Michele Zamith - Psicóloga

Michele Zamith - Psicóloga Psicoterapia Psicodinâmica - Adultos - Relacionamento - (Co)dependência emocional - Amor Patológico - Apego e Vínculo - Terapia EMDR - Psicossomática

Psicoterapia Psicanalítica, Psicologia da Saúde - Adolescentes e Adultos, Psicopatologia e Psicossomática, Avaliação Psicológica

Boa semana✨
02/02/2026

Boa semana✨

É nas primeiras relações que aprendemos o que esperar do outro e o que precisamos fazer para continuar sendo amados.Quan...
24/01/2026

É nas primeiras relações que aprendemos o que esperar do outro e o que precisamos fazer para continuar sendo amados.

Quando o cuidado é previsível, sensível e disponível, o vínculo tende a se organizar em um APEGO SEGURO.

A criança aprende que pode SENTIR, PEDIR e CONFIAR.

Mas quando o vínculo é atravessado por instabilidade emocional, ausência, medo ou imprevisibilidade, o apego se constrói como ADAPTAÇÃO ao TRAUMA.

APEGO ANSIOSO

Surge quando o cuidado é inconsistente.
Às vezes há presença, às vezes não.

A criança aprende que precisa intensificar emoções para não ser esquecida.

Na vida adulta, isso aparece como:
• medo intenso de abandono
• necessidade constante de validação
• dificuldade de ficar só
• relações marcadas por dependência emocional

Se eu relaxar, perco o vínculo.

APEGO EVITATIVO

Aparece quando expressar necessidades emocionais não encontra resposta ou gera rejeição.

A criança aprende a se virar sozinha.

Na vida adulta, isso se manifesta como:
• dificuldade de intimidade
• desconforto com dependência emocional
• racionalização excessiva
• afastamento quando o vínculo se aprofunda

Sentir é perigoso!

APEGO DESORGANIZADO

Costuma estar ligado a contextos de medo, violência emocional, negligência ou cuidadores que eram fonte de cuidado e ameaça ao mesmo tempo.

A criança não sabe se se aproxima ou se protege.

Na vida adulta, pode aparecer como:
• relações intensas e caóticas
• alternância entre dependência e afastamento
• dificuldade de confiar
• sensação constante de insegurança
nos vínculos

O amor machuca!

Esses padrões são estratégias de sobrevivência emocional que tiveram a sua função. O problema é que sem consciência seguimos reproduzindo essas defesas na relação com o outro na vida adulta.

18/01/2026

Crianças não aprendem sobre o mundo pelo que lhes é explicado, mas pelo que é vivido no vínculo.

Elas aprendem observando quem as regula.

Quando o cuidador consegue acolher emoções, o corpo aprende segurança.

Quando o cuidador também está atravessado por dores não elaboradas, o vínculo pode se tornar instável, confuso ou silencioso.

Assim, amor pode vir misturado com medo.

Cuidado pode vir junto com alerta.

Presença pode ser intermitente.

Nada disso acontece por escolha consciente.

São tentativas de adaptação dentro de relações possíveis.

O trauma transgeracional costuma aparecer menos na memória e mais na forma como nos relacionamos: na dificuldade de confiar, no medo de perder, na sensação de que precisamos nos moldar para manter o vínculo.

Tornar isso consciente é o início de um cuidado mais profundo que você encontra aqui na psicoterapia🤍

(trecho da série “Ninguém Quer” - Netflix)






“As pessoas que amamos e nos criaram vivem dentro de nós; sentimos sua dor emocional, sonhamos com suas memórias, e essa...
13/01/2026

“As pessoas que amamos e nos criaram vivem dentro de nós; sentimos sua dor emocional, sonhamos com suas memórias, e essas coisas moldam nossas vidas de maneiras que nem sempre entendemos.” (Galit Atlas)

Silêncios, perdas, violências, segredos e vergonhas atravessam o tempo e reaparecem na geração seguinte como ansiedade sem causa clara, culpa difusa, medo de abandono, dificuldade nos vínculos ou a sensação persistente de carregar um peso que não é só seu.

O que não foi elaborado em uma geração não desaparece.

O trauma transgeracional não é transmitido como lembrança, mas como emoção. Não herdamos exatamente o que aconteceu, mas o clima emocional que ficou congelado: lutos não vividos, raivas silenciadas, medos sem testemunha.

Quando a história não é contada, o corpo e as relações contam por ela.

Não se trata de culpar a família, mas de compreender. Muitas pessoas se tornam, sem perceber, portadoras de dores que não começaram nelas e passam a viver no esforço constante de reparar, sustentar ou salvar.

A neurociência hoje amplia essa compreensão: experiências traumáticas podem deixar marcas duradouras nos sistemas de estresse, na regulação emocional e até na expressão gênica.
Não porque “herdamos o trauma” em si, mas porque herdamos corpos e cérebros adaptados à sobrevivência, moldados por ambientes de medo, silêncio ou instabilidade. Esses padrões podem ser transmitidos por meio do cuidado, do vínculo, da forma como o afeto (ou a ausência dele) circulou entre gerações.

A psicoterapia é o espaço onde essa herança emocional pode, finalmente, ganhar palavras.
E quando o indizível é reconhecido, o cérebro também pode criar novos caminhos: o que antes precisava se repetir pode, aos poucos, se transformar em CONSCIÊNCIA, ESCOLHA e LIBERDADE EMOCIONAL🤍

Ela não aprendeu a amar em excesso.Aprendeu muito cedo, a ser necessária.Ser forte antes da hora.Cuidar antes de ser cui...
09/01/2026

Ela não aprendeu a amar em excesso.

Aprendeu muito cedo, a ser necessária.

Ser forte antes da hora.

Cuidar antes de ser cuidada.

Entender o outro antes mesmo de entender a si mesma.

Quando a infância exige maturidade precoce, o amor passa a ser confundido com responsabilidade emocional.

O que significa negar as próprias necessidades para tentar suprir as necessidades de outros membros da família.

E o vínculo se organiza assim:

➡️ “Se eu cuido, eu fico.”

➡️ “Se eu sustento, sou amada.”

O problema é que, ao longo do tempo, essa mulher se torna especialista nas dores alheias e estrangeira das próprias necessidades.

Ela pede pouco. Se adapta em excesso. Aguenta muito.
E chama isso de amor, quando na verdade é autoabandono.

Se você se identificou, saiba que você não precisa aprender a AMAR MENOS, você precisa aprender a CUIDAR DE VOCÊ!

A psicoterapia pode te ajudar❤️

Deixa ir, deixa fluir🍃Entre celebrações e balanços, surge a oportunidade de acolher o aprendizado, soltar o que nos pesa...
30/12/2025

Deixa ir, deixa fluir🍃

Entre celebrações e balanços, surge a oportunidade de acolher o aprendizado, soltar o que nos pesa e abrir espaço para o novo.

A proposta é trocar a autocobrança pelo acolhimento, rituais mais leves e intenções verdadeiras.

#2026

29/12/2025

Se você tem dificuldade de ficar só e, muitas vezes, aceita menos do que merece só para não se sentir sozinha, provavelmente carrega a FERIDA DO ABANDONO.

Quem tem a ferida do abandono não se sente nutrida afetivamente.

É a criança que cresceu sentindo que não tinha apoio emocional estável, seja por ausências reais, distanciamento afetivo ou por perceber que suas necessidades não eram prioridade.

Então nas suas relações adulta manifesta a sua “carência emocional” reproduzindo esse padrão, criando laços intensos rapidamente, sentindo “desespero” com afastamentos e vivendo em função da presença (ou ausência) do outro.

Sofre de dependência emocional, medo da solidão, ciúmes excessivos e sensação de abandono mesmo em relações estáveis.

Com dificuldade de tomar decisões, está sempre buscando a opinião do outro (apesar de nem sempre segui-la), tem muita dificuldade em deixar ou abandonar uma situação, tende a se comportar como vítima, acredita que as coisas seriam melhores com alguém ao lado, procura estar sempre com os outros para não lidar com sentimentos tristeza e solidão.

O dependente tem o hábito de focar na pessoa amada, se sente responsável pela tristeza e felicidade alheias da mesma forma que julga que os outros são responsáveis pelo que sente. Aliás sente com frequência as emoções dos outros e se deixa influenciar por elas.

É preciso entender que a maioria desses comportamentos são defesas para não lidar com a dor dessa ferida.

A terapia é um caminho possível para você deixar de viver sob o medo do abandono e desenvolver mais autonomia.

Agora você entende porque as suas relações seguem em desequilíbrio.Não por falta de amor, mas porque aprendeu desde cedo...
27/12/2025

Agora você entende porque as suas relações seguem em desequilíbrio.

Não por falta de amor, mas porque aprendeu desde cedo a:

- cuidar de todos, menos de si
- permanecer onde dói para não ser abandonada
- se adaptar tanto que perdeu contato com quem realmente é
- confundir amor com responsabilidade emocional pelo outro

Descobrir a codependência pode trazer alívio e ao mesmo tempo angústia, porque nomear o padrão revela o que antes era vivido no automático.

Na psicoterapia, você aprende a:

- reconhecer seus padrões sem se culpar
- construir limites que protegem, e não afastam
- diferenciar responsabilidade afetiva de autoabandono
- desenvolver autonomia emocional sem romper com o vínculo.

E agora?
Começa um caminho novo.
Você aprende a dizer não.
A parar de se responsabilizar pelas emoções do outro. E aos poucos, volta pra si🤍


Talvez não sejam as festas, talvez seja o lugar que você ocupa na família.Codependentes aprenderam desde cedo que, para ...
24/12/2025

Talvez não sejam as festas, talvez seja o lugar que você ocupa na família.

Codependentes aprenderam desde cedo que, para pertencer, precisavam se adaptar, cuidar, silenciar e sustentar o clima emocional da família.

O corpo guarda essas marcas.

Quando chega o fim do ano, os encontros familiares reativam memórias emocionais de:

– hipervigilância
– medo de desagradar
– responsabilidade excessiva pelo outro
– necessidade de manter tudo em equilíbrio

A exaustão vem antes da festa porque o seu sistema lembra que ali você costumava desaparecer para que os outros ficassem bem.

Se você quer compreender, e não apenas controlar esses sintomas, a psicoterapia pode ajudar!

Cuidar das suas feridas invisíveis é o primeiro passo para começar a transformar a sua relação com o fim de ano.

O cérebro que registrou tensão também pode aprender outros significados através de novas experiências que façam sentido pra quem você é hoje.

As festas de fim de ano não precisam repetir o que você viveu na infância.

Agora você entende porque as suas relações seguem em desequilíbrio.Não por falta de amor, mas porque aprendeu a:– cuidar...
20/12/2025

Agora você entende porque as suas relações seguem em desequilíbrio.

Não por falta de amor, mas porque aprendeu a:

– cuidar de todos, menos de si
– permanecer onde dói para não ser abandonada
– se adaptar tanto que perdeu contato com quem é
– confundir amor com responsabilidade emocional pelo outro

Na psicoterapia, algo muda quando você aprende a:

– reconhecer seus padrões sem se culpar
– construir limites que protegem, e não afastam
– diferenciar responsabilidade afetiva de autoabandono
– desenvolver autonomia emocional sem romper com o vínculo

Descobrir a codependência pode trazer alívio e ao mesmo tempo angústia, porque nomear o padrão revela o que antes era vivido no automático.

E agora?
Começa um caminho novo.
Você aprende a dizer não.
A parar de se responsabilizar pelas emoções do outro.
E, aos poucos, volta pra si🤍

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