13/02/2026
Siga meu perfil se você quer falar de relacionamentos com verdade, responsabilidade e sem romantizar violência.
O que aconteceu em Itumbiara não é “caso isolado”, é o extremo de algo que começa bem antes.
Traição não é só “erro” ou “fraqueza”. Para muita gente, é o ponto de explosão de uma relação que já vinha doente há muito tempo.
Falta diálogo, falta coragem de admitir que a conexão acabou, falta maturidade para encerrar um ciclo sem destruir o outro.
Só que nada, em absolutamente nenhum cenário, justifica transformar a dor em violência. Quando um homem se sente dono da mulher, da família, da história, a traição vira desculpa para exercer poder e controle.
Isso é patriarcado, não amor.
Na terapia de casal, eu vejo o quanto a traição desmonta a pessoa traída: mexe com a autoestima, com a confiança, com a sensação de segurança no mundo.
Mas também vejo casais que procuram ajuda antes de chegar no limite. Ali, a dor pode ser nomeada, a responsabilidade é dividida de forma adulta e muitas vezes o caminho é reconstruir o vínculo com respeito, confiança e diálogo.
Em outros casos, o caminho é encerrar a relação com o mínimo de danos possível, principalmente quando existem crianças envolvidas. O que não dá é entregar essa dor na mão da impulsividade e da cultura do “se é minha, é até o fim”.
Eu sou Weslley Augustho, psicólogo clínico e terapeuta de casais há 23 anos, especialista em relacionamentos. A psicoterapia, individual ou de casal, é o lugar para elaborar rompimentos, traições e feridas profundas sem transformar isso em mais violência.
Se essa tragédia te tocou, use isso como ponto de virada, não como mais uma manchete a ser esquecida.
Salve esse post, compartilhe com quem precisa refletir sobre isso e, se sentir que é hora de cuidar da sua própria história, o link para iniciar a terapia comigo está na bio.