31/03/2026
🎬 Com a estreia de O Diabo Veste Prada 2 se aproximando, uma pergunta volta à tona:
Por que mulheres no comando incomodam tanto? 🤔
Durante anos, vimos Miranda Priestly ser tratada como a vilã absoluta em O Diabo Veste Prada.
Hoje, com mais maturidade, conseguimos enxergar com mais clareza: ela era apenas uma mulher no comando.
👉 Relatórios da McKinsey & Company indicam que empresas com maior presença feminina na liderança apresentam melhor desempenho financeiro e maior capacidade de inovação.
👉 Pesquisas publicadas na Harvard Business Review mostram que mulheres líderes tendem a pontuar mais alto em competências como inteligência emocional, desenvolvimento de equipe e tomada de decisão.
👉 Ambientes de trabalho mais igualitários também estão associados a menor estresse ocupacional e melhor saúde mental entre colaboradores.
Mas quando uma mulher não pede licença para ocupar espaço e exige excelência, ela vira difícil. 🧐
Essa cena do filme é um retrato do padrão duplo que ainda vivemos.
A mulher assertiva é “mandona”. O homem assertivo é “líder”.
Quantas vezes já suavizamos nossa voz para não parecer “intensas demais”?
Talvez Miranda nunca tenha sido a vilã.
Talvez ela tenha sido apenas o reflexo do desconforto com mulheres no poder. 💡
E você, também mudou sua visão sobre ela com o passar dos anos?
Com o novo filme chegando, talvez seja hora de rever não só a história, mas também os nossos próprios julgamentos. 🤎
Fontes:
- McKinsey & Company. Diversity Wins: How Inclusion Matters, 2020.
- Zenger J, Folkman J. Women Score Higher Than Men in Most Leadership Skills. Harvard Business Review, 2019.
- Organização Internacional do Trabalho. Relatórios sobre igualdade de gênero e ambiente de trabalho.
Dra. Caticilene Botelho
Ginecologista | CRM/RS 28416 • RQE 22214