Psicóloga Giovanna Catheryne

Psicóloga Giovanna Catheryne Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Psicóloga Giovanna Catheryne, Psicólogo/a, Rua Zacarias Alves Pereira, 825, São José dos Pinhais.

Psicóloga Clínica pela abordagem TCC (Terapia Cognitivo Comportamental), com atendimento à adolescentes, adultos e idosos, de forma presencial e on-line.
🦋 | Especializada em Comportamento e Transtornos Alimentares, e Aprimorada em Cirurgia Bariátrica.

27/03/2026

Você não precisa “passar” na avaliação psicológica da bariátrica.

E eu sei que talvez isso te dê um alívio… ou até uma confusão.

Porque muita gente chega com medo:
“E se eu falar algo errado?”
“E se me impedirem de operar?”
“E se acharem que eu não estou pronta?”

Mas a verdade é que a avaliação não é um teste.
Ela é um espaço de cuidado.

A cirurgia vai transformar o seu corpo.
Mas e a sua relação com a comida?
E com as suas emoções?
E com a sua imagem?

Isso não muda automaticamente.

E é exatamente por isso que a avaliação existe:
pra te preparar pro que vem depois,
não pra te barrar no caminho.

Quando bem feita, ela não te afasta da cirurgia.
Ela te aproxima de um pós mais leve, mais consciente… e mais possível de sustentar.

Se você está nesse processo,
você não precisa enfrentar isso sozinho!

💬 Me chama pra gente conversar sobre a sua avaliação.

27/03/2026
Alguns lugares marcam a nossa formação de uma forma que permanece muito além do tempo em que estivemos ali.No mês de fev...
05/03/2026

Alguns lugares marcam a nossa formação de uma forma que permanece muito além do tempo em que estivemos ali.

No mês de fevereiro, tive a oportunidade de realizar o estágio da minha pós-graduação em Psicologia da Saúde e Hospitalar no Hospital Pequeno Príncipe. Sendo um hospital pediátrico, a experiência traz uma dimensão ainda mais sensível do cuidado: crianças vivendo diagnósticos e tratamentos desafiadores, famílias atravessando momentos de muita vulnerabilidade e uma equipe dedicada a sustentar o cuidado em meio a tantas complexidades.

A psicologia hospitalar nos coloca diante de algo muito concreto: a dor, a fragilidade e os limites que fazem parte da experiência humana. São vivências intensas, desafiadoras e que deixam marcas profundas na nossa formação. Ao mesmo tempo, também é um espaço onde presenciamos gestos de força, esperança e humanidade que dificilmente esquecemos. Mesmo em cenários difíceis, é impressionante perceber como, muitas vezes, um espaço de escuta, acolhimento e presença pode fazer diferença.

Conviver com essas histórias, acompanhar famílias e observar a forma como as crianças atravessam situações tão complexas, muitas vezes ainda com leveza e sorriso, transforma a forma como enxergamos o cuidado em saúde.

Hoje estou no segundo ano da minha pós e a psi hospitalar sempre foi uma área que me despertou muito interesse. Talvez porque, apesar de nos confrontar com muitos limites, ela também nos lembra do lado mais humano da nossa profissão.

Levo comigo os aprendizados desse período, que certamente atravessam também a forma como atuo no consultório, ampliando meu olhar para os processos de saúde, doença e para tudo o que envolve o cuidado psicológico nesses contextos.

Também deixo um agradecimento especial aos meus pacientes que, durante o mês de fevereiro, foram muito compreensivos com as alterações de horários, atendimentos à noite e até nos finais de semana para que eu pudesse realizar esse estágio. Essa adaptação de todos foi fundamental, e sou muito grata por terem tornado essa experiência possível. ❤️

04 de março – Dia Mundial da ObesidadeQuando falamos de obesidade, estamos falando de saúde! A obesidade é reconhecida a...
04/03/2026

04 de março – Dia Mundial da Obesidade

Quando falamos de obesidade, estamos falando de saúde!

A obesidade é reconhecida atualmente como uma doença crônica, complexa e multifatorial, influenciada por fatores biológicos, metabólicos, psicológicos, sociais e ambientais.

👉 Isso significa que ela não pode ser reduzida a uma simples questão de “força de vontade” ou escolhas individuais.

Além do impacto na qualidade de vida, a obesidade está associada a um maior risco para diversas condições de saúde, por isso, falar sobre obesidade é também falar sobre prevenção, cuidado e acesso a tratamento adequado.

Mas também é importante lembrar que, ao longo do tempo, muitas pessoas que convivem com obesidade enfrentaram, e ainda enfrentam, estigma, julgamentos e desinformação.

Ampliar o acesso à informação baseada em evidências é um passo importante para construir um cuidado em saúde mais humano, respeitoso e eficaz.

No Dia Mundial da Obesidade, o convite é para que possamos olhar para esse tema com mais informação, mais empatia e menos julgamento.

Porque falar de obesidade é, antes de tudo, falar de saúde.



Giovanna Catheryne de Souza Pinto
Psicóloga • CRP 08/39697




Muitas mulheres chegam até mim dizendo que já sabem o que precisam fazer para emagrecer.Mas vivem com:– medo constante d...
25/02/2026

Muitas mulheres chegam até mim dizendo que já sabem o que precisam fazer para emagrecer.

Mas vivem com:
– medo constante de engordar
– culpa frequente ao comer
– sensação de estar sempre se vigiando
– dificuldade de sustentar resultados
– conflito com o próprio corpo

Quando o emagrecimento vira sofrimento emocional,
não é mais só sobre alimentação ou peso.

É sobre a relação que essa mulher construiu com o corpo, com a comida e consigo mesma.

Meu trabalho é oferecer acompanhamento psicológico especializado para mulheres que estão emagrecendo, já emagreceram ou passaram pela bariátrica e começam a perceber que as vezes o emocional pesa mais do que o físico.

Emagrecer não precisa ser um processo solitário, punitivo ou adoecedor.

📍 Atendimentos presenciais em São José dos Pinhais
💻 Online para todo o Brasil

Informações no link da bio!

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Emagrecer não garante paz com o próprio corpo.A ciência já mostra que, mesmo após perdas de peso significativas, muitas ...
23/02/2026

Emagrecer não garante paz com o próprio corpo.

A ciência já mostra que, mesmo após perdas de peso significativas, muitas pessoas seguem vivendo com medo de engordar, autocobrança intensa
e conflito com a imagem corporal.

Isso acontece porque a relação com o corpo e com a comida não nasce no peso atual, ela é construída ao longo da vida, atravessada por emoções, crenças e experiências.

Quando o cuidado inclui o emocional, o processo deixa de ser apenas sobre manter números e passa a ser sobre construir uma relação mais segura, possível e sustentável consigo mesma. E é isso que sustenta mudanças a longo prazo!

Isso faz sentido para você?

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As canetas emagrecedoras têm ganhado cada vez mais espaço no tratamento da obesidade, e com razão, viu?!Elas podem ajuda...
16/02/2026

As canetas emagrecedoras têm ganhado cada vez mais espaço no tratamento da obesidade, e com razão, viu?!

Elas podem ajudar no controle do apetite, na saciedade e até na redução do chamado “food noise”. Porém, existem coisas que elas não podem fazer por você.

Não constroem rotina.
Não criam constância.
Não reorganizam padrões alimentares aprendidos ao longo da vida.
Não resolvem a relação que você construiu com o seu corpo. Não trabalham o comer emocional.

Obesidade é uma condição complexa e multifatorial.
Reduzi-la apenas à fome simplifica algo que envolve biologia, comportamento, ambiente e emoções. 🥲

Por isso, quando há indicação médica, o ideal é que o tratamento aconteça de forma integrada:

Endocrinologista para avaliar e prescrever com segurança. Nutricionista para estruturar a alimentação de forma individualizada. Psicóloga para trabalhar comportamento, regulação emocional e relação com o corpo, e os demais profissionais envolvidos!

Medicação pode ser ferramenta.
Mas sustentabilidade exige processo!

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Já ouviu falar nesse termo? O “food noise” tem sido cada vez mais utilizado, principalmente após a popularização das can...
13/02/2026

Já ouviu falar nesse termo? O “food noise” tem sido cada vez mais utilizado, principalmente após a popularização das canetas emagrecedoras.

Muitos pacientes relatam que, ao iniciar a medicação,
percebem uma redução significativa desse “ruído”,
como se os pensamentos constantes sobre comida finalmente diminuíssem.

Mas o que exatamente é esse ruído?

Food noise descreve a presença frequente e intrusiva de pensamentos sobre comida: planejamento constante, antecipação, urgência ou dificuldade de “desligar” a cabeça no tema da comida!

E ele não surge por falta de controle!

Pode estar relacionado a fatores biológicos, histórico de restrição alimentar, estresse crônico e padrões emocionais aprendidos ao longo da vida.

E simm, as medicações podem reduzir o sintoma. 🙌🏼
Mas compreender o que sustenta esse funcionamento
é o que favorece mudanças mais consistentes e duradouras.

Então se a comida ocupa mais espaço mental do que você gostaria, saiba que isso merece investigação, não julgamento e cobrança! ✨

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Quando eu emagreci, achei que o mais difícil seria o processo físico, a adaptação com a cirurgia bariátrica, os esforços...
11/02/2026

Quando eu emagreci, achei que o mais difícil seria o processo físico, a adaptação com a cirurgia bariátrica, os esforços em academia e alimentação.

Mas o que ninguém me avisou é que o emocional continuaria pedindo espaço. Logo eu que achava que ali todos os problemas iriam desaparecer 🫠

No fim, o que apareceu foi o medo de voltar a engordar. A cobrança interna para “não errar”.
A sensação de que agora eu precisava manter um padrão. A mudança na forma como as pessoas me tratavam.

O corpo muda mais rápido do que a identidade. E isso é fato! E às vezes, a gente demora para se reconhecer na própria história.

Hoje, como psicóloga e como alguém que já viveu esse processo, eu sei que emagrecimento não é só sobre peso. É sobre relação, pertencimento, identidade e cuidado emocional.

E ninguém deveria atravessar isso sozinho.

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A cirurgia bariátrica transforma o corpo, mas não apaga histórias, emoções nem a forma como cada pessoa aprendeu a se re...
06/02/2026

A cirurgia bariátrica transforma o corpo, mas não apaga histórias, emoções nem a forma como cada pessoa aprendeu a se relacionar consigo mesma.

Muitos sofrimentos no pós-operatório não significam falha no procedimento, nem “falta de gratidão pelo processo”. Eles apontam para algo que precisa
de espaço, escuta e acompanhamento.

O cuidado no pós-bariátrica vai muito além do peso, e ele pode (e deve) ser construído.

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Rua Zacarias Alves Pereira, 825
São José Dos Pinhais, PR
83030-480

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