sempre é motivo de muita alegria e também de muitas preocupações. A rotina com a qual estávamos acostumados muda e passamos a nos preocupar com diversas coisas como em como vamos cuidar, dar banho, colocar para dormir. E pensando nisso e em fazer o melhor pelos nossos filhos, tendemos a buscar muitas informações e tentar fazer sempre o máximo que conseguimos.
Mas tem algumas coisas com as quais não precisamos nos preocupar. Algumas pequenas como a forma como lidaremos com as roupas do bebê e outras maiores, como em como organizaremos a rotina.
Nesse vídeo trago algumas coisas com as quais podemos f**ar mais tranquilos para podermos aproveitar a chegada do bebê e nos preocuparmos com o que mais importa: estar presente para conhecer esse novo ser que está chegando :)

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12/02/2026

Como experiências adversas da infância podem ter impacto ao longo da vida?
As experiências adversas da infância são eventos traumáticos que ocorrem na infância e têm a capacidade de afetar a saúde e o bem-estar, com repercussões até a vida adulta, levando a um aumento da chance de doenças crônicas. Elas foram descritas pela primeira vez em 1998 e desde então vários estudos foram realizados revelando impactos na infância, adolescência e vida adulta.
Apesar da importância do tema e do impacto que elas podem ter na saúde, há poucas pesquisas sobre o assunto no Brasil. Considerando isso, estou desenvolvendo uma pesquisa no mestrado para investigar a prevalência dessas experiências em crianças e adolescentes brasileiros. No vídeo, explico mais sobre quais são essas experiências, como elas podem impactar na saúde ao longo da vida e o que podemos fazer quando as identif**armos em alguma criança/adolescente.
Obs: se você passou/está passando por alguma dessas experiências adversas, procure ajuda!

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Ref:
- FELITTI, V. et al. Relationship of childhood abuse and household
dysfunction to many of the leading causes of death in adults. American Journal of
Preventive Medicine, 1998.
- ANDRADE, C. R. et al. Experiências adversas na
infância, características sociodemográf**as e sintomas de depressão em adolescentes de um município do rio de janeiro, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, 2022.
- BOMYSOAD, R.; FRANCIS, L. Adverse childhood experiences and mental health
conditions among adolescents. Journal of Adolescent Health, 2020.
- CDC. Centers for Disease Control and Prevention. Adverse Childhood Experiences (ACEs). https://www.cdc.gov/aces/about/index.html, 2024.
- BIERHALS, I. O. et al. Adverse childhood experiences and consumption of alcohol,
to***co and illicit drugs among adolescents of a brazilian birth cohort. Cadernos
de Saúde Pública, 2016.
- SHONKOFF, J. P. et al. The lifelong effects of early childhood adversity and toxic stress. Pediatrics, 2012

07/02/2026

Prevenção da gravidez na adolescência: parte 3
A primeira semana de fevereiro é dedicada a prevenção da gravidez na adolescência, um tema muito importante e pouco falado.
Esse é o terceiro vídeo de uma série de três nos quais vou trazer um pouco do papel que cada um de nós pode ter nessa prevenção.
Nesse vídeo comento sobre papel da sociedade e sobre a importância de incluir os adolescentes nessa discussão.

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06/02/2026

Prevenção da gravidez na adolescência: parte 2
A primeira semana de fevereiro é dedicada a prevenção da gravidez na adolescência, um tema muito importante e pouco falado.
Esse é o segundo vídeo de uma série de três nos quais vou trazer um pouco do papel que cada um de nós pode ter nessa prevenção.
Nesse vídeo comento sobre o meu papel enquanto médica de adolescentes e pediatra, o papel da família e da escola.

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05/02/2026

Prevenção da gravidez na adolescência: parte 1
A primeira semana de fevereiro é dedicada a prevenção da gravidez na adolescência, um tema muito importante e pouco falado.
Esse é o primeiro vídeo de uma série de três nos quais vou trazer um pouco do papel que cada um de nós pode ter nessa prevenção.

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09/12/2025

Quais são os benefícios de se realizar refeições em família?
Desde a chegada de uma criança em casa passamos a nos preocupar em oferecer o máximo de cuidado durante o crescimento e desenvolvimento e também em o que fazer para prevenir situações que possam prejudicá-la no futuro.
Cada vez mais tem se percebido que existe uma ação simples que pode prevenir diversas situações de risco para adolescentes e adultos: o hábito de realizar refeições em família, pelo menos 3x/semana, podendo ser qualquer refeição (café da manhã, almoço, lanche da tarde ou jantar).�Apesar de se saber sobre os benefícios, em uma pesquisa recente, com dados de crianças e adolescentes de 43 países, mais da metade dos participantes relatou não manter esse hábito.
No vídeo, comento sobre como essa ação simples pode ajudar no presente e no futuro.

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Ref:
- Eating Family Meals Together at Home. JAMA Pediatrics, 2024
- Systematic review of the effects of family mealfrequency on psychosocial outcomes in youth. Canadian Family Physician, 2015
- Prevalence of daily family meals among children and adolescents from 43 countries. Matern Child Nutr, 2025

21/11/2025

Quando/como usar um oxímetro?

Muitas famílias, principalmente após a pandemia de COVID-19, adquiriram um oxímetro para ter em casa, devido a preocupação com a queda de saturação de oxigênio que era um dos sinais de piora dos quadros respiratórios causados pelo vírus. Mas se de um lado poder avaliar a saturação em casa pode ajudar a procurar ajuda mais rapidamente, é importante lembrar que a avaliação da saturação de oxigênio não é o único parâmetro que usamos para avaliar uma criança com um quadro respiratório. Existem casos em que a criança apresenta uma piora sem a queda da saturação e muitas vezes vemos uma saturação baixa no oxímetro, mas essa medida não é a realidade.

Por isso, sempre que suspeitarmos que nossos filhos possam estar com uma piora de uma doença respiratório é importante procurar atendimento por um profissional da saúde, que poderá avaliar, além da saturação de oxigênio, outros sinais presentes que possam indicar uma doença mais grave.

No vídeo, explico um pouco sobre os diversos fatores que podem influenciar na leitura da saturação de oxigênio pelo oxímetro. 

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