Psicóloga Matilde Fuzinatto

Psicóloga Matilde Fuzinatto Psicóloga Clínica - Atendimento Presencial e Online
Particular em Consultório
Doctor Clin presencial nas unidades de São Leopoldo, Campo Bom e o On-line.

11/05/2026

Quantas vezes uma pessoa com TEA escuta “você precisa tirar a cabeça de lugar” ao longo da vida?

O trailer de Invencível mostra Austin respondendo: “Não, meu cérebro está bem aqui na minha cabeça.” Não é falta de atenção.

É processamento literal, que é uma característica clínica do autismo, não um erro de interpretação.

O filme também toca em algo que aparece muito na clínica: a dificuldade de alinhar o estado emocional interno com o que o contexto “espera” sentir. “Às vezes um momento triste parece feliz.”

Quem tem TEA não diagnosticado muitas vezes chega à vida adulta achando que tem um problema de caráter, não de funcionamento neurológico.

O diagnóstico tardio não muda quem a pessoa é.

Muda o que ela sabe sobre si mesma, e isso muda tudo no encaminhamento do tratamento.

05/05/2026

Gerenciar o mundo inteiro sozinha drena a sua energia vital e gera uma sobrecarga que, muitas vezes, o corpo acaba traduzindo em crises de ansiedade, irritabilidade constante e esgotamento. Dividir a vida a dois não é ter um “colaborador eventual” para as tarefas.

É compartilhar a responsabilidade mental e prática.

Você não está falhando, você só está funcionando além do seu limite.

Como psicóloga clínica há mais de 18 anos, recebo diariamente mulheres que chegam à exaustão tentando dar conta de um sistema onde a conta não fecha.

Você não precisa (e nem deve) carregar esse peso sozinha.

O tratamento começa quando você decide olhar para os seus próprios limites e entender o que está te atravessando.

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01/05/2026

Muitas mulheres com TDAH cresceram ouvindo que eram rudes, impulsivas ou que tinham uma “energia masculina”.

O que o mundo rotula como falta de educação, na verdade, costuma ser o resultado de um cérebro que opera com uma comunicação muito mais direta, lógica e sem os “rodeios” sociais que a sociedade exige das mulheres.

No TDAH, a impulsividade pode fazer com que você fale o que pensa antes de processar como aquilo será recebido. Além disso, a dificuldade em decodif**ar nuances sociais sutis faz com que a comunicação com o público masculino pareça mais “fácil” e fluida, por ser geralmente mais concreta e menos baseada em entrelinhas.

Viver tentando suavizar o tom de voz e medir cada palavra para não parecer inadequada gera um esforço executivo exaustivo. Você não é o problema.

O seu jeito de se comunicar é apenas um reflexo de como seu cérebro processa informações e interações.

Entender esse funcionamento é o que permite você parar de se desculpar por quem você é e começar a construir relações com mais clareza e menos culpa.

Vamos conversar sobre como o seu funcionamento impacta a sua vida?

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28/04/2026

A cena do show mostra exatamente essa quebra de comunicação: ela usa um abafador de ruído apenas como uma ferramenta de regulação sensorial para conseguir estar ali.

O artista lê isso como ofensa, a ataca, e ela f**a sem entender o motivo do rechaço. Afinal, a regra não foi dita de forma concreta.

Dar conta de tudo por fora não anula o peso que você carrega por dentro para sustentar isso.

Entender o seu diagnóstico não é ganhar um rótulo, é encontrar uma bússola.

É o que permite que você pare de se tratar como um defeito e comece a criar estratégias que respeitem os seus limites.

Se você passou a vida mascarando o seu jeito de ser para ser aceita e hoje vive exausta, entre em contato comigo, vamos conversar!

24/04/2026

A rotina pesou por aí também? Dar o primeiro passo e começar a terapia pode parecer difícil, mas é um cuidado transformador.

Se você procura um espaço seguro e acolhedor para cuidar da sua saúde mental, vamos conversar! 💬

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Estamos vivendo a era do diagnóstico de prateleira.Com a popularização do TDAH e do TEA nas redes sociais, surgiu um fen...
23/04/2026

Estamos vivendo a era do diagnóstico de prateleira.

Com a popularização do TDAH e do TEA nas redes sociais, surgiu um fenômeno perigoso: a promessa de respostas imediatas. Mas, na clínica séria, não existe “atalho” para entender a complexidade de uma vida adulta.

Um diagnóstico que ignora a sua história, que não diferencia trauma de neurobiologia, ou que reduz décadas de sofrimento a uma pontuação em um teste rápido, não é cuidado. É negligência técnica.

Investigar um funcionamento neurodivergente aos 30 ou 40 anos exige arqueologia psíquica. É preciso separar o que é o seu jeito de ser, do seu mecanismo de compensação e o que é, de fato, a “fiação” do seu cérebro.

Desconfie de processos que:

Não fazem uma anamnese profunda da sua infância.

Prometem fechar um diagnóstico em uma única sessão.

Ignoram as comorbidades (ansiedade, depressão, burnout) que costumam camuflar a base do transtorno.

O rigor técnico não existe para burocratizar o processo, mas para dar a você a segurança de que o alívio que você sente agora não vai desmoronar na primeira dúvida.

Saúde mental ética não oferece milagres ou “hacks” de produtividade. Ela oferece a verdade clínica necessária para você parar de lutar contra fantasmas e começar a manejar a realidade.

Cuidado de verdade não tem atalho, porque a sua história não merece ser resumida a um post de checklist.

Agende a sua consulta, link na bio!

22/04/2026

Muita atenção se você se sente assim:

Você não nasceu pra jogar em todas as posições ao mesmo tempo…

mas provavelmente passou a vida tentando.

E o preço disso aparece no corpo, no humor, no cansaço e nas relações que começam a pesar.

Se você se reconheceu nisso, cuidado com respostas rápidas e diagnósticos superficiais.

Entender como você funciona exige avaliação criteriosa, não checklist.

É isso que muda o jogo nas relações e na sua vida.

Escolha hoje parar de sofrer com esses sentimentos, entre em contato comigo através do link da BIO ou me envie um direct.

Receber um diagnóstico não limita, organiza.Ele não cria um problema novo. Ele dá nome a algo que já estava ali, muitas ...
15/04/2026

Receber um diagnóstico não limita, organiza.

Ele não cria um problema novo. Ele dá nome a algo que já estava ali, muitas vezes há anos.

Um diagnóstico criterioso:

- Conecta sua história
- Explica padrões
- Orienta caminhos possíveis

É isso que permite sair da culpa e caminhar com direção.

Agende a sua consulta, link na bio!

Tem um momento em que a pessoa percebe que não é só cansaço.É algo que não fecha.Você tenta se organizar e não se susten...
13/04/2026

Tem um momento em que a pessoa percebe que não é só cansaço.

É algo que não fecha.

Você tenta se organizar e não se sustenta. Tenta focar e se perde. Tenta descansar e a culpa vem junto.

E o pior não é o erro. É a sensação de que você deveria dar conta… e não está conseguindo.

Muita gente chega aqui achando que precisa de mais disciplina.

Mas, na prática, o que vejo é outra coisa: um funcionamento que nunca foi realmente compreendido, só compensado.
E compensar tem prazo de validade. Quando esse prazo vence, a vida começa a travar.

Não é confortável olhar para isso. Mas continuar ignorando costuma sair mais caro.
Entender como você funciona não resolve tudo de uma vez.

Mas muda completamente o ponto de partida.
E, às vezes, é exatamente isso que está faltando.

Se você chegou nesse ponto, talvez já não seja mais sobre insistir. É sobre investigar com critério.

Link na Bio.

Chamaram de preguiça, de falta de esforço, desorganização. E você acreditou.Porque quando tudo dá mais trabalho pra você...
10/04/2026

Chamaram de preguiça, de falta de esforço, desorganização. E você acreditou.

Porque quando tudo dá mais trabalho pra você o caminho mais fácil é concluir que o problema é você.

Mas não é. O que falta não é força de vontade é compreensão do seu funcionamento.

Tem gente vivendo a vida inteira no improviso, tentando compensar dificuldade de atenção, memória, organização como se fosse “”falha de caráter”.

E não é.

Se você se trata como defeito, acaba insistindo em estratégias que não funcionam
Dar nome, cor e forma ao "fantasma", muda o jogo. A escolha é sua, qual jogo quer jogar?

Para muitas mulheres que atendo, a ansiedade não é o diagnóstico principal. Ela é o sintoma de um colapso invisível.Elas...
08/04/2026

Para muitas mulheres que atendo, a ansiedade não é o diagnóstico principal. Ela é o sintoma de um colapso invisível.

Elas chegam ao consultório com queixas clássicas: insônia, pensamentos catastróficos, o peito apertado e uma vigilância que nunca desliga. Mas, quando a escuta se aprofunda percebemos que essa ansiedade tem uma função específ**a: ela é usada como estratégia de compensação para não deixar a vida parar.

Se você tem falhas nas funções executivas, dificuldade crônica em planejar, priorizar ou simplesmente começar as tarefas, o seu corpo aprende a usar o medo e o estresse como combustível. Você não se organiza pelo prazer da ordem; e sim pelo pavor da falha.

O problema é que esse sistema de compensação tem data de validade.

Muitas mulheres adultas, extremamente funcionais e inteligentes, chegam ao limite justamente porque não conseguem mais sustentar o custo neurobiológico divergente.

A ansiedade acentuada é o corpo avisando que a “estratégia de sobrevivência" faliu.

Tratar o sintoma ansioso é como tentar apagar um incêndio sem fechar o gás. Você pode até sentir um alívio temporário, mas a base, a desorganização do sistema continua lá, gerando novas crises.

Investigar o seu funcionamento neuropsicológico não é buscar mais um rótulo. É entender, finalmente, que o seu quadro ansioso, possivelmente está vinculado a uma sobrecarga cognitiva que nunca foi respeitada.

O diagnóstico adequado é o que permite que você pare de atuar apenas sobre os efeitos e passe a acessar o que sustenta esse funcionamento.

Você sente que a sua ansiedade é, na verdade, um cansaço de tentar dar conta de tudo sozinha?

Endereço

Avenida João Corrêa 991 Sala 506/centro
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93010265

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