Psicólogo Leandro Motta

Psicólogo Leandro Motta Ajudo VOCÊ a sair do processo de DOR emocional, viver com mais satisfação e bem estar. R. Voluntários da Pátria, 1733 - Santana - São Paulo - SP, 02011-300

A hipnoterapia trata o paciente como ser único, por isso os resultados que na comparação nos surpreende.

02/03/2026

A necessidade de socializar não é carência.

Nós aprendemos linguagem, valores, emoções e até a forma de pensar através do contato com o outro. Ou seja: a identidade é construída socialmente.

É biologia, é desenvolvimento, é saúde mental.

O ser humano pode até escolher momentos de solitude — e isso é saudável.

Mas viver em isolamento contínuo contraria a própria estrutura emocional da espécie.

PSICÓLOGO LEANDRO MOTTA

02/03/2026

A Psicologia entende o sentimento ou a vontade de “ver tudo se destruir” não como maldade pura, mas como um sinal emocional intenso que geralmente nasce de frustração, impotência, raiva acumulada ou desilusão profunda.

1️⃣ Pela Psicanálise – Sigmund Freud
Freud falava da pulsão de morte (Thanatos), uma tendência inconsciente voltada à destruição — que pode ser direcionada para fora (agressividade) ou para dentro (autossabotagem). Quando alguém sente vontade de “ver tudo acabar”, pode estar:
● Projetando sua dor interna no mundo externo
● Tentando aliviar tensão psíquica através da fantasia de ruptura
● Expressando raiva reprimida que não encontra outra via de descarga

A destruição imaginada, muitas vezes, simboliza o desejo de destruir o que dói.

2️⃣ Pela Psicologia Cognitiva
A mente pode entrar em um padrão chamado catastrofização — quando a pessoa passa a enxergar tudo como arruinado, sem saída ou irreparável.
Nesse estado:
● O cérebro interpreta frustrações como colapsos totais
● Surge pensamento polarizado (“já que está ruim, que piore de vez”)
● A fantasia de destruição aparece como forma de coerência interna

É uma tentativa de dar sentido ao caos emocional.

3️⃣ Pela Psicologia Humanista
Quando a pessoa sente que perdeu:
● Controle
● Reconhecimento
● Pertencimento
● Propósito

Pode surgir uma revolta existencial. A vontade de “ver tudo ruir” pode ser, na verdade, um grito psíquico por transformação radical.

Às vezes não é destruição literal.

O impulso destrutivo pode surgir como mecanismo primitivo de defesa.

Quando esse sentimento aparece com frequência ou vem acompanhado de pensamentos de machucar a si mesmo ou outras pessoas, é fundamental buscar ajuda profissional.

Psicólogo LEANDRO MOTTA

28/02/2026

A anedonia é um dos sintomas centrais da depressão. Ela acontece quando a pessoa perde a capacidade de sentir prazer em atividades que antes eram significativas: conversar, ouvir música, trabalhar, ter intimidade, comer algo que gostava.

🔹 Não é frescura:
A pessoa não “escolhe” ficar assim. O cérebro depressivo tem alterações nos sistemas de recompensa, motivação e dopamina.

🔹 Não é tristeza o tempo todo:
Muitas vezes, o maior sofrimento não é chorar, mas não sentir nada. Um vazio emocional profundo.

🔹 Impacta relações e identidade:
A pessoa começa a se afastar, perde o senso de propósito e passa a se perguntar: “O que aconteceu comigo?”

🔹 Sinal de alerta clínico:
A anedonia indica depressão moderada a grave e merece atenção profissional. Quanto mais cedo tratada, melhor o prognóstico.

》 Importante lembrar:
Depressão não é falta de força de vontade. É uma condição real, tratável e que exige cuidado psicológico — e, em alguns casos, psiquiátrico.
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www.leandromotta.com.br
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- A SETA □ Frater F.:.L.:.
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Psicólogo Leandro Motta
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relacionamento

28/02/2026

Psicologia saboorr conversa

26/02/2026

🔎 Sintomas (relatados pela própria pessoa)

● Medo intenso ou terror súbito
● Sensação de morte iminente
● Medo de “enlouquecer” ou perder o controle
● Sensação de sufocamento ou falta de ar
● Aperto ou dor no peito
● Náusea ou desconforto abdominal
● Tontura, vertigem ou sensação de desmaio
● Formigamento (parestesias) nas mãos, pés ou rosto
● Sensação de irrealidade (desrealização)
● Sensação de estar fora do próprio corpo (despersonalização)
● Calafrios ou ondas de calor

👁️ Sinais (observáveis por outras pessoas ou avaliador)

● Taquicardia (coração acelerado)
● Sudorese intensa
● Tremores visíveis
● Respiração ofegante ou hiperventilação
● Palidez
● Agitação psicomotora
● Choro ou expressão facial de pavor
● Evitação de lugares ou situações associadas à crise (ex: supermercados, trânsito, locais fechados)

📌 Critério clínico importante

Para caracterizar o transtorno, segundo o DSM-5-TR, é necessário:

》Ataques de pânico recorrentes e inesperados
》Pelo menos 1 mês ou mais de preocupação persistente com novas crises
》Mudança comportamental significativa relacionada aos ataques

PSICÓLOGO LEANDRO MOTTA

26/02/2026

“Deixe eles acharem que você é um vilão.”
Quando você começa a impor limites, quem se beneficiava da sua ausência de limites vai reagir.

E quase sempre a reação vem em forma de rótulo: egoísta, frio, arrogante… vilão.

Na psicologia sistêmica, isso é chamado de quebra de homeostase. Todo sistema — inclusive familiar ou afetivo — tenta manter o equilíbrio, mesmo que seja um equilíbrio doentio. Quando você muda, o sistema se desorganiza. E alguém precisa ocupar o papel de “culpado”.

Murray Bowen explicava que quanto maior a sua diferenciação do self, maior a chance de você ser pressionado a voltar ao antigo papel. Crescer emocionalmente incomoda estruturas frágeis.

Já na psicanálise de Sigmund Freud, podemos entender isso como um mecanismo de projeção: o outro não suporta a própria frustração e precisa colocar em você o papel do “mau da história”.

》Mas aqui está o ponto central:

● Ser visto como vilão por quem perdeu o controle sobre você é, muitas vezes, sinal de evolução — não de erro.
● Você não é responsável pela narrativa que criam sobre você.
● Você é responsável pela coerência com seus valores.

Se para proteger sua saúde mental você precisa decepcionar expectativas irreais, então que seja.
Nem todo herói é compreendido.

E nem todo “vilão” está errado — às vezes ele apenas aprendeu a dizer não

PSICÓLOGO LEANDRO MOTTA.

25/02/2026

Na era da pressa, queremos que a dor tenha prazo de validade.

Mas a psique não funciona como contrato com data para terminar.

A psicoterapia não possui “tempo certo” porque cada história tem profundidades diferentes. Há feridas que nasceram na infância, padrões que se repetem há décadas, mecanismos de defesa estruturados para sobreviver. Desconstruir isso não é apertar um botão — é atravessar camadas.

Como já apontava Carl Rogers, o processo terapêutico respeita o ritmo interno do indivíduo. E Sigmund Freud já advertia que tornar consciente o inconsciente é um trabalho que exige tempo, elaboração e repetição.
Psicoterapia não é corrida.

É amadurecimento emocional.

Alguns precisam de meses.
Outros, de anos.
E isso não é fraqueza — é profundidade.
O tempo da terapia não é o do relógio.
É o tempo da alma se reorganizando.

PSICÓLOGO LEANDRO MOTTA

25/02/2026

Na prática clínica, uma das maiores contradições que encontramos é esta: a mesma família que diz querer a melhora do paciente pode, inconscientemente, dificultar o processo psicoterapêutico.

A psicologia explica isso de forma muito clara.

1️⃣ A família funciona como um sistema:
Segundo a Teoria Sistêmica Familiar, desenvolvida por autores como Murray Bowen, a família é um sistema emocional interdependente.
Isso significa que quando um membro começa a mudar, todo o sistema sente o impacto.
Se o paciente começa a:
impor limites,
questionar padrões antigos,
sair do papel de “bode expiatório”,
deixar de sustentar conflitos,
a família pode reagir com resistência — não porque quer o mal dele, mas porque a mudança ameaça o equilíbrio anterior, mesmo que esse equilíbrio fosse disfuncional.

2️⃣ O medo da autonomia;
Na abordagem psicanalítica de Sigmund Freud, o processo terapêutico favorece o fortalecimento do ego e maior autonomia psíquica.
Para algumas famílias, isso é vivido como:
“ele está diferente”
“a terapia está colocando coisas na cabeça dele”
“antes ele era mais obediente”
Na verdade, o que está acontecendo é individuação — algo essencial ao desenvolvimento saudável.

3️⃣ Lealdades invisíveis:
A psicoterapia frequentemente rompe pactos inconscientes familiares.
Existem famílias onde:
sofrer é um valor,
silenciar abusos é regra,
não superar os pais é forma de lealdade.
Quando o paciente começa a se fortalecer, pode surgir culpa. E a família, percebendo essa ruptura, pode sabotar o processo com críticas, desqualificação do terapeuta ou desmotivação.

4️⃣ Resistência à mudança:
De acordo com a Psicologia Humanista, especialmente na abordagem de Carl Rogers, o crescimento pessoal envolve congruência e autenticidade.
Mas ser autêntico em uma família que exige papéis rígidos pode gerar conflitos.
Às vezes, a família prefere a versão “adaptada” do paciente do que sua versão saudável.

PSICÓLOGO LEANDRO MOTTA

24/02/2026
23/02/2026

DESAPEGAR TAMBÉM É UM ATO DE SAÚDE MENTAL
Na psicologia, apego não é apenas vínculo — é investimento emocional.

E todo investimento precisa gerar crescimento, não desgaste.

Quando você permanece preso ao que te faz mal — seja uma relação, um ambiente, uma dinâmica familiar ou até uma versão antiga de si mesmo — seu sistema emocional entra em estado de alerta constante. Isso ativa respostas de estresse, ansiedade e, a longo prazo, esgota sua energia psíquica.

Segundo a teoria do apego de John Bowlby, buscamos segurança nos vínculos.

Mas quando o vínculo é fonte de dor, o cérebro entra em conflito: ele deseja proximidade, mas sofre com a experiência. Esse conflito gera ambivalência, culpa e dependência emocional.

Na psicanálise de Sigmund Freud, o luto não é apenas pela morte — é também pela perda de uma expectativa. Desapegar exige elaborar o luto daquilo que você idealizou e que não se tornou real.

● Desapegar não é frieza.
● Não é ingratidão.
● Não é fraqueza.
● É maturidade emocional.
● É entender que insistir no que te adoece não é lealdade — é autossabotagem.

Na prática clínica, vemos que o sofrimento prolongado geralmente não está apenas no que aconteceu, mas na resistência em aceitar que aquilo não vai mudar.

Desapegar é escolher a própria integridade psíquica.
É trocar a fantasia pela realidade.

É parar de negociar com aquilo que te desrespeita.
Nem todo vínculo merece permanência.

Alguns vieram para ensinar — não para ficar.

E às vezes, o maior ato de amor-próprio é soltar.

PSICÓLOGO LEANDRO MOTTA

21/02/2026

O TEATRO DE MANIPULAÇÃO DO NARCISISTA 🎭

O narcisista não vive relações.

Ele constrói palcos.

Na psicologia, especialmente nas formulações sobre Transtorno de Personalidade Narcisista descritas no DSM-5, o narcisismo patológico não é apenas vaidade — é uma estrutura defensiva frágil que precisa constantemente de validação externa.

E para manter essa validação, ele encena.

🔎 Como funciona esse “teatro”?

1️⃣ Love bombing (Ato 1 – Encantamento)
Ele cria a fantasia perfeita. Promessas intensas, conexão acelerada, idealização.

Você não está vivendo um relacionamento — está sendo capturado por um roteiro.

2️⃣ Desvalorização (Ato 2 – Confusão)
Quando você já está emocionalmente investido, começa a crítica sutil, o silêncio punitivo, a inversão de culpa (gaslighting).

Aqui entra um mecanismo clássico descrito por Sigmund Freud: a projeção.

Aquilo que ele não suporta em si, ele coloca em você.

3️⃣ Descartabilidade (Ato 3 – Substituição)
Quando você deixa de alimentar o ego dele, ele troca o elenco.

Sem luto. Sem responsabilidade. Porque o outro nunca foi sujeito — foi plateia.

📌 Psicologicamente, o narcisista não manipula porque é forte.

Ele manipula porque é estruturalmente vazio e depende do outro para sustentar sua autoimagem.

Mas atenção:

O maior erro é tentar “ganhar” no palco dele.

Você não vence um teatro emocional — você sai dele.

Blindagem emocional começa quando você entende que não é sobre amor.

É sobre controle.

E quando você para de reagir ao roteiro…

O espetáculo perde público.

PSICÓLOGO LEANDRO MOTTA

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