Psicóloga Gabrielle O. Venturini

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São a fome e o amor que movem o mundo. (Schiller)
20/03/2026

São a fome e o amor que movem o mundo. (Schiller)

É necessário muito esforço para enfrentar as cesuras, os rompimentos; para tolerar as frustrações, tolerar a não-represe...
13/03/2026

É necessário muito esforço para enfrentar as cesuras, os rompimentos; para tolerar as frustrações, tolerar a não-representação até que ela seja possível; para tolerar o sofrimento sem tentar se evadir para um narcisismo empobrecedor.
É necessário esforço para agredir e se indignar sempre que isso se faça necessário como forma de preservar valores.
É preciso força para suportar agressões, discordâncias, dúvidas; para suportar a atividade mental elaborativa e trabalhosa; para alcançar objetivos; para manter um espírito de luta requer confiança em si e nos objetos externos, incluindo o dar importância a si próprio e aos outros.
Há muito esforço no trabalho de luto, na elaboração das perdas.

*Figurações da inveja - o ódio ao esforço (Suad)

Desde que me formei, o PROATA se tornou um desejo e, nas mudanças de rumo da vida, me vi em São Paulo, diante da possibi...
11/12/2025

Desde que me formei, o PROATA se tornou um desejo e, nas mudanças de rumo da vida, me vi em São Paulo, diante da possibilidade de realizar algo que ficou guardado por tanto tempo. Agora, cá estou eu, encerrando este ano muito feliz por poder viver essa experiência e fazer parte com esta turma tão querida.🤍

Momentos não tão comuns no tratamento analítico, mas de enorme prazer quando os atingimos, talvez pelo fato de novamente...
02/06/2025

Momentos não tão comuns no tratamento analítico, mas de enorme prazer quando os atingimos, talvez pelo fato de novamente nos sentirmos tão próximos a outro ser humano, o prazer do paradoxo de “estar em um com, mas separado. (Winnicott)

“Se procurar bem, você acaba encontrando não a explicação (duvidosa) da vida, mas a poesia (inexplicável) da vida.”Carlo...
14/05/2025

“Se procurar bem, você acaba encontrando não a explicação (duvidosa) da vida, mas a poesia (inexplicável) da vida.”
Carlos Drummond de Andrade

Sapienza sobre a experiência analítica:Haverá momentos de travessias de desertos e paisagens inóspitas que põem à prova ...
12/05/2025

Sapienza sobre a experiência analítica:
Haverá momentos de travessias de desertos e paisagens inóspitas que põem à prova a tenacidade para sobrevivência.

Meu corpo não é meu corpo,é ilusão de outro ser.Sabe a arte de esconder-mee é de tal modo sagazque a mim de mim ele ocul...
23/04/2025

Meu corpo não é meu corpo,
é ilusão de outro ser.
Sabe a arte de esconder-me
e é de tal modo sagaz
que a mim de mim ele oculta.

Meu corpo, não meu agente,
meu envelope selado,
meu revólver de assustar,
tornou-se meu carcereiro,
me sabe mais que me sei.

Meu corpo apaga a lembrança
que eu tinha de minha mente.
Inocula-me seu patos,
me ataca, fere e condena
por crimes não cometidos.

O seu ardil mais diabólico
está em fazer-me doente.
Joga-me o peso dos males
que ele tece a cada instante
e me passa em revulsão.

Meu corpo inventou a dor
a fim de torná-la interna,
integrante do meu Id,
ofuscadora da luz
que aí tentava espalhar-se.

Outras vezes se diverte
sem que eu saiba ou que deseje,
e nesse prazer maligno,
que suas células impregna,
do meu mutismo escarnece.

Meu corpo ordena que eu saia
em busca do que não quero,
e me nega, ao se afirmar
como senhor do meu Eu
convertido em cão servil.

Meu prazer mais refinado,
não sou eu quem vai senti-lo.
É ele, por mim, rapace,
e dá mastigados restos
à minha fome absoluta.

Se tento dele afastar-me,
por abstração ignorá-lo,
volta a mim, com todo o peso
de sua carne poluída,
seu tédio, seu desconforto.

Quero romper com meu corpo,
quero enfrentá-lo, acusá-lo,
por abolir minha essência,
mas ele sequer me escuta
e vai pelo rumo oposto.

Já premido por seu pulso
de inquebrantável rigor,
não sou mais quem dantes era:
com volúpia dirigida,
saio a bailar com meu corpo.

Carlos Drummond de Andrade - As contradições do corpo
🤍

08/11/2024
Há um ano, no Congresso de Psicanálise da Febrapsi. Meu primeiro contato mais profundo com o tema do feminino e masculin...
01/11/2024

Há um ano, no Congresso de Psicanálise da Febrapsi.

Meu primeiro contato mais profundo com o tema do feminino e masculino enquanto funções psíquicas.
Sigo cultivando sementes recebidas naqueles dias 🌱

“A inação consola de tudo. Não agir dá-nos tudo.Imaginar é tudo, desde que não tenda para agir. Ninguém pode ser rei do ...
22/10/2024

“A inação consola de tudo.
Não agir dá-nos tudo.
Imaginar é tudo, desde que não tenda para agir.
Ninguém pode ser rei do mundo senão em sonho.”

O filme “a substância” encarnou, literalmente, o que temos pensado no grupo de estudos sobre o corpo e o feminino. Desde...
17/10/2024

O filme “a substância” encarnou, literalmente, o que temos pensado no grupo de estudos sobre o corpo e o feminino. Desde a teoria psicanalítica, de Freud à Lacan, com sua frase “a mulher não existe”, até as críticas da jornalista Naomi Wolf no seu livro o mito da beleza.

As imagens do filme nos coloca diante do real, das substâncias consumidas ou barradas (artificiais, tecnológicas, alimentares), do ideal que na sua não realização cruza a linha do bizarro.

Um horror que se transforma em ódio.
A rivalidade com o tempo, com o corpo, e com o outro. A dificuldade e, muitas vezes, a impossibilidade, de uma existência enquanto sujeito, que pode se relacionar consigo mesmo e com os imperativos, brincar com eles e escolher uma posição, ao contrário de ser submetida e devorada vorazmente pelos mesmos. A tentativa de colocar a mulher com suas “substâncias” em uma lógica fálica que a des-substancializa, de matar o poder de criação e a alteridade.
A assustadora existência do enigmático, “o continente negro”, que escapou à Freud. Posição que sustenta o semblante de homem, ou sustentava até então.

É a presença universal (sem gênero, classe ou s**o biológico) do não-todo, sem corpo, que é temida e projetada. Mas, como com isso não há o que ser feito, segue-se, então, o corpo da ordem do real como única possibilidade concreta para se destruir.

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