Juliana Guidugli - Psicologia Clínica

Juliana Guidugli - Psicologia Clínica Psicóloga Junguiana, graduada pela PUC-SP, pós graduada pela UNIFESP e Sedes Sapientiae.

Lindas imagens! Um passeio pelo universo de Jung, da alma e do inconsciente. Com a presença da fantástica Nise da Silvei...
22/11/2025

Lindas imagens! Um passeio pelo universo de Jung, da alma e do inconsciente. Com a presença da fantástica Nise da Silveira, que não poderia faltar... E da amiga de todas as horas.

Há um tempo venho sentindo a necessidade de renovar esse perfil profissional, que agora foi recentemente batizado como P...
12/10/2025

Há um tempo venho sentindo a necessidade de renovar esse perfil profissional, que agora foi recentemente batizado como Pausas e Prosas Junguianas.

A ideia aqui será expor um pouco mais e principalmente reunir o que gosto e o que faz sentido na minha trajetória de desenvolvimento. Assim f**ará mais fácil entender sobre como eu venho trabalhando nos últimos anos.

Vinha me incomodando com a fragmentação dos perfis nas redes sociais. E é por isso que pretendo pouco a pouco reunir e integrar os posts, tentando voltar a ser uma só por aqui no Instagram. Quem sabe a gente também passe por uma certa "individuação" na forma como nos colocamos nos meios digitais? E talvez, quem sabe até em outro momento, quando conseguir alcançar um nivel de evolução ainda mais elevado, possa enfim me livrar definitivamente das redes sociais. Ainda não cheguei lá... Mas não vou desistir tão fácil!

Tenho alguns textos e reflexões que escrevo e publico no Pausas e Prosas, e que pretendo migrar para cá em doses homeopáticas. Além da escrita livre, pretendo mostrar também o trabalho com arte, sonhos, contos e mitos sagrados que podem proporcionar imagens ricas no contexto de uma terapia junguiana. Assim vamos juntos aprendendo a ganhar mais intimidadea com este precioso material inconsciente que brota das profundezas da psique, em nosso diálogo com a alma.

Uma noite pra lá de especial no lançamento do livro Retratos do Corpo organizado pela querida Leda. Feliz por partilhar ...
30/08/2024

Uma noite pra lá de especial no lançamento do livro Retratos do Corpo organizado pela querida Leda. Feliz por partilhar esse projeto com outros autores que tanto admiro e de estar rodeada de tanta gente boa.

Orgulho e alegria de fazer parte desse lindo projeto organizado pela Leda e de estar ao lado de tantos nomes importantes...
23/08/2024

Orgulho e alegria de fazer parte desse lindo projeto organizado pela Leda e de estar ao lado de tantos nomes importantes na minha formação - da PUC ao Sedes. 💫

Nova companheira nos estudos 🤓😍
16/04/2024

Nova companheira nos estudos 🤓😍

Encontros que aquecem a alma. 20 anos de formados - Psicologia PUC. O tempo é bom!
24/09/2023

Encontros que aquecem a alma. 20 anos de formados - Psicologia PUC. O tempo é bom!

16/06/2021

É com grande prazer que o curso Jung e Corpo promoverá no dia 25/06/2021, sexta-feira, às 18H00 a discussão do filme BIRD BOX.

TEMA: MATERNIDADE

NO DIA E HORÁRIO BASTA ACESSAR O LINK, SEM INSCRIÇÃO PRÉVIA!

O filme deve ser previamente assistido.

Link do ZOOM:
https://us06web.zoom.us/j/82242599536?pwd=cnl6M3ZhVVV3YmhRVlBETnBKWEtCQT09

ID da reunião: 822 4259 9536
Senha de acesso: 065357

Sobre os convidados:

Amana Perrucci Machado Comfort é psicóloga formada pela USP, psicoterapeuta junguiana corporal, docente do curso Jung e Corpo do Instituto Sedes Sapientiae e arteterapeuta.

Luísa Agosti é psicóloga formada pela PUCSP, com especialização em Jung e Corpo pelo Instituto Sedes Sapientae.

Sinopse do filme:
O enredo gira em torno de uma mulher que, junto com um par de crianças (apelidados de Garoto e Garota), devem atravessar vendados uma floresta e um rio para evitar que entidades sobrenaturais mostrem os piores temores de suas vítimas, arrependimentos e perdas que os levam a suicidar-se.

O evento é gratuito e aberto ao público interessado. Venha participar!

Cordialmente,

Comissão Organizadora
Cine Sedes Jung e Corpo

Primeiramente é importante entender que a vergonha é um sentimento absolutamente natural e por que não dizer necessário ...
05/03/2021

Primeiramente é importante entender que a vergonha é um sentimento absolutamente natural e por que não dizer necessário à humanidade e ao convívio social. Está relacionada aos ideais coletivos e à moral. Pode durar instantes ou até mesmo colar na identidade dos tímidos assumidos e declarados.

Podemos pensar que, em um mundo que valoriza a extroversão, uma certa dose de vergonha pode até ser bem-vinda. Sem sua presença, o mundo provavelmente seria mais truculento e as relações menos empáticas. Cyrulnik fala do sujeito envergonhado como um anti-Narciso com tendência ao altruísmo e à modéstia.

Jung, em Tipos Psicológicos, descreve o tipo introvertido como um indivíduo que se orienta a partir de fatores subjetivos, diferente do extrovertido que tem como principal referência os dados objetivos, as condições externas. Enquanto o extrovertido vive nos e com os outros e tem mais dificuldades em se ocupar de si mesmo, o introvertido vive melhor na própria companhia e prefere fazer tudo à sua maneira, independente das influências externas. É interessante pensar que o indivíduo tímido não necessariamente é um tipo introvertido, já que pode se orientar a partir do mundo externo, dando uma excessiva importância ao olhar do outro, fugindo do contato íntimo com as próprias emoções.

Cyrulnik relaciona a vergonha a um mecanismo de proteção, como uma forma de evitar novas agressões e o sentimento de desprezo. O indivíduo expõe a parte suportada da própria história e a parte sombria f**a aprisionada nas profundezas da alma. Ao manter o sofrimento e as emoções ocultas poderá criar uma zona silenciosa, porém turbulenta e perturbadora. E apesar de estar em consonância com os ideais culturais, a escassez das palavras e dos afetos poderá dificultar a construção dos vínculos mais profundos. Nota-se que há um encolhimento do Eu, um autoapagamento, no esforço de "ser como os outros" para não ser notado.

Tal atitude defensiva pode ser, portanto, prejudicial ao processo de individuação. E dessa forma, o indivíduo, principalmente após a meia idade, será convidado a se libertar da vergonha, aprendendo a afirmar o Eu e a validar as próprias emoções reveladas pela palavra.

Nesse fim de ano quero mesmo é falar sobre a esperança. Atravessamos um ano duro, fomos todos convocados para a introver...
18/12/2020

Nesse fim de ano quero mesmo é falar sobre a esperança. Atravessamos um ano duro, fomos todos convocados para a introversão, para o recolhimento. Perdemos momentaneamente alguns de nossos principais "respiros" e tivemos a chance de ter uma conversa mais íntima com a nossa alma. Com as restrições diminuímos as possibilidades de desviar o nosso olhar dos nossos incômodos. Tivemos que f**ar na companhia deles. Não foi gostoso (nem um pouco), mas certamente há um sentido maior para o que vivemos. Como junguiana, acredito na função compensatória da psique, que muitas vezes se impõe na necessidade de reequilibrar algumas coisas.

Trabalhei bastante, fiz o que deu, deixei muitas coisas de lado... 2020 foi o ano do "possível". Me senti mais do que nunca muito próxima dos meus pacientes-parceiros. Fiquei muitas vezes em silêncio, senti que tinha pouco a dizer. Fui obrigada a conhecer e a respeitar mais os meus limites. Tive que dizer alguns "nãos" em alto e bom som. Fácil não foi, não está sendo, mas foi necessário. Mas, ainda assim, sempre que possível, permaneci lá, disponível, atenta e presente, aguardando por ventos melhores.

Aliás, é interessante pensar que um bom velejador tem que ser, entre outras coisas, um bom conhecedor dos ventos. Não adianta brigar com o vento, seja pela falta ou excesso, mas precisa ter sabedoria, aprender o que fazer diante das condições apresentadas pela natureza. E quando a tempestade chega, muitas vezes o melhor a fazer é recolher as velas e deixar a fúria do vento passar. Além disso, precisa de outras inúmeras qualidades que desconheço, conhecer bem os equipamentos e recursos da própria embarcação, assim como as próprias aptidões e potências individuais...

E o que esperar para o próximo ano? Não faço a menor ideia! Podemos tentar prever, mas não alterar a condição do tempo. Posso apenas dizer que enquanto aguardamos melhores condições de tempo, temperatura e pressão podemos ir preparando a terra, criando uma atmosfera favorável para receber aquilo que desejamos, respeitando sempre o tempo que não nos pertence... E enquanto isso, vamos desejando por "bons" sonhos para a gente sonhar...

10 anos atrás e essa equipe porreta se preparava para inaugurar mais um serviço de saúde mental para atendimento à popul...
02/12/2020

10 anos atrás e essa equipe porreta se preparava para inaugurar mais um serviço de saúde mental para atendimento à população da Brasilândia (bairro localizado na Zona Norte de São Paulo). Quantas memórias lindas e que trabalho mais potente! Muito orgulho de ter feito parte dessa importante conquista do bairro e da cidade!♥️

Esse ano completo 17 anos de formada, atuando desde então como psicóloga clínica em consultório particular, e com memóri...
20/10/2020

Esse ano completo 17 anos de formada, atuando desde então como psicóloga clínica em consultório particular, e com memórias incriveis de quase 10 anos de trabalho na saúde pública no estado de São Paulo.

Sou muito grata pela profissão que escolhi e por aqueles que de alguma forma dividiram comigo suas histórias, suas dores mais íntimas; juntos sustentamos conflitos até que novos caminhos pudessem se abrir; com alguns pude partilhar importantes conquistas, com outros pude apenas acompanhar e respeitar escolhas, tentando ampliar o olhar e minimizar alguns danos. Aprendi a entender que muitas vezes o pouco que conseguimos em alguns casos pode representar muito para indivíduos que levam uma vida de intenso sofrimento psíquico.

Com cada um a terapia ganha uma forma, pouco a pouco vai revelando a que veio, qual a sua função. Dura o tempo que tiver que durar! A ideia geral é que gradualmente o indivíduo possa aprender a se comunicar melhor com a figura do terapeuta interior, a se apropriar cada vez mais da possibilidade de compreender as nuances da linguagem e os simbolismos do universo psíquico. Tarefa nada fácil, mas possível, a meu ver. Alguns encontros serão breves e pontuais, podem assumir caráter mais educativo, outros terão longa duração, permitindo que o terapeuta vire testemunha do processo de desenvolvimento, da individuação de seus pacientes.

Com os anos a relação terapêutica vai se transformando, se aprimorando.. A comunicação, incluindo a não verbal (tom de voz, gestos, expressões faciais e corporais...), vai f**ando mais fluida na medida em que a confiança se consolida e que as "guardas" começam a baixar. A dinâmica entre a dupla analista-paciente, quando há abertura e disponibilidade para o envolvimento mais profundo, é uma "arte", potente por sua essência.

Há muito anos venho querendo escrever sobre parte desse percurso, sobre alguns encontros que foram profundamente signif**ativos para mim. Pouco se fala sobre as marcas e as transformações que os pacientes deixam em seus terapeutas.

Posso dizer que meu processo de desenvolvimento em parte caminha junto com o de muitos clientes. Como terapeuta junguiana me deixo afetar por essas relações; muitas vezes saio das sessões profundamente mobilizada, levo para casa preocupações, mergulho em reflexões na busca incessante por um fio condutor, uma centelha de luz na escuridão inconsciente. Com os anos (e com a ajuda da análise pessoal e da supervisão) vamos aprendendo a dançar a dança da indiscriminação-discriminação, do olhar de dentro e do olhar de fora, e vai f**ando mais fácil afrouxar alguns nós. Cuidamos das nossas feridas e por isso podemos ajudar a cuidar da ferida dos outros.

De forma geral, precisamos do outro, de relacionamentos signif**ativos e profundos, para nos desenvolvermos, para nos to...
08/10/2020

De forma geral, precisamos do outro, de relacionamentos signif**ativos e profundos, para nos desenvolvermos, para nos tornarmos mais conscientes e senhores de nós mesmos. O casamento pode ser uma das possibilidades para o desenvolvimento psíquico, embora não seja a única...
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O outro pode nos inspirar, nos ajudar a desenvolver nossas potências e também nos fazer encarar nossas facetas mais terríveis e pavorosas, denunciando aspectos sombrios que limitam a nossa existência e que criam barreiras ao nosso crescimento.
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Segundo Jung, com frequência, fazemos escolhas mais inconscientes e instintivas dos parceiros amorosos. A relação inicial se dá através do apaixonamento marcado pela indiscriminação, pela complementaridade, pela identidade inconsciente, que promove uma sensação de harmonia e de comunhão total. Podemos dizer que num primeiro momento nos relacionaremos com uma parte de nós mesmos, isto porque projetamos no outro muitos aspectos inconscientes. E com isso, podemos f**ar engessados em papéis pré-determinados, depositando no outro uma série de expectativas.
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Porém, com a convivência seremos confrontados com a realidade, as projeções começarão a se esfacelar e a revelar a verdade de cada um. Com o amadurecimento será possível desenvolver um relacionamento mais criativo e flexível. E assim, poderemos assumir a responsabilidade e a condução pela nossa própria vida.
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De uma forma ou de outra, a vida conjugal mais duradora passará por momentos de encontros e desencontros, sintonias e dessintonias, aproximação e distanciamento... A desconexão, e o silêncio provisório, pode ser fundamental para a necessária reconexão com o nosso "eu" mais autêntico. Os conflitos e os atritos, muitas vezes indesejados e desagradáveis, podem trazer o movimento necessário, definir novas trajetórias e novos limites para que a vida volte a fluir e a se expandir.
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E se o casamento for criativo, os parceiros aprenderão a dançar essa dança, respeitando os ciclos, se adaptando e se abrindo para as possibilidades da renovação apresentadas pelas circunstâncias da vida. Ambos poderão sair transformados e aproveitar o que de melhor a parceria e a intimidade pode nos oferecer...

Endereço

Avenida Rouxinol 55 Cj. 605
São Paulo, SP
04516000

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Segunda-feira 07:00 - 21:00
Terça-feira 07:00 - 21:00
Quarta-feira 07:00 - 21:00
Quinta-feira 07:00 - 21:00
Sexta-feira 07:00 - 21:00

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