Dra Luiza Ghizoni

Dra Luiza Ghizoni Médica pediatra , especialista em nefrologia infantil e transplante renal.

Essa semana minha menina não quis ir na ginástica. Ok. Não querer ir em algum lugar ou atividade é algo comum por aqui. ...
12/05/2023

Essa semana minha menina não quis ir na ginástica.

Ok. Não querer ir em algum lugar ou atividade é algo comum por aqui. Ela gosta de ficar em casa e meio que temos que insistir sempre. Ela vai reticente, chega, se diverte, adora e depois reconhece que realmente foi bom ter saído.

Com a ginástica não fiz diferente e insisti. Disse que não ia deixar que desistisse de uma atividade que vem curtindo tanto. Ela relutou e chorou.

Chorar também não é algo raro. Ela tem 5 anos e digamos que “transborda bastante”. Tudo bem. Acolhemos. E segui firme na bendita ginástica. Deixei clara a falta de escolha nesta situação, ela se resignou e foi.

Fez a aula saltitante, sem se queixar ou parecer cansada. Mas quando voltou pra casa, estava com febre.

Não preciso dizer que meu coração ficou partido. Que me senti muito mal por ter forçado a barra. Que ela muito provavelmente não queria ir porque talvez antes, já não se sentisse bem, e eu, carrasca, não soube ouvir.

A maternidade não é uma arte de certezas. Errar é, possivelmente, uma das poucas.

Me desculpo. Guardo o aprendizado no bolso. Mostro para ela que errar é inerente à existência humana e um caminho importante em prol do nosso melhor.

Neste fim de semana especial, deixo aqui meu “feliz dia” não para as mães perfeitas, e sim para todas aquelas que exercem seu papel com dedicação. Que o fazem atentamente e com leveza. E acolhem seus erros de forma inquieta, mas também gentil.

Aos meus filhos, sábios e pacientes mesmo sem dimensionar quanto, dedico o amor mais profundo que conheço. E agradeço por me apresentarem minha (não sei se melhor, mas certamente, mais realizada e feliz) versão.

Para .ghizoni deixo aqui não só o meu amor, mas também o reconhecimento de que ela foi, é e sempre será o melhor exemplar desta espécie incrível que recebe o nome de mãe. E querem saber a razão? Porque acima dos erros e acertos, houve sempre colo, ouvidos, presença e conexão.

Seguiremos. Tentaremos. Erraremos. Acertaremos. Amaremos. Amaremos. Amaremos.

E pra você, como questiona este cartão lindo que recebi, o que torna a sua mãe especial?

Repitam comigo:“O desfralde é um processo guiado pela criança” “O desfralde é um processo guiado pela criança”“O desfral...
23/11/2022

Repitam comigo:

“O desfralde é um processo guiado pela criança”
“O desfralde é um processo guiado pela criança”
“O desfralde é um processo guiado pela criança”

E NÃO, VERÃO NÃO É TEMPORADA DE DESFRALDE!

O tempo de desfralde é individual e depende do amadurecimento neurológico e psicossocial da criança.

Estabelecer uma estação do ano para o desfralde é como estabelecer um momento ideal para andar ou falar…
Bizarro, não?

Infelizmente, do ponto de vista cultural esta prática é muito enraizada, como mostra o resultado da enquete. E depende de nós a mudança deste cenário para que as crianças tenham seu protagonismo no processo de desfralde respeitado.

Esqueça os 10 passos ou o desfralde em 5 dias… o desfralde “coletivo” na escola então, nem se fala.

Apresente este universo para sua criança através do exemplo, sem pressão, prêmios ou punições, tampouco com uma data limite.

E sejam felizes na caminhada!

Vamos juntos?

Querido Francisco, menino doce, nome de santo, cheiro de céu. Enquanto eu pensava no que dizer hoje, me fiz muitas pergu...
25/09/2022

Querido Francisco, menino doce, nome de santo, cheiro de céu.

Enquanto eu pensava no que dizer hoje, me fiz muitas perguntas. Afinal, honrados e felizes estamos muito, mas estas não são as palavras que queremos usar porque, apesar de reais, não fazem jus à profundidade das nossas emoções.

Quando você nasceu, descobri um amor ímpar, de tia, que me preenche com alegria e admiração, assistindo essa família musical, de riso solto e que batalha por seus sonhos.

Mas hoje é o dia que marca o início da sua vida cristã. Filho de Deus em sua infinita bondade, irmão nesta comunidade, pertencente a algo maior, que vai além do nosso pequeno (e lindo) ambiente familiar. Vais aprender, com o tempo, que somos parte de um todo, e que este todo, também reside em cada um de nós. Que o amor e o cuidado pelo próximo deverão ser cultivados em ti. A potência da gentileza. O quão inegociável é respeitar, e respeitar-se. E que tudo lhe será permitido, mas que nem tudo lhe convém.

Vais aprender sobre fé e sua potência. Sobre crer sem precisar com os olhos ver, e irás compreender que, sendo parte deste Universo, você jamais estará só.

A espiritualidade, meu pequeno, te trará equilíbrio. Te trará paz. Te trará perguntas sem resposta e também te surpreenderá com respostas quando você menos esperar. Vai te fazer sentir a presença de Deus, da mesma forma que estamos sentindo a presença Dele aqui e agora, através da tua existência e da dádiva que é te segurar nos braços neste momento de batismo.

Querido afilhado, além de honrados e felizes, estamos aqui entregando a ti o nosso melhor: o Deus que há em nós. Te prometemos presença, física e espiritual. Seremos olhos, ouvidos e o colo que precisares. Te daremos a mão quando teus pesinhos começarem a ganhar o mundo. Estaremos ao teu lado nesta linda jornada iniciada hoje.

E se o amor de tia é um amor de mãe misturado com descontração e saudade, o amor de madrinha é um amor que espreme as paredes do coração e que vem com um contrato assinado no cartório mais sagrado que há, e que diz que não importam as circunstâncias, estaremos sempre aqui para ti.

Meu Deus, obrigada por este privilégio.

Com todo meu amor,
Dinda

Não importa quão longe seus outros papéis pareçam estar…Querida mãe, não deixe de existir.❤️
04/08/2022

Não importa quão longe seus outros papéis pareçam estar…

Querida mãe, não deixe de existir.
❤️

Eu queria ser psiquiatra…Sempre gostei de estudar comportamentos, emoções, gatilhos, relações humanas e afins.No interna...
28/07/2022

Eu queria ser psiquiatra…

Sempre gostei de estudar comportamentos, emoções, gatilhos, relações humanas e afins.

No internato, vivenciamos as especialidades na prática e pasmem, não dei conta.

Sigo admirando a psiquiatria e quem a ela se dedica. Desafiadora, minuciosa, empática, persistente.

Mas pude compreender que na vida adulta, quando algumas coisas já estão estabelecidas, a energia necessária para mudar é gigante… para alguns, imutável.

Em seguida, veio a pediatria e seus encantos. A magia da capacidade inacreditável de recuperação associada ao que há de mais rico: o amor de alguém que faz tudo, absolutamente tudo, para que seu bem mais precioso melhore.

Conseguiram ouvir o “click”?

Impossível não se apaixonar por este mundo de alegria e intensidade. Onde o choro é forte, mas a risada é solta. Onde as emoções são francas. Onde as mudanças são duradouras e as sementes do futuro são plantadas.

E hoje, em mais um dia do pediatra, sigo grata e encantada com este universo tão diverso, que pode estar na simplicidade de ouvir e apoiar, ou na alta complexidade das diversas subespecialidades que chegam cada vez mais longe numa infinidade de possibilidades terapêuticas. Mas acima de tudo, com cor e alegria e a oportunidade de estar neste universo lindo da infância, todos os dias.

Queridos colegas, que sorte a nossa!
Feliz dia… feliz escolha!

Andei ouvindo uns podcasts interessantes sobre educação financeira para crianças.Quando começar, como abordar, o valor d...
12/07/2022

Andei ouvindo uns podcasts interessantes sobre educação financeira para crianças.
Quando começar, como abordar, o valor das coisas e assim por diante. Achei massa!

Estamos de férias e o foco das nossas viagens não é o consumo, mas a criação de memórias que vem a partir de tempo juntos e atenção integral.

Eis que na ida, já pediram um presentinho. Conseguimos contornar, correria do aeroporto. Pronto, passou!

Na volta tivemos um tempo livre maior. Lembraram do famigerado presente e eu achei que aquela era uma boa oportunidade de dar uma quantia pequena para que “administrassem”.

Fiz o combinado e parecia tudo ok

Como são pequenos e imaturos, saímos do nossos discurso essencialista e, num piscar de olhos, estávamos em outro extremo: carta branca para comprar o cacareco que quisessem dentro do valor estipulado. Só por comprar!

Eles não sabem poupar, tampouco comparar. E eu, que estava me achando a maga da educação financeira infantil, não sabia como consertar essa situação.

Com o caçula, as expectativas eram baixas mesmo. Mas vale dar pra um filho e não pro outro? Bom, isso é outro papo.

Ele viu uma máquina de pegar bolinha com moeda de 1 real. “Mamãe, quero esse”. Legal, tá no orçamento! E mesmo explicando que sairia uma bola aleatória, ele mentalmente escolheu a dos minions, que obviamente não saiu. Chororô certeiro.

Com a maior, achei que essa micro experiência financeira seria legal. Então, vamos aos fatos: gostou do primeiro brinquedo, mas era caro. Segunda opção, cara também. Então saiu catando bugigangas que poderiam servir (😫🥴🤦🏼‍♀️).

No caixa, viu uma sereia e amou, mas que também passava do preço. Pensem na choradeira em não poder levar. E aí? Dar? Não dar? Confesso que imaginamos um fim de férias diferente.

Banquei o combinado e a frustração. Acolhi e tentei ser empática. Mas acabamos saindo da loja sem levar nada. Pensa numa criança e numa mãe

Sentamos, conversamos, procuramos alternativas e nem sei se ela entendeu. Contudo, este foi uma típica situação em que a expectativa e a realidade não caminharam juntas, pra ninguém.

(continua)

O desfralde em crianças atípicas pode ser desafiador e merece atenção especial.Estamos diante um mundo absolutamente div...
18/05/2022

O desfralde em crianças atípicas pode ser desafiador e merece atenção especial.

Estamos diante um mundo absolutamente diverso e, como para as crianças típicas, não há receita. Pelo contrário, o que há de mais poderoso é a INDIVIDUALIZAÇÃO.

Olhe atentamente para a criança, cercando-se de profissionais com o mesmo interesse em compreendê-la.

Acalme o seu coração, reduza as expectativas, silencie a culpa e minimize os ruídos externos para poder ouvir esta criança, mesmo que ela não saiba proferir uma só palavra.

Existem aspectos fisiológicos que precisam ser avaliados, além de fatores individuais de sensibilidade, compreensão e coordenação da cascata de eventos a partir da sensação de bexiga cheia.

Ir ao banheiro, sentar-se no vaso, despir-se, limpar-se. Estes podem ser desafios a serem vencidos de forma gradual e gentil. Sem treinos, premiações ou punições, o caminho é compreender o que está por trás dos comportamentos apresentados. “Qual seu medo?” “Qual sua sensação?” “O que a limita?”

E por fim: COMUNIQUE-SE COM A CRIANÇA, MESMO QUE ELA SEJA “NÃO VERBAL”. Mostre interesse pelo seu jeito de ver o mundo e expressar-se. Acredite no poder que há nas palavras ditas por você, em explicar, ou simplesmente informar que, caso ela queira, pode tirar a fralda e urinar ou evacuar no vaso sanitário. Tente entender sua forma de manifestar esta necessidade e estabeleçam uma linguagem específica para o xixi e o cocô, alinhada com os demais cuidadores para que todos falem a mesma língua.

Tente pontuar os desafios a serem vencidos. Procure profissionais que respeitem a integridade física e emocional da criança. Desconfie de quem diz que “tem que tirar a fralda e pronto”, bem como de quem não acredita no seu potencial. Aproxime-se de outras famílias e as ouça, com a ressalva que cada processo é único.

Confie no poder do tempo e na potência de vencer pequenas batalhas. Faça te**es com alguns períodos sem fralda. E sem culpa, “volte uma casa” se necessário for.

Lembre que o processo é da criança. Veja o mundo através dos seus olhos. Ame. Respeite. E sejam felizes.

Seja gentil.Todo mundo, o tempo todo, está enfrentando suas próprias batalhas.Olhe com carinho, tenha respeito e atenção...
01/05/2022

Seja gentil.
Todo mundo, o tempo todo, está enfrentando suas próprias batalhas.
Olhe com carinho, tenha respeito e atenção.
A dor do outro não é menor, que a do seu próprio coração.

E em homenagem aos pequenos guerreiros e suas nobres famílias a quem tenho a honra de servir, vem ai a coleção Virtudes. Ela vem recheada de doçura e imersa em um mar de amor. Quatro livros, oito personagens, infinitas lições e emoções.

Pequeno leitor:

Seja persistente
Você é muito, muito valente!

Seja bondoso,
Quem doa de si, só tem a ganhar.

Seja legal,
Nem todo mundo tem que ser igual.

Tenha fé,
Nossa mente tem poderes mágicos, basta acreditar no que se quer.

E ai, conta pra mim qual você vai querer conhecer primeiro?

Coleção VIRTUDES.
Autora .luizaghizoni
Ilustrações

Vendas pelo site da
Link na bio!

Fé: absoluta confiança que se deposita numa hipótese, mesmo sem provas. Convicção. Insuspeição. Crença.Esta é uma histór...
30/04/2022

Fé: absoluta confiança que se deposita numa hipótese, mesmo sem provas. Convicção. Insuspeição. Crença.

Esta é uma história sobre acreditar sem ver com os olhos, mas como o fundo do coração. Sobre saber com a alma. E sobre nunca estar só.

De um lado, uma menina valente vivendo dias difíceis após ser diagnosticada com câncer. E do outro, seu anjo da guarda, zeloso e cuidador, lhe ensinando o poder da fé.

Uma grande batalha que é apresentada de forma delicada, leve e positiva, sem menosprezar os sofrimentos de quem os sente.

“Sim, a fé tem essa força
De fazer e acontecer
Para isso basta crer
Na magia do teu ser
E te digo de sabido
A fé é também abrigo
Ela desperta o poder
Que sempre esteve contigo”

Já imaginou a potência de transmitir estes ensinamentos para uma criança? Então venha se emocionar com esta linda história.

Livro duplo: “A menina que sabia” e “O anjo cuidador”
Coleção VIRTUDES
Autora: .luizaghizoni
Ilustrações e projeto gráfico:
Edição:
Produção editorial:
Editora:

Empatia: faculdade de compreender emocionalmente o outro. Tomada de perspectiva. Ausência de julgamento. Identificação, ...
29/04/2022

Empatia: faculdade de compreender emocionalmente o outro. Tomada de perspectiva. Ausência de julgamento. Identificação, compreensão, aceitação e afeto.

Esta é uma história sobre amor incondicional. Sobre a riqueza das diferenças. Sobre ser quem se é, livremente e sobre deixar que outros também o sejam.
E assim nasce a linda amizade entre um menino autista, que na caixa não queria ficar, e um cão terapeuta, cujos olhos só enxergam as belezas da alma.

Mais alguém aqui já sentiu que na caixa não cabia, ou não queria caber? Mas também desejou profundamente ser visto com olhos de coração, aceito como é, sem julgamentos? E como pais, típicos ou atípicos, quantas vezes tentamos, mesmo sem querer, “encaixotar” nossos filhos para que caibam no propagado padrão?

Este livro é sobre amar incondicionalmente e foi construído para falar sobre a beleza que há no que não é igual.

Compartilhe com uma mãe!

Livro duplo: “O menino que não cabia na caixa” e “O cãozinho com olhos de coração”
Coleção VIRTUDES
Autora: .luizaghizoni
Ilustrações e projeto gráfico:
Edição:
Produção editorial:
Editora:

Persistência: ato de agir com perseverança. Qualidade do que dura. Obstinação, constância, tenacidade.Esta é uma históri...
29/04/2022

Persistência: ato de agir com perseverança. Qualidade do que dura. Obstinação, constância, tenacidade.

Esta é uma história sobre persistir e vencer. Sobre superar e seguir em frente, mesmo diante das dificuldades que o diagnóstico de diabetes na infância traz consigo. Sobre fazer o que se deve e colher seus frutos, com uma vida longa, saudável e feliz.

De um lado, uma pequena persistente. Do outro, sua versão do futuro, grata e alegre por tudo que viveram.

Lindo para quem vive esta realidade, mas também muito legal para os demais. Afinal, aborda a importância de disciplina e persistência, com equilíbrio e leveza.

Gostou? Marque uma mãe nos comentários!

Livro duplo: “A menina que não desistia jamais” e “A velhinha que foi feliz demais”
Coleção VIRTUDES
Autora: .luizaghizoni
Ilustrações e projeto gráfico:
Edição:
Produção editorial:
Editora:

Bondade: qualidade de quem tem alma nobre e generosa e é naturalmente inclinado a fazer o bem. Benevolência. Altruísmo. ...
28/04/2022

Bondade: qualidade de quem tem alma nobre e generosa e é naturalmente inclinado a fazer o bem. Benevolência. Altruísmo. Humanidade.

Esta é uma história sobre doação. Não de dinheiro, mas de vida.
Sobre um menino que não tinha rim, e sobre um rim que estava perdido, pois seu dono amigo, tinha partido. Sobre uma família que mesmo em meio à dor da perda do seu maior tesouro, disse sim para a doação de órgãos e proporcionou um lindo e transformador encontro entre estes dois personagens principais.

Além da bondade de quem doa e desta bandeira tão necessária de se levantar, a valentia do nosso menino e as particularidades das batalhas enfrentadas por crianças que precisam de terapia dialítica são apresentadas de forma muito delicada.

“Ah, então ele só é legal para crianças que tem doença renal?”

De jeito nenhum. Ele foi escrito para, além de gerar identificação em quem vive, apresentar ume linda história sobre bondade e, de brinde, conhecimentos importantes aos que estão ao redor.

Conhece alguém que vive ou viveu esta batalha? Compartilhe!

Livro duplo: “O menino que não tinha rim” e “O rim que estava perdido”
Coleção VIRTUDES
Autora: .luizaghizoni
Ilustrações e projeto gráfico:
Edição:
Produção editorial:
Editora:

Endereço

R: Haddock Lobo 131 Sala 402
São Paulo, SP
01414001

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