Psicóloga Nathalia Pimenta

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Nem sempre a fome vem do corpo...Às vezes, ela vem de um dia corrido, de uma conversa que não aconteceu, de um sentiment...
17/03/2026

Nem sempre a fome vem do corpo...

Às vezes, ela vem de um dia corrido, de uma conversa que não aconteceu, de um sentimento que não foi expressado.

👉E aí a comida entra, não como erro, mas como uma tentativa de dar conta. De aliviar, distrair, preencher, silenciar.

O problema é que, quando tudo isso vira automático, você começa a achar que o “descontrole” é sobre comida, quando, na verdade, ele está muito mais ligado ao que você não conseguiu sentir, nomear ou expressar.

E quanto mais você tenta resolver isso com controle, mais distante f**a de entender o que realmente está acontecendo.

Antes de se culpar, talvez valha a pergunta: o que você tem engolido que não é comida?👀

Por muito tempo, te ensinaram a olhar para o comportamento, e não para a história por trás dele, né?👉A rotular como falt...
05/03/2026

Por muito tempo, te ensinaram a olhar para o comportamento, e não para a história por trás dele, né?

👉A rotular como falta de força, exagero, desvio. Só que ninguém come “assim”, do nada. Ninguém se desorganiza sem motivo.

Hoje, queria que você enxergasse além. Sair da lógica do combate e começar a entender por que o corpo escolheu esse caminho e como abrir espaço para outros.

Você já percebeu como o controle sempre volta a ser a promessa da vez?➡️Mais uma dieta. ➡️Mais um protocolo “infalível”....
02/03/2026

Você já percebeu como o controle sempre volta a ser a promessa da vez?

➡️Mais uma dieta.
➡️Mais um protocolo “infalível”.
➡️Mais uma regra pra segurar a mão no doce, no prato cheio, na festa de família.

No começo até funciona, porque o medo e a culpa também controle.

Mas nada disso é sustentável a médio ou longo prazo. Aliás, essa nem a relação que eu quero que você tenha com a comida, de controle.

Se controlar não é sinal de disciplina.❌

Muitas vezes é sinal de que você não teve espaço pra aprender outra forma de se relacionar com o corpo e com a comida.

Antes de escolher mais uma regra, vale a pergunta: o que você está tentando segurar que não é comida?

⚠️ Se o controle virou cansaço e repetição, talvez seja hora de olhar para isso de outro jeito.

Você pode ter boa escuta, estudo, repertório técnico e ainda assim sentir que algo não fecha nos casos de comer emociona...
27/02/2026

Você pode ter boa escuta, estudo, repertório técnico e ainda assim sentir que algo não fecha nos casos de comer emocional.

👉O paciente entende, racionaliza, até melhora por um tempo, mas o ciclo volta. A culpa aumenta, o controle endurece, a recaída aparece.

E, muitas vezes, isso é lido como “resistência do paciente”, quando na verdade é um limite do manejo clínico naquele momento.

Se você atende esse público e sente que os atendimentos estão girando em círculos ou que você está carregando os casos sozinha(o), esse conteúdo é um convite à reflexão.

Nem sempre o problema está no paciente. Às vezes, está no ponto cego da condução clínica.

Comente "SUPERVISÃO" que eu quero te ajudar! 📚

Atender pessoas que sofrem com a comida raramente é simples, afinal nem tudo se organiza em critérios diagnósticos claro...
26/02/2026

Atender pessoas que sofrem com a comida raramente é simples, afinal nem tudo se organiza em critérios diagnósticos claros e quem está na clínica sabe disso.

🧠O que aparece são histórias atravessadas por controle, culpa, tentativas frustradas, silêncio emocional e muita autoexigência. Casos em que seguir um protocolo sem reflexão pode afastar mais do que ajudar.

O conhecimento técnico precisa ter sustentação, não rigidez. Ele é um recurso para construir intervenções mais éticas, empáticas e ajustadas à singularidade de cada paciente. ✨

Supervisão não é sobre “não saber”. É sobre pensar melhor. É sobre cuidar do manejo, da escuta e das escolhas clínicas quando o sofrimento não cabe em respostas prontas.

Se você atende casos alimentares e sente que alguns casos pedem mais elaboração, troca e aprofundamento, a supervisão pode fazer diferença no percurso terapêutico.

📩 Fale comigo e saiba mais sobre supervisão clínica.

O Carnaval passa, mas para muita gente o peso f**a.Não no corpo, na cabeça. 🎭🫠Vem a vontade de “compensar”, de apertar o...
24/02/2026

O Carnaval passa, mas para muita gente o peso f**a.

Não no corpo, na cabeça. 🎭🫠

Vem a vontade de “compensar”, de apertar o controle, de punir aquilo que foi vivido com prazer. E, sem perceber, o ciclo recomeça: culpa, rigidez, descontrole.

Se depois das festas a relação com a comida e com o corpo f**a ainda mais difícil, você não precisa enfrentar isso sozinha e nem buscar saídas milagrosas.

📱Vamos conversar? Me chama no link da BIO.

Enquanto muita gente corre atrás do “corpo ideal”, tem um corpo que continua aí.Respirando, sentindo, vivendo. É ele que...
14/02/2026

Enquanto muita gente corre atrás do “corpo ideal”, tem um corpo que continua aí.

Respirando, sentindo, vivendo. É ele que atravessa o calor, a música, os encontros e os excessos.

O corpo real não pede permissão pra existir. Ele só pede respeito. 💜

Que nesse carnaval você escolha menos cobrança e mais presença. Menos controle e mais cuidado. Porque o corpo que aproveita de verdade é aquele que não precisa ser consertado pra ser celebrado. 🌈

Aproveite do seu jeito. Com o seu corpo. Do jeito que ele é.

Quem trabalha com comportamento alimentar sabe: ouvir bem é essencial, mas não é suficiente. Casos que envolvem comida, ...
13/02/2026

Quem trabalha com comportamento alimentar sabe: ouvir bem é essencial, mas não é suficiente. Casos que envolvem comida, corpo e emoções costumam trazer ciclos complexos de restrição, compulsão, culpa e autocobrança, que não se organizam apenas com acolhimento.

É preciso entender função do comportamento, padrões emocionais, contexto de vida, história corporal e estratégias de regulação emocional.

👉Intervenções sem base técnica podem aliviar no início, mas não sustentam a mudança que o seu paciente espera a longo prazo.

Na supervisão, o olhar se amplia. Casos ganham leitura mais clara, hipóteses mais refinadas e intervenções mais seguras, tanto para o paciente quanto para o profissional.

É um espaço de construção de ambos os lados!

📚Quer saber mais sobre supervisão comigo? Vamos conversar através do link da BIO!

Se você me acompanha há algum tempo, talvez já tenha percebido: eu mudo. E ainda bem! 👀✨Mudar faz parte de quem estuda, ...
12/02/2026

Se você me acompanha há algum tempo, talvez já tenha percebido: eu mudo. E ainda bem! 👀✨

Mudar faz parte de quem estuda, escuta pessoas todos os dias e se permite crescer junto com a clínica. A Nathália de hoje carrega mais experiência, mais perguntas, mais profundidade e a mesma vontade de ajudar.

São 10 anos de formação, cursos, pós-graduações, supervisões e muito estudo contínuo. Não por acúmulo, mas por compromisso com quem confia em mim para cuidar do que é sensível!

Essa versão que você vê agora é resultado de movimento, não de perfeição. E é com ela que sigo caminhando ao lado de cada paciente e profissional que passa por aqui.

Sejam bem-vindas. 💜

Na teoria, tudo parece simples. Um protocolo bem apresentado, uma dieta “equilibrada”, um procedimento que promete contr...
09/02/2026

Na teoria, tudo parece simples. Um protocolo bem apresentado, uma dieta “equilibrada”, um procedimento que promete controle e resultado rápido... É fácil se convencer quando a promessa é organizada, estética e vendida como solução. 🙃

O problema é o que f**a depois.

A ansiedade que não foi cuidada. A tristeza que continua ali, só mais silenciosa. A relação tensa com o corpo e com a comida, agora ainda mais rígida.

👉Quando a emoção não é tratada, ela não desaparece, ela só mudar como vai se manifestar. E muitas vezes aparece em forma de culpa, compulsão, autocobrança ou frustração constante. A sensação de que nada sustenta, apesar de tanto esforço e investimento.

Cuidar de verdade é ir além da balança, é olhar para aquilo que está descompassado antes de gastar energia tentando resolver o que você acha que é um problema.

Quando nada funciona, a conclusão quase sempre cai no mesmo lugar: “eu que não dou conta”.Você muda a estratégia, recome...
06/02/2026

Quando nada funciona, a conclusão quase sempre cai no mesmo lugar: “eu que não dou conta”.

Você muda a estratégia, recomeça, se esforça… e quando o resultado não se mantém, a culpa volta toda para você. 😔

Mas poucas pessoas param para considerar que talvez o problema nunca tenha sido falta de força de vontade.
Dietas, métodos e medicações falham quando tentam consertar comportamento sem olhar para o que o sustenta: emoções, história, contexto e rotina real.

⚠️Na clínica, é comum ouvir relatos de quem já tentou “de tudo” e não porque seja incapaz, mas porque estava tentando resolver sofrimento emocional com soluções superficiais.

Questionar isso não é desistir. É começar a se tratar com mais honestidade e menos cobrança.

Tomar decisões importantes raramente é simples.Quando algo f**a martelando na cabeça por dias, ou semanas, não é falta d...
04/02/2026

Tomar decisões importantes raramente é simples.

Quando algo f**a martelando na cabeça por dias, ou semanas, não é falta de clareza, é excesso de tensão. Você pesa prós e contras, tenta prever consequências, imagina cenários… e, ainda assim, nada parece realmente certo. 😮‍💨

Nesses momentos, o corpo entra junto na conta. A ansiedade aperta, o sono muda, a comida vira alívio ou punição, e a urgência por “resolver logo” aparece como promessa de paz. Mas decisões tomadas só para silenciar o desconforto costumam cobrar um preço alto depois.

Nem todo dilema pede pressa. Às vezes, o verdadeiro movimento não está na escolha imediata, mas em parar de atravessar tudo sozinha. Isso, por si só, já começa a mudar muita coisa.

Endereço

Rua Francisco Ignácio De Carvalho, 270, Sala 222
São José Do Rio Prêto, SP

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