Dra.Maria Augusta Maturana

Dra.Maria Augusta Maturana Dra. Maria Augusta Maturana
CRM 16493 RS/ RQE 8446
Ginecologia
Menopausa com Saúde e Qualidade de Vida

Mestrado e Doutorado - UFRGS.

Pós-Doutorado Endocrinologia Ginecológica/ Menopausa. Serviço de Endocrinologia Hospital de Clinicas de Porto Alegre.

Muita mulher chega ao consultório dizendo:“meus exames estão normais”. E mesmo assim:cansaço persistente, sono ruim, dif...
09/04/2026

Muita mulher chega ao consultório dizendo:
“meus exames estão normais”.

E mesmo assim:
cansaço persistente, sono ruim, dificuldade de perder gordura, perda de força, memória mais lenta.

Isso acontece porque exame isolado não mostra trajetória.

A transição menopausal pode ter impacto no corpo inteiro:
• altera metabolismo
• acelera perda de massa muscular
• impacta os ossos
• interfere no sono e no humor, etc.

E tudo isso pode começar antes de qualquer alteração “fora do padrão” aparecer no laboratório.

Por isso, depois dos 40, olhar exame não basta.

É preciso integrar informação:
história clínica, exame físico, sintomas, padrão de sono, hábitos e comportamento, risco cardiovascular.

É assim que se antecipa problema.
É assim que se muda desfecho.

Menopausa não é detalhe.
É uma fase que redefine risco e oportunidade na saúde da mulher.

E quanto antes isso é entendido, melhor é o futuro construído!

Vamos Juntas! Link para agendamentos na bio.

hormoniosfemininos saudehormonal envelhecimentosaudavel ginecologiaendocrina longevidade

Lobo RA et al. Lancet Diabetes Endocrinol. 2022. DOI: 10.1016/S2213-8587(21)00322-6
Crandall CJ et al. JAMA. 2023. DOI: 10.1001/jama.2023medicinapreventiva

Você pode estar olhando só para o que come.Mas ignorando quando come. E isso, na menopausa, começa a pesar mais. O corpo...
08/04/2026

Você pode estar olhando só para o que come.
Mas ignorando quando come.

E isso, na menopausa, começa a pesar mais.

O corpo perde sincronização.
O metabolismo muda.
E o horário da alimentação passa a influenciar sintomas, composição corporal e risco cardiovascular.

E aqui falo sobre alinhar, não sobre restringir.

Vamos Juntas!

metabolismo perimenopausa posmenopausa saudehormonal

Bermingham KM et al. EBioMedicine. 2022.doi: 10.1016/j.ebiom.2022.104303.
Gómez-Santos C et al. Menopause. 2016. doi: 10.1097/GME.0000000000000612.
Dashti HS et al. Communications Medicine. 2025. doi:10.1038/s43856-025-01035-x

A pele e o cabelo mudam na transição menopausal. E não é só uma questão estética. Durante a transição menopausal, a qued...
02/04/2026

A pele e o cabelo mudam na transição menopausal. E não é só uma questão estética.

Durante a transição menopausal, a queda do estrogênio afeta diretamente a função cutânea:

• diminui a produção de colágeno
• reduz a hidratação
• compromete a elasticidade
• enfraquece a barreira da pele

Resultado: pele mais seca, mais fina, mais sensível e com pior capacidade de regeneração.

Porque não é só “passar um creme”. Entre as medidas que realmente fazem diferença:

• fotoproteção diária (SPF ≥30)
• uso de retinoides e antioxidantes
• hidratação com reposição de barreira
• limpeza suave, sem agredir a pele
• ajuste individualizado de dermocosméticos
• avaliação de procedimentos quando indicados

Skincare aqui não é luxo.
É estratégia de proteção tecidual.


☑️ E o cabelo?

Ele também responde às mudanças hormonais.

É comum perceber fios mais finos, mais ressecados e até aumento da queda nessa fase.

Isso acontece porque o estrogênio influencia diretamente o ciclo de crescimento capilar.

Quando ele oscila ou reduz, o cabelo sente.


☑️ Nesta fase, uma avaliação com seu dermatologista nessa fase pode ser essencial.


☑️ E a terapia hormonal?

A terapia hormonal da menopausa pode melhorar:

• conteúdo de colágeno
• espessura dérmica
• hidratação
• elasticidade

Mas não é tratamento estético.

Ela é indicada para sintomas, os benefícios na pele são consequência.
E precisam ser discutidos de forma individualizada, considerando risco e benefício.

Segue para mais conteúdos científicos sobre menopausa.
Vamos Juntas?


menopausa, cutâneo, hormonal

Muitas mulheres chegam ao consultório usando vários suplementosMas continuam com cansaço, insônia, irritabilidade e difi...
23/03/2026

Muitas mulheres chegam ao consultório usando vários suplementos
Mas continuam com cansaço, insônia, irritabilidade e dificuldade de perder peso

Isso não é coincidência.

Saúde não é a quantidade de cápsulas que você utiliza.

É entender o que está acontecendo no seu corpo

Depois dos 40:

• há mudanças hormonais reais
• há impacto no metabolismo
• há alteração na composição corporal e óssea

E isso exige estratégia.

Suplemento pode ajudar, mas não substitui diagnóstico.

Quando o cuidado começa pelo que está “na moda”
e não pelo que o seu corpo precisa, o resultado costuma ser frustração.

Saúde não é excesso de intervenção. É individualização com estratégia correta.


+ North American Menopause Society (NAMS).Menopause. 2022doi:10.1097/GME.0000000000002028.
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (RBGO). 2023;45(6):e1–e15.

Ter músculo grande é o mesmo que ser forte? Ter volume muscular não é a mesma coisa que ter força. O tamanho do músculo ...
18/03/2026

Ter músculo grande é o mesmo que ser forte?

Ter volume muscular não é a mesma coisa que ter força.

O tamanho do músculo está, sim, relacionado à força.
Mas não é só isso. Fatores como ativação neuromuscular, arquitetura muscular e densidade também influenciam essa capacidade.

Força muscular é um marcador de longevidade.

Um estudo com mais de 5.000 mulheres entre 63 e 99 anos mostrou que aquelas com maior força tinham menor risco de morte, mesmo considerando:

• atividade física
• idade
• condicionamento
• estado de saúde

Na menopausa, isso se torna ainda mais importante.

Perder força não é apenas perder desempenho.
É perder reserva de saúde.

Envelhecer bem exige músculo.
E músculo que funciona.



muscular feminina
da mulher 40+massa muscularprevenção de doenças

LaMonte MJ et al. JAMA Netw Open. 2026 Feb 2;9(2):e2559367. doi: 10.1001/jamanetworkopen.2025.59367.

O check-up anual tradicional é suficiente para proteger sua saúde depois dos 40? Os 40 anos são um dos momentos mais sub...
16/03/2026

O check-up anual tradicional é suficiente para proteger sua saúde depois dos 40?

Os 40 anos são um dos momentos mais subestimados da saúde feminina.

É justamente nessa fase que começam mudanças silenciosas importantes no organismo:
metabolismo, composição corporal, saúde óssea, risco cardiovascular e oscilações hormonais.

O problema é que a maioria dos check-ups tradicionais foi desenhada para detectar doença já instalada, não para identificar risco precoce.

Quando o corpo começa a dar sinais claros, muitas vezes o processo biológico já vem acontecendo há anos.

Na minha prática clínica, a consulta para mulheres 40+ não é apenas sobre sintomas.
Ela é uma avaliação estratégica da saúde feminina ao longo da vida.

Porque a menopausa não é um evento isolado.
Ela faz parte de uma transição biológica que reorganiza o metabolismo feminino.

E a boa medicina não espera a doença aparecer.
Ela identifica risco, interpreta sinais e constrói prevenção.

Envelhecer com saúde não acontece por acaso.
É um projeto de vida.

Ajustar hábitos de vida e reprogramar a rota.

Se você tem mais de 40 anos, talvez a pergunta mais importante não seja apenas
“está tudo normal nos exames?”

Mas sim:

o que meu corpo está tentando me mostrar agora?

Vamos Juntas.



Nappi RE et al. The Lancet Diabetes & Endocrinology. 2022; doi:10.1016/S2213-8587(22)00076-6.

Nosso artigo “Estrogen Prevents Menopausal Obesity” foi aceito para publicação na revista científica Menopause - The Jou...
11/03/2026

Nosso artigo “Estrogen Prevents Menopausal Obesity” foi aceito para publicação na revista científica Menopause - The Journal of The Menopause Society, uma das principais revistas internacionais dedicadas à saúde da mulher na menopausa.

O estudo discute o papel do estrogênio na prevenção da obesidade associada à menopausa, um tema central para a saúde metabólica da mulher após os 40 anos.

Este estudo foi desenvolvido em colaboração com o Dr. Frederick Naftolin (EUA), um dos maiores pesquisadores mundiais em gineco-endocrinologia, e contou também com a participação da endocrinologista Dra. Fabiola Satler (RS).

Nos próximos dias vou compartilhar aqui alguns pontos importantes dessa discussão científica. Acompanha por aqui!

Depois dos 40, a consulta ginecológica não pode ser só para resolver o sintoma de hoje. Minha consulta é estruturada par...
10/03/2026

Depois dos 40, a consulta ginecológica não pode ser só para resolver o sintoma de hoje.

Minha consulta é estruturada para mulheres que querem entender o que está acontecendo com o corpo agora e, principalmente, o que pode acontecer nos próximos anos.

A primeira consulta dura cerca de 90 minutos e inclui uma avaliação integrada de:

• sintomas
• saúde do sistema cardiovascular e metabólica
• composição corporal
• saúde óssea
• sono
• histórico pessoal e familiar

Não é apenas uma consulta para tratar o que incomoda hoje.
É para montar estratégia para proteger a saúde nos próximos 10 ou 20 anos.
Vamos juntas!


Gatenby C et al. Best Pract Res Clin Endocrinol Metab. 2024. DOI: 10.1016/j.beem.2023.101855
Gold EB.Obstet Gynecol Clin North Am. 2011. DOI: 10.1016/j.ogc.2011.05.002

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Marie Curie é uma das minhas grandes inspirações como médica, cientista e mulher. Ela mudou o rumo da ciência ao estudar...
08/03/2026

Marie Curie é uma das minhas grandes inspirações como médica, cientista e mulher.

Ela mudou o rumo da ciência ao estudar fenômenos ligados à radioatividade, abrindo caminhos que transformariam para sempre a física e a medicina.

Foi a primeira mulher a receber um Prêmio Nobel e permanece até hoje como a única pessoa a receber a láurea duas vezes em áreas científicas diferentes: Física, em 1903, ao lado de Pierre Curie e Henri Becquerel, e Química, em 1911.

Durante a Primeira Guerra Mundial, Marie Curie também levou a ciência para o campo de batalha. Criou unidades móveis de radiografia, conhecidas como “pequenas Curies”, que permitiam localizar balas e estilhaços no corpo de soldados feridos. Essa iniciativa salvou milhares de vidas.

Suas descobertas sobre a radioatividade abriram o caminho para a radioterapia, que hoje é uma das principais ferramentas no tratamento de muitos tumores.

Naquela época, os riscos da radiação ainda eram pouco conhecidos. Marie Curie trabalhou durante anos manipulando substâncias radioativas sem proteção adequada. Em 1934, morreu de anemia aplástica, provavelmente causada pela exposição prolongada à radiação.

Marie Curie me inspira, sempre.

Como ela mesma disse:
“Estou entre aqueles que acreditam que a ciência tem uma grande beleza.”

Neste dia 08 de Março, desejo que você caminhe com brilho nos olhos, e cada vez mais, autoconfiança.


E agora, coloca o @ da sua mulher inspiradora nos comentários. Vou adorar saber 🤍

A transição menopausal é uma janela clínica.Um momento estratégico para identificar vulnerabilidades e agir de forma pre...
05/03/2026

A transição menopausal é uma janela clínica.
Um momento estratégico para identificar vulnerabilidades e agir de forma preventiva.

Durante essa fase, mudanças hormonais se associam a alterações no metabolismo, na composição corporal, na saúde óssea e cardiovascular.
Por isso, a menopausa não é apenas o fim dos ciclos menstruais.
Ela é um ponto de inflexão na trajetória de saúde da mulher.

Avaliar riscos, reorganizar hábitos e acompanhar essa fase com critério pode mudar o curso da saúde nas próximas décadas.

Vamos juntas! Link para agendamentos no link da bio

Nappi RE et al. Lancet Diabetes Endocrinol. 2022 doi: 10.1016/S2213-8587(22)00076-6.

menopausehealth medicinapreventiva hormônios

Nem tudo que é comum na menopausa é normal.E o que é normal não precisa ser sofrido. Durante a transição menopausal, 80%...
20/02/2026

Nem tudo que é comum na menopausa é normal.
E o que é normal não precisa ser sofrido.

Durante a transição menopausal, 80% das mulheres apresentam sintomas vasomotores, como fogachos e sudorese noturna. Mais de 50% apresentam sintomas geniturinários. Esses sintomas podem durar mais de 7 anos.
Isso é fisiologia.
Mas fisiologia não significa ausência de impacto na sua saúde e no seu dia a dia.

Alterações menstruais, distúrbios do sono, fadiga, labilidade emocional e dificuldades cognitivas leves fazem parte do espectro esperado da transição.

O que define conduta não é apenas a presença do sintoma.
É a intensidade.
É a duração.
É o quanto isso interfere no seu trabalho, na sua rotina, na sua vida íntima.

Um sintoma pouco frequente pode ser profundamente incapacitante.
Um sintoma comum pode exigir investigação quando foge do padrão.

Sangramento pós-menopausa, sangramento excessivo, dor pélvica persistente, perda de peso não intencional, déficit cognitivo progressivo ou sintomas sistêmicos associados a fogachos não devem ser normalizados.

Menopausa é transição fisiológica.
Sofrimento crônico não é.

A graduação dos sintomas e o impacto na qualidade de vida são determinantes na decisão terapêutica.

Agende para uma avaliação personalizada. Link de agendamentos na bio ou envie por direct “consulta”.

# sangramento anormal # fogachos # insônia

Depois do Carnaval, muitas mulheres chegam ao consultório dizendo que “foi só excesso”. Mas quando pequenas mudanças ger...
14/02/2026

Depois do Carnaval, muitas mulheres chegam ao consultório dizendo que “foi só excesso”.

Mas quando pequenas mudanças geram grandes sintomas — piora dos fogachos, inchaço, queda de energia, sono fragmentado: normalmente o problema já estava ali.

O Carnaval apenas revelou.

Se o seu corpo parece imprevisível e você já tentou ajustar alimentação, exercícios e suplementos sem resultado consistente, talvez seja hora de investigar com profundidade.

Atendo presencial em São Leopoldo e Porto Alegre, além de teleconsulta.

Para agendamentos, envie “CONSULTA” no direct.



Endereço

Rua Independência 181/601
São Leopoldo, RS

Horário de Funcionamento

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