Psicólogo Antonio Stefanelli

Psicólogo Antonio Stefanelli Olá! Sou psicólogo clínico com mais de 43 anos em clínicas e consultório particular. Atuo com a abordagem Sistêmica.

Experiência em terapia familiar, Ansiedade, Depressão, Síndrome do Pânico, Relacionamentos e Autoestima, TDAH.

14/11/2025
Viver é sempre a melhor opção. Embora esta pareça ser uma idéia óbvia, o suicídio é um tema complexo, que não permite av...
24/09/2025

Viver é sempre a melhor opção. Embora esta pareça ser uma idéia óbvia, o suicídio é um tema complexo, que não permite avaliações ou análises simplistas. Com informações confiáveis sobre o tema e empatia, podemos entender mais facilmente a dor do outro e compreender os motivos que levam alguém a atentar contra a própria vida. Este é o propósito do "Setembro Amarelo": convidar a sociedade a ter um olhar mais cuidadoso para as dores emocionais, especialmente das pessoas emocionalmente mais fragilizadas. Isto salva vidas. A pessoa com ideações suicidas costuma ter uma percepção alterada da realidade, normalmente em função de um importante adoecimento mental e emocional. A pessoa vê na morte a única saída possível para encerrar uma dor profunda, que gera extremo sofrimento e desilusão com a vida. Como fazê-la contemplar outros caminhos para aliviar sua dor, que não envolvam a sua morte? A resposta é: tratando da "dor" de quem sofre; prevenindo que a pessoa chegue "às últimas consequências". Estudos apontam que, com o acolhimento e o tratamento adequados, até 90% das pessoas com ideações suicidas são capazes de desenvolver apreço pela vida, e deixam de ser um perigo para si mesmas. A Depressão - considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o "Mal do Século" - é, o principal transtorno mental ligado ao suicídio. Mas ela em geral está associada a outras questões, que podem potencializar o desejo de tirar a própria vida, como o abuso de álcool e entorpecentes, ou eventos traumáticos e situações que gerem extrema tristeza e desespero, como luto, o fim de uma relação, desemprego, crise existencial, sensação de abandono e solidão, entre outros. O apoio psicológico e/ou psiquiátrico ajudam a pessoa a desenvolver as ferramentas internas para lidar melhor com suas dores e conflitos, para recuperar o controle da própria vida e a esperança por dias melhores. Esta é a melhor forma de fazê-la acreditar que, mesmo diante da dor, viver é sempre a decisão certa.

Para que possamos diminuir o preconceito e o estigma nas pessoas que tentam o suicídio é preciso falar sobre o tema e le...
01/09/2025

Para que possamos diminuir o preconceito e o estigma nas pessoas que tentam o suicídio é preciso falar sobre o tema e levar informação às pessoas. É necessário reconhecer os sinais para prevenir, muito mais do que julgar. Ideação suicida é o "pensamento", a vontade de atentar contra a própria vida. Embora exista uma "distância" entre ter uma ideação suicida e efetivamente tentar o suicídio, é importante considerar que toda tentativa passa, necessariamente, pela fase da ideação - quando a pessoa começa a cogitar o suicídio como uma possibilidade para acabar com sua dor. É importante entender que quem fala em suicídio não está querendo chamar a atenção ou "fazendo drama". Na verdade, quem fala em suicídio tem uma dor latente, que precisa ser levada a sério. Alguns comportamentos podem ser vistos como sinais de alerta, para os quais é necessário prestar atenção. Entre eles, estão: 1. Quadro de depressão profunda 2. Isolamento voluntário (por exemplo, passar muitas horas fechado em casa ou no quarto) 3. Redução repentina de contatos com os amigos, sejam presenciais, telefônicos ou virtuais 4. Abrir mão de atividades e eventos sociais que antes eram desejados 5. Postar coisas negativas em redes sociais 6. Registro de imagens, desenhos ou textos de caráter negativo, envolvendo morte ou violência 7. Aumento ou consumo exagerado de álcool ou outros entorpecentes 8. Falar frases como "Eu não aguento mais", "Nada mais faz sentido", "Preferia estar morto", ou "Eu sei que sou um peso para todos" Quem pensa em suicídio está cogitando cometer um ato impulsivo e definitivo, para acabar com um sofrimento insuportável, geralmente decorrente da depressão - uma das mais graves enfermidades emocionais que se conhece. Entender que a ideação suicida é muito mais do que uma simples "tentativa de chamar a atenção" é o primeiro passo para nos mantermos abertos e atentos para realmente ajudar quem não acredita mais na própria vida. Reconhecer estes sinais, acolher e encaminhar quem precisa de ajuda aos profissionais competentes, pode salvar vidas e evitar tragédias.

Propósito é o sentido mais profundo que damos à nossa existência, algo que nos motiva e guia nossas ações de forma signi...
27/08/2025

Propósito é o sentido mais profundo que damos à nossa existência, algo que nos motiva e guia nossas ações de forma significativa. Ele está diretamente relacionado aos nossos valores, talentos, interesses e àquilo que consideramos importante na vida. Descobrir o seu propósito é essencial para viver de maneira plena e consciente, pois ele funciona como uma bússola interna, que nos dá direção e orienta nossas escolhas. Muitas pessoas se sentem perdidas em algum momento da vida, perguntando-se: "Qual é o meu propósito?". Essa busca é natural e importante, pois, quando encontramos o que realmente nos move, nossas ações se alinham com nossos desejos mais autênticos, trazendo mais satisfação e sentido ao nosso dia a dia. Descobrir o seu propósito envolve um processo de autoconhecimento, reflexão e, muitas vezes, experimentação. É necessário olhar para dentro, identificar o que desperta paixão e o que lhe faz sentir realizado. Além disso, pode ser útil explorar perguntas como: "O que eu amo fazer?", "Em que sou bom?" e "Como posso contribuir para o mundo ao meu redor?". É importante também ter em mente - e respeitar - que o senso de propósito pode mudar ao longo do tempo. Perguntar-se sobre seu propósito é algo que se faz continuamente. Mas a resposta, mesmo depois de encontrada, não precisa ser estática nem deve ser confundida como uma missão definitiva, eterna e inabalável. O seu propósito hoje pode, sim, ser diferente do que era ontem, já que a vida é dinâmica, e isso se reflete em quem você é. A psicoterapia pode ser uma excelente aliada nessa jornada de descobertas, em diferentes fases da vida. Ao explorar seus pensamentos, sentimentos e experiências em um ambiente seguro, você pode começar a delinear um caminho para um propósito mais claro e alinhado com quem você verdadeiramente é.

A vida de todos nós é cheia de bons e maus momentos. Você passa por desafios o tempo todo e o importante é construir cam...
30/07/2025

A vida de todos nós é cheia de bons e maus momentos. Você passa por desafios o tempo todo e o importante é construir caminhos positivos diante dos problemas; buscar ativamente uma solução e tocar a vida para a frente. Cada desafio trás dentro de si uma oportunidade de crescimento e de nos tornarmos pessoas melhores. Nos tornarmos mais maduros e fortalecidos a cada desafio superado. Adquirimos experiência. A psicoterapia trabalha no sentido de compreendermos nossos desafios e tomarmos posse de nossas ações e pensamentos, potencializando respostas positivas às adversidades e ressignificando as dores. Fazer terapia nos ajuda a entender com maior clareza os aprendizados que cada experiência tem a oferecer. É um convite para abandonarmos o papel de vítima diante dos acontecimentos, para nos tornarmos pessoas melhores, mais fortes e mais maduras. Pessoas extraordinárias, que crescem diante das dificuldades que a vida coloca em nossos caminhos.

09/06/2025
A sensação de não pertencimento é aquela que você tem quando se sente desconectado, seja na família, amizades, na comuni...
21/05/2025

A sensação de não pertencimento é aquela que você tem quando se sente desconectado, seja na família, amizades, na comunidade, trabalho ou em outros núcleos sociais. Essa sensação de não encontrar um lugar onde se encaixar, quando é contínua, abala a autoestima e o bem-estar emocional de qualquer pessoa. A impressão de que todos ao seu redor encontraram seu lugar, enquanto você se sente à margem e sem rumo, pode moldar negativamente não só os comportamentos, pensamentos e emoções, como sua visão sobre as outras pessoas e suas relações com elas. A sensação de não pertencimento pode ter várias causas, como experiências negativas na infância e adolescência. Opressão e humilhação na família podem deixar marcas duradouras e uma necessidade de autoproteção que pode levar ao autoisolamento. Situações negativas na vida adulta também podem causar desconexão, como as questões relacionadas à identidade, orientação sexual, preconceitos de raça, classe social, crenças religiosas, entre outros. Condições de saúde mental, como o Transtorno de Personalidade Borderline, também podem intensificar sentimentos de incompreensão e inadequação. Essa sensação, porém, pode ser superada. A terapia permite a reconexão consigo mesmo, ajudando a compreender as causas desse sentimento, desconstruindo crenças limitantes e nutrindo habilidades sociais que permitam relacionamentos mais saudáveis. Isso pode requerer algum tempo e esforço. Pode envolver, inclusive, diminuir o julgamento sobre o outro e abrir-se verdadeiramente para encontrar pessoas com interesses semelhantes aos seus - e aceitar, com naturalidade, aquelas que são diferentes de você, sem que representem uma ameaça à sua identidade. Não desista de buscar seu lugar no mundo! Com autoaceitação e autoconhecimento, você pode superar o vazio e encontrar bem-estar emocional, tanto sozinho quanto na companhia de outras pessoas que, muito provavelmente, precisam sentir-se acolhidas tanto quanto você.

A Psicologia sabe muito bem que aquilo que vivemos em nossa infância, principalmente até os 7 anos, nos impacta por toda...
03/05/2025

A Psicologia sabe muito bem que aquilo que vivemos em nossa infância, principalmente até os 7 anos, nos impacta por toda a vida. Feridas emocionais que tenham ficado abertas naquela fase precisam ser "fechadas", pois elas podem, sim, definir muitos dos nossos pensamentos, emoções e ações, na fase adulta. As emoções dessa criança que fomos um dia permanecem vivas em algum lugar do subconsciente. Em algum lugar interno, elas continuam sendo as mesmas emoções reprimidas, necessidades não satisfeitas, medos, perdas, formas de reagir diante de certos acontecimentos e até mesmo nossa resiliência e capacidade de lidar com problemas. Essas feridas podem se manifestar por tempo indeterminado, até que tenhamos a ação consciente de deixá-las partir, ir embora. Enquanto isso não ocorrer, podemos seguir repetindo, como adultos, os mesmo padrões ainda ditados pelas dores da nossa criança ferida. Pais carregam seus próprios traumas não resolvidos. Pode ser difícil modular alguns comportamentos e emoções, que podem permanecer nos filhos, interferindo em sua autoimagem e na visão que têm do mundo. A criança pode acabar repetindo sistematicamente um estímulo negativo, fazendo com que essa estrutura psíquica ferida permaneça, mesmo depois de adulta - e de forma cíclica, com seus próprios filhos. A psicoterapia é uma importante facilitadora em um processo de acolhimento e transformação, que ajuda a olhar para a dor da criança ferida com coragem, enfrentamento e ação. O objetivo é dar lugar a um adulto livre para fazer suas próprias escolhas, com maturidade e autorrespeito. É preciso guardar essas lembranças da infância em um lugar reservado para elas, sem negá-las, mas também sem permitir que ocupem demasiado espaço em uma vida que, inevitavelmente, caminha para a frente. A psicoterapia pode ser o primeiro passo.

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