Rosana Pena Psi

Rosana Pena Psi Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Rosana Pena Psi, Terapeuta sexual, Rua Orlando Feirabend Filho 230. Torre A, Sala 413, São José dos Campos.

Psicologia Analítica e Sexualidade Humana
Psicoterapia a adultos e casais
Terapia Sexual
Supervisão clínica para Psicólogos
Cursos/aperfeiçoamento na abordagem analítica Junguiana e na área de sexualidade humana
Atendimento Presencial e ONLINE

Para quem está chegando agora, deixo um pouco do que sustenta meu trabalho.Escolhi a Psicologia a partir de uma inquieta...
03/02/2026

Para quem está chegando agora, deixo um pouco do que sustenta meu trabalho.

Escolhi a Psicologia a partir de uma inquietação profunda com as questões humanas, com o sofrimento, as dúvidas, os conflitos e os impasses que atravessam a vida de todos nós. Ao longo dos anos, senti a necessidade não apenas de compreender essas experiências, mas de acompanhar pessoas em seus processos de elaboração e integração.

Minha atuação clínica é fundamentada na Psicologia Junguiana/Analítica, com atenção cuidadosa à singularidade de cada história. Atendo adultos e casais, incluindo demandas relacionadas à sexualidade, sempre a partir de uma escuta ética, profunda e comprometida.

Clinicar é, antes de tudo, debruçar-se sobre o outro. É acompanhar a construção de sentidos, respeitando o tempo, os limites e as possibilidades de cada pessoa.

Se você chegou agora, seja bem-vinda(o)!
Que este espaço possa contribuir para muitas travessias!

Rosana Pena – Psicologia e Desenvolvimento Humano
CRP 06/38357

Nem todo conflito sobre tarefas domésticas é, de fato, sobre tarefas.Em muitos casais, o desgaste surge quando o tempo l...
30/01/2026

Nem todo conflito sobre tarefas domésticas é, de fato, sobre tarefas.

Em muitos casais, o desgaste surge quando o tempo livre não é igualmente distribuído. Enquanto uma pessoa consegue descansar, se desligar e ter momentos de pausa, a outra permanece em estado de alerta, organizando, antecipando demandas e sustentando o funcionamento da casa.

Essa desigualdade, quando repetida, costuma gerar ressentimento, sensação de injustiça e afastamento emocional. Não porque falte amor, mas porque falta equilíbrio na sobrecarga invisível.

Dividir responsabilidades domésticas não é apenas dividir quem faz o quê, mas também quem pode parar, quem descansa sem culpa e quem carrega mentalmente o funcionamento da rotina.

Quando o tempo livre vira privilégio de apenas um, o conflito deixa de ser pontual e passa a afetar a relação como um todo. Relacionamentos saudáveis não se constroem apenas com afeto, mas com acordos claros, revisados e possíveis, inclusive sobre o descanso.

E aí, na sua relação, como vocês dividem os momentos de descanso? O tempo livre de vocês é parecido ou muito diferente?
Compartilhe aqui nos comentários.

Rosana Pena – Psicologia e Desenvolvimento Humano
CRP 06/38357

Supervisão clínica e estudos contínuos são partes essenciais da prática do psicólogo!A supervisão é um pilar fundamental...
29/01/2026

Supervisão clínica e estudos contínuos são partes essenciais da prática do psicólogo!

A supervisão é um pilar fundamental da clínica: sustenta, orienta, fortalece a condução ética e amplia o olhar do profissional sobre o seu trabalho.

Este Grupo de Supervisão Clínica é voltado para psicólogos formados que desejam compartilhar experiências, discutir casos e qualif**ar sua prática em um espaço seguro e profissional.

👉 Vagas abertas. Inscreva-se e participe!
Entre em contato para informações e inscrições.
📞 (12) 98898-6240

Rosana Pena – Psicologia e Desenvolvimento Humano
CRP 06/38357

Janeiro costuma ser o mês dos planos, listas e promessas. Definir metas pode ser saudável e organizador. Mas, em alguns ...
26/01/2026

Janeiro costuma ser o mês dos planos, listas e promessas. Definir metas pode ser saudável e organizador. Mas, em alguns casos, o excesso de metas não fala apenas de produtividade, fala de angústia.

Quando a vida interna está difícil de escutar, o movimento externo se intensif**a. Preencher a agenda, acumular objetivos e manter a mente sempre ocupada pode funcionar como um mecanismo de defesa contra o vazio, a incerteza e as perguntas existenciais que insistem em aparecer quando diminuímos o ritmo.

Metas, nesse contexto, deixam de ser caminhos e passam a ser escudos contra o silêncio, contra o contato com limites e contra a sensação de não saber quem se é ou para onde se vai

Isso não signif**a que planejar seja um problema. A questão está em quando o fazer substitui o sentir e quando a busca constante por controle impede o encontro com aquilo que pede elaboração psíquica.

Muitas vezes, o sofrimento não está na falta de objetivos, mas na dificuldade de sustentar pausas, frustrações e dúvidas, experiências inevitáveis da condição humana.

Talvez o convite para este início de ano não seja fazer mais, mas se escutar melhor!

Rosana Pena – Psicologia e Desenvolvimento Humano
CRP 06/38357

Semana passada, estive no Museu da Imagem e do Som para visitar a exposição “A alma humana, você e o universo de Jung”, ...
21/01/2026

Semana passada, estive no Museu da Imagem e do Som para visitar a exposição “A alma humana, você e o universo de Jung”, desta vez em uma experiência especial: junto ao grupo de psicólogos que supervisiono.

Percorrer a exposição em grupo ampliou ainda mais a proposta do nosso trabalho. Conceitos que fazem parte do nosso cotidiano clínico ganharam corpo, imagem e movimento, favorecendo reflexões profundas sobre a prática, a escuta e o processo terapêutico.

Momentos assim reforçam a importância de espaços de troca, reflexão e aprofundamento teórico-clínico, onde é possível pensar a clínica para além do setting tradicional, integrando experiência, sensibilidade e pensamento crítico. A supervisão não é apenas sobre casos, mas sobre formação contínua, ética, olhar simbólico e ampliação de consciência.

E, aproveito para deixar uma novidade: em breve, abrirei nova turma de supervisão clínica, voltada a psicólogos que desejam aprofundar o olhar, sustentar a clínica com mais segurança e refletir sobre a prática de forma ética, sensível e consistente.

Se você sente que é tempo de caminhar acompanhado, trocar experiências e amadurecer sua clínica, essa pode ser uma excelente oportunidade.

Rosana Pena – Psicologia e Desenvolvimento Humano

Janeiro Branco nos convida a olhar para a saúde mental com cuidado e atenção, não somente buscarmos ajuda quando algo “n...
16/01/2026

Janeiro Branco nos convida a olhar para a saúde mental com cuidado e atenção, não somente buscarmos ajuda quando algo “não vai bem”.

Cuidar da mente é um processo contínuo. Envolve escuta, autoconhecimento, elaboração de emoções, compreensão dos próprios limites, desejos e escolhas, inclusive daquilo que muitas vezes é silenciado ou adiado.

Assim como cuidamos do corpo, das relações e da vida profissional, a saúde emocional também precisa de atenção regular, presença e responsabilidade consigo.

Que este mês seja um convite a normalizar o cuidado conosco e com as pessoas ao nosso redor, a reflexão e a busca por mais consciência sobre si, não como urgência, mas como compromisso.

Cuidar da mente é parte da vida. E, pode começar agora!

Rosana Pena – Psicologia e Desenvolvimento Humano

Depois de um período de pausa, é comum que muitas pessoas cheguem à terapia no início do ano com a sensação de estarem “...
14/01/2026

Depois de um período de pausa, é comum que muitas pessoas cheguem à terapia no início do ano com a sensação de estarem “fora do eixo”. Não porque algo deu errado, mas porque o ritmo interno nem sempre acompanha as viradas do calendário.

Festas, mudanças na rotina, expectativas renovadas e até o silêncio que algumas pausas trazem podem desorganizar temporariamente percepções, emoções e decisões. O corpo volta ao ritmo, mas a psique ainda está reorganizando experiências, desejos e limites. Esse desalinhamento inicial é, muitas vezes, um sinal de que algo importante está pedindo escuta.

Retomar a terapia nesse momento não é “voltar ao ponto onde parou”, e sim dar continuidade a um processo que também se transforma com o tempo. A pausa pode ter revelado conteúdos novos, resistências, clarezas ou incômodos que agora encontram espaço para serem elaborados com mais profundidade.

A terapia não exige pressa nem performance. Ela oferece um lugar seguro para reorganizar sentidos, acolher o que emergiu no intervalo e reconstruir, com mais consciência, o próprio caminho.

Recomeçar também faz parte do processo terapêutico!

Rosana Pena – Psicologia e Desenvolvimento Humano

Planejar o ano em casal é importante, mas a forma como essa conversa acontece faz toda a diferença!Quando o planejamento...
13/01/2026

Planejar o ano em casal é importante, mas a forma como essa conversa acontece faz toda a diferença!

Quando o planejamento vira uma lista de exigências, metas unilaterais ou comparações, ele deixa de ser um espaço de construção conjunta e passa a gerar tensão, defesa e afastamento. Alinhar expectativas não é convencer o outro a pensar igual, mas criar um campo seguro para escuta, negociação e ajustes possíveis.

Conversas saudáveis sobre planos envolvem curiosidade genuína:
➖ O que é importante para você neste momento da vida?
➖ O que faz sentido para nós, considerando os limites e desejos de ambos?

Planejar sem cobrar signif**a reconhecer que o casal é feito de dois ritmos, duas histórias e duas formas de sonhar. É quando o diálogo sai do “o que você precisa mudar” e entra no “como podemos caminhar juntos”, respeitando diferenças e acolhendo fases distintas.

O planejamento que fortalece vínculos, não impõe. Ele aproxima, organiza e dá direção, sem perder o afeto no caminho.

E aí, vocês conseguem conversar sobre o futuro sem transformar isso em cobrança? O que costuma dificultar esse diálogo no seu relacionamento?
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Rosana Pena – Psicologia e Desenvolvimento Humano

Nem sempre é fácil lidar com familiares com quem temos alguma tensão acumulada. A convivência em períodos festivos inten...
08/12/2025

Nem sempre é fácil lidar com familiares com quem temos alguma tensão acumulada. A convivência em períodos festivos intensif**a emoções, aproxima histórias não resolvidas e pode ativar padrões antigos de defesa. Nesse cenário, limites afetivos são fundamentais, não como barreira, mas como orientação para manter relações possíveis.

Quando nos posicionamos com maturidade, não estamos nos afastando da família, estamos nos aproximando da nossa própria integridade. Comunicação inteligente envolve reconhecer o tom emocional da conversa, perceber quando o diálogo deixou de ser produtivo e ajustar a postura antes que tudo escale. Falar a partir de sentimentos e, não de acusações, reduz resistências e favorece um encontro mais real entre as pessoas.

O objetivo não é “ganhar a discussão”, mas preservar o vínculo sem perder a si mesmo!

E aí, para você, qual é o maior desafio ao impor limites na família? O que te ajuda a manter a calma em conversas tensas?
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Rosana Pena – Psicologia e Desenvolvimento Humano

Às vezes, os relacionamentos entram em um modo silencioso, quase congelado, em que pequenas tensões vão se acumulando se...
05/12/2025

Às vezes, os relacionamentos entram em um modo silencioso, quase congelado, em que pequenas tensões vão se acumulando sem que ninguém nomeie o que está acontecendo. Esse acúmulo emocional, quando não elaborado, cria um campo de irritabilidade que deixa qualquer gesto mais sensível do que o normal.

Esses momentos não surgem do nada!

O problema não é apenas a convivência, é a história emocional que cada pessoa carrega dentro de si. Quando duas histórias acumuladas se encontram, a comunicação f**a tensa, as interpretações f**am rápidas e as respostas se tornam defensivas. Nesse cenário, é comum que brigas surjam não pelo motivo aparente, mas pelo que ficou guardado, comprimido, esperado.

Entender esse movimento não signif**a normalizar conflitos, mas reconhecer que certas discussões são, na verdade, pedidos de espaço, atenção e consciência. Relações não se “congelam” por acaso; elas sinalizam que algo precisa ser visto antes de continuar!

E aí, você já sentiu que um relacionamento seu “esfriou”? Quando surgem tensões, como você costuma reagir?
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Rosana Pena – Psicologia e Desenvolvimento Humano

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São José Dos Campos, SP
12246190

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