03/04/2026
Nem todo problema de liderança está na falta de técnica.
Muitas vezes está no perfil emocional de quem lidera.
O líder “criança livre” traz leveza, criatividade, liberdade… mas, sem consciência, vira caos, falta de direção e até egoísmo.
O “pai crítico” é rígido, duro, exige muito, gera resultado, mas também desgaste. Poucos sustentam.
O “criança adaptada” evita conflito, tem medo de julgamento, posterga decisões… e isso trava o crescimento.
E o “pai amoroso”, apesar do cuidado, muitas vezes também evita o confronto necessário.
No fim, o que sustenta uma liderança saudável é o adulto.
É quando entra a consciência, a responsabilidade, a capacidade de olhar para si, reconhecer fragilidades e tomar decisões com clareza.
Liderar não é sobre perfeição.
É sobre maturidade.