Alethea Oliveira - Psicóloga

Alethea Oliveira - Psicóloga Alethea Oliveira é Psicóloga Clínica, Especialista em TCC e Comportamento Alimentar. Os atendimentos podem ocorrer de forma ON-LINE ou PRESENCIAL.

O consultório está localizado na Av. João Corrêa, 991 sala 608– Centro – São Leopoldo. Agendamento: 51 – 99343 0341 (WhatsApp).

| Currículo |

ALETHEA OLIVEIRA é graduada em Psicologia pela UNISINOS, Especialista em Psicologia Clínica pelo INSTITUTO FERNANDO PESSOA – Especialista em Terapia Cognitivo-comportamental pelo InTCC - Especialista em Comportamento Alimentar pelo IPGS. Com formação em Te

rapias Contextuais - ACT e DBT e em Psicopatologia com Fernanda Landeiro.

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LinkedIn: www.linkedin.com/in/psicologaaletheaoliveira

05/03/2026

Esta semana, uma paciente me trouxe um relato que ecoa em muitos atendimentos aqui no consultório.

Após perder quase 60kg, ela me disse: “Ale, eu ainda me vejo como eu era, pesando 124kg”.

O que mais impressiona nesse caso é a ironia da percepção: quando ela estava acima do peso, não se via tão grande quanto realmente estava. Agora, muito menor fisicamente, ela não consegue se enxergar ocupando esse novo espaço.

O problema não é o número na balança, mas o fato de que o olho ainda não atualizou o mapa do próprio corpo. É como se o cérebro estivesse viciado na busca pela perda de peso, e não na chegada ao objetivo.

Se não trabalharmos a mente para ocupar esse novo espaço, a busca pelo “menos” se torna infinita e muito perigosa.

No Recortes da Clínica de hoje, o convite é para que tu olhes além do reflexo. Onde é que a tua meta de emagrecimento para de ser saúde e vira uma fuga de ti mesma?

A gente se vê na próxima quinta.

Para mim, essa não é apenas uma data técnica. É a minha história, minha prática e minha maior transformação.Sou psicólog...
04/03/2026

Para mim, essa não é apenas uma data técnica. É a minha história, minha prática e minha maior transformação.

Sou psicóloga clínica há 20 anos. Estudo o comportamento alimentar. Trato a compulsão. E vivi a obesidade até os meus 36 anos.

Então, quando alguém resume essa condição à “falta de vergonha na cara” ou “falta de foco”, eu não escuto apenas como profissional pós-graduada na área.

Eu escuto como quem sentiu, por anos, o peso do julgamento antes mesmo de abrir a boca.

Para mim, todo dia é dia de explicar que obesidade é uma condição complexa e multifatorial.

Todo dia é dia de lembrar que transtorno alimentar não é escolha.

Todo dia é dia de defender que o processo de emagrecimento não aceita atalhos, mas exige paciência e acolhimento.

Foram 3 anos de um processo lento até eu alcançar o peso que mantenho hoje. Foram anos de terapia, mudança de hábitos e, mais recentemente, a descoberta da corrida de montanha como uma metáfora da minha própria resiliência.

Existe algo profundamente potente em ser uma psicóloga que trata a obesidade tendo carregado no próprio corpo as marcas dessa jornada.

Porque eu não trato números na balança.
Eu trato pessoas. E sei, por dentro e por fora, que vencer a compulsão não é sobre “força de vontade” heróica.

É comportamento.
É contexto.
É história de vida.
É constância.

Hoje, muitas páginas vão falar sobre estatísticas e novos medicamentos. Eu quero falar sobre respeito e tempo.

O tempo que levei para alcançar a remissão dos meus sintomas, o tempo que levo para correr quilômetros em trilhas e o tempo que cada paciente meu precisa para florescer.

Para quem viveu essa realidade, assim como para quem a trata com seriedade, a obesidade não é uma pauta anual.

É uma construção diária.

Para mim, todo dia é dia de honrar a minha trajetória. E todo dia eu escolho estar do lado da ciência do comportamento.

E do lado de quem decide, hoje, dar o primeiro passo. ❤️

A propósito…a música fala sobre a luta de alguém por outro alguém…eu escuto ela como a minha luta por mim mesma!

03/03/2026

No vídeo de hoje, eu uso uma analogia que costumo trazer com frequência na clínica: o peso desce de elevador, mas a mente vai de escada.

Mas por que isso acontece?

A nossa autoimagem não é apenas o que vemos, é uma construção cerebral complexa que leva tempo para ser mapeada. Quando a perda de peso é acelerada, seja por intervenção medicamentosa ou cirúrgica, o cérebro continua com a percepção antiga do corpo.

É por isso que o sucesso na balança, muitas vezes, é acompanhado de uma angústia profunda no espelho.

A paz que tu buscas não está no próximo quilo perdido, mas em sincronizar esses dois tempos. Sem o trabalho terapêutico para “atualizar o software” da mente, a busca pela perfeição vira uma corrida sem linha de chegada.

A terapia não é o acessório do seu emagrecimento; ela é a ferramenta que te permite, finalmente, habitar o corpo que você construiu.

Tu sentes que ainda está “subindo as escadas” enquanto o seu corpo já chegou no topo?

Me conta aqui nos comentários.

Me conta aqui se tu já sentiste que, mesmo perdendo peso, tu ainda contínuas como se nada tivesse mudado?Se sim, te digo...
02/03/2026

Me conta aqui se tu já sentiste que, mesmo perdendo peso, tu ainda contínuas como se nada tivesse mudado?

Se sim, te digo que isso não é “doideira”, é neurofisiologia.

O nosso esquema corporal é uma estrutura rígida que leva tempo para processar mudanças bruscas. No emagrecimento tradicional a tendencia que aconteça menos, mas não exclui a possibilidade de ocorrer também.

Mas quando se emagrece com auxílio de medicação ou até fazendo a bariátrica, a tendencia é que o corpo mude rápido demais e a mente não acompanhe esta mudança.

Então o corpo muda no “modo rápido”, mas a mente continua habitando a versão antiga no “modo lento”.

Se a mente não for trabalhada junto com o corpo, a

DISTORÇÃO DA IMAGEM CORPORAL

vira uma armadilha. Ela faz perseguir metas impossíveis na balança, simplesmente porque ainda não se consegue enxergar quem se tornou.

Emagrecer é sobre o que o espelho mostra. O que se enxerga é a forma como se processa essa imagem. Se a mente ainda não recebeu o convite para morar nesse novo corpo, o mapa precisa ser atualizado.

Tu já te sentiste uma estranha no teu próprio corpo?
Me conta aqui nos comentários.

28/02/2026

Por que o remédio para emagrecer pode causar vazio emocional?

A ciência por trás dos análogos de GLP-1 e GIP (como a Tirzepatida) é fascinante, mas ela traz um desafio que poucos discutem: o impacto no nosso sistema de recompensa.

Ao silenciar o food noise, que é aquele pensamento constante em comida, a medicação também pode acabar modulando a nossa dopamina de forma mais ampla.

O resultado?

Um estado de anedonia, onde o entusiasmo por outras áreas da vida (treino, libido, hobbies) parece diminuir drasticamente.

O remédio limpa o terreno biológico, mas ele não oferece as ferramentas para reconstruir a rotina. É nesse cenário que a psicoterapia deixa de ser um “complemento” e passa a ser inegociável.

Precisamos aprender a viver no silêncio que a medicação traz e descobrir novas formas de sentir prazer que não passem pelo prato. Emagrecer com saúde exige cuidar do metabolismo, mas manter o resultado exige cuidar da mente.

Se tu sentes que o teu “brilho” mudou durante o tratamento, saiba que isso tem explicação e tem solução. O acompanhamento multidisciplinar é a sua maior segurança.

Tu já sentiste esse “vazio” ou perda de interesse durante o tratamento?

Vamos conversar nos comentários...

27/02/2026

Se você usa medicação para emagrecer, precisa ouvir isso.

Eu gosto de compartilhar esses vídeos porque são pessoas reais falando.
Não é um profissional tentando convencer ninguém de nada.
É alguém vivendo o processo na prática.

E é justamente aí que entra o ponto mais importante.

A medicação pode ajudar, sim.
Mas ela não ensina a voltar para o plano depois de um episódio.
Ela não ensina a lidar com culpa.
Ela não ensina a sustentar comportamento quando a fome volta.

E é por isso que o acompanhamento psicológico faz diferença.

Porque não é sobre nunca ter episódio.
É sobre saber o que fazer depois dele.
É sobre não transformar um deslize em abandono.

Medicação pode reduzir sintoma.
Mas comportamento precisa ser aprendido e sustentado.

Processo se aprende.

Muito obrigada, por compartilhar de maneira tão aberta o que tu passaste neste momento da tua vida.

Esses quadrinhos retratam os nossos pensamentos.Retrata aqueles que aparecem sem pedir licença, chegam como uma grande u...
25/02/2026

Esses quadrinhos retratam os nossos pensamentos.

Retrata aqueles que aparecem sem pedir licença, chegam como uma grande urgência, fazendo pressão e dando aquela sensação de que precisamos parar tudo e resolver AGORA!

Por mais que tentamos ignorar, substituir ou arranjar uma coisa para nos distrair, eles voltam, de forma impositiva!

Na ansiedade, na depressão e, também, na compulsão alimentar isso é muito comum de acontecer.

O pensamento invade sem permissão. Ele simplesmente toma conta.
Quanto mais tentamos os controlar a força, mais forte ele f**a e nos deixa exaustos.

Grande parte das vezes o problema não está no pensamento em si, mas na forma como lidamos com eles.

E existem algumas estratégias que podemos utilizar para conseguirmos minimizar esta “invasão”…

Tu conhece alguma? Prática?
Me conta nos cometidos…

As medicações da classe dos agonistas de GLP-1 não deveriam ser consideradas “canetas milagrosas”.São medicamentos sério...
20/02/2026

As medicações da classe dos agonistas de GLP-1 não deveriam ser consideradas “canetas milagrosas”.

São medicamentos sérios, indicados para obesidade e diabetes, com função terapêutica clara.

Elas reduzem o apetite como parte do efeito esperado.

O problema começa quando a redução da fome de quem usa deixa de ser ajuste fisiológico e vira supressão exagerada, fazendo com que:

*simplesmente não sinta fome;
* passe o dia sem comer;
* não bata a meta de proteína diária necessária;
* perca massa muscular de maneira drástica.
* o corpo acaba perdendo estrutura junto com o peso.

E eu tenho visto isso acontecer, mais que gostaria...

Eu não quero demonizar a medicação, até porque não sou contra, pois há pessoas que se beneficiam e muito delas. Porém precisa haver acompanhamento adequado com médico, nutricionista e o primordial (que acaba sendo deixado de lado), pois as pessoas não dão a devida importância... com PSICÓLOGA.

O que quero aqui, é fazer com que as pessoas entendam que achar “que quanto menos fome melhor” não é o adequado.

Fome é sinal fisiológico.

Ausência total de fome não é sinônimo de sucesso.

Este tipo de emagrecimento pode apresentar perda relevante de massa muscular, com impacto na força, na estrutura e na funcionalidade. Se o corpo acaba perdendo estrutura junto com o peso é hora de revisar dose, estratégia e comportamento alimentar.

Porque o remédio pode modular o apetite.
Mas quem sustenta o resultado é o comportamento.

P.S. Fiz este post com base nas informações de e

A gente aprende a cuidar do corpo, da agenda, das metas.Mas nem sempre aprende a cuidar da mente com a mesma regularidad...
18/02/2026

A gente aprende a cuidar do corpo, da agenda, das metas.

Mas nem sempre aprende a cuidar da mente com a mesma regularidade.

Nem toda sobrecarga faz barulho.
Às vezes ela só se instala e vira rotina.

Terapia pode ser um espaço de ajuste.
Não porque algo está “errado”,
mas porque você quer viver com mais clareza.

Se o ano começou, talvez ele possa começar assim.

Meu café da manhã e meu lanche da tarde são sempre muito parecidos.Ovos e frutas no café.Iogurte, fruta e whey no lanche...
12/02/2026

Meu café da manhã e meu lanche da tarde são sempre muito parecidos.

Ovos e frutas no café.
Iogurte, fruta e whey no lanche.

Não é falta de criatividade.
É organização emocional.

Eu treino cedo.
Atendo o dia inteiro.
Escuto histórias e tomada de decisões na minha rotina de trabalho.

Se eu deixo essas duas refeições ao acaso,
a chance de decidir com base no cansaço aumenta.

Estrutura não é rigidez.
É uma forma de reduzir desgaste mental.

Comportamento alimentar também é isso:
organizar o básico para não viver no impulso.

Psicologia e movimento.

Tu também tem refeições parecidas?

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