01/12/2025
Fonte: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10200480/
O fim do ano costuma estressar mais a mente do que o corpo.
É excesso de estímulos, excesso de demandas, excesso de comida à vista…
E quando o cérebro está cansado, ele entra no piloto automático e busca alívio rápido, não escolhas conscientes.
Não é o panetone, não é a rabanada e nem a ceia que “destroem” um processo.
O que realmente sabota é o pensamento automático dizendo:
“Agora já foi… em janeiro eu recomeço.”
A queda verdadeira não acontece no prato
acontece no diálogo interno desregulado,
quando usamos comida como anestesia emocional para lidar com ansiedade, culpa, estresse ou solidão.
A ciência mostra que a mente exausta altera o comportamento alimentar, aumenta a impulsividade e reduz a capacidade de autocontrole.
Por isso, a dieta não falha por falta de força de vontade, mas porque o cérebro está sobrecarregado.
Mas existe um pequeno grupo que não desiste nem em dezembro.
Não porque são perfeitos, mas porque aprenderam a:
• pausar antes de comer,
• planejar,
• reconhecer gatilhos emocionais,
• regular o estresse,
• e cuidar dos sentimentos sem colocar comida sobre eles.
✔️ Não espere janeiro. Comece agora com acompanhamento especializado e evite o efeito sanfona.
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