19/03/2026
Sabe aquela comida que não é só comida?
É memória.
É carinho.
É pausa no meio da correria.
Tem gosto de infância… ou de coisa boa.
Isso é comfort food.
Muita gente acha que, para emagrecer, precisa abrir mão disso.
Eu não acredito nisso.
Eu também tenho as minhas.
E vou te contar duas.
Eu amo coxinha.
Quando estou meio pra baixo, gosto de comer uma coxinha com um copo de leite com café.
Geralmente no meio da tarde de um dia não tão bom.
E está tudo bem.
Comfort food não precisa ser explicado.
Precisa ser sentido.
A segunda é a minha mais nova queridinha:
panqueca com Nutella e morangos.
Desde que chegamos aos Estados Unidos, eu faço todo sábado para as crianças.
No começo, era um jeito de acolher o medo da mudança.
Hoje, virou ritual.
Virou memória afetiva.
Sim, eu como.
E isso não me faz menos nutricionista.
Me faz humana.
A diferença não está em se proibir.
Está em saber quando, quanto e por quê.
Quando a comida é uma escolha consciente,
ela não vira culpa.
Vira prazer.
Você come saboreando.
Presente.
Porque quando você come escondida, com culpa,
o problema não é a Nutella.
É a relação.
Quando você aprende a equilibrar isso na sua rotina,
o emagrecimento deixa de ser sofrimento
e passa a ser uma escolha possível —
como tantas outras do seu dia.
Comida também é afeto.
E ninguém emagrece brigando com o afeto.
Eu não tenho medo da comida.
E eu posso te ensinar a não ter também.
Se você quer aprender a viver com leveza —
inclusive com as comidas que você ama —
talvez seja hora de mudar a forma como está tentando emagrecer.
💛 O link para agendar está na bio.