Dr. Francisco Cardoso

Dr. Francisco Cardoso Médico Infectologista

⚠️ A esquerda SEMPRE está do lado ERRADO da história. O recente episódio envolvendo a ação americana contra o ditado Mad...
05/01/2026

⚠️ A esquerda SEMPRE está do lado ERRADO da história.

O recente episódio envolvendo a ação americana contra o ditado Maduro mostra um padrão que se repete com impressionante coerência: a esquerda sempre escolhe o lado errado. Em nome de uma suposta “luta contra o imperialismo” ou de uma moral seletiva, fecha os olhos para ditaduras, autoritarismos e movimentos violentos que atentam contra a liberdade e a vida humana.

Defendem Nicolás Maduro, mesmo diante do colapso humanitário da Venezuela. Relativizam o Hamas, ignorando o terrorismo explícito contra civis. Silenciam ou passam pano para o terrorismo islâmico quando ele se encaixa na narrativa “anti-Ocidente”. Aplaudem figuras do poder burocrático que simbolizam privilégios e distorções do Estado, como o episódio do “careca do INSS”, desde que estejam alinhadas ao projeto político. E, no Brasil, seguem tratando Lula como símbolo moral, mesmo após décadas de escândalos, contradições e alianças questionáveis.

Defendem o assassinato de bebês (ab**to) como se fosse política de saúde. É uma bizarrice em cima de outra.

Não se trata de divergência pontual, mas de um padrão ideológico: a causa vem antes dos fatos, a narrativa vem antes da realidade, e o discurso vem antes das vítimas. Quando a esquerda erra, não reconhece; justifica. Quando o regime fracassa, culpa terceiros. Quando há violência, relativiza.

Por isso, o debate honesto exige clareza: não é “complexidade geopolítica”, é escolha política. E escolher sistematicamente regimes autoritários, grupos violentos e líderes que desprezam a liberdade nunca colocou ninguém no lado certo da história.

Fuja de esquerdistas. Quem defende assassinato de bebês e ditadores, não vai defender sua vida.

Cuidado … se alguns fuzileiros navais aparecerem na sua porta, peça o teste de DNA.
04/01/2026

Cuidado … se alguns fuzileiros navais aparecerem na sua porta, peça o teste de DNA.

Quando Obama invadiu o Paquistão para prender e matar Osama Bin Laden, nenhum esquerdopata abriu o bico pra falar de sob...
04/01/2026

Quando Obama invadiu o Paquistão para prender e matar Osama Bin Laden, nenhum esquerdopata abriu o bico pra falar de soberania e direito internacional.

A hipocrisia tem lado — e ela costuma gritar “soberania” só quando convém.

A mesma esquerda que hoje se rasga em defesa do “direito internacional” e da “soberania da Venezuela”, atacando Donald Trump por confrontar Nicolás Maduro, ficou em absoluto silêncio quando Barack Obama, em 2011, autorizou uma operação militar dentro do Paquistão para capturar e executar Osama bin Laden.

Naquela ocasião, não houve passeata, nota indignada, editorial inflamado ou discurso sobre violação de soberania. Nenhuma lágrima pelo “direito internacional”. Nenhuma acusação de imperialismo. Curioso, não?

Bin Laden era um terrorista responsável por milhares de mortes. Maduro é um ditador acusado de esmagar liberdades, fraudar eleições, prender opositores e afundar seu povo na miséria, além de vínculos amplamente documentados com o narcotráfico internacional. A diferença não é moral. É ideológica.

O critério não é o Direito. Nunca foi.
É a conveniência política.

Quando o agressor é “do lado certo”, a soberania vira detalhe técnico. Quando o alvo é um aliado ideológico, a soberania vira dogma sagrado.

Isso não é defesa do direito internacional.
É cinismo travestido de princípio.

E contra a hipocrisia, não há diplomacia que resolva — só memória.

Quando a Rússia começou a guerra com Ucrânia há 4 anos eu não me lembro do Lula condenar com tamanha veemência ultrapass...
03/01/2026

Quando a Rússia começou a guerra com Ucrânia há 4 anos eu não me lembro do Lula condenar com tamanha veemência ultrapassagens de linhas e a violência empregada contra os ucranianos…

Cadê os defensores da democracia nessa hora? Por que o silêncio?

03/01/2026

Mood do momento….

03/01/2026

A esquerda que se vende como paladina da democracia sofre de um mal crônico: amnésia seletiva combinada com mudez conveniente. Grita “golpe” quando perde eleição, mas engole a língua quando uma ditadura amiga sangra diante das câmeras. A Venezuela não caiu do céu — foi empurrada para o abismo por um projeto de poder autoritário que a esquerda tratou como experimento social.

Durante anos, a cartilha foi a mesma: fechar o Congresso virou “tensão institucional”, perseguir opositores virou “combate à direita golpista”, censurar imprensa virou “regulação democrática”, fraude eleitoral virou “soberania popular”. Milhões fugindo do país? “Narrativa da mídia”. Presos políticos? “Criminosos comuns”. E no centro desse teatro grotesco, o regime de Nicolás Maduro, herdeiro direto do chavismo que prometeu justiça social e entregou miséria, medo e silêncio.

Agora que o castelo de cartas desmorona, a turma do megafone some. Onde estão os manifestos inflamados? As hashtags indignadas? Os editoriais moralistas? Sumiram — porque denunciar ditadura dá trabalho quando o ditador é do time. A democracia, para essa esquerda, não é princípio: é acessório. Usa-se quando convém, descarta-se quando atrapalha.

Não é debate ideológico; é falta de caráter político. Quem relativiza ditadura hoje não está “analisando o contexto” — está passando pano. Quem se cala diante de presos políticos não é prudente — é cúmplice. Democracia não aceita asterisco ideológico. Ou vale sempre, ou não vale nada.

O silêncio sobre a Venezuela não é distração. É confissão.

03/01/2026

Viva a Liberdade!!!

03/01/2026

Na manhã de hoje os EUA empreenderam um enorme bombardeio na capital da Venezuela, Caracas. O ditador comunista Nicolas Maduro e sua esposa foram capturados e retirados do país. É o fim de 20 anos da ditadura chavista na Venezuela.

A Havaianas resolveu inovar e escolheu Fernanda Torres para anunciar, com ar de superioridade moral, que não queria come...
21/12/2025

A Havaianas resolveu inovar e escolheu Fernanda Torres para anunciar, com ar de superioridade moral, que não queria começar o ano com o pé direito. A frase veio embalada naquele velho humor autorreferente, típico de quem acredita que ironia é virtude exclusiva de um campo político.

O problema é que o Brasil real ouviu exatamente o que foi dito.

E ouviu mais: ouviu desprezo simbólico, ouviu provocação gratuita, ouviu a velha tentativa de ditar quem pode rir, quem pode se ofender e quem deve aceitar calado. A reação foi imediata — e previsível. Não porque “a direita não entende humor”, mas porque entende muito bem dominação cultural travestida de piada.

O mais curioso é que a própria campanha virou uma espécie de continuação involuntária do filme Ainda Estou Aqui. Sim, ela ainda está aqui — a mesma bolha, o mesmo discurso, a mesma certeza de que falar contra metade do país é sinal de inteligência artística.

Só que agora há resposta.

Porque, ao contrário do que imaginaram, vamos começar o ano com o pé direito sim — e com os dois pés em outra sandália. E se a intenção era começar o ano sem o pé direito, parabéns: conseguiram. Mas não foi do jeito que esperavam.

Essa fase em que grandes marcas flertam com provocação ideológica achando que não haverá custo acabou. Não passará mais sem rebate. O consumidor entendeu que cultura também é disputa, e que silêncio não é mais opção.

No fim, a campanha ensinou algo valioso: quando você acha que está fazendo humor sofisticado, mas ignora metade do país, o tombo não é conceitual — é comercial. E aí, nem com Havaianas dá pra fingir que foi só uma piada que “ninguém entendeu”.

Talvez, no próximo ano, alguém na agência lembre: pé no chão também é estratégia.

17/12/2025

🆘️Senador médico petista quando viu que iria perder na votação do Senado pediu vistas para empurrar para 2026! Podem enrolar, mas a vitória final será da medicina e da sociedade! Chega de médicos nota zero!!

17/12/2025

O MEC quer ser o dono do exame de ordem da medicina.
Mas não consegue organizar um simples ENAMED: 10% das questões anuladas.

Se falham no básico — elaboração técnica, revisão e controle de qualidade —
como podem garantir que um médico está realmente apto a exercer a profissão?

Exame de ordem não é burocracia.
É proteção ao paciente.
É segurança para a sociedade.

Você confiaria sua vida a um médico aprovado em uma prova assim?

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