Psicóloga Vanessa Jarotzky

Psicóloga Vanessa Jarotzky Especialista em Psicoterapia de Orientação Analítica.
-Atendimento a adolescentes e adultos;
-Ava

Por aqui está repleto de fotos, mensagens, homenagens lindas e emocionantes pelo dia das mães!Mas meu carinho por aqui, ...
11/05/2026

Por aqui está repleto de fotos, mensagens, homenagens lindas e emocionantes pelo dia das mães!

Mas meu carinho por aqui, hoje, vai para quem não está nesta vibe!

Seja pela razão que for!

F**a aqui meu abraço e carinho pra você que quis engravidar, mas não teve êxito, pra você que tentou tratamentos para engravidar que não deram certo, pra você que perdeu um bebê antes ou depois do parto, pra você que perdeu um filho, ou mais de um, pra você que perdeu a mãe, pra você que está com a mãe doente, ou um filho, pra você que mora longe da sua mãe ou do seu filho, pra você que nunca teve mãe presente ou que não tem uma mãe presente e instagramável, pra você que por qualquer razão que seja não encontre alegria e conforto no dia de hoje! ✨️

08/05/2026
É a trend da Shakira no consultório, na contramão. Quando me ocorreu fazer a trend dela comigo no consultório, pensei: e...
04/05/2026

É a trend da Shakira no consultório, na contramão. Quando me ocorreu fazer a trend dela comigo no consultório, pensei: ela não deve se tratar!
Ela não esteve nem no meu e nem em outro consultório de psicologia nos últimos anos.
Será arrogância da minha parte pensar que se ela estivesse se tratando as letras das suas músicas mais recentes seriam diferentes? Me refiro às músicas de conteúdo explícito e direcionado ao seu ex-marido e atual namorada dele. 
Fui uma ouvinte animada da Shakira dos anos 90 com Estoy Aquí e Dónde Estás Corazón, mas nunca uma super fã. 

Recentemente fui olhar as letras das músicas que ela escreveu após o divórcio e então pesquisei com a ajuda da IA sobre se ela faz algum tratamento psicológico. Sim, uma coisa me levou a questionar sobre a outra! Na primeira pesquisa encontrei que ela não se trata e que inclusive já mencionou em entrevistas que prefere lidar com o próprio sofrimento através da sua música.
Em outra pesquisa aparece que já fez tratamento psicológico há alguns anos para aprender a lidar com a fama, mas recentemente não tem buscado esse tipo de apoio para suas questões pessoais.
A psicanálise trabalha com a fala, e é importante que quem sofre possa expressar em palavras seu sofrimento, se escutar dizendo em voz alta e ser escutado com atenção e técnica. 

Sim, julguei Shakira e vim expor aqui!

Mas, após refletir, pensei: é inegável que Shakira tem escrito, cantado, se escutado e sido escutada por multidões. 
Quem sou eu para dizer que o melhor para ela seria a escuta entre quatro paredes, num consultório de psicologia/ psicanálise? 
Segundo ela própria, está dando seu jeito e ganhando muito dinheiro, ela mesma diz isso, inclusive nas músicas. Fato é, Shakira tem cantado e partilhado com seu público e fãs, a sua dor, a qual, segundo Simone De Beauvoir, quando partilhada deixa de ser um exílio! (Adoro isso, pois é muito verdade!)
F**a aqui a sugestão, (de quem não se apresenta cantando no box do próprio banheiro, mas entende de ser escutada e de escutar, pois vivencia na pele seus efeitos) e dica a todos os não talentosos que portanto, não cantarão seus males à multidões: quando em sofrimento busquem ajuda especializada!

Escrevo aqui, uma pequena reflexão,  sucinta, sobre o que vim pensando nestes últimos dias para escrevernesta semana "da...
06/03/2026

Escrevo aqui, uma pequena reflexão, sucinta, sobre o que vim pensando nestes últimos dias para escrevernesta semana "da mulher".

Para mim, não há como pensar em algo para escrever num dia internacional da mulher, quando estamos apavoradas com os números crescentes de violência praticados por homens contra as mulheres, sem lembrar dos conceitos psicanalíticos de castração e narcisismo, ambos sendo encruzilhadas estruturais cruciais no desenvolvimento humano, que determinarão como o sujeito existe e se relaciona com os demais, como se vê, como funciona, como lida com limites, e com os limites não só do próprio desejo, mas também do próprio corpo, com a alteridade e com a diferença, com poder e possibilidades. 

Penso que algo se encaminhou muito mal para estes sujeitos ao fazerem a travessia do narcisismo e da castração - com seus respectivos controles pulsionais -  fundamentais na construção do sujeito, sem desconsiderar que há sim, outros fatores que contribuem para condutas assim violentas, que tomam o semelhante, uma mulher, como objeto de posse, gozo, como algo que pode simplesmente ser aniquilado e destruído, seja lá por qual motivo, tudo isso sem nenhum vestígio de consideração ou alteridade e de um controle sobre a pulsão de morte.

Com isso, penso que parte do que diferencia homens que praticam violência contra as mulheres, daqueles que não o fazem, passa por fases muito primitivas do desenvolvimento e estruturação do psiquismo, mas também por todo um caldo social, cultural, ambiental, relacional e interseccional, no qual estamos todos imersos e não imunes.

F**a o questionamento, será possível ajudar toda a sociedade, a criar meninos que serão homens que respeitarão seus semelhantes, para além das diferenças, sejam elas quais forem?

E como?

Passando por aqui para compartilhar algo sentido por mim hoje: é muito bom desfrutar de um período de férias, e claro, i...
28/02/2026

Passando por aqui para compartilhar algo sentido por mim hoje: é muito bom desfrutar de um período de férias, e claro, isso é inegável. Mas acho um baita privilégio ser o tipo de pessoa que sente vontade e alegria em voltar! Sério, quantas pessoas no mundo todo sentem genuinamente alegria em voltar para o trabalho que realizam?
Estive poucos dias em férias e não seria nada ruim poder ficar um pouco mais, mas não foi o planejado neste ano. De toda forma, não importa se saio por dez dias ou mais, quando se aproxima o momento de voltar não me é penoso e nem de forma alguma lamentável pensar em minha rotina de atendimentos no consultório ou on-line, pelo contrário, me apraz pensar nos encontros com os pacientes, na retomada das sessões e das questões que cada um traz consigo. Não sei se é um privilégio da profissão, mas me sinto privilegiada, grata em sentir o que sinto e feliz pela escolha profissional que fiz!

24/02/2026

Somos duas psicólogas e psicanalistas em formação com experiência nos começos na clínica, não somente por termos acompanhado de perto estagiários que estavam prestes a dar seus primeiros passos nesta empreitada, experiência, que aliás, nos motivou a propor este grupo, como também por termos vivenciado esta etapa, em nosso próprio percurso, com muita intensidade, mas também pela sorte que tivemos de termos supervisores que com muito acolhimento, cuidado, ética e generosidade, nos acompanharam também nos nossos inícios!

13/02/2026

Maiores informações:
Vanessa Jarotzky CRP 07/22664
Giordana Garcia CRP 07/38337

Contatos:
(51) 99994-1882
(51) 99386-6959

06/02/2026
Com alegria damos início a um projeto de Supervisão Clínica em grupo! Atuando como coordenadoras de estágio, sentimos qu...
04/02/2026

Com alegria damos início a um projeto de Supervisão Clínica em grupo! Atuando como coordenadoras de estágio, sentimos que poderíamos contribuir através da supervisão em grupo para o início da clínica de muitas pessoas! Surgiu assim a ideia e o desejo de oferecermos um grupo de supervisão clínica para recém formados ou estudantes ouvintes.
Qual a relevância de um grupo como este?
- O grupo permite o aprendizado compartilhado, onde as dúvidas e angústias do início da clínica podem ser divididas, acolhidas e partilhadas pelos colegas;
- O espaço conjunto de reflexão sobre a prática clínica e a condução de casos diminui a insegurança inicial;
- Dividir com o grupo a própria experiência e escutar a de colegas, ajuda a desenvolver em cada participante a capacidade de análise e escuta, auxiliando a pensar os casos e não apenas aplicar técnicas ou encaixar o paciente em teorias lidas/aprendidas nos livros;
- O grupo auxilia na construção de um estilo próprio do terapeuta;
- A prática clínica no consultório, tão conhecida por ser um trabalho solitário, pode ser mais leve se partilhada em grupo;
- E, por último, mas muito importante, o investimento financeiro numa supervisão clínica em grupo, é muito mais acessível para quem está em início de carreira, mas nem por isso, realizada sem considerar as questões éticas e a responsabilidade envolvidas na condução dos casos.

Maiores informações:
(51)99386-6959
(51)99994-1882

Giordana Garcia
CRP 07/38337
Vanessa Jarotzky
CRP 07/12664

Endereço

Rua Primeiro De Março, 708
São Leopoldo, RS
93010-210

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