Constelação Familiar em São Gonçalo

Constelação Familiar em São Gonçalo Divulgação de princípios, eventos e notícias de Constelação Familiar. Pode ser realizada em grupo ou individualmente com o recursos de bonecos.

Técnica terapêutica breve que busca reconhecer conexões com ancestrais e histórias do passado familiar que podem afetar/atrapalhar a sua vida hoje (relações amorosas, trabal A Constelação Familiar Sistêmica é uma técnica terapêutica que permite identificarmos o que está oculto/excluído em nosso sistema familiar. A partir de uma questão colocada pelo cliente olhamos para seu sistema familiar em bus

ca de situações que bloqueiam nosso desenvolvimento, relacionamentos, sucesso profissional...etc... Após a identificação desses "nós" buscamos soluções para que a vida possa fluir de forma plena.

Essa   aborda de forma muito explícita o quanto dramas e acontecimentos do passado familiar interferem em nossas vidas. ...
07/08/2022

Essa aborda de forma muito explícita o quanto dramas e acontecimentos do passado familiar interferem em nossas vidas. A partir da história de 3 amigas, o roteiro costura cenas de ancestrais com a vida atual de cada uma.

O que chama a atenção no enredo é a forma como são apresentadas as crises e conflitos de cada personagem, os quais encontram “respostas e soluções” em sessões de “Expansão Familiar”, que claramente representa o que é feito na Constelação Familiar.

Os conceitos sistêmicos são facilmente compreendidos nas falas e vivências deixando um grande presente para o expectador a cada episódio.

O terapeuta é colocado como um facilitador do processo de desenvolvimento pessoal, sem se colocar como um guru, deixando claro que as sessões não substituem tratamentos médicos, o que mostra que a série aborda de forma muito cuidadosa a temática da transgeracionalidade.

Recomendo muito!
Disponível na

E se já assistiu... Que dinâmicas sistêmicas ficaram explícitas pra você?
Reconhece os conceitos teóricos das Constelações em algumas falas?

Grávida de 8 meses, Sofia* procurou a Constelação porque estava com muito medo do parto e muito insegura com o local do ...
05/04/2022

Grávida de 8 meses, Sofia* procurou a Constelação porque estava com muito medo do parto e muito insegura com o local do Parto, mesmo com muitas opções de escolha.
Ao colocar o medo no Campo rapidamente ele se voltou para sua mãe, que não queria olhar para esse elemento, rejeitava. Incluí sua avó e a rejeição se intensificou. Ficou visível que sua mãe tinha questões mal resolvidas na relação com a própria mãe. A qual perdeu sua mãe com 2 anos e também tinha feridas com a maternagem.
Sofia estava muito conectada ao Medo, olhava PELA sua mãe.
Na lealdade sistêmica, os filhos quando identificam que os pais não dão conta de alguma emoção ou situação, assumem POR eles.
Sofia estava enredada nessa dinâmica. Ao reconhecer que sua mãe tem questões que não são suas, e que não cabe a ela resolvê-las ou cuidar disso, Sofia consegue então olhar para os próprios medos. Olha para o marido, sente que tem suporte e apoio. Juntos olham para o Parto e Sofia sente muita confiança.
Após uns dias, Sofia compartilha que estava tão confiante e fortalecida que resolveram ter parto domiciliar. Tempos depois, soube que foi rápido, leve, está muito bem e sua menina também.

*nome fictício
Mais textos no Blog: https://www.anapaulaklein.com.br/blog-1

Arrogância Sistêmica“Se eu não ajudar eles não vão dar conta”“Minha mãe não vai suportar tanta dor”“Meu pai teve uma inf...
09/02/2022

Arrogância Sistêmica

“Se eu não ajudar eles não vão dar conta”
“Minha mãe não vai suportar tanta dor”
“Meu pai teve uma infância muito difícil”

Na intenção de ajudar, mesmo que inconsciente, super valorizamos nossa condição de transformar a vida dos outros. Nos colocamos como Grandes, como quem sabe o que o outro precisa, ou o que é melhor para ele.
Ao considerar que nossos pais não irão suportar um acontecimento de sua própria história, desconsideramos a força e a potência de superação. Somos arrogantes. Tão importantes e insubstituíveis, que passamos a acreditar que não podemos nos distanciar, e pagamos um preço alto por esse lugar.
Ao ser grande na relação com os pais, ocupo um lugar inadequado, e fico pequeno na vida. Não sobra energia para olhar para o relacionamento amoroso, questões profissionais, saúde, etc...
O desafio aqui é reconhecermos que há um destino muito maior que nós, e que as pessoas fazem escolhas e são responsáveis por suas consequências. Assim, com humildade olhamos para nossa história familiar e deixamos com o outro o que é do outro.

Mais textos no Blog: https://www.anapaulaklein.com.br/blog-1

Com alegria e muita saudades!! compartilho o retorno dos encontros presenciais.Serão mantidos todos os cuidados para a p...
01/11/2021

Com alegria e muita saudades!! compartilho o retorno dos encontros presenciais.

Serão mantidos todos os cuidados para a prevenção do contágio do Covid.

✔ Vamos juntos ampliar o olhar e nos conectar com essa grande "teia" de conexões inconscientes do Sistema Familiar.

📌 Dúvidas e mais infos por direct, Whatsapp ou email.

“Ana, estou muito mal com tudo o que foi mostrado na constelação. Aquela imagem quando ele se vira é como se estivesse m...
08/06/2021

“Ana, estou muito mal com tudo o que foi mostrado na constelação. Aquela imagem quando ele se vira é como se estivesse me desprezando. Isso tem me trazido muita tristeza” (áudio de uma cliente).

Às vezes a Constelação é uma grande tapa na cara. Revela como uma fotografia aquilo que é. No racional podemos nos iludir, barganhar com a vida, com as emoções, mas na imagem, na cena que se apresenta na sessão não dá pra negociar.

Ele (namorado) não olha para ela. Ela (cliente) olha para os pais. Não está disponível, mas projeta no outro às dificuldades que tem em si mesma, na sua postura com a vida. Ainda quer salvar os pais, ainda olha para trás ao invés de seguir em frente.

E quando vê que o outro não olha, “cai em si”. Não há conexão. Ela não está aqui, ele está lá, em outro lugar...

Reconhecer o lugar que você ocupa é a chave para direcionar seu caminhar.

Solução: abrir mão de achar que seus pais não vivem sem você. Reconhecer seu lugar de pequena diante dos destinos e contextos. Assim, abre-se uma possibilidade de olhar e seguir adiante.

Mas e o outro? Ele não olha, não me quer.
Quando se segue o caminho, caminhantes surgirão.

Beijos no coração – comAção.
Ana Paula Klein

Esse filme explicita a ambiguidade que o vínculo Familiar gera. Ir para o mundo ou ficar com a família? De um lado, a le...
21/05/2021

Esse filme explicita a ambiguidade que o vínculo Familiar gera.

Ir para o mundo ou ficar com a família?

De um lado, a lealdade familiar, o desejo de cuidar da mãe, a vontade de salvá-la, e do outro, o impulso de seguir seu próprio caminho, de ir adiante, e fazer diferente.

Uma história real que retrata muitas famílias.

Um convite sistêmico para quem se sente preso na culpa de seguir seu caminho! Sinta em seu coração a tomada de decisão do protagonista....

Você tomou essa decisão? (adaptando o contexto, claro). Se sente livre para seguir ou preso?

Um filme profundo, lindo. Vale a pena.

O termo Hierarquia na Constelação se refere à uma ordem que rege o Sistema Familiar no sentido de organização e posicion...
11/05/2021

O termo Hierarquia na Constelação se refere à uma ordem que rege o Sistema Familiar no sentido de organização e posicionamento dos membros da família.

⏏Quem veio antes tem precedência, e quem chegou depois respeita os ancestrais e seus contextos.

Quando um filho julga seu pai (mãe, avós, etc) se sente melhor, o desqualifica, ou sente pena, acha que pode ajudá-lo, que pode transformar sua vida, há uma inversão da ordem que gerará consequências para este filho.

🚩A dinâmica do filho que quer "salvar" os pais é muuuuito comum e aparece com bastante frequência nos atendimentos...

Tal postura pode gerar dificuldades no relacionamento amoroso, profissional, adoecimentos entre outros...

Qual lugar você ocupa em seu sistema? Sente que sua vida flui ou está estagnada em algumas áreas?

A constelação familiar pode te ajudar a reconhecer o seu lugar e seus envolvimentos familiares.

Ana Paula Klein
Psicóloga e Consteladora Familiar

Yara* buscou a Constelação porque se considera muito agressiva e reativa. Iniciamos colocando uma representante para ela...
14/04/2021

Yara* buscou a Constelação porque se considera muito agressiva e reativa. Iniciamos colocando uma representante para ela e outro para o sintoma “agressividade”.

Rapidamente a conexão com seu pai aparece. Refere que ele era alcoolista, sofria agressão de seu pai biológico que abandonou família, e viveu em colégio interno onde recebeu muita punição e castigo.

Yara apresenta o que chamamos de Lealdade sistêmica. Sem consciência sempre quis “salvar” seu pai. Sensibilizada com sua história de vida queria carregar suas dores. Tal conexão produziu uma reprodução do comportamento agressivo.

Ao olhar para a ancestralidade paterna, para os homens dessa linhagem reconheceu a dinâmica de violência repetida transgeracionalmente.

Como caminho para a solução Yara abriu espaço interno para todo esse contexto se permitindo agora deixar com esses ancestrais o que é deles.

Olhou para o pai, deu um lugar para suas dores e se libertou dessa da tarefa de carrega-las.

Pode agora seguir com as qualidades do pai no coração, ao invés de se conectar pela via da agressão.

Terminou se sentindo em paz.

*nome fictício

Ana Paula Klein
Psicóloga/Consteladora Familiar

Dias atrás recebi essa mensagem de uma amiga muito querida. Dúvida comum entre aqueles que tem relações difíceis com seu...
30/03/2021

Dias atrás recebi essa mensagem de uma amiga muito querida.

Dúvida comum entre aqueles que tem relações difíceis com seus pais, ou valores e crenças muito diferentes.

COMO ACEITAR MEU PAI?

Experimente separar o PAI do HOMEM.

Como pai ele te deu a vida, te apoiou em algumas situações, te deu sustento financeiro, se esforçou para garantir sua saúde, etc...

Isso você toma no seu coração... recebe com alegria o que foi possível para esse pai dar para você!

Como homem, ele tem um nível de consciência baixo, valores não tão nobres, postura preconceituosa, excludente, etc....

Isso você deixa com ele, essas escolhas e consequências são dele. Caso você sinta falta de um pai, porque sente que ele não cuidou, foi ausente, não te apoiou, te machucou...

Você olha para o Sistema Familiar dele, olha para seu contexto, e reconheça suas limitações.

Caso sinta falta do "Homem" para conversar/refletir/trocar/pedir opinião / receber validação, busque em outras relações...

O homem que está em sua frente não é o homem que você gostaria que fosse.

Essa expectativa é sua!

Assim, recebemos o que nos nutre como filha(o), o que propiciou a vida e tudo de bom que nos foi dado.

E como ser independente, adulto, autônomo, que faz escolhas nessa trajetória biográfica, escolhemos o que não queremos carregar.

E se mesmo assim for difícil aceitar seu pai (mãe, ou outros) experimente fazer uma Constelação Familiar para ampliar o olhar e reconhecer os padrões de seu sistema que te impedem de seguir a vida com paz, fluidez e alegria.

Ainda sobre o livro 'O poder do discurso materno'. Investigar como as vivências de nossa infância foram nomeadas nos dão...
21/01/2021

Ainda sobre o livro 'O poder do discurso materno'.

Investigar como as vivências de nossa infância foram nomeadas nos dão pistas dos personagens que criamos para poder pertencer e sobreviver.

Segundo Gutman "A consciência só recorda o que é nomeado. Isso significa que, se nos acontece algo que ninguém nomeia, não recordaremos".

➡️ Esse mergulho nas sombras permite trazermos para a consciência os não ditos, as faltas, os sofrimentos, as violências, as necessidades não atendidas para que possamos nos aproximar da realidade emocional da nossa criança.

Faz sentido pra vc?

Laura Gutman propõe nesse livro um percurso para identificarmos a realidade emocional que vivemos em nossa infância.Em s...
19/01/2021

Laura Gutman propõe nesse livro um percurso para identificarmos a realidade emocional que vivemos em nossa infância.

Em seu trabalho como terapeuta identificou que criamos personagens a partir do discurso de alguém, que em geral, é o da mamãe.

Muitas das experiências vividas na infância não são nomeadas, e assim, não são registradas na consciência... e o que temos passa a ser uma interpretação, a partir do discurso materno, de quem eu fui e sou.

A questão é que, com frequência, isso está muito distante da realidade emocional vivida, e seguimos a vida sustentando personagens que não condizem com o "eu autêntico".

Essa jornada de descoberta não é fácil, um terreno árido em que nos deparamos com desamparos, necessidades não atentidas, solidão, entre outros sentimentos.

O convite é que possamos olhar da perspectiva da criança o que foi vivido, nomear, para então transformar.

Já conhecia esse livro? Comente suas impressões, vou adorar trocar com vcs.

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