05/01/2026
⚠️ A esquerda SEMPRE está do lado ERRADO da história.
O recente episódio envolvendo a ação americana contra o ditado Maduro mostra um padrão que se repete com impressionante coerência: a esquerda sempre escolhe o lado errado. Em nome de uma suposta “luta contra o imperialismo” ou de uma moral seletiva, fecha os olhos para ditaduras, autoritarismos e movimentos violentos que atentam contra a liberdade e a vida humana.
Defendem Nicolás Maduro, mesmo diante do colapso humanitário da Venezuela. Relativizam o Hamas, ignorando o terrorismo explícito contra civis. Silenciam ou passam pano para o terrorismo islâmico quando ele se encaixa na narrativa “anti-Ocidente”. Aplaudem figuras do poder burocrático que simbolizam privilégios e distorções do Estado, como o episódio do “careca do INSS”, desde que estejam alinhadas ao projeto político. E, no Brasil, seguem tratando Lula como símbolo moral, mesmo após décadas de escândalos, contradições e alianças questionáveis.
Defendem o assassinato de bebês (ab**to) como se fosse política de saúde. É uma bizarrice em cima de outra.
Não se trata de divergência pontual, mas de um padrão ideológico: a causa vem antes dos fatos, a narrativa vem antes da realidade, e o discurso vem antes das vítimas. Quando a esquerda erra, não reconhece; justifica. Quando o regime fracassa, culpa terceiros. Quando há violência, relativiza.
Por isso, o debate honesto exige clareza: não é “complexidade geopolítica”, é escolha política. E escolher sistematicamente regimes autoritários, grupos violentos e líderes que desprezam a liberdade nunca colocou ninguém no lado certo da história.
Fuja de esquerdistas. Quem defende assassinato de bebês e ditadores, não vai defender sua vida.