Unifoa - Fitoterapia - Alunos do Rogério da Silva Veiga

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23/11/2016
04/12/2014

INTERAÇÕES FÁRMACOS X NUTRIENTES X PREPARAÇÕES VEGETAIS E EQUÍVOCOS

As abordagens dos assuntos “ Interações medicamentosas e interações entre alimentos e medicamentos “ não têm sido tratadas de maneira cientif**amente adequada por muitos profissionais da área da saúde e pesquisadores. Primeiramente deve-se avaliar a preparação utilizada em questão. Os conceitos de segurança e eficácia podem variar muito quando utiliza-se certas preparações que muitas vezes já não apresentam mais as características da planta na forma de droga vegetal. Existem alegações terapêuticas em comum às diversas preparações de uma determinada espécie vegetal, mas existem propostas terapêuticas particulares de uma determinada preparação dessa espécie vegetal. As principais consequências dessa questão são: a) geração de preconceito; b) limitação de uso por insegurança dos profissionais; c) argumentos não fundamentados e pouco esclarecidos. Essas são algumas das questões que levam ao desinteresse pela fitoterapia aparentemente formal e principalmente à limitação no uso de ferramentas terapêuticas cientif**a e tradicionalmente consagradas, mas nunca podemos esquecer e sempre devemos perceber que a fitoterapia está presente principalmente na alimentação funcional que compõe cada vez mais o nosso dia-a-dia e as associações e interações geradas por essa conduta com certeza surtem muito menos prejuízos que os erros de prescrições que abrangem fármacos sintéticos e isolados considerados “ seguros “ e “ confiáveis “ .

04/12/2014

LIMITAÇÕES DA FARMACOCINÉTICA

Em relação aos fármacos algumas limitações das abordagens farmacocinéticas são óbvias, como a proliferação de parâmetros a partir de modelos conceitualmente simples.
Pode-se dizer que existem duas premissas que baseiam a idéia de que, ao relacionar a resposta a um fármaco com a sua concentração plasmática, reduziremos a variabilidade ao considerar a variação farmacocinética – ou seja, variação da absorção, distribuição, metabolismo e excreção, são elas:
1) A concentração plasmática de um fármaco apresenta uma relação precisa com a concentração de um fármaco próximo ao seu alvo (receptor, enzima, proteína transportadora ou canal iônico);
2) A resposta ao fármaco depende apenas da sua concentração no ambiente ao redor de seu alvo (o que acontece com a maioria dos fármacos e plantas medicinais)
A primeira premissa é bastante plausível no caso de um fármaco que tenha o seu alvo no sangue circulante (ex.: anticoagulantes), no entanto, em mecanismos diversos que possam envolver diversas enzimas, canais iônicos, receptores acoplados à proteína G ou ligados à quinases localizadas na membrana celular e no citoplasma ou pior ainda no caso de receptores nucleares ou quando as células-alvo estão protegidas pela barreira hematoencefálica ela não se aplica.
No caso da segunda premissa, existe uma aplicação equivocada de parâmetros condenatórios adotados em ensaios de farmacocinética em fármacos ou constituintes de plantas que formam ligação covalente estável com seus alvos, e assim produzem um efeito superior à sua presença em solução. Sem falar nos casos de ferramentas terapêuticas que apresentam ação ou efeito somente após um determinado tempo como muitas plantas adaptógenas e antidepressivos ou gradualmente induzem tolerância como a maioria dos alcalóides ou adaptações fisiológicas que alteram a relação entre a concentração e o efeito do fármaco de maneira tempo dependente assim como os hormônios se***is.

04/12/2014

AVEIA INTEGRAL COM A CASCA

Os grãos de aveia integral com a casca (Avena sativa L.) são constituídos por saponinas, alcalóides (avenantramidas), fitoesteróides, flavonóides, beta-glucana, amido, celulose, proteínas, ácidos graxos, vitaminas (A, B1, B2, PP, D, E), minerais (ferro, manganês, zinco, cálcio).
É recomendável que sejam utilizados mais ou menos 20 g/dia para adultos, 10 g/dia para crianças de 6-12 anos e 5 g/dia para crianças de 1-5 anos.
É um excelente alimento funcional para dislipidemias, diabetes, prisão de ventre, hemorróidas e distúrbios nervosos.
Algumas atividades antidepressivas são atribuídas às avenantramidas, no entanto, o fitocomplexo é responsável pela atividade questionada e não apenas um constituinte ou grupo químico.

FITOTERAPIA NA INIBIÇÃO/MODULAÇÃO DA SECREÇÃO GÁSTRICAVejam na figura alguns mecanismos de ação de preparações de planta...
28/11/2014

FITOTERAPIA NA INIBIÇÃO/MODULAÇÃO DA SECREÇÃO GÁSTRICA
Vejam na figura alguns mecanismos de ação de preparações de plantas medicinais comparados aos fármacos clássicos relacionados aos efeitos inibidores/moduladores da secreção gástrica.

27/11/2014

Com derivado de maconha
26/11/2014 - Veja Online

A Anvisa deve tirar o canabidiol da lista de substâncias proibidas no Brasil, mas manter seu uso sob controle.

A decisão do colegiado de diretores sai ainda este ano. Com isso, a importação de remédios que contenham o derivado da maconha vai se tornar menos burocrática.

No Brasil, até hoje, nenhum laboratório procurou a Anvisa com a intenção de produzi-lo.

27/11/2014

Obesidade já custa US$ 2 trilhões ao mundo, aponta consultoria
27/11/2014 - Folha de S.Paulo

A gordura virou questão econômica. Com quase um terço da população mundial sofrendo de sobrepeso ou de obesidade, o custo imposto pelos quilos extras já rivaliza com o de conflitos armados e o do fumo, indica pesquisa da consultoria McKinsey.

O desgaste que isso traz aos orçamentos de saúde deve crescer porque, a menos que as tendências atuais sejam revertidas, metade da população adulta mundial sofrerá de excesso de peso em 2015.

Em um relatório de 150 páginas publicado neste mês, a consultoria estima o custo mundial da obesidade em US$ 2 trilhões --ou 2,8% de tudo que a economia global produz.

A estimativa se baseia em perda de produtividade econômica, custos para os sistemas de saúde e investimentos necessários para mitigar o impacto da obesidade. O custo que conflitos armados, guerras e terrorismo impõem à economia mundial é de US$ 2,1 trilhões, e f**a próximo do provocado pelo fumo.

Richard Dobbs, o principal autor do relatório, disse que "a obesidade é agora uma questão mundial crucial, requerendo uma estratégia abrangente de intervenção implementada em larga escala. Qualquer ação isolada provavelmente teria impacto pequeno".

Nos últimos dez anos, o problema da obesidade se espalhou das economias avançadas para países menos prósperos. Cerca de 2,1 bilhões de pessoas são obesas ou têm excesso de peso hoje --número 250% mais alto do que o de subnutridos.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) descreveu a obesidade como epidemia conectada a diversas doenças não transmissíveis, entre as quais diabetes tipo 2, câncer e doenças cardíacas.

Ela atribui 2,8 milhões de mortes anuais ao peso excessivo do corpo e, alguns meses atrás, reduziu sua recomendação quanto à proporção de açúcar na dieta dos adultos de 10% das calorias diárias para uma proporção de 5%.

COMBATE

O relatório da McKinsey estudou 74 medidas que estão sendo tomadas para combater a obesidade, das quais extraiu recomendações para o Reino Unido, onde 37% da população registra excesso de peso e 25%, obesidade.

A Public Health England, parte do departamento de saúde britânico, estimou que, se a obesidade fosse reduzida ao patamar de 1993, o Serviço Nacional de Saúde economizaria 1,2 bilhão de libras ao ano, a partir de 2034.

As recomendações da McKinsey incluem porções menores de fast food; reformulação dos alimentos processados; mudanças nas promoções de comida e bebida; investimento na educação de pais; adoção de refeições saudáveis nas escolas e locais de trabalho; e inclusão de mais exercícios no calendário de atividades das escolas.

Alison Tedstone, nutricionista chefe da Public Health England, disse que "o relatório é uma contribuição útil para o debate sobre a obesidade. A PHE vem declarando constantemente que mensagens educativas simplesmente não bastam para resolver o problema da obesidade".

"O excesso de peso e a obesidade são um problema complexo que requer ação em níveis individual e social, envolvendo indústria, governos locais e nacionais e a sociedade civil. Não há uma solução única e simples", disse.

27/11/2014

Bactérias fortalecem o escudo natural do cérebro
27/11/2014 - Estado de Minas

Há mais de 100 anos. cientistas descobriram, por meio de um experimento simples, que as substâncias que circulam pelo sangue no corpo não "andam" necessariamente pela cabeça. Eles injetaram uma tinta azul na corrente sanguínea de uma cobaia e os tecidos do corpo do animal f**aram com a coloração escolhida, menos o do sistema nervoso central. O fenômeno, acreditaram. ocorreu devido à existência de uma barreira que evitaria a entrada de algumas substâncias no cérebro. Confirmada a hipótese, pesquisas na área começaram a fervilhar, mas sem explicar definitivamente como esse escudo natural é formado e como seria possível driblá-lo.
Uma grande descoberta nesse sentido vem de uma pesquisa sueca publicada na revista Science Translational Medicine. Os cientistas replicaram o primeiro experimento que provou a presença da barreira hematoencefálica e voltaram as atenções para um diferencial: a interferência de micro-orga-nismos que residem naturalmente no intestino humano. Outra particularidade do trabalho é que os te**es foram feitos com cobaias prenhas. A flora intestinal delas interferiu na formação da barreira cerebral dos filhotes de rato.

"Nós mostramos que a presença dessa microbiota durante os últimos estágios da gravidez bloqueou a passagem de substancias da circulação para o cérebro do feto em crescimento". detalha Viorica Braniste. do Departamento de Microbiologia do Instituto Karolinska. na Suécia. Segundo a pesquisadora, o transporte de moléculas através da barreira hematoencefálica pode ser modulado por micróbios do intestino da mãe. Dessa forma, fatores ambientais relacionados, como a dieta, podem alterar os genes responsáveis pela formação e pela manutenção do tecido protetivo.

Os cientistas chegaram a essa conclusão comparando a integridade e o desenvolvimento do bloqueio entre dois grupos de camundongos. O primeiro foi composto por cobaias expostas a bactérias normais; e o segundo, por animais mantidos em ambiente estéril (veja infográfico). Depois, repetiram o experimento centenário, mas. em vez de tinta azul. injetaram anticorpos com um tamanho suficientemente grande para não ultrapassar a barreira hematoencefálica típica. Os dados coletados mostraram um vazamento no tecido protetivo dos animais que f**aram livres de germes na fase intrauterina. A característica manteve-se na vida adulta.

"Em fetos com a mesma idade de mães livres de germes, esses anticorpos que estavam marcados atravessaram facilmente a barreira hematoencefálica e foi detectado material dentro do parênquima (tecido principal) do cérebro" relata Braniste. O vazamento não foi visualizado nos filhotes expostos a uma microbiota normal, e eles não tiveram modif**ação na formação da barreira Os resultados fornecem evidência experimental de que os micróbios nativos do organismo contribuem para o mecanismo que fecha a proteção hematoencefálica antes do nascimento. Segundo os autores, eles também suportam observações anteriores de que a microbiota intestinal pode afetar o desenvolvimento e a função cerebral. Braniste alerta para um detalhe. Curiosamente. esse vazamento poderia ser anulado se os camundongos fossem expostos a micróbios intestinais normais.

Os pesquisadores ainda não precisaram os mecanismos moleculares que motivam esse fenômeno. Não está claro como os micróbios alteram o desenvolvimento da barreira, mas uma análise do cérebro dos camundongos livres de germes indica que pode haver o envolvimento de proteínas ligadas à vedação dos espaços para celulares entre as células endoteliais que formam esse escudo natural. Há possibilidade de que o estudo ajude no desenvolvimento de novas maneiras de "abrir" a barreira e aumentar a eficácia dos medicamentos contra o câncer do cérebro, além de ajudar na concepção de regimes de tratamento que reforcem a integridade dessa estrutura protetiva.

CUIDADOS Segundo o neurologista norte-americano Ryan Watts, do Instituto Genentech. há escudos celulares em outras partes do corpo. Um dos mais evidentes é o epitélio intestinal, que protege o resto do organismo a partir dos micróbios patogênicos e simbióticas que residem no intestino. "Mesmo reconhecida como uma importante barreira biológica há mais de um século, os mecanismos subjacentes ao desenvolvimento, à manutenção e ao papel desempenhado por fatores genéticos e ambientais da hematoencefálica estão apenas começando a ser elucidados."

Segundo Watts, o estudo levanta uma série de preocupações epidemio-lógicas importantes. "Embora os autores não tenham utilizado antibióticos de largo espectro para testar a necessidade da microbiota intestinal do rato adulto para manter a barreira intacta, essa questão pode ser relevante no tratamento de doenças infecciosas humanas que envolva o forte uso de antibióticos que apagam'a flora intestinal/

Entender como esse efeito colateral fisiologicamente relevante do uso de antibióticos pode afetar a permeabilidade da barreira é crucial, avalia o neurologista. "Além disso, uma tendência bastante recente na modulação ou na valorização da diversidade microbiana por meio da utilização de pré-bióticos ou probióticos como uma estratégia terapêutica pode precisar levar em consideração o eixo microbiota intestinal-barreira."

Endereço

São Paulo, SP
02523-070

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