Thiago Cézar Borges

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Infiltração na artrose vira confusão quando a decisão começa por “qual substância é melhor?”.A pergunta mais inteligente...
13/04/2026

Infiltração na artrose vira confusão quando a decisão começa por “qual substância é melhor?”.
A pergunta mais inteligente é anterior: pra quê você quer infiltrar?

Na prática, os objetivos costumam ser três:

abrir uma janela para reabilitar quando a dor trava o movimento
controlar uma crise para retomar rotina com segurança
trazer previsibilidade para progredir força e carga sem viver refém da dor

O que atrapalha é usar infiltração como “licença para aguentar” a mesma rotina, sem fortalecer, sem progressão e sem acompanhamento. Aí o alívio acontece… mas o sistema continua frágil, e a dor tende a voltar.

Artrose raramente melhora com soluções isoladas.
Ela melhora quando você transforma alívio em capacidade: movimento bem dosado, força progressiva, recuperação e ajustes ao longo do tempo.

Se você quer entender se infiltração faz sentido no seu caso, e qual seria o plano antes e depois, fale com minha equipe no WhatsApp/link da bio.

Dr Thiago Borges
Médico do Esporte
RQE 124697
CRM 220941

Meu reels de ontem falou sobre o erro “barulho = dano”.Aqui vai o complemento prático: o som é menos importante do que o...
07/04/2026

Meu reels de ontem falou sobre o erro “barulho = dano”.
Aqui vai o complemento prático: o som é menos importante do que o padrão de resposta.

Se a articulação estala, a pergunta madura não é “piorou?”.
É: como meu corpo responde nas próximas 24 horas?

Use esse filtro simples:

Função: você anda, sobe escada, faz o básico melhor ou pior?
Dor: ela volta para o seu “normal” ou f**a escalando dia após dia?
Inchaço: aparece com frequência ou não?
Conta do dia seguinte: o desconforto é proporcional ou vira uma recaída?

Por quê isso funciona? Porque articulação não odeia movimento, ela odeia dose acima da capacidade atual.
Quando você observa a resposta (e não só o som), você sai do medo e começa a construir capacidade: força, controle e carga bem dosada.

Se você está preso no ciclo “evito porque estala / enfraqueço / dói mais”, uma avaliação estruturada ajuda a organizar direção.

Dr Thiago Borges
Médico do Esporte
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Nem toda artrose precisa de “caça ao exame”. E nem toda dor deve ser empurrada com a barriga.O ponto é saber quando inve...
01/04/2026

Nem toda artrose precisa de “caça ao exame”. E nem toda dor deve ser empurrada com a barriga.
O ponto é saber quando investigar e organizar a direção.

✅ Verde: sintomas previsíveis e controláveis com ajuste de carga, força e rotina.
⚠️ Amarelo: dor frequente, crises repetidas e insegurança para progredir (aqui, um plano por fases costuma evitar o ciclo “melhora e piora”).
🛑 Vermelho: sinais de piora progressiva, perda de função, travamentos/instabilidade ou dor noturna persistente pedem avaliação estruturada.

Se você se enxergou no amarelo/vermelho e quer voltar a ter liberdade em movimento com direção (Visão → Investigação → Direção → Acompanhamento), o próximo passo é uma avaliação estruturada.

Dr Thiago Borges
Médico do Esporte
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O erro mais comum no retorno ao treino com dor na coluna é voltar no impulso: um dia “parece bom”, você acelera, e a sem...
30/03/2026

O erro mais comum no retorno ao treino com dor na coluna é voltar no impulso: um dia “parece bom”, você acelera, e a semana seguinte cobra a conta.

Eu gosto de usar um checklist simples porque ele tira o emocional do comando e coloca critérios.

Se você está bem no dia a dia e tolera carga leve por alguns dias sem piora progressiva, o retorno costuma ser mais seguro.

Se vários itens falham, não signif**a “parar tudo”.
Signif**a ajustar dose, técnica e progressão — e muitas vezes investigar o cenário com mais método.

Se você quer um plano por fases (Visão → Investigação → Direção → Acompanhamento) para voltar a treinar com liberdade em movimento, o próximo passo é uma avaliação estruturada.

Dr Thiago Borges
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“Dor na coluna” é um guarda-chuva enorme.Quando a gente trata tudo igual, acontece o clássico: melhora 3 dias, piora de ...
17/03/2026

“Dor na coluna” é um guarda-chuva enorme.
Quando a gente trata tudo igual, acontece o clássico: melhora 3 dias, piora de novo, e vira um ciclo.

Na prática, costumo pensar em cenários (não rótulos):
➡️Sistema sensibilizado (stress, sono, medo e rigidez pesam)
➡️Irritação por carga/padrão (um gatilho mecânico claro)
➡️Sinais que pedem investigação (o semáforo muda)

Isso não é diagnóstico por post, é educação para você entender por que “uma dica” nem sempre resolve.

Se você quer sair do improviso e ter um plano por fases (Visão → Investigação → Direção → Acompanhamento), o próximo passo é uma avaliação estruturada.

Dr Thiago Borges
Médico do Esporte
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Quando a coluna dói, o instinto é “me poupar”.O problema é quando isso vira estratégia principal e você entra num ciclo:...
16/03/2026

Quando a coluna dói, o instinto é “me poupar”.
O problema é quando isso vira estratégia principal e você entra num ciclo: poupa → perde capacidade → qualquer carga dói → poupa mais.

Os 5 erros mais comuns que vejo no consultório:
transformar repouso em tratamento
evitar movimentos por medo
voltar com tudo (o famoso 8 ou 80)
fazer só alongamento e ignorar força/progressão
perseguir postura perfeita em vez de uma coluna adaptável

Em geral, o caminho mais inteligente é o oposto do “travamento”:
carga bem dosada + fortalecimento progressivo + recuperação + acompanhamento.

Se você está preso nesse ciclo, uma avaliação estruturada ajuda a definir direção com segurança.

Dr Thiago Borges
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Quando alguém lê “artrose”, é comum traduzir como: “doeu porque desgastou”.Mas, na vida real, dor e exame não andam semp...
11/03/2026

Quando alguém lê “artrose”, é comum traduzir como: “doeu porque desgastou”.
Mas, na vida real, dor e exame não andam sempre na mesma velocidade.

O raio-x ajuda a entender a estrutura. Só que a dor costuma aumentar quando o sistema perde capacidade e ganha sensibilidade e isso pode acontecer mesmo sem “piorar a imagem”.

Os 5 amplif**adores mais comuns:
Carga mal dosada (dias de exagero + dias de pausa)
Menos força e massa muscular ao redor da articulação
Sono ruim (recuperação cai, tolerância cai)
Estresse (o corpo “liga alarmes” mais fácil)
Evitar movimento por medo (a articulação f**a menos preparada)

O objetivo não é “ganhar uma guerra contra a artrose”.
É recuperar função e voltar a ter liberdade em movimento com direção.

Se você sente que está preso no ciclo “piora → para → volta → piora”, uma avaliação estruturada ajuda a organizar o caminho.

Dr Thiago Borges
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10/03/2026

Uma das coisas mais frustrantes para quem convive com lipedema é passar anos ouvindo que é “só gordura”, “falta de disciplina” ou “só retenção”.

O ponto é: lipedema não é obesidade e nem é a mesma coisa que linfedema. É um tipo de alteração do tecido subcutâneo que pode ter padrões diferentes e, em alguns casos, o ultrassom musculoesquelético ajuda a documentar o que o olho não consegue medir com precisão.

Na prática, o exame de imagem pode somar em três frentes:

➡️dar objetividade ao que a paciente sente e relata (dor, sensibilidade, peso nas pernas)

➡️diferenciar cenários que podem se parecer visualmente

➡️orientar direção: o que investigar, como acompanhar e quais estratégias fazem sentido

Importante: ultrassom não substitui avaliação clínica e não é “diagnóstico por vídeo”. Ele é uma peça do quebra-cabeça quando existe suspeita e história compatível.

Se você já ouviu “é só gordura” por anos e sente que sua história não fecha, dá para organizar isso com método: Visão → Investigação → Direção → Acompanhamento. Fale com minha equipe no WhatsApp/link da bio.

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06/03/2026

Seu corpo foi feito para alta performance, mas alta performance exige manutenção.

Depois dos 30, a massa muscular tende a cair progressivamente. Sem treino de força, você perde potência, tolerância e “reserva” para o dia a dia.
E com o tempo, isso aparece onde dói: recuperação mais lenta, mais desconforto articular, menos energia, menos disposição.

Na mulher, a transição da perimenopausa/menopausa muda o jogo da recuperação.
No homem, a queda hormonal também pesa na performance e na composição corporal.
Não é “fraqueza”. É fisiologia + estilo de vida.

A diferença entre envelhecer bem e envelhecer mal raramente é um segredo genético.
Quase sempre é rotina:
treino de força (revisão do motor), nutrição (combustível), sono e estresse (sistema elétrico funcionando sem falhas).

Se você quer mais liberdade em movimento nos próximos 10 anos, comece pela manutenção básica, consistente, sem extremos, com direção.

Se fizer sentido, eu e minha equipe te ajudamos a organizar um plano por fases (Visão → Investigação → Direção → Acompanhamento). Link na bio/WhatsApp.

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Muita gente passa anos tentando “consertar a postura” como se existisse um alinhamento perfeito que resolvesse dor.Só qu...
05/03/2026

Muita gente passa anos tentando “consertar a postura” como se existisse um alinhamento perfeito que resolvesse dor.

Só que a coluna saudável não é a mais “reta”.
É a que se adapta: dobra, estende, gira, sustenta carga e volta ao eixo.

Quando a estratégia vira apenas “evitar movimento”, a coluna perde confiança:
menos força, menos tolerância, mais medo… e a dor costuma ganhar espaço.

Em geral, o caminho mais inteligente é construir capacidade aos poucos:
✅ ajustar carga (nem 8 nem 80)
✅ fortalecer com progressão
✅ melhorar recuperação
✅ acompanhar evolução

Se você quer voltar a treinar e viver com liberdade em movimento, o próximo passo é uma avaliação estruturada.

Dr Thiago Borges
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Artrose é um diagnóstico que assusta porque muita gente traduz como “desgaste inevitável = só piora”.Mas artrose descrev...
03/03/2026

Artrose é um diagnóstico que assusta porque muita gente traduz como “desgaste inevitável = só piora”.
Mas artrose descreve estrutura. A dor descreve como o seu sistema está lidando com carga, força, recuperação e contexto.

Na prática, muita dor nem sempre signif**a “pior artrose”. E um exame “feio” nem sempre signif**a que você está condenado a parar.

O foco maduro é simples: retomar função com estratégia, dosando carga, construindo força, melhorando recuperação e acompanhando evolução ao longo do tempo.

Se você quer sair do modo “evitar tudo” e voltar a ter liberdade em movimento com direção, o próximo passo é uma avaliação estruturada.

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Há cinco anos, a gente chegou em São Paulo com um sonho eu fazendo medicina esportiva e você a residência de clínica méd...
27/02/2026

Há cinco anos, a gente chegou em São Paulo com um sonho eu fazendo medicina esportiva e você a residência de clínica médica. De lá pra cá, você cresceu ainda mais, conquistou a residência em endocrinologia na Santa Casa, nos casamos você fez amigos pra vida toda e se transformou. Eu vi, nesse tempo, a mulher incrível que você se tornou: como esposa, como profissional, como pessoa. Juntos, abrimos um ciclo e agora estamos fechando ele com ainda mais força e união. Tenho um orgulho imenso de você, , e te admiro mais do que consigo explicar. Que venha o próximo capítulo!
Parabéns para minha Endocrinologista!!

Endereço

São Paulo, SP

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