Dra. Vanessa Mello l Pediatra

Dra. Vanessa Mello l Pediatra ❤ Te ajudo a cuidar do seu bem mais precioso l 📍 São Gabriel da Palha l 📍 Governador Lindenberg

Respirar pela boca pode parecer apenas um hábito, mas em muitos casos é um sinal de que algo não está funcionando bem na...
25/03/2026

Respirar pela boca pode parecer apenas um hábito, mas em muitos casos é um sinal de que algo não está funcionando bem na respiração nasal da criança.

Obstruções nasais, alergias e aumento das adenoides estão entre as causas mais frequentes. Quando persistente, a respiração oral pode impactar o sono, o desenvolvimento facial e até o desempenho escolar.

Observar esses sinais e buscar avaliação quando necessário ajuda a identif**ar precocemente possíveis alterações e orientar o tratamento adequado.

Dra. Vanessa Mello | Pediatra
CRM 15585 l RQE 12880

📞 (27) 99704-0807
📍 R. João Dalfior, 48 - Sala 101 - Centro - Gov. Lindenberg - ES

Apesar de muitas pessoas associarem a tuberculose ao passado, ela ainda é uma doença presente em diversas regiões do mun...
24/03/2026

Apesar de muitas pessoas associarem a tuberculose ao passado, ela ainda é uma doença presente em diversas regiões do mundo, inclusive no Brasil.

Nas crianças, os sintomas podem ser mais discretos e incluem tosse persistente, febre prolongada, cansaço e dificuldade no ganho de peso. Por isso, a atenção aos sinais e o acompanhamento pediátrico são fundamentais para o diagnóstico precoce.

A vacinação com BCG, realizada logo após o nascimento, é uma importante forma de proteção contra as formas graves da doença na infância.

Neste Dia Mundial de Combate à Tuberculose, reforçamos a importância da informação, da prevenção e do acompanhamento em saúde infantil.

Dra. Vanessa Mello | Pediatra
CRM 15585 l RQE 12880

📞 (27) 99704-0807
📍 R. João Dalfior, 48 - Sala 101 - Centro - Gov. Lindenberg - ES

Nariz escorrendo, espirros, tosse e, às vezes, febre: para quem cuida de criança, esses sintomas são quase parte da roti...
20/03/2026

Nariz escorrendo, espirros, tosse e, às vezes, febre: para quem cuida de criança, esses sintomas são quase parte da rotina. O que muita gente não sabe é que gripe, resfriado e alergia respiratória são condições diferentes, com causas, evolução e cuidados específicos.

A gripe costuma provocar um mal-estar mais intenso, febre mais alta, dores no corpo e cansaço importante, deixando a criança mais prostrada e sem disposição para brincar.

Já o resfriado é, em geral, mais leve, com coriza, nariz entupido e tosse, podendo ter pouca ou nenhuma febre. A alergia respiratória, por sua vez, não é causada por vírus, mas por uma reação do organismo a poeira, ácaros, m**o ou pelos de animais, e se manifesta principalmente com espirros repetidos, coceira no nariz e nos olhos e congestão nasal, quase sempre sem febre.

Saber diferenciar ajuda os pais a não se desesperarem diante de sintomas leves, mas também a reconhecerem quando algo foge do esperado.

Febre persistente, dificuldade para respirar, recusa alimentar, prostração ou piora progressiva dos sintomas são sinais de alerta e indicam a necessidade de avaliação médica.

Evite a automedicação, principalmente com antibióticos, que não tratam viroses e podem causar efeitos indesejados. O acompanhamento pediátrico orienta o manejo correto em cada situação e garante mais segurança para a criança e tranquilidade para a família.

Dra. Vanessa Mello | Pediatra
CRM 15585 l RQE 12880

📞 (27) 99704-0807
📍 R. João Dalfior, 48 - Sala 101 - Centro - Gov. Lindenberg - ES

Ouvir “meu filho não come nada” é mais comum do que parece e dá uma angústia real em quem cuida.Em muitas fases da infân...
18/03/2026

Ouvir “meu filho não come nada” é mais comum do que parece e dá uma angústia real em quem cuida.

Em muitas fases da infância, a seletividade alimentar faz parte do desenvolvimento: a criança testa limites, cria preferências e estranha alimentos novos.

Mas nem toda recusa é “só fase”. Alguns padrões pedem mais atenção.

O ponto de equilíbrio é observar sem pressionar:
nem normalizar quando há sinais de alerta,
nem transformar cada refeição em um campo de batalha.

Com rotina, ambiente tranquilo e orientação adequada, a maioria das crianças evolui bem.
E quando não evolui, o acompanhamento profissional ajuda a entender a causa e a conduzir o cuidado da forma certa — sem culpa e sem rótulos.

🩺 Alimentação na infância é construção, não imposição.

💬 Seu filho passa por seletividade alimentar? Como tem sido aí em casa?

Dra. Vanessa Mello | Pediatra
CRM 15585 l RQE 12880

📞 (27) 99704-0807
📍 R. João Dalfior, 48 - Sala 101 - Centro - Gov. Lindenberg - ES

É muito comum que crianças apresentem vários episódios de infecções respiratórias ao longo do ano, especialmente nos pri...
16/03/2026

É muito comum que crianças apresentem vários episódios de infecções respiratórias ao longo do ano, especialmente nos primeiros anos de vida e durante a fase escolar.

Isso acontece porque o sistema imunológico ainda está em desenvolvimento e a exposição a vírus respiratórios é maior em ambientes coletivos, como creches e escolas.

Em média, crianças podem ter 6 a 8 episódios de infecções respiratórias por ano, sem que isso represente necessariamente um problema de imunidade.

No entanto, é importante buscar avaliação pediátrica quando há sinais como infecções muito prolongadas, necessidade frequente de antibióticos, dificuldade no crescimento ou sintomas mais intensos.

A observação cuidadosa e o acompanhamento médico ajudam a diferenciar o que faz parte do desenvolvimento imunológico do que precisa ser investigado.

Dra. Vanessa Mello | Pediatra
CRM 15585 l RQE 12880

📞 (27) 99704-0807
📍 R. João Dalfior, 48 - Sala 101 - Centro - Gov. Lindenberg - ES

Prevenção é proteção para os pequenos.Com a chegada de março, também começa o período de maior circulação de vírus respi...
13/03/2026

Prevenção é proteção para os pequenos.

Com a chegada de março, também começa o período de maior circulação de vírus respiratórios, especialmente o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), responsável por muitos casos de bronquiolite em bebês.

Essa infecção respiratória é mais comum em crianças pequenas e pode ser mais preocupante em recém-nascidos e bebês menores de 3 meses, que ainda possuem o sistema imunológico em desenvolvimento.

Por isso, nesta época do ano, alguns cuidados simples são fundamentais para reduzir o risco de transmissão: manter a higiene frequente das mãos, evitar beijos em bebês, limitar visitas nos primeiros meses de vida, evitar ambientes fechados e aglomerados e utilizar máscara caso esteja com sintomas de resfriado.

A prevenção é uma das formas mais importantes de proteger os bebês durante esse período de maior circulação viral. 👶🏻🫶🏻

Dra. Vanessa Mello | Pediatra
CRM 15585 l RQE 12880

📞 (27) 99704-0807
📍 R. João Dalfior, 48 - Sala 101 - Centro - Gov. Lindenberg - ES

11/03/2026

Essa é uma das queixas mais comuns no consultório pediátrico.

Muitos pais chegam preocupados porque a criança que antes comia bem parece ter perdido o interesse pela comida.

Na maioria das vezes, isso acontece por mudanças naturais do desenvolvimento.

Após o primeiro ano de vida, o crescimento desacelera e, com isso, o apetite também pode diminuir.

Além disso, a criança começa a desenvolver preferências, autonomia e até fases de maior seletividade alimentar.

▶️ No vídeo, eu falo sobre esse assunto, explico por que essa fase acontece e o que os pais podem fazer para lidar melhor com essa situação.😉

Dra. Vanessa Mello | Pediatra
CRM 15585 l RQE 12880

📞 (27) 99704-0807
📍 R. João Dalfior, 48 - Sala 101 - Centro - Gov. Lindenberg - ES

O Dia da Mulher é um momento de reconhecer a força, a dedicação e as inúmeras histórias que fazem parte da trajetória de...
08/03/2026

O Dia da Mulher é um momento de reconhecer a força, a dedicação e as inúmeras histórias que fazem parte da trajetória de cada mulher.

Entre tantas responsabilidades do dia a dia, muitas vezes o autocuidado acaba f**ando em segundo plano. No entanto, olhar para a própria saúde, bem-estar e qualidade de vida também é uma forma importante de valorização.

Neste dia, reforçamos a importância do cuidado contínuo, da prevenção e da atenção à saúde em todas as fases da vida.

Que hoje seja um dia de reconhecimento, respeito e celebração de todas as mulheres. 🌷✨

Muitos pais e mães chegam ao consultório se sentindo culpados por não darem conta de tudo. Culpados por perderem a paciê...
06/03/2026

Muitos pais e mães chegam ao consultório se sentindo culpados por não darem conta de tudo.

Culpados por perderem a paciência, por se sentirem cansados, por não conseguirem seguir à risca todas as orientações que veem nas redes sociais.

A ideia de uma parentalidade perfeita pesa, adoece e gera uma cobrança que não combina com a realidade da vida.

Quando os adultos se permitem ser humanos, a relação com os filhos se torna mais leve e mais verdadeira. Crianças não precisam de pais perfeitos; precisam de adultos que estejam dispostos a aprender, reparar quando erram e oferecer um ambiente de afeto e segurança emocional.

Se você anda se cobrando demais, respire. Você não está sozinho nessa jornada.

Cuidar também é reconhecer seus próprios limites e pedir ajuda quando for necessário.

Dra. Vanessa Mello | Pediatra
CRM 15585 l RQE 12880

📞 (27) 99704-0807
📍 R. João Dalfior, 48 - Sala 101 - Centro - Gov. Lindenberg - ES

04/03/2026

Essa é uma dúvida muito comum entre os pais.

Quando uma criança chega aos 2 anos sem falar, o primeiro passo é avaliar melhor o que realmente está acontecendo.

Muitas vezes, a criança até fala algumas palavras, mas a expectativa da família é que ela fale de forma clara, quase como um adulto, o que nem sempre é esperado para a idade.

Por isso, é importante observar:
✔️ A criança fala algumas palavras?
✔️ Tenta se comunicar?
✔️ Compreende o que é dito?

Cada criança tem seu próprio ritmo de desenvolvimento. Ainda assim, quando há dúvida ou preocupação, a avaliação com o pediatra é fundamental. Se necessário, o pediatra pode encaminhar para uma avaliação com a fonoaudióloga.

O mais importante é acompanhar de perto o desenvolvimento e agir precocemente quando necessário.👶🏻🧸

Dra. Vanessa Mello | Pediatra
CRM 15585 l RQE 12880

📞 (27) 99704-0807
📍 R. João Dalfior, 48 - Sala 101 - Centro - Gov. Lindenberg - ES

É muito comum dar antitérmico com a intenção de “evitar uma convulsão febril”, mas isso é um mito que gera uma falsa sen...
02/03/2026

É muito comum dar antitérmico com a intenção de “evitar uma convulsão febril”, mas isso é um mito que gera uma falsa sensação de controle.

Esses medicamentos são importantes para aliviar o desconforto da febre e melhorar o bem-estar da criança, mas não previnem a ocorrência da convulsão. Isso acontece porque a convulsão febril está mais relacionada à elevação rápida da temperatura corporal do que ao número que aparece no termômetro naquele momento.

Apesar do susto que causa em quem presencia, a convulsão febril, na maioria dos casos, é um evento benigno e transitório, que não deixa sequelas e não signif**a, automaticamente, epilepsia. Ainda assim, cada episódio deve ser avaliado para orientar a família, descartar outras causas e indicar os cuidados adequados.

Mais do que “correr atrás da febre”, é fundamental observar a criança como um todo, oferecer conforto, manter acompanhamento pediátrico e buscar atendimento sempre que houver uma crise convulsiva, especialmente na primeira vez.

Informação e orientação correta ajudam a reduzir o medo e evitam condutas desnecessárias.

Dra. Vanessa Mello | Pediatra
CRM 15585 l RQE 12880

📞 (27) 99704-0807
📍 R. João Dalfior, 48 - Sala 101 - Centro - Gov. Lindenberg - ES

Ver seu filho adoecer com frequência é angustiante, e é natural se perguntar se isso é “normal” ou se tem algo errado.Na...
27/02/2026

Ver seu filho adoecer com frequência é angustiante, e é natural se perguntar se isso é “normal” ou se tem algo errado.

Na infância, o sistema imunológico ainda está em formação. Principalmente nos primeiros anos de escola ou creche, é esperado que as crianças tenham mais infecções leves ao longo do ano.

Mas nem tudo deve ser simplesmente normalizado.

🔎 O ponto de equilíbrio é este:

nem banalizar quando algo foge do padrão,

nem viver em alerta o tempo todo.

Alguns sinais pedem uma avaliação mais cuidadosa:

infecções muito frequentes ou graves, dificuldade de recuperação, atraso no crescimento, perda de peso ou uso repetido de antibióticos sem melhora clara.

🩺 O acompanhamento pediátrico ajuda a diferenciar o que faz parte da imunidade em construção do que precisa ser investigado com calma, critério e cuidado.

💬 Seu filho f**a doente com muita frequência? Essa dúvida já passou pela sua cabeça?

Dra. Vanessa Mello | Pediatra
CRM 15585 l RQE 12880

📞 (27) 99704-0807
📍 R. João Dalfior, 48 - Sala 101 - Centro - Gov. Lindenberg - ES

Endereço

R. Amado Almeida, 42
São Gabriel Da Palha, ES
29780-000

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Dra. Vanessa Mello l Pediatra posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram

Categoria