psicokatjawirth

psicokatjawirth Psicóloga Katja Wirth
Analisa do Comportamento
Mestranda em Neurociências

�� Ajudando a esculpir mentes

25/11/2025
A vida cotidiana pode ser uma terapia também, desde que estejamos atentos ao que ela pode nos ensinar. Siga-me para cont...
23/10/2025

A vida cotidiana pode ser uma terapia também, desde que estejamos atentos ao que ela pode nos ensinar. Siga-me para continuar recebendo conteúdos assim — que transformam o conhecimento em liberdade.

Katja Wirth
Psicóloga Clínica
Mestre em Neurociências

Recentemente, estávamos meu marido, eu e nosso filho em uma lavanderia. Enquanto esperávamos as roupas, brincávamos com ...
04/09/2025

Recentemente, estávamos meu marido, eu e nosso filho em uma lavanderia. Enquanto esperávamos as roupas, brincávamos com uma bola. Até que entrou um casal com um cachorro e o Mathias, que antes corria livre, precisou se restringir a um espaço menor. Ele não gostou e começou a reclamar.

Meu marido o pegou no colo e disse:
“Filho, preciso colocar limitizinhos em você, para que você não se perca na sua liberdade.”

Ele é formado em direito, mas se diz psicólogo honoris causa (e nessa hora ele realmente foi 😂). E, de fato, ele não poderia estar mais certo.

🌱 Uma criança precisa de limites para crescer para cima. Assim como uma planta precisa de um tutor que a direcione, caso contrário, ela se esparrama, cresce para os lados e perde a força de alcançar o alto.
Limite não é aprisionamento, é cuidado e direção.

A liberdade é uma esfera delicada: necessária para que possamos nos tornar seres autênticos, mas perigosa quando não encontra contorno. Se você poda demais uma planta, ela nunca chega ao seu potencial. Mas, se nunca a poda, ela se enfraquece e não consegue crescer para o alto.

E será que isso se aplica apenas às crianças? Eu diria que não.
👥 Nos relacionamentos, os limites também são fundamentais. Eles não são barreiras que afastam, mas bordas que sustentam. O excesso de liberdade pode sufocar, invadir e até agredir o espaço do outro.

💡 Pense no abraço: naquele momento somos cercados por limites — os braços do outro nos seguram, não podemos nos mover livremente. Mas é justamente nesse limite que encontramos o conforto, a segurança e a sensação de pertencimento.

O amor verdadeiro não teme os limites.
O amor sabe se conter para crescer ainda mais forte.

Katja Wirth
Psicóloga Clínica
Mestre em Neurociências

Hoje é o Dia do Psicólogo, e quero parabenizar todos os meus colegas de profissão que, com dedicação, estudo, ética e hu...
27/08/2025

Hoje é o Dia do Psicólogo, e quero parabenizar todos os meus colegas de profissão que, com dedicação, estudo, ética e humanidade, têm reescrito a forma como a psicologia é vista no nosso país.

Quero também agradecer a cada paciente que confiou em mim suas histórias, seus conflitos, suas alegrias, seus medos e sonhos.

Ser terapeuta é viver diariamente uma montanha-russa de emoções: sair de um atendimento feliz e, minutos depois, se deparar com um luto. É lidar com alegria, tristeza, medo e entusiasmo em poucas horas. É aprender a se doar, mas também a impor limites. É oferecer palavras de conforto, mas também ter coragem de dizer a verdade, mesmo quando dói.

E, acima de tudo, é sentir a alegria de ajudar a transformar cicatrizes em asas.

Feliz Dia do Psicólogo!

Katja Wirth - Psicóloga Clínica

Algumas coisas a gente só aprende tarde demais.E poucas dores são tão difíceis quanto a de perceber — quando já não há m...
03/07/2025

Algumas coisas a gente só aprende tarde demais.
E poucas dores são tão difíceis quanto a de perceber — quando já não há mais tempo de mudar.

Muitas pessoas só reconhecem o valor da presença quando ela já virou ausência.
Só olham nos olhos quando não há mais quem os olhe de volta.
Só largam o celular quando a cama já está vazia.
Só buscam diálogo quando o silêncio se tornou definitivo.

Sim, existem formas de aprender antes da perda.
A experiência é uma professora eficiente, mas extremamente dura.
A terapia também ensina — e eu sempre digo isso na primeira sessão: ela pode doer, sim.
Mas sabe o que dói mais?

— Dói perceber que o abraço que você recusou agora faz falta.
— Dói olhar para a mensagem que você não respondeu e saber que não haverá outra.
— Dói lembrar das discussões que você evitou e que agora te sufocam.
— Dói saber que, quando poderia ter cuidado… você se ocupou demais.

É possível aprender antes da dor.
Mas, para isso, é preciso humildade.
É preciso reconhecer que nem sempre a gente está pronto — mas pode se preparar.
É preciso aceitar ajuda.
_

Se este conteúdo te fez refletir sobre o que (ainda) pode ser valorizado, imagine o quanto você poderia avançar com a ciência aplicada ao seu cotidiano.
Siga-me para continuar recebendo conteúdos assim — que transformam conhecimento em liberdade emocional.

Katja Wirth
Psicóloga Clínica / Mestre em Neurociências

Nem toda rachadura precisa ser o fim.Na cultura japonesa, existe uma arte chamada Kintsugi, em que peças quebradas são r...
30/06/2025

Nem toda rachadura precisa ser o fim.
Na cultura japonesa, existe uma arte chamada Kintsugi, em que peças quebradas são restauradas com ouro — não para esconder as cicatrizes, mas para dar novo valor a elas.

Na terapia de casal, também é assim. Não se trata de voltar a ser como era, mas de encontrar novas formas de estar junto — com mais consciência, cuidado e compromisso.

Porque o que tem valor… vale ser reconstruído.

_

Se este conteúdo te ajudou a olhar com mais profundidade para o seu relacionamento, imagine o quanto você poderia avançar com a ciência aplicada ao cotidiano.
Siga-me para continuar recebendo conteúdos assim — que transformam conhecimento em liberdade emocional.

Katja Wirth
Psicóloga Clínica / Mestre em Neurociências

Você escuta… ou tenta resolver? Na ânsia de ajudar quem amamos, muitas vezes deixamos de ouvir, verdadeiramente, para te...
23/06/2025

Você escuta… ou tenta resolver?

Na ânsia de ajudar quem amamos, muitas vezes deixamos de ouvir, verdadeiramente, para tentar consertar o que o outro sente.
Mas o que parece cuidado, pode ser uma forma sutil de esquiva emocional.

🧠 Na Análise do Comportamento, todo comportamento tem função.
Tentar resolver o problema emocional do outro pode ser, na prática, uma resposta aprendida para diminuir o nosso próprio desconforto diante do sofrimento alheio.

É mais fácil oferecer uma solução do que permanecer ao lado da dor de alguém.
Mas quando fazemos isso, corremos o risco de invalidar o outro — mesmo sem intenção.

➡️ Escutar com empatia exige:
– contato pleno com o que o outro sente,
– sem pressa para aliviar,
– sem transformar a escuta em um palco para o nosso incômodo.

Se você percebe que se apressa em dar respostas, talvez isso tenha sido reforçado na sua história como uma forma eficiente de lidar com conflitos ou manter controle nas relações.

Mas relações verdadeiras não precisam de controle. Precisam de presença.

✨ Estar disponível, com abertura e aceitação, diante da emoção do outro, também é autocuidado.
Porque quando nos abrimos para o outro, nos tornamos mais íntimos de nós mesmos.

E isso se aprende: com repertório, consciência e prática.

Se este conteúdo te ajudou a enxergar suas relações com mais clareza, imagine o quanto você poderia avançar com a ciência aplicada ao seu cotidiano.
Siga-me para continuar recebendo conteúdos assim — que transformam o conhecimento em liberdade emocional.

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Katja Wirth
Psicóloga Clínica / Mestre em Neurociências

Você não precisa ser assim para sempre.
12/05/2025

Você não precisa ser assim para sempre.

*Quando a ansiedade aperta e nada parece certo…*Nada na vida é completamente previsível. Tudo muda, inclusive o que nos ...
03/03/2025

*Quando a ansiedade aperta e nada parece certo…*

Nada na vida é completamente previsível. Tudo muda, inclusive o que nos preocupa e como lidamos com isso. Mas viver com uma mente sempre agitada e um corpo em alerta—pronto para lutar, fugir ou travar—é exaustivo. E, muitas vezes, a pior parte é não saber o que fazer com essa sensação.

Às vezes, a ansiedade nos prende em um looping de preocupações que parecem gigantes. Mas será que tudo o que nos angustia é, de fato, um problema que precisa ser resolvido? Ou estamos apenas presos na tentativa de controlar o incontrolável?

Se não há nada que possa ser feito, é preciso lembrar que nem toda preocupação merece ser alimentada. Você pode simplesmente dizer:

*”Certo, cérebro. Eu te ouvi. Mas agora vou seguir com o meu dia.”*

Mas e quando é um problema real? Aquele que não se resolve ignorando? Bom, aí só existe um caminho: lidar com ele.

E enquanto isso, seu corpo precisa saber que está seguro. Ansiedade não é só um pensamento, ela se manifesta no corpo todo—um coração acelerado, uma respiração curta, um aperto na garganta. O que fazer nesse momento? Tentar respirar devagar, mover-se um pouco, lembrar-se de que está seguro. Isso não é um truque, é só biologia.

E se nada parecer ajudar? Talvez seja hora de olhar mais a fundo. O corpo pode estar gritando por conta de algo além da ansiedade: noites mal dormidas, um ambiente desgastante, mudanças hormonais ou até um lugar onde você simplesmente não se sente bem.

A verdade é que não existe uma fórmula universal para lidar com isso. Mas existe um ponto de partida: sair do piloto automático e olhar para si com honestidade.

E você? Como tem lidado com suas incertezas?

➡️ Se esse post fez sentido para você, compartilhe com alguém que pode estar precisando desse lembrete.

Katja Wirth
Psicóloga Clínica
Mestre em Neurociências

“É preciso sair da ilha para ver a ilha.” – José SaramagoEssa frase nos traz uma reflexão profunda: para compreender ple...
13/01/2025

“É preciso sair da ilha para ver a ilha.” – José Saramago

Essa frase nos traz uma reflexão profunda: para compreender plenamente uma situação, muitas vezes precisamos nos afastar dela. Quando estamos imersos — em um relacionamento, um trabalho ou até mesmo um hábito — nossa visão f**a limitada, como se estivéssemos presos em uma ilha cercada por nossas próprias percepções e emoções.

Sair da ilha não signif**a abandonar, mas criar a distância necessária para enxergar o todo com clareza. É ao nos afastarmos de um contexto imediato que conseguimos identif**ar padrões, avaliar escolhas e compreender os impactos de nossas ações.

E sabe onde muitas vezes esse “sair da ilha” acontece? Na sala de terapia.
A terapia é esse espaço de distanciamento seguro, onde você pode olhar para as situações da sua vida sob uma nova perspectiva. É ali que você ganha ferramentas para questionar crenças, identif**ar ciclos que se repetem e até mesmo perceber as riquezas ou os problemas que antes passavam despercebidos.

Por exemplo:

Um relacionamento tumultuado pode parecer sem solução até que você analisar suas próprias emoções e compreenda os padrões envolvidos.
Um trabalho estressante pode se transformar em algo mais leve ao identif**ar formas de lidar melhor com as demandas.
Sair da ilha é um ato de coragem e humildade. É reconhecer que, para crescer, precisamos nos permitir mudar de perspectiva, repensar e, muitas vezes, ajustar nossas rotas.

🌊 Reflita:

Qual é a ilha que você está vivendo hoje?
Como a terapia poderia ajudar você a enxergá-la de uma nova forma?
Se permitir olhar para sua vida de fora pode ser o primeiro passo para transformá-la por dentro. Que tal começar?

Katja Wirth
Psicóloga Clínica
Mestre em Neurociências
Analista do Comportamento

Endereço

Alameda Min. Rocha Azevedo, 38
São Paulo, SP
01410000

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