Ana Teresa D'elia - Psiquiatra

Ana Teresa D'elia - Psiquiatra PhD-UNIFESP , + de 10000 atendimentos
Entenda como sua mente funciona e
Viva sua vida mais leve 🍃🧠
📍São Carlos-SP

08/03/2026

Hoje não é só um dia de homenagem, mas também um convite à consciência. Cuidar da saúde mental das mulheres não é apenas uma questão individual, é uma responsabilidade social.

Dra. Ana Teresa D’Elia | Psiquiatra
CRM-SP 134.072 | RQE 71.320

Ao longo da história, muitas mulheres estiveram por trás de descobertas, avanços e transformações que hoje fazem parte d...
06/03/2026

Ao longo da história, muitas mulheres estiveram por trás de descobertas, avanços e transformações que hoje fazem parte da nossa vida cotidiana.

Nem sempre esses nomes foram lembrados com a frequência que deveriam, mas suas contribuições permanecem e hoje é um bom dia para lembrar disso.

Feliz Dia Internacional das Mulheres.

Dra. Ana Teresa D’Elia | Psiquiatra
CRM-SP 134.072 | RQE 71.320

27/02/2026

Quando a gente fala em dopamina, muita gente pensa só em prazer. Mas ela está muito mais ligada à energia para tentar, ao impulso de ir atrás.

Entender isso ajuda a tirar o peso da culpa e a olhar para si com mais cuidado. E, quando necessário, procurar ajuda profissional faz parte desse caminho.

Se isso fez sentido pra você, compartilha.

Dra. Ana Teresa D’Elia | Psiquiatra
CRM-SP 134.072 | RQE 71.320

A comparação que acontece nas redes sociais não é só emocional.Ela também é biológica.Nosso cérebro evoluiu em grupos pe...
16/02/2026

A comparação que acontece nas redes sociais não é só emocional.
Ela também é biológica.

Nosso cérebro evoluiu em grupos pequenos, onde posição social signif**ava acesso a proteção, pertencimento e recursos. Por isso, ele reage à comparação como se fosse uma disputa real.

O problema é que, nas redes, essa “disputa” nunca acaba. Não estamos nos comparando com uma pessoa do nosso grupo, mas com centenas de recortes cuidadosamente editados.

Quando surge aquela sensação de “estou f**ando para trás”, não é fraqueza moral. É o cérebro interpretando perda de posição.

Entender isso tira o peso da culpa e faz com que você se olhe com mais generosidade. Porque a sua vida não é um recorte, ela tem contexto, bastidor e processo.

- Referência:
Sapolsky, R. Comporte-se. 2021.

Dra. Ana Teresa D’Elia | Psiquiatra, PhD
CRM-SP 134.072 | RQE 71.320

Quando o corpo adoece, a gente entende, mas quando a mente adoece… muita gente ainda responde com julgamento.E isso é mu...
23/01/2026

Quando o corpo adoece, a gente entende, mas quando a mente adoece… muita gente ainda responde com julgamento.

E isso é muito grave.

Porque não é só falta de informação.
É uma cultura, uma sociedade que normalizou o esgotamento, romantizou a produtividade e aprendeu a tratar sofrimento emocional como “fraqueza”.

Saúde mental não é frescura.
Não é falta de fé.
Não é drama.
É parte do funcionamento humano.

Se esse post te atravessou de alguma forma, me conta:
👉 você já sentiu vergonha de não estar bem emocionalmente?

Existem algumas versões, além do consultório…Por muito tempo, a gente aprendeu a ver médicos (e principalmente psiquiatr...
21/01/2026

Existem algumas versões, além do consultório…

Por muito tempo, a gente aprendeu a ver médicos (e principalmente psiquiatras) como se fossem só função: diagnóstico, prescrição, técnica.
Mas eu acredito que cuidado de verdade passa por presença. E presença passa por humanidade.

Afinal… eu não cuido de pessoas como quem cuida de um diagnóstico.
Eu cuido de pessoas como quem entende que mente e vida estão profundamente conectadas.

Se você chegou até aqui, que bom ter você comigo. 🤍

Você não está “sem foco” por falta de força.Muita gente hoje está vivendo brain rot (apodrecimento mental): excesso de e...
20/01/2026

Você não está “sem foco” por falta de força.

Muita gente hoje está vivendo brain rot (apodrecimento mental): excesso de estímulo rápido e superficial que vai drenando atenção, presença e profundidade.

A armadilha é simples:
cansaço → celular
ansiedade → celular
tédio → celular
solidão → celular

Parece descanso, mas é só anestesia.

Desapodrecer a mente não é virar radical.
É voltar pro básico: menos tela, mais sono, mais corpo, mais silêncio e mais vínculo real.

Me conta: o que você mais precisa hoje: sono, foco ou presença?

Janeiro costuma chegar acompanhado de metas, promessas, listas longas e a sensação de que, se você não mudou ainda, já e...
16/01/2026

Janeiro costuma chegar acompanhado de metas, promessas, listas longas e a sensação de que, se você não mudou ainda, já está atrasada.

Mas o cérebro não funciona por calendário, ele funciona por segurança.

Mudar exige sair do automático, abandonar padrões antigos, enfrentar o desconhecido.

Não é preguiça.
Não é falta de força de vontade.
É um sistema nervoso tentando proteger você.

Quando entendemos isso, a lógica muda:
menos cobrança, mais estratégia.
menos promessas grandiosas, mais constância possível.
menos violência interna, mais cuidado com o ritmo.

Sustentar novos hábitos não é sobre começar com tudo.
É sobre ensinar o corpo que a mudança não vai doer.

Talvez o verdadeiro começo do ano não seja janeiro.
Seja o momento em que você para de brigar com o próprio cérebro e começa a trabalhar com ele.

Se isso fez sentido, compartilha.🧡

13/01/2026

Você acorda, resolve, responde, entrega, corre…
e quando o dia termina, f**a aquela sensação estranha:
eu nem estive presente.

A gente foi treinado para sobreviver.
Para funcionar.
Para produzir.
Para dar conta.

E isso vira um modo automático de vida.
O cérebro passa o dia inteiro em atenção dirigida para fora, reagindo a demandas, estímulos, notif**ações.
E o custo disso é alto: menos presença, menos prazer, menos memória do que foi vivido.

Não é sobre largar responsabilidades.
É sobre parar de viver como se a sua vida fosse uma sequência de tarefas a cumprir.

Porque, no fim, o que adoece não é só o excesso de trabalho.
É a ausência de pausa.
De silêncio.
De tempo interno.

Num mundo acelerado, desacelerar não é preguiça.
É regulação do sistema nervoso.
É um cuidado real.

Hoje, tenta fazer uma coisa simples:
vive um pedaço do seu dia sem pressa.
E observa como o seu corpo responde.

Você merece mais do que sobreviver! 🧡

Existe uma ideia muito difundida de que cuidar da saúde mental exige grandes viradas de vida, na prática clínica, eu vej...
12/01/2026

Existe uma ideia muito difundida de que cuidar da saúde mental exige grandes viradas de vida, na prática clínica, eu vejo o oposto.

O que mais protege o cérebro do adoecimento são ajustes cotidianos, consistentes e possíveis.

Os verdasdeiros “remédios” são pausas reais, transições entre tarefas, critério para priorizar e uma vida que não gira apenas em torno do trabalho.

O cérebro não foi feito para operar em modo alerta contínuo, sem descanso, sem encerramento, sem espaço de recuperação. Quando isso acontece por tempo prolongado, o custo aparece em forma de exaustão, irritabilidade, insônia, queda de desempenho e sofrimento psíquico.

Burnout não começa no colapso.
Ele começa quando os sinais são ignorados.

Me conta: qual desses “remédios” você mais negligencia no seu dia a dia?

Endereço

R. Maestro João Seppe, 900/9º Andar/Sala 93/Jardim Paraiso
São Carlos, SP
13561-180

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