Dr. Fabiano Santos Guimarães - Protocolo da Vitamina D

Dr. Fabiano Santos Guimarães - Protocolo da Vitamina D Medicina Funcional e Integrativa, Protocolo da Vitamina D, Consultas On-line e Presencial

A inflamação crônica é um processo silencioso que não chama atenção como uma infecção, não gera febre alta nem dor local...
25/01/2026

A inflamação crônica é um processo silencioso que não chama atenção como uma infecção, não gera febre alta nem dor localizada, mas mantém o sistema imune em estado de alerta constante. Esse “baixo ruído inflamatório” vai consumindo energia, alterando o funcionamento das mitocôndrias, desregulando hormônios e interferindo na comunicação entre cérebro, intestino e sistema imune. O resultado não aparece de uma vez, mas em sinais aparentemente desconectados: cansaço que não melhora com descanso, dores sem causa clara, piora do sono, queda de desempenho físico e mental.

Com o tempo, esse ambiente inflamatório favorece resistência à insulina, acelera o desgaste das articulações, compromete a regeneração dos tecidos e aumenta a ativação autoimune, criando o terreno ideal para doenças crônicas se manifestarem. No nível celular, a inflamação contínua acelera o encurtamento dos telômeros, aumenta o estresse oxidativo e reduz a capacidade de reparo do DNA, mecanismos diretamente ligados ao envelhecimento precoce.

O mais intrigante é que muitas vezes a pessoa “se acostuma” a esse estado, normalizando sintomas que não deveriam ser normais. Tratar apenas o sintoma isolado raramente resolve, porque a raiz do problema costuma estar em gatilhos como disfunção intestinal, sono desregulado, excesso de estresse, alimentação inflamatória, carências nutricionais e exposição crônica a toxinas. Reduzir a inflamação de base não é apenas tratar uma doença específica, é mudar o curso do envelhecimento e da saúde a longo prazo.

Imagine suas artérias como os canos de uma casa. A pressão alta não acontece principalmente porque tem “água demais” pas...
24/01/2026

Imagine suas artérias como os canos de uma casa. A pressão alta não acontece principalmente porque tem “água demais” passando (sal ou volume), mas em grande parte dos casos porque os canos estão rígidos e estreitos. Quando o diâmetro diminui, a pressão sobe, mesmo com o mesmo volume circulando.

O problema central, em muitos casos, é vascular e metabólico, não apenas “hidráulico”.

Magnésio e Potássio: relaxam e dilatam os canos. Esses minerais participam diretamente do controle do tônus vascular:
• O magnésio atua como bloqueador natural de canais de cálcio, favorecendo relaxamento da musculatura lisa das artérias.
• O potássio ajuda a equilibrar o sódio dentro e fora das células, favorecendo vasodilatação e melhor resposta endotelial.
Quando faltam, o vaso tende a ficar mais contraído, reativo e rígido.

Insulina e Cortisol: endurecem e estreitam os canos:
• A insulina alta crônica (resistência insulínica) ativa o sistema nervoso simpático, aumenta retenção de sódio e promove espessamento da parede vascular.
• O cortisol elevado cronicamente aumenta a resposta vasoconstritora, favorece inflamação endotelial e perda de elasticidade.

Resultado: vasos mais rígidos, mais estreitos e mais sensíveis a qualquer estímulo de contração.

Por isso, passamos grande parte do tempo tentando reduzir o “fluxo de água”, cortando sal, usando diuréticos, diminuindo volume, quando, em muitos pacientes, o verdadeiro problema é que os canos estão enferrujados, inflamados e endurecidos.

Reduzir volume até pode baixar a pressão no curto prazo, mas não resolve a fisiopatologia de base:
• disfunção endotelial
• inflamação crônica de baixo grau
• resistência insulínica
• desequilíbrio mineral
• hiperativação do eixo do estresse

Uma abordagem mais estratégica para hipertensão deveria focar em:
• melhorar a sensibilidade à insulina
• reduzir cortisol e ativação simpática
• corrigir deficiências de magnésio e potássio
• restaurar a função endotelial
• reduzir inflamação sistêmica

Quando os canos voltam a ser flexíveis e funcionais, a pressão tende a cair mesmo sem mexer tanto no volume de água.

Durante décadas, aprendemos que “quanto mais carboidrato, melhor o desempenho”.  Será mesmo?Uma revisão recente publicad...
23/01/2026

Durante décadas, aprendemos que “quanto mais carboidrato, melhor o desempenho”. Será mesmo?

Uma revisão recente publicada na Endocrine Reviews “Carbohydrate Ingestion on Exercise Metabolism and Physical Performance” (Noakes, Prins, Buga, D’Agostino, Volek, Koutnik) analisou mais de 160 estudos e mostrou algo diferente: o fator crítico para evitar fadiga é manter a glicemia estável e proteger o cérebro, não necessariamente maximizar o glicogênio muscular.

De acordo com o estudo, as estratégias de alimentação ricas em carboidratos que alguns tem recomendado podem estar criando perfis metabólicos pré-diabéticos em atletas saudáveis.

Em vários cenários, pequenas doses de carboidrato (≈10–15 g/h) já cumprem esse papel, enquanto o excesso pode reduzir a queima de gordura e prejudicar a flexibilidade metabólica. O recado não é “zero carboidrato”, e sim carboidrato como ferramenta, na menor dose eficaz, dentro de uma estratégia individualizada.

Flexibilidade metabólica tende a ser melhor para desempenho sustentável e saúde a longo prazo.

📍 Dr. Fabiano Santos Guimarães
Medicina com Foco Funcional Integrativo
CRM SP 183814

📍 Patrícia S. Fafá Guimarães
Nutrição Clínica
CRN 90645

A inflamação silenciosa está por trás de muitas doenças crônicas, e agora temos mais evidência de que algo simples pode ...
22/01/2026

A inflamação silenciosa está por trás de muitas doenças crônicas, e agora temos mais evidência de que algo simples pode ajudar a modulá-la.

Uma revisão sistemática com meta-análise de ensaios clínicos mostrou que a suplementação de própolis reduz significativamente três marcadores inflamatórios importantes: IL-6, PCR e TNF-α. Esses marcadores estão ligados a risco cardiovascular, resistência à insulina, doenças autoimunes e neuroinflamação.

Nas doenças autoimunes, isso é especialmente relevante porque IL-6 e TNF-α participam diretamente da ativação e manutenção da resposta imune desregulada (incluindo vias Th17), associadas à progressão da inflamação tecidual e à atividade da doença. Ao modular essas vias, o própolis pode contribuir para redução da atividade inflamatória, melhora de sintomas e apoio à manutenção da remissão, sempre como terapia complementar dentro de um protocolo individualizado.

Na prática, isso significa que o própolis pode atuar como modulador da inflamação sistêmica, não apenas como “remédio para imunidade”.

Inflamação não se trata só com remédio. Se trata com estratégia.

A creatina sempre foi vista como suplemento para músculos, mas este estudo propõe que seu papel mais importante pode ser...
21/01/2026

A creatina sempre foi vista como suplemento para músculos, mas este estudo propõe que seu papel mais importante pode ser no cérebro. Como o cérebro tem altíssima demanda de energia, a creatina ajuda a manter a produção de ATP e a função neuronal, especialmente em situações de estresse metabólico, privação de sono, envelhecimento, inflamação e algumas condições neurológicas e psiquiátricas.

Os autores da maior revisão feita sobre creatina para a saúde cerebral. “Creatine Supplementation and the Brain: Have We Put the Cart Before the Horse?” (Candow et al., 2026), destacam que muitos outros estudos não mostram grandes efeitos cognitivos porque avaliam jovens saudáveis, que já têm bom metabolismo cerebral. Em populações mais vulneráveis, os benefícios tendem a ser mais claros, como melhora de memória, atenção, fadiga mental e até resposta ao tratamento da depressão.

A provocação central é que talvez tenhamos estudado a creatina “do lado errado”: em vez de ser um suplemento muscular com efeitos cerebrais secundários, ela pode ser um nutriente chave para a bioenergética do cérebro, com impacto direto em desempenho mental e saúde neurológica.

Se você não está tomando creatina diariamente, pelo menos 5 gramas, (ideal entre 10 a 15), como menciona o artigo, então você está perdendo muitos benefícios.

Boas creatinas devem ser 100% creatina monohidratada, com controle rigoroso de impurezas, rastreabilidade de lote e boas práticas de fabricação, o que reduz riscos de contaminação e melhora a tolerabilidade. Selos de matéria-prima como Creapure® (fabricada na Alemanha) ou Clonapure® indicam processos produtivos mais controlados e maior confiabilidade.

Este conteúdo tem caráter informativo e educacional, não substitui avaliação médica individual nem constitui recomendação de tratamento. Antes de iniciar qualquer suplemento, a orientação correta é sempre conversar com seu médico/nutricionista para avaliar indicação, dose e segurança no seu caso específico.


O ApoE4 é a principal variante genética associada ao risco de Alzheimer conhecida hoje. Quem herda 1 cópia do ApoE4 (de ...
20/01/2026

O ApoE4 é a principal variante genética associada ao risco de Alzheimer conhecida hoje. Quem herda 1 cópia do ApoE4 (de um dos pais) tem aumento de risco em torno de 30%; quem herda 2 cópias pode ter risco acima de 50%, podendo chegar a valores ainda maiores conforme o estudo.

Em comparação, pessoas sem o alelo ApoE4 têm risco aproximado de 9% ao longo da vida. A maioria dos portadores não sabe que tem o ApoE4, e geralmente só descobre após o início dos sintomas, quando faz teste genético.

Por muito tempo, acreditava-se que não havia nada a fazer, então muitas pessoas preferiam não saber seu status genético. Hoje já existem programas preventivos capazes de reduzir o risco mesmo em portadores de ApoE4, principalmente se iniciados antes dos sintomas.

A ApoE4 não é destino inevitável: conhecer o status genético permite iniciar estratégias precoces de prevenção e reduzir significativamente a chance de demência.

Se você gostou da informação e conhece alguma família que sofre com essa doença, compartilhe esse post.

Dr. Fabiano Santos Guimarães
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Você já reparou que, com as “canetas para emagrecer”, muita gente simplesmente perde a vontade de comer… mesmo sem estar...
18/01/2026

Você já reparou que, com as “canetas para emagrecer”, muita gente simplesmente perde a vontade de comer… mesmo sem estar com o estômago cheio?

Um grande estudo científico mostrou que esses medicamentos não agem só no intestino. Eles atuam diretamente no cérebro, nas áreas que controlam a fome, a saciedade e até o prazer em comer. É como se o cérebro recebesse um novo “ajuste de volume” para o apetite.

E tem mais: o mesmo sistema do cérebro que ajuda a reduzir a fome também está ligado aos enjoos e ao mal-estar que algumas pessoas sentem no início do tratamento. Por isso, os efeitos não são iguais para todo mundo. Algumas pessoas emagrecem muito, outras pouco, e algumas sentem mais efeitos colaterais.

O mais interessante é que esse estudo reforça algo muito importante: obesidade não é falta de força de vontade. É um problema de regulação do cérebro, dos hormônios e do metabolismo, todos conectados pelo eixo intestino–cérebro.

Por isso, usar a medicação sem cuidar do sono, do estresse, da alimentação, do intestino e da massa muscular é como ajustar um botão sem consertar o sistema inteiro. O remédio pode ajudar, mas o corpo precisa estar preparado para responder bem e manter o resultado.

Beutler LR. GLP-1 physiology and pharmacology along the gut-brain axis. Journal of Clinical Investigation, 2026.

Você treina, dá o seu máximo… e no dia seguinte o corpo cobra a conta. Dor, rigidez, queda de performance e aquela sensa...
14/01/2026

Você treina, dá o seu máximo… e no dia seguinte o corpo cobra a conta. Dor, rigidez, queda de performance e aquela sensação de “peso” no músculo.

O que pouca gente sabe é que o exercício intenso drena magnésio do plasma para os músculos, ossos e outros tecidos, enquanto parte é perdida pela urina. Ou seja: quanto mais você exige do corpo, maior é o consumo desse mineral estratégico.

E por que isso importa tanto?

Porque o magnésio está no centro de processos essenciais:
• Ativa reações de produção de ATP (energia).
• Regula contração e relaxamento muscular.
• Modula inflamação.
• Participa do controle do cortisol.
• Protege contra microdanos teciduais.

Um estudo recente mostrou que 350–500 mg de magnésio por dia reduziram a dor muscular após treino de força (PMID: 38970118). Não é “milagre”, é fisiologia básica bem aplicada.

Agora vem a parte crítica:
muita gente treina pesado, sua, inflama, consome magnésio…
e repõe quase nada.

Resultado?
Recuperação lenta, mais dor, mais fadiga, mais risco de lesão e até queda de rendimento ao longo do tempo.

Treinar é estímulo.
Evoluir depende da recuperação.
E recuperar sem magnésio adequado é nadar contra a maré metabólica.

Se você treina com frequência, sente dores persistentes ou demora a se recuperar, talvez o problema não esteja no treino… mas no que está faltando para o seu corpo se reconstruir.

Então, qual o melhor tipo de magnésio para recuperação muscular?

Magnésio quelato (glicinato / bisglicinato) é a melhor opção para recuperação muscular.

Dr. Fabiano Santos Guimarães
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Enquanto os EUA já atualizam suas diretrizes alimentares com foco em alimentos de verdade, qualidade metabólica e preven...
09/01/2026

Enquanto os EUA já atualizam suas diretrizes alimentares com foco em alimentos de verdade, qualidade metabólica e prevenção de doenças crônicas, o Brasil ainda segue preso a um modelo confuso, permissivo com ultraprocessados e excessivamente ideológico em alguns pontos.

A pergunta é inevitável: quando essas novas diretrizes, mais alinhadas com ciência metabólica e saúde intestinal, vão chegar de fato ao Brasil? Ou melhor… por que ainda não chegaram?

Aqui, seguimos vendo políticas públicas que:
• Tratam calorias como se fossem todas iguais;
• Relativizam o impacto dos ultraprocessados;
• Ignoram resistência insulínica, inflamação crônica e disbiose;
• Falham em integrar nutrição com prevenção real de doenças.

O resultado é previsível: explosão de obesidade, diabetes, depressão, doenças autoimunes e neurodegenerativas, e depois o sistema corre atrás pagando caro por tratamentos tardios, medicamentos de alto custo e internações.

E vale um ponto importante: como médicos, precisamos entender muito mais de nutrição, metabolismo e saúde intestinal para o bem dos nossos pacientes. Isso não significa ocupar o papel do nutricionista, que aliás, é fundamental e muito bem exercido por excelentes profissionais, mas sim trabalhar de forma integrada, com linguagem comum e objetivos clínicos alinhados, porque quem paga a conta da fragmentação do cuidado é o paciente.

Prevenção custa menos. Educação nutricional de verdade custa menos. Comida de verdade custa menos do que doença crônica.

Não é falta de dinheiro. É falta de prioridade, de coragem política e de compromisso com ciência atualizada.

Acorda, Brasil. Não dá mais para tratar alimentação como detalhe estético ou pauta ideológica. É estratégia de saúde pública, de produtividade e de futuro.

Repost .alghaili Um estudo histórico revela que 70% dos americanos agora se enquadram nos critérios para obesidade.Por d...
09/01/2026

Repost .alghaili Um estudo histórico revela que 70% dos americanos agora se enquadram nos critérios para obesidade.

Por décadas, o Índice de Massa Corporal (IMC) tem sido o padrão ouro para medir a saúde, mas um estudo inovador do Mass General Brigham revela suas falhas significativas.

Ao incorporar a distribuição de gordura corporal, especificamente a gordura abdominal, aos critérios diagnósticos, os pesquisadores descobriram que quase 70% dos adultos nos EUA agora se enquadram na definição de obesidade.

Essa mudança introduz duas novas categorias: obesidade por IMC mais obesidade antropométrica e obesidade apenas antropométrica. Esta última categoria é particularmente alarmante, pois se aplica a indivíduos que aparentam ter um peso saudável na balança, mas apresentam níveis perigosos de gordura visceral na região abdominal.

Essa reclassificação é mais do que apenas uma questão de números; ela identifica uma enorme população anteriormente negligenciada pela medicina tradicional. Indivíduos com obesidade apenas antropométrica enfrentam riscos significativamente maiores de diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e morte prematura em comparação com aqueles com distribuição de gordura saudável.

O impacto é mais pronunciado em populações mais idosas, com quase 80% dos adultos com mais de 70 anos atendendo aos novos critérios. Esses resultados sugerem que a balança conta apenas parte da história e que os profissionais de saúde agora devem priorizar a medição da circunferência abdominal para avaliar e tratar com precisão os riscos metabólicos à saúde.

Fonte: Mass General Brigham. (2025). Implications of a New Obesity Definition Among the All of Us Cohort. JAMA Network Open.

Gastamos bilhões tratando as consequências, mas quase nada prevenindo as causas.Se os governos conseguem subsidiar terap...
09/01/2026

Gastamos bilhões tratando as consequências, mas quase nada prevenindo as causas.

Se os governos conseguem subsidiar terapias caras quando a doença já está instalada, também deveriam investir, de forma estratégica e antecipada, na prevenção mediada pela saúde intestinal, no equilíbrio metabólico e na longevidade cerebral. Isso não é “medicina alternativa”, é biologia básica aplicada a políticas de saúde inteligentes.

O intestino regula inflamação, imunidade e até o funcionamento do cérebro. O metabolismo desregulado está na raiz do diabetes, da obesidade, das doenças cardiovasculares e de grande parte das síndromes inflamatórias crônicas. E a saúde cerebral depende diretamente de controle glicêmico, qualidade nutricional, sono e inflamação sistêmica. Prevenir aqui significa reduzir, de forma concreta, a incidência das doenças mais caras e incapacitantes do sistema.

Ainda assim, a maior parte do investimento público continua concentrada em medicamentos de alto custo e em intervenções tardias, quando o organismo já perdeu grande parte da capacidade de autorregulação. Isso cria um modelo de saúde que apaga incêndios, mas não revisa a fiação elétrica.

Não se trata de negar o valor dos medicamentos modernos, eles salvam vidas e são essenciais em muitos contextos. O problema é transformar a exceção em regra e a prevenção em discurso vazio. Um sistema que só reage, mas não antecipa, está condenado a ser caro, ineficiente e perpetuamente sobrecarregado.

Investir em saúde intestinal, metabolismo e cérebro é investir em produtividade, autonomia, envelhecimento saudável e redução real de custos no médio e longo prazo. Ignorar esse caminho não é apenas uma limitação técnica ou financeira. É uma escolha política que aceita tratar pessoas doentes, em vez de sustentar pessoas saudáveis.

Prevenção não é gasto. É a única estratégia sustentável para qualquer sistema de saúde que pretenda sobreviver ao envelhecimento populacional e à epidemia de doenças crônicas que já está em curso.

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Um estudo recente mostrou algo fascinante: a suplementação de magnésio (Mg) aumentou duas bactérias-chave no reto (Carno...
08/01/2026

Um estudo recente mostrou algo fascinante: a suplementação de magnésio (Mg) aumentou duas bactérias-chave no reto (Carnobacterium maltaromaticum e Faecalibacterium prausnitzii) ambas associadas à produção local de vitamina D no intestino e à proteção contra câncer colorretal em modelos experimentais.

Mas vem o detalhe mais intrigante:
👉 nem todo mundo responde igual ao magnésio.
O efeito depende de um gene chamado TRPM7, responsável pelo controle da entrada de magnésio nas células.

🧬 Gene + mineral + microbiota = efeito personalizado
• Pessoas sem a variante defeituosa do TRPM7:
✔️ Magnésio ↑ C. maltaromaticum.
✔️ Magnésio ↑ F. prausnitzii (uma das bactérias mais anti-inflamatórias do intestino).

• Pessoas com a variante do TRPM7:
❌ O magnésio não aumentou essas bactérias, e em alguns casos até reduziu.

Ou seja: o mesmo suplemento pode nutrir ou não a sua microbiota, dependendo do seu DNA.

🧠 Por que isso é tão relevante?

A Faecalibacterium prausnitzii é famosa por:
• Produzir butirato (combustível das células do cólon).
• Reduzir inflamação intestinal.
• Estar associada a menor risco de DII, síndrome metabólica e câncer colorretal.

E agora surge a hipótese de que essas bactérias também participem da síntese local de vitamina D no intestino, algo totalmente fora do radar da maioria das abordagens clínicas atuais.

⚠️ Moral da história:

Não é só sobre tomar vitamina D.
Não é só sobre tomar magnésio.
É sobre como seus genes controlam o magnésio e como isso molda sua microbiota, que por sua vez pode influenciar inflamação, imunidade e risco de câncer.

Isso é medicina de precisão de verdade: nutriente + genética + microbioma + prevenção.

O intestino não responde a suplementos de forma genérica. Ele responde de forma biologicamente personalizada. 🧬🦠⚡

Endereço

Live Clínica Integrada, Rua Juiz David Barrilli, 306, Centro Empresarial Aquarius, TORRE C/SALA 407, Jardim Aquarius, Contato: +55 12 98146-1666
São José Dos Campos, SP
12246-200

Horário de Funcionamento

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O que fazemos?

Sou Médico Funcional/Integrativo e acredito fielmente que uma longevidade saudável deve ser conquistada seguindo alguns pilares, como nutrição adequada, prática de atividade física regular e consistente, boa qualidade do sono, gerenciamento adequado do estresse, suplementação acertada e personalizada e por último e não menos importante, a Espiritualidade. Integro a equipe de médicos do Protocolo da Vitamina D, mais conhecido como Protocolo Coimbra, capacitado pelo Dr. Wanderley Ribeiro Pires, de Campinas-SP. Nossa equipe trata todas as doenças autoimunes com o Protocolo da Vitamina D e Dieta Anti-inflamatória. Também realizamos tratamento funcional e integrativo do Autismo associado ao Protocolo da Vitamina D.