Dr Flávio Jambo

Dr Flávio Jambo Ensino a manter e recuperar a força muscular e vitalidade mesmo após os 60 anos Ensino você a cuidar da pessoa idosa com máximo de conhecimento e segurança
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03/03/2026

A perda de interesse por atividades que antes eram prazerosas pode ser um dos principais sinais de depressão, mesmo quando não há tristeza evidente.

Chamamos isso de anedonia: uma alteração no funcionamento cerebral relacionada aos circuitos de recompensa e motivação.

No idoso, muitas vezes não aparece como choro ou sofrimento explícito, mas como desânimo, indiferença, afastamento social e abandono de hobbies.

Não é “coisa da idade”.
Não é falta de força de vontade.

Se você identificou esse comportamento em alguém próximo, compartilhe este vídeo.

E se houver dúvida, agende uma consulta médica para seu pai ou sua mãe. O link está na bio.

27/02/2026

Herpes-Zóster é a reativação do vírus da catapora, que ficou adormecido no seu organismo por décadas e pode voltar justamente quando o sistema imunológico envelhece. E quando volta, pode causar dor intensa no nervo, muitas vezes incapacitante, além de sequelas como a neuralgia pós-herpética.

Sempre explico aos meus pacientes: prevenir essa dor é muito mais simples do que tratar depois.

A vacina é hoje a principal estratégia de prevenção, especialmente após os 50 anos.

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Encaminhe este vídeo para pais, avós e amigos mais velhos.

Isto não é uma publi

24/02/2026

Após os 60 anos, o organismo responde de forma diferente aos medicamentos.
Com o envelhecimento, esses fármacos podem causar:

• Sedação excessiva
• Confusão mental
• Alterações cognitivas
• Instabilidade postural
• Aumento signif**ativo do risco de quedas

Em diversos casos, quando o objetivo é analgesia, existem alternativas mais seguras, evitando exposição desnecessária a efeitos adversos no sistema nervoso central.

📌 Revise periodicamente suas medicações com seu médico.

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📤 Compartilhe com familiares e amigos. Orientação adequada pode evitar efeitos adversos.

19/02/2026

Após os 60 anos, já existe uma redução natural na produção hormonal e na capacidade de absorção de nutrientes.

Quando o álcool é consumido com frequência, pode potencializar esse processo:

• Aumenta inflamação
• Reduz síntese proteica
• Prejudica microbiota intestinal
• Dificulta recuperação muscular

A consequência pode ser perda progressiva de força.

📲 Compartilhe com alguém que está treinando, mas pode estar sabotando os próprios resultados sem perceber.

11/02/2026

É muito comum ouvirmos a frase: “idoso não dorme bem mesmo”.
Mas isso não é verdade.

O envelhecimento pode alterar a arquitetura do sono, ou seja, a forma como o sono se organiza ao longo da noite, mas isso não signif**a que a pessoa precise ter um sono de má qualidade.

Com o passar dos anos, é esperado que haja:
✔️ redução discreta do tempo total de sono
✔️ tendência a dormir e acordar mais cedo (matutinidade)

Isso, por si só, não caracteriza insônia.

Insônia é a dificuldade para iniciar ou manter o sono associada a prejuízo durante o dia como cansaço, irritabilidade, dificuldade de memória ou atenção.

Além disso, existem causas clínicas importantes que podem comprometer o sono, como:

🔎 Apneia obstrutiva do sono
🔎 Depressão e ansiedade
🔎 Dor crônica
🔎 Uso inadequado de medicações

A apneia, por exemplo, muitas vezes passa despercebida e pode aumentar o risco de hipertensão, arritmias cardíacas, comprometimento cognitivo e até alterações na pressão intraocular.

Dormir mal não faz parte do envelhecimento saudável.
Faz parte de um sinal que precisa ser investigado.

Se você ou um familiar tem alterações do sono, não normalize esse sintoma. Avaliar a causa é fundamental para proteger o cérebro, o coração e a qualidade de vida.

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📤 Compartilhe com alguém que acredita que “é normal dormir mal depois dos 60”

09/02/2026

Este é um dos calçados mais inseguros para quem já apresenta algum grau de dificuldade de mobilidade depois dos 60 anos. Não f**a fixo ao pé e exige que os dedos façam força constante para “segurar” o calçado durante a caminhada. Isso altera a forma de andar, diminui a estabilidade e prejudica o equilíbrio.

Além disso, por não ter apoio adequado no calcanhar, o pé pode escorregar facilmente, principalmente em pisos lisos, molhados ou irregulares (situação muito comum no verão).

Calçados com solado liso aumentam o risco de escorregões. Já os calçados com solado de borracha antiderrapante oferecem maior aderência ao solo e mais segurança ao caminhar.

O mais indicado para quem passou dos 60 anos é utilizar calçados presos ao pé, com alça ou fechamento no calcanhar, que mantenham o pé estável durante toda a marcha. Esse tipo de calçado melhora a base de apoio, facilita o equilíbrio e reduz signif**ativamente o risco de quedas.

A queda não acontece “por acaso”. Na maioria das vezes, ela é consequência de fatores que podem, e devem, ser prevenidos.

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🔁 Compartilhe com amigos ou familiares que precisam saber disso

05/02/2026

Com o envelhecimento, o corpo e o cérebro passam a reagir de forma diferente aos medicamentos.
Por isso, alguns fármacos são considerados medicamentos inapropriados para idosos, pois aumentam o risco de confusão mental, quedas, sonolência e piora da memória.

A escopolamina é um exemplo: por ter efeito anticolinérgico, pode desencadear delirium, especialmente em quem já tem algum grau de comprometimento cognitivo.

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📤 Compartilhe com quem tem mais de 60 anos
▶️ Assista ao vídeo completo no meu canal do YouTube para conhecer outros medicamentos que devem ser evitados nessa faixa etária

02/02/2026

Algumas vitaminas, quando usadas sem critério, podem se acumular no organismo. As vitaminas A, D, E e K são lipossolúveis e, em excesso, podem causar hipervitaminose, alterações do metabolismo do cálcio, hipercalcemia, sobrecarga renal e outros distúrbios metabólicos.

👉 Por isso, suplementação deve ser feita somente quando há necessidade, com base em avaliação clínica, exames laboratoriais e acompanhamento médico ou nutricional. Mais nem sempre é melhor.

📲 Compartilhe com alguém que precisa saber disso

30/01/2026

Mesmo com consumo adequado de carnes, ovos, leite e outros alimentos de origem animal, muitas pessoas desenvolvem deficiência de vitamina B12 com o envelhecimento.
Isso acontece porque, ao longo dos anos, o organismo passa a ter mais dificuldade de absorver a B12 no estômago e no intestino, além da interferência de alguns medicamentos de uso contínuo.

📌 A ingestão costuma ser suficiente.
📌 O problema, na maioria das vezes, é a absorção.

Por isso, a dosagem sanguínea de vitamina B12 deve ser avaliada pelo menos uma vez ao ano em pessoas acima de 60 anos, mesmo na ausência de sintomas.

💾 Salve este conteúdo para lembrar de pedir esse exame.
📤 Compartilhe com alguém que já passou dos 60 — essa informação pode prevenir fraqueza, anemia e alterações neurológicas.

27/01/2026

A meta proteica é a quantidade mínima de proteína que o organismo precisa diariamente para manter a massa muscular, preservar funções vitais e evitar perda de força.

Com o envelhecimento, pessoas acima de 60 anos precisam de mais proteína do que quando eram jovens. Muitas vezes até 50% a mais, distribuída ao longo do dia.

Porém na prática, o que vemos é o contrário. Sem atingir a meta proteica, a manutenção e a recuperação da massa muscular se tornam muito mais difíceis.

Se esse conteúdo foi importante para você, salve para consultar depois.
Compartilhe com quem precisa saber disso.

22/01/2026

Após os 60 anos, a depressão pode surgir de forma diferente: apatia, isolamento, perda de interesse, queixas físicas frequentes ou queda da funcionalidade.

Esses sinais são frequentemente confundidos com “envelhecimento normal”, o que atrasa o diagnóstico e o tratamento.

Envelhecer é um processo natural e heterogêneo. Depressão é doença e tem tratamento.
Reconhecer essa diferença é essencial para preservar autonomia, saúde mental e qualidade de vida.

Se você conhece alguém que passa por isso, compartilhe este conteúdo. Você pode evitar sofrimento silencioso de alguém💙

19/01/2026

O sedentarismo é um dos principais fatores de risco para perda de mobilidade, fraqueza muscular e redução da autonomia com o envelhecimento.

A jardinagem é um exemplo prático de atividade física funcional no dia a dia, pois envolve movimentos essenciais como agachar, levantar, carregar peso, empurrar, puxar, alcançar, etc.

Esses movimentos estimulam força muscular, equilíbrio, coordenação e mobilidade articular, especialmente de membros inferiores e tronco.

Atividades físicas de baixa a moderada intensidade, realizadas de forma regular ao longo do dia, têm impacto na redução dos efeitos do sedentarismo, mesmo em pessoas que não fazem exercícios estruturados em academia.

Se esse conteúdo fez sentido para você, compartilhe com alguém que precisa se movimentar mais.
E me conta nos comentários: você já pratica alguma atividade física no dia a dia fora da academia?

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