Dra. Carolina Mergulhão

Dra. Carolina Mergulhão Prazer, sou a Dra. Carolina Mergulhão, endocrinologista e metabologista. Encaro a medicina como uma

Especialidades:

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Doenças da hipófise
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CRM-SP 137.944 | RQE 36.594Durante o Carnaval, muita gente acredita que o corpo entra em “modo pausa”. Mas ele não pausa...
13/02/2026

CRM-SP 137.944 | RQE 36.594

Durante o Carnaval, muita gente acredita que o corpo entra em “modo pausa”. Mas ele não pausa. Álcool em excesso, poucas horas de sono e alto consumo de açúcar ativam a inflamação sistêmica, desregulam hormônios do apetite e favorecem a retenção de líquidos.

Mesmo em poucos dias, isso já impacta a glicemia, o cortisol, a sensibilidade à insulina e o funcionamento intestinal. Não se trata de culpa nem de proibição. É entender que o organismo responde a tudo o que você faz, inclusive na folia.

Quando há exageros sem estratégia, o corpo sai inflamado, inchado e mais resistente ao emagrecimento no pós-Carnaval. Consciência, hidratação, alimentação minimamente organizada e o máximo de sono possível fazem diferença real para atravessar esse período sem pagar a conta metabólica depois.

Dra. Carolina Mergulhão
Endocrinologista e Metabologista
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CRM-SP 137.944 | RQE 36.594Muitos pacientes chegam ao consultório frustrados, dizendo que fazem tudo “como antes”, mas o...
12/02/2026

CRM-SP 137.944 | RQE 36.594

Muitos pacientes chegam ao consultório frustrados, dizendo que fazem tudo “como antes”, mas o corpo não responde mais. Isso não é falha pessoal.

Após os 40 anos, ocorrem adaptações fisiológicas que mudam completamente a forma como o organismo lida com peso, gordura e energia. A ciência mostra que preservar o músculo, ajustar a alimentação, cuidar do sono, reduzir o estresse e individualizar o tratamento são pilares fundamentais nessa fase da vida.

Emagrecer depois dos 40 é possível, mas exige uma abordagem diferente, baseada em fisiologia e acompanhamento médico sério.

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11/02/2026

CRM-SP 137.944 | RQE 36.594

Depois dos 40 anos, especialmente nas mulheres, ocorre uma queda progressiva do estrogênio. Esse hormônio influencia diretamente a distribuição de gordura, a preservação de massa muscular e o gasto energético basal.

Com menos estrogênio, o corpo tende a perder músculo com mais facilidade, reduzir o metabolismo de repouso e armazenar gordura com mais eficiência, mesmo mantendo hábitos antigos. Além disso, mudanças de rotina, sono, estresse e menor estímulo muscular se somam a esse cenário.

Por isso, emagrecer após os 40 costuma ser mais difícil, mas não é impossível. Estratégias bem estruturadas fazem a diferença, como uma alimentação adequada com foco em proteína e qualidade nutricional.

O exercício físico com ênfase em treino de força também é essencial, assim como o tratamento individualizado, que em alguns casos pode incluir o uso de medicação, sempre com leitura de bula e acompanhamento médico.

O caminho muda, mas o resultado continua possível quando o tratamento é ajustado à sua nova fisiologia.

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CRM-SP 137.944 | RQE 36.594Quando falamos de energia, não estamos falando de disposição momentânea, mas do funcionamento...
10/02/2026

CRM-SP 137.944 | RQE 36.594
Quando falamos de energia, não estamos falando de disposição momentânea, mas do funcionamento da mitocôndria, a estrutura da célula responsável por transformar nutrientes em energia. Esse processo é essencial para órgãos como cérebro, músculos, coração e fígado. Quando a mitocôndria funciona bem, a célula produz energia de forma eficiente. Quando funciona mal, sobra desgaste celular.

Nesse processo, surgem os chamados radicais livres, que são subprodutos naturais da produção de energia. Em equilíbrio, eles fazem parte da fisiologia normal. O problema começa quando há excesso de produção e pouca capacidade de defesa, levando ao estresse oxidativo. Isso contribui para inflamação, envelhecimento celular e piora de várias doenças crônicas. Cuidar da mitocôndria envolve hábitos consistentes, alimentação adequada, atividade física e acompanhamento médico. Saúde começa no nível celular.

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CRM-SP 137.944 | RQE 36.594No consultório, tenho ouvido cada vez mais perguntas sobre o SS-31, também chamado de elamipr...
09/02/2026

CRM-SP 137.944 | RQE 36.594

No consultório, tenho ouvido cada vez mais perguntas sobre o SS-31, também chamado de elamipretide. De forma simples: ele é um peptídeo desenvolvido para agir diretamente na mitocôndria, que é a estrutura da célula responsável pela produção de energia. Ele se concentra na membrana interna da mitocôndria e interage com a cardiolipina, um componente essencial para o bom funcionamento da cadeia respiratória. Quando essa estrutura é estabilizada, a mitocôndria trabalha de forma mais eficiente e sofre menos dano ao longo do tempo.

Por isso se fala tanto em energia e radicais livres. Em estudos mecanísticos, o que se observa é melhora da eficiência energética da célula, redução do estresse oxidativo e menor liberação de espécies reativas de oxigênio em mitocôndrias disfuncionais. Isso ajuda a explicar por que, em doenças mitocondriais específicas, alguns pacientes relatam melhora de fadiga e desempenho físico. Mas é importante ser muito clara: isso não significa comprovação de longevidade ou efeito antiaging em pessoas saudáveis. Ciência séria exige contexto, indicação correta e acompanhamento médico.

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06/02/2026

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Quando falamos de ansiedade, humor, foco ou sono, muita gente pensa apenas em medicação. Mas neurotransmissores como serotonina, dopamina, noradrenalina e GABA dependem de matéria-prima biológica para serem produzidos e funcionarem adequadamente.

Vitaminas do complexo B, magnésio, ferro, zinco e aminoácidos obtidos na alimentação participam diretamente da síntese e do equilíbrio desses sistemas. Sem esses nutrientes, o cérebro trabalha em modo de deficiência, mesmo com uso de medicamentos.

Alimentos ricos em proteínas de boa qualidade, ovos, peixes, leguminosas, vegetais verdes, oleaginosas e frutas participam desse processo de forma integrada. Isso não substitui tratamento médico nem medicação quando indicada, mas mostra que saúde mental e neurológica não se sustentam apenas com prescrição isolada.

Neurotransmissores são resultado de um organismo nutrido, equilibrado e acompanhado de forma individualizada.

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CRM-SP 137.944 | RQE 36.594Pouca gente entende isso: a perda de força muscular não afeta apenas o corpo. Ela altera o me...
05/02/2026

CRM-SP 137.944 | RQE 36.594

Pouca gente entende isso: a perda de força muscular não afeta apenas o corpo. Ela altera o metabolismo, aumenta a inflamação sistêmica e cria um ambiente biológico hostil para os neurônios.

Estudos mostram que pessoas com sarcopenia apresentam um risco significativamente maior de comprometimento cognitivo e demência. O músculo funciona como um verdadeiro escudo metabólico.

Treino de força, ingestão adequada de proteínas e acompanhamento médico não são apenas estratégias para envelhecer melhor fisicamente, mas para preservar:

Memória;
Raciocínio;
Autonomia.

Envelhecer com saúde começa muito antes dos primeiros esquecimentos.

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CRM-SP 137.944 | RQE 36.594No Dia Mundial do Câncer, é fundamental entender que o movimento regular vai além da saúde ca...
04/02/2026

CRM-SP 137.944 | RQE 36.594

No Dia Mundial do Câncer, é fundamental entender que o movimento regular vai além da saúde cardiometabólica; existem evidências científicas sólidas mostrando que a atividade física está associada a uma redução significativa do risco de desenvolver diversos tipos de câncer ao longo da vida.

Estudos epidemiológicos demonstram que níveis mais altos de atividade física estão inversamente associados ao risco de tumores como:

-Câncer de mama;
-Cólon;
-Endométrio;
-Estômago e outros tumores sólidos.

A ciência observa uma relação de dose-resposta: quanto maior a atividade física, menor a chance de desenvolver várias neoplasias. Além disso, mesmo após um diagnóstico, manter-se ativo está associado a uma menor progressão da doença e redução da mortalidade específica em alguns casos.

Esses benefícios não dependem exclusivamente da perda de peso. O exercício atua através de mecanismos biológicos fundamentais, como:

-Redução da inflamação crônica;
-Melhora da sensibilidade à insulina;
-Redução de hormônios circulantes;
-Melhora da função imunológica.

Incorporar atividades regulares — seja caminhada, treino de força ou outras modalidades — é uma estratégia comprovada de prevenção primária e secundária, somada à alimentação saudável e ao controle de peso.

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CRM-SP 137.944 | RQE 36.594A saúde cerebral não depende apenas do que acontece no cérebro. Ela é construída diariamente ...
03/02/2026

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A saúde cerebral não depende apenas do que acontece no cérebro. Ela é construída diariamente no corpo, especialmente no músculo, que funciona como um órgão metabólico, inflamatório e protetor da função cognitiva. Quando há perda de força e massa muscular, o risco neurológico aumenta de forma consistente.

Evidências científicas recentes reforçam a associação entre sarcopenia, comprometimento cognitivo e demência.

Por isso, envelhecer com lucidez não é aceitar a fraqueza como inevitável, mas tratar precocemente o metabolismo, o músculo e o estilo de vida com estratégia médica e visão de longo prazo.

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CRM-SP 137.944 | RQE 36.594Musculação não é estética, não é juventude e não é opcional quando falamos de saúde metabólic...
02/02/2026

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Musculação não é estética, não é juventude e não é opcional quando falamos de saúde metabólica. O músculo é um órgão endócrino ativo, capaz de regular glicose, insulina, inflamação sistêmica e metabolismo energético.

Quanto maior e mais funcional a massa muscular, maior a sensibilidade à insulina e menor o risco de diabetes tipo 2, síndrome metabólica e acúmulo de gordura visceral.

Além disso, o treino de força atua diretamente na prevenção de doenças crônicas:

Reduz a inflamação de baixo grau.

Melhora a função mitocondrial e preserva a densidade óssea.

Protege o cérebro e diminui o risco de sarcopenia, quedas, demência e perda de autonomia.

Envelhecer com músculo não é performance, é proteção biológica. Por isso, a musculação deve ser encarada como um tratamento preventivo, estruturado e integrado a uma estratégia médica individualizada.

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30/01/2026

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A apresentadora Oprah Winfrey, 71 anos, contou em entrevista recente que o uso de medicações para obesidade a ajudou a silenciar o que chamou de “ruído da comida”. Pela primeira vez, a fome constante e a obsessão mental por comer diminuíram. Ao interromper o tratamento, parte do peso voltou, mesmo mantendo cuidados com alimentação e estilo de vida.

Esse relato é extremamente importante porque traduz o que a ciência já demonstra: a obesidade é uma doença crônica, com forte adaptação metabólica. Medicações como os análogos de GLP-1 podem ser ferramentas eficazes, sempre com leitura de bula, avaliação de efeitos colaterais e acompanhamento médico.

Elas não curam a obesidade e não devem ser encaradas como soluções temporárias. Quando o tratamento é interrompido sem estratégia, o corpo tende a defender o peso anterior. Por isso, emagrecimento sério exige visão de longo prazo e acompanhamento médico contínuo.

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29/01/2026

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Você sabia que seu corpo já produz o hormônio GLP-1? Esse hormônio é fundamental para a saciedade, o controle glicêmico e o metabolismo, sendo justamente o alvo das medicações análogas de GLP-1 utilizadas no tratamento da obesidade.

No entanto, alimentos bem escolhidos podem estimular naturalmente a liberação de GLP-1 durante a digestão, contribuindo para a sensação de plenitude e auxiliando no processo de emagrecimento.

Estratégia Nutricional e GLP-1:
Proteínas de qualidade: Carnes magras, ovos, peixes, leguminosas e iogurte natural favorecem a liberação de GLP-1, pois prolongam a digestão e sinalizam saciedade ao cérebro.

Gorduras saudáveis: Abacate, azeite de oliva, nozes e sementes também auxiliam nesse processo de estímulo hormonal.

Fibras solúveis: Aveia, vegetais e grãos integrais alimentam o intestino e promovem a produção de ácidos graxos que estimulam o GLP-1.

Vale ressaltar que esses alimentos não substituem o tratamento médico, mas são parte essencial de uma estratégia nutricional inteligente quando integrados ao acompanhamento clínico.

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