Marina Codo Psicanalista

Marina Codo Psicanalista Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Marina Codo Psicanalista, Psicoterapeuta, Avenida Barão do, São José dos Campos.

Psicanalista e Professora Universitária
Mães atípicas • Adultos • Adolescentes
𝘾𝙤𝙢𝙥𝙖𝙧𝙩𝙞𝙡𝙝𝙖𝙣𝙙𝙤 𝙖 𝙫𝙞𝙙𝙖 𝙙𝙚 𝙢𝙖̃𝙚 𝙖𝙩𝙞́𝙥𝙞𝙘𝙖
Atendimento presencial e online

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Chamaram de fragilidade aquilo que, na verdade, é potência.Na psicanálise, o que não é sentido não desaparece.Retorna em...
29/01/2026

Chamaram de fragilidade aquilo que, na verdade, é potência.

Na psicanálise, o que não é sentido não desaparece.
Retorna em forma de sintoma, angústia ou adoecimento.

A sensibilidade — tão atribuída à mulher como fraqueza —
é justamente o que permite viver, elaborar e transformar.

Sentir não é perder o controle.
Sentir é sustentar a própria experiência sem se violentar.

Talvez a mulher nunca tenha sido o s**o frágil.
Talvez ela apenas nunca tenha deixado de sentir.

E é exatamente aí que mora sua força.









Subjetividade
Elaboração
Autoconhecimento
ForçaFeminina

Nem toda culpa que dói é real.Algumas culpas são construções psíquicas que surgem quando algo foge do nosso controle — c...
27/01/2026

Nem toda culpa que dói é real.
Algumas culpas são construções psíquicas que surgem quando algo foge do nosso controle — como acontece, com frequência, na maternidade atípica.

Na psicanálise, chamamos de culpa delirante aquela culpa que não nasce de um erro real,
mas da tentativa inconsciente de dar sentido ao inesperado, ao diagnóstico, ao que não pôde ser evitado.

👉 Elaborar essa culpa não apaga o diagnóstico do filho.
Ela apenas devolve à mãe aquilo que nunca deveria ter sido tirado:
menos punição, mais leveza, mais possibilidade de viver.

✨ A análise é um espaço onde essa culpa pode ser nomeada, compreendida e elaborada — no tempo de cada um.

CTA:
💾 Salve para reler com calma
📤 Envie para outra mãe que possa estar se culpando em silêncio
💬 Se fizer sentido, me conta: essa culpa já te atravessou em algum momento?

🧡

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21/01/2026

Inclusão na escola não é só adaptar material.
É preparar pessoas.

📌 Palestra.
📌 Conscientização.
📌 Capacitação de professor.
📌 E dentro de casa: ensinar a respeitar o diferente.

Porque o mundo é neurodivergente.
E a escola não pode f**ar parada no tempo.

Você já viveu alguma situação de exclusão na escola? Me conta aqui. 👇

19/01/2026

Tem coisas que só uma mãe atípica entende.
A escola inteira olhando… e você tentando respirar.

Mas existe um ponto que muda tudo:
criança atípica não se compara com ninguém.
📌 É ele com ele mesmo.

Como ele chegou em fevereiro?
Quais foram os ganhos dele agora?
O progresso é dele. No tempo dele. Do jeito dele.

E na apresentação escolar…
se ele quiser f**ar lá em cima, tudo bem.
se quiser descer pro colo, tudo bem.
se não quiser apresentar, tudo bem também.

O que ele fizer é lucro.
E o que você conseguir sustentar… também. 💛

Da escuta de um para a escuta de muitosNa psicanálise, a troca acontece, quase sempre, no silêncio de uma sala:uma pesso...
14/01/2026

Da escuta de um para a escuta de muitos

Na psicanálise, a troca acontece, quase sempre, no silêncio de uma sala:
uma pessoa que fala, outra que escuta.
Um para um.

Esse encontro é profundamente transformador — mas também limitado em alcance.
Ele toca uma vida por vez.

Por isso, participar de projetos que ampliam essa escuta é tão importante para mim.

No .castpcd , dentro do meu quadro Escuta Atípica, eu tenho a oportunidade de fazer algo raro:
levar a psicanálise do consultório para o mundo.

Quando dedicamos um episódio inteiro por mês a um tema escolhido com cuidado, pensado a partir das dores reais, dos cansaços invisíveis e das perguntas que tantas mães atípicas carregam em silêncio, o que acontece é poderoso:
a escuta deixa de ser de um… e passa a ser de muitos.

E isso muda tudo.

Porque uma mãe que se sente compreendida se sente menos sozinha.
Uma família que entende o que vive consegue respirar um pouco melhor.

É isso que eu me proponho a fazer no Escuta Atípica:
trazer temas sensíveis à maternidade atípica e à família como um todo, mostrando como a psicanálise pode ser uma aliada na construção de uma vida mais leve, mais possível e mais feliz — mesmo dentro das complexidades que esse caminho carrega.

Que a palavra circule.
Que a escuta alcance.
Que ninguém precise atravessar tudo sozinha.


Na psicanálise, quem traz a pauta da sessão é o paciente.E isso não é um detalhe técnico — é o próprio fundamento do tra...
09/01/2026

Na psicanálise, quem traz a pauta da sessão é o paciente.
E isso não é um detalhe técnico — é o próprio fundamento do trabalho.

Muitos pacientes chegam falando do cotidiano:
rotina, trabalho, pequenos acontecimentos.
E isso não é um problema.
Nada do que é dito em análise é irrelevante.

O ponto é outro.

Por trás daquilo que parece banal,
há sempre algo a ser investigado.
Mesmo o tema mais superficial
revela aspectos profundos do psiquismo.

Mas existe um limite importante:
quando o paciente não traz nada.
Quando o silêncio vira defesa.
Quando a resistência impede o discurso.

Nesses casos, a análise não se desfaz —
ela apenas não pode avançar.

A clínica não é adivinhação.
O analista não fala no lugar do paciente.
Não conduz, não escolhe, não impõe temas.

Se nada é trazido,
não há como ajudar.

A análise começa
quando algo pode ser dito —
mesmo com medo, vergonha ou dúvida.

✦ O que você evita dizer?

Em dias bons, muita gente acha que não precisa mais.E esse pensamento é compreensível.Quando a crise diminui, quando a r...
05/01/2026

Em dias bons, muita gente acha que não precisa mais.
E esse pensamento é compreensível.

Quando a crise diminui, quando a rotina “se organiza”, quando o dia está menos pesado, a análise costuma ser vista como algo que pode esperar.
Como se ela existisse apenas para o momento do colapso.

Mas a psicanálise não é um pronto-socorro emocional.
Ela é um espaço de manutenção da vida psíquica.

Especialmente na maternidade — e ainda mais na maternidade atípica — a gente aprende a aguentar.
A seguir.
A sustentar.
Mesmo cansada, mesmo esgotada, mesmo sem perceber o quanto vai se perdendo de si.

Nem toda dor vira crise.
Às vezes ela aparece como cansaço constante, irritação sem nome, culpa silenciosa, sensação de estar sempre no limite.
E é justamente aí que a análise faz diferença.

A análise não existe só para quando tudo desmorona.
Ela existe para sustentar o percurso, elaborar o que se repete, cuidar antes do esgotamento e permitir que a mãe não precise ser forte o tempo todo.

Cuidar da saúde emocional não é luxo.
É responsabilidade com a própria vida

31/12/2025

Reflexões sobre 2026! feliz ano novo

26/12/2025

uando uma mãe e um bebê se olham, não é apenas um olhar que acontece.
Há uma troca silenciosa de afeto, de presença, de energia psíquica.

Para a psicanálise, esse encontro é fundante.
É nesse espelhamento que o bebê começa a se reconhecer, a sentir que existe, a organizar suas primeiras experiências de si e do mundo. O rosto da mãe não devolve apenas uma imagem — devolve sentido.

É dessa relação primária, viva e afetiva, que o ego vai se constituindo.
Da forma como foi visto, acolhido, sentido.
Da qualidade dessa presença que sustenta, regula e dá contorno.

Na maternidade atípica, muitas vezes essa cena não acontece da forma sonhada.
O olhar pode não ser devolvido, a resposta pode não ser clara, a troca pode não ser tão explícita. E isso dói.

Mas antes de qualquer diagnóstico, existe um bebê ali.
Um bebê que sente, que percebe, que é atravessado pelo afeto.
E é justamente essa relação — ainda que diferente, ainda que atravessada por limites — que seguirá sendo determinante para o desenvolvimento psíquico dessa criança, independentemente de qualquer diagnóstico.

A pergunta que f**a é:
como temos olhado para esses bebês — e como temos sustentado esse vínculo, mesmo quando a resposta não vem como imaginávamos?

Quero desejar um Feliz Natal a todos que me acompanham por aqui — seguidores, pacientes, ex-pacientes e a cada pessoa qu...
25/12/2025

Quero desejar um Feliz Natal a todos que me acompanham por aqui — seguidores, pacientes, ex-pacientes e a cada pessoa que, de alguma forma, caminha comigo neste espaço.

Agradeço imensamente a confiança no meu trabalho e o carinho de quem acompanha, reflete, compartilha e se permite ser atravessado pelos conteúdos que publico. Cada troca, cada mensagem e cada presença tornam esse trabalho vivo e cheio de sentido.

Aos meus pacientes e ex-pacientes, deixo meu agradecimento mais profundo por confiarem a mim o processo de análise. É um privilégio sustentar escutas tão singulares e fazer parte de histórias tão importantes.

Que este Natal possa ser vivido com mais leveza.
Sem a necessidade de seguir padrões ou expectativas externas.
O que realmente importa é celebrar com quem nos faz feliz, do jeito que for possível, verdadeiro e suficiente.

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Avenida Barão Do
São José Dos Campos, SP
12242-800

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