09/03/2022
✨Hoje o tema é sobre uma questão que a maioria da população sofre e deixa pra lá, que apenas dá uma queimadinha na garganta e vai levando, porém precisa de tratamento e uma melhora na alimentação.
A Doença do refluxo gastresofágico é considerada a doença crônica mais comum do sistema digestório, definida pela ocorrência de, pelo menos um episódio semanal de pirose e/ou regurgitação, resultado do fluxo retrógado do conteúdo estomacal no esôfago, orofaringe e/ou trato respiratório. Tem prevalência estimada de cerca de 12% no Brasil.
Dados populacionais apontam um importante papel dos sintomas da DRGE (Doença do refluxo gastresofágico) na abstenção de ambientes de trabalho, impactando de modo significativo na redução de produtividade, além de comprometer outros aspectos da qualidade de vida dos indivíduos.
Diagnóstico:
O diagnóstico inclui o exame clínico, que deve levantar o histórico de sintomas do paciente e a endoscopia, que deve incluir esôfago, estômago e duodeno para descartar outras doenças e para realização de biopsia, caso necessário.
Sintomas típicos:
Queimação, regurgitação, hipersalivação.
Sintomas atípicos:
Náuseas, eructação, digestão mais lenta, saciedade precoce, dor epigástrica, vômito, dor no peito (precordial), sintomas respiratórios (tosse, sibilos, sinusite), rouquidão, dor na faringe e sensação de obstrução, despertar precoce pela manhã, despertar do sono durante a noite, pesadelos.
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