Dr. Petronio Melo Urologista - Urologia e Cirurgia Robótica

Dr. Petronio Melo Urologista - Urologia e Cirurgia Robótica Dr. Petronio Melo Urologista Vila Mariana, São Paulo, SP | Urologia e Cirurgia Robótica

01/05/2026

Depoimento real após cirurgia robótica de câncer de próstata

No vídeo de hoje, você vai ouvir o depoimento de um paciente que passou por uma prostatectomia radical robótica com a nossa equipe para tratamento do câncer de próstata.

Ele conta duas coisas que eu considero fundamentais para quem está vivendo esse diagnóstico — ou para quem tem um familiar nessa situação:

1. O impacto de receber a notícia: é normal f**ar assustado no primeiro momento.
2. A recuperação: quando a indicação é bem feita e a cirurgia é bem executada, a experiência pode ser muito melhor do que muita gente imagina. No depoimento, ele relata internação curta, recuperação tranquila e reforça algo que eu falo sempre: prevenção e acompanhamento com PSA salvam tempo, saúde e tranquilidade.

Eu gosto de trazer relatos assim porque eles ajudam a “traduzir” a medicina para a vida real. E principalmente porque câncer de próstata não é sentença de morte. Quanto mais cedo diagnosticar e tratar quando indicado, maiores as chances de cura e de preservar qualidade de vida.

Se você está em investigação, já fez biópsia, ressonância, ou tem PSA alterado, deixe sua dúvida aqui embaixo.

Dr. Petronio Melo
Urologista e Cirurgião Robótico
CRM 157.598 | RQE 70.275

30/04/2026

Incontinência após RTU: existe risco, sim — e por isso a escolha da técnica importa

No vídeo de hoje, eu comento um relato forte de um seguidor: “fiz RTU e até hoje uso fraldas”. E a primeira coisa que eu preciso dizer é: toda cirurgia tem risco, inclusive as cirurgias para próstata aumentada (HPB). A maioria dos pacientes melhora muito, mas complicações podem acontecer — e a incontinência urinária é uma das que mais impactam a vida.

O que a literatura mostra é que, em média, a taxa de retratamento cirúrgico após RTU f**a em torno de 5% (ou seja, uma parte dos pacientes pode precisar de novo procedimento ao longo do tempo).
E, quando falamos de técnicas minimamente invasivas, como o Rezum (v***r de água), a ideia é justamente reduzir efeitos colaterais como incontinência e disfunção sexual — mas com um “preço”: elas costumam desobstruir menos e, por isso, podem ter maior chance de precisar retratar no futuro, dependendo do caso (o próprio review do JAMA aponta taxas de retratamento mais altas para alguns MISTs).

A mensagem principal é simples e honesta:
não existe cirurgia “perfeita” para todo mundo. Existe a cirurgia mais adequada para o seu perfil, levando em conta tamanho e formato da próstata, intensidade dos sintomas, estado da bexiga, uso de anticoagulantes e prioridade do paciente (por exemplo, preservação da ejaculação).

Se você tem sintomas de próstata aumentada e está decidindo entre RTU, laser (HoLEP/GreenLight) ou terapias minimamente invasivas como o Rezum, procure avaliação individualizada. Decisão bem feita antes evita sofrimento depois.

Dr. Petronio Melo
Urologista e Cirurgião Robótico
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29/04/2026

Cirurgia robótica para próstata aumentada: melhor opção para todo mundo?

No vídeo de hoje, eu explico que a cirurgia robótica não é a melhor opção cirúrgica para todos os casos de próstata aumentada (HPB). Tecnologia é importante, mas a melhor técnica é a que resolve o seu problema com mais segurança e previsibilidade.

De forma geral, a cirurgia robótica costuma fazer mais sentido quando estamos falando de próstatas muito grandes, geralmente acima de 80 gramas — especialmente naqueles casos em que a anatomia, o volume e o grau de obstrução indicam um procedimento mais “completo”, como a prostatectomia simples (retirada do miolo da próstata por dentro). Nessa faixa, a robótica pode trazer vantagens como melhor visão, dissecção precisa e boa recuperação quando bem indicada.

Agora, para próstatas menores que isso, o caminho mais comum e muitas vezes mais inteligente é optar por cirurgias endoscópicas, feitas pela uretra, sem cortes externos. Exemplos:

* HoLEP (laser de holmium)
* GreenLight (fotov***rização)
* RTU (raspagem da próstata)
* e, em casos selecionados, terapias minimamente invasivas como Rezum ou outras

Essas técnicas costumam ser extremamente ef**azes, com recuperação rápida e excelentes resultados para próstatas pequenas e médias.

A mensagem principal é simples: o tamanho da próstata muda tudo. E além do tamanho, entram outros fatores: formato (lobo mediano), intensidade dos sintomas, estado da bexiga, comorbidades, uso de anticoagulantes e objetivos do paciente (por exemplo, preservação da ejaculação). É isso que define a melhor escolha — não o “nome” da tecnologia.

Se você tem sintomas urinários e foi informado que está com próstata aumentada, procure um urologista para avaliar o seu caso com critério. Existe tratamento certo para cada perfil.

Dr. Petronio Melo
Urologista e Cirurgião Robótico
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17/04/2026

PSA 9,19 aos 47 anos: é câncer? Não necessariamente — mas precisa investigar.

No vídeo de hoje, respondo uma dúvida muito importante: “Meu marido tem 47 anos e o PSA deu 9,19”.

Primeiro, calma. PSA alto não signif**a automaticamente câncer. O PSA é um marcador da próstata e pode subir por várias razões, como:
• Prostatite (inflamação/infecção da próstata)
• Hiperplasia prostática benigna (próstata aumentada)
• Infecção urinária
• Ejaculação recente, exercício intenso (principalmente bicicleta)
• Manipulação urológica ou até toque/sonda em alguns contextos

Ou seja: câncer é uma das causas, mas não é a única.

Dito isso, eu preciso ser muito claro: um PSA acima de 9, especialmente em um homem de 47 anos, sempre merece investigação adequada. Não é para “deixar pra lá” e nem para entrar em pânico. É para organizar os próximos passos com um urologista.

✅ Em geral, a avaliação inclui:
• revisar o histórico (sintomas urinários, dor pélvica, febre, ardor, episódios de prostatite)
• exame de urina e urocultura se houver suspeita de infecção
• toque retal quando indicado
• repetir o PSA nas condições corretas (sem infecção, sem ejaculação 48h antes, sem atividade intensa)
• e, dependendo do caso, pedir PSA livre, densidade do PSA e ressonância multiparamétrica da próstata para decidir se há necessidade de biópsia

A mensagem principal é: PSA é individualizado. Não dá para concluir nada só olhando o número. Mas PSA acima de 9 não é um achado para ignorar — é um achado para investigar com método.

Dr. Petronio Melo
Urologista e Cirurgião Robótico
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15/04/2026

Depoimento após cirurgia robótica
Prostatectomia radical robótica para câncer de próstata

No vídeo de hoje, você vai ouvir o depoimento do Sr. José, operado por mim há cerca de 2 anos e meio. Ele realizou uma prostatectomia radical robótica para tratamento do câncer de próstata. Ele conta como descobriu a doença, o que sentiu quando recebeu o diagnóstico e, principalmente, como foi a evolução após a cirurgia — com uma recuperação muito positiva e grande satisfação com o resultado.

Esse tipo de relato é valioso porque, quando a família recebe um diagnóstico de câncer de próstata, surgem duas perguntas imediatas:
“Eu vou f**ar bem?” e “Qual é o melhor tratamento para o meu caso?”. E a verdade é que informação e exemplos reais ajudam a diminuir o medo e a organizar os próximos passos com mais clareza.

A cirurgia robótica pode oferecer vantagens importantes em casos bem indicados: maior precisão, menor sangramento, internação mais curta e, quando oncologicamente possível, maior chance de preservar estruturas ligadas à continência urinária e à função sexual. Mas tão importante quanto a tecnologia é a experiência do cirurgião, a equipe e uma boa indicação baseada em exames e estadiamento.

Se você é paciente, familiar ou está em investigação por PSA, ressonância ou biópsia, assista ao vídeo com atenção. Pode te ajudar a entender o caminho com mais tranquilidade.

Se quiser, deixe nos comentários sua dúvida: PSA, biópsia, ressonância, indicação cirúrgica, recuperação, continência, ereção e tempo de retorno às atividades — eu posso te ajudar!

Dr. Petronio Melo
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06/04/2026

Prostatectomia Radical Robótica no Rol da ANS: informação que pode mudar o seu tratamento

No vídeo de hoje, eu leio na íntegra um roteiro muito importante: a prostatectomia radical robótica foi incluída no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS e, desde 1º de abril de 2026, passou a ser cobertura obrigatória para os planos de saúde aos quais o Rol se aplica.

E por que isso importa tanto? Porque para muitos pacientes essa cirurgia f**ava restrita a exceções, negociações difíceis ou judicialização. Agora, existe um caminho regulatório mais claro — mas, ao mesmo tempo, é essencial entender do jeito certo: estar no Rol não signif**a que todo paciente fará robótica automaticamente, nem que todo hospital tem robô disponível, nem que a indicação deixa de ser médica.

No vídeo eu explico, de forma prática e sem juridiquês:
• para quais planos isso costuma valer (e por que a cobertura hospitalar faz diferença),
• como essa mudança pode ajudar de verdade o paciente,
• quais são os erros mais comuns de interpretação,
• e qual é o passo a passo inteligente para solicitar autorização ao plano, com relatório médico bem feito e resposta formal da operadora.

Minha mensagem principal é simples: isso não é só burocracia. É um avanço real, que pode ampliar acesso a uma tecnologia importante para o tratamento do câncer de próstata — desde que você saiba como usar essa informação da forma correta.

Se você conhece alguém passando por isso, compartilhe este vídeo. Essa informação pode evitar medo, atraso e decisão errada.

Dr. Petronio Melo
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01/04/2026

Retirada do Duplo J com fio: dói? Na maioria das vezes, bem menos do que as pessoas imaginam.

No vídeo de hoje, usei o depoimento de um paciente para explicar uma dúvida muito comum: como é a retirada do cateter duplo J com fio e se isso “dói muito”.

A realidade é que, quando o duplo J tem fio, a retirada costuma ser:
• muito rápida (geralmente em segundos),
• feita no consultório, sem necessidade de centro cirúrgico,
• e o desconforto, na maior parte dos casos, é tolerável.

Muitos pacientes descrevem como:
• uma ardência ou “incômodo” no momento da retirada,
• e depois pode f**ar uma sensação de ardor ao urinar por algumas horas ou até 1 dia, como o paciente relatou.

E um ponto que eu sempre reforço: a dor de pedra no rim costuma ser muito pior do que a retirada do duplo J com fio. Por isso, muita gente sai aliviada quando entende como é de verdade.

✅ O que pode acontecer depois da retirada (e costuma ser normal):
• ardor para urinar por algumas horas
• vontade de urinar mais vezes no dia
• um pouco de sangue na urina
• cólica leve

🚨 Sinais de alerta (não ignore):
• febre, calafrios
• dor lombar forte e progressiva
• vômitos ou mal-estar importante
• dificuldade para urinar que não melhora

Obrigado ao paciente pelo depoimento — esse tipo de relato real ajuda muita gente a perder o medo e a encarar o tratamento com mais tranquilidade.

Dr. Petronio Melo
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01/04/2026

Próstata aumentada pode fazer urinar muitas vezes? Sim — e tem tratamento.

No vídeo de hoje, respondo essa dúvida muito comum: a pessoa fez ultrassom, ouviu que a próstata está grande e relata xixi muitas vezes ao dia, com intervalos curtos.

✅ Sim, a próstata aumentada (HPB) pode causar exatamente isso.
Quando a próstata cresce, ela pode “apertar” a saída da bexiga e atrapalhar o esvaziamento. A bexiga começa a trabalhar sob pressão, f**a mais irritada e, com o tempo, aparecem sintomas como:
• urinar toda hora (aumento da frequência),
• urgência (vontade súbita),
• acordar à noite para urinar,
• jato fraco e sensação de não esvaziar.

Mas um detalhe importante: urinar muitas vezes também pode ser bexiga hiperativa, infecção urinária, diabetes, uso de diuréticos, excesso de cafeína/álcool ou até ansiedade. Por isso, a avaliação correta é o que define o melhor caminho.

✅ Como é o tratamento?
Depende da intensidade dos sintomas e do que os exames mostrarem. Em geral, temos dois grandes caminhos:

1) Tratamento com remédios
Pode incluir medicamentos que relaxam a próstata e a bexiga, melhorando o jato e diminuindo a urgência, e em alguns casos remédios que reduzem o volume da próstata ao longo do tempo.

2) Tratamento cirúrgico / procedimentos minimamente invasivos
Quando o caso é mais avançado, quando há complicações (retenção urinária, infecções de repetição, pedra na bexiga, dano ao rim) ou quando o remédio não resolve, existem opções como GreenLight Laser, HoLEP, RTU, Rezum, Echolaser, entre outras — e a escolha depende do tamanho/formato da próstata e do perfil do paciente.

📌 Mensagem principal:
Sim, próstata aumentada pode causar esse incômodo, e a boa notícia é que tem solução, seja com medicação, seja com procedimentos modernos e seguros. O primeiro passo é uma avaliação com urologista para definir o tipo de sintoma e o grau de obstrução.

Dr. Petronio Melo
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Depoimento que atravessa fronteiras 🇧🇷🇨🇷Hoje compartilho uma avaliação muito especial do Google, feita por um paciente d...
31/03/2026

Depoimento que atravessa fronteiras 🇧🇷🇨🇷

Hoje compartilho uma avaliação muito especial do Google, feita por um paciente da Costa Rica que veio ao Brasil e realizou com a nossa equipe uma prostatectomia radical robótica para tratamento do câncer de próstata, no Hospital Moriah (São Paulo).

Receber um reconhecimento desses, vindo de tão longe, reforça algo que eu levo muito a sério: medicina é confiança, técnica e cuidado humano. A cirurgia robótica nos permite operar com alta precisão, visão ampliada e movimentos delicados em uma região extremamente sensível, com o objetivo de oferecer tratamento oncológico ef**az e, sempre que possível, preservar qualidade de vida no pós-operatório.

Agradeço de coração ao Mario pela mensagem, pela confiança e pelas palavras sobre a nossa equipe. E também faço questão de reconhecer o trabalho do , que foi citado pelo paciente pela excelência e acolhimento — isso faz diferença real na jornada de quem está enfrentando um diagnóstico difícil.

Se você recebeu diagnóstico de câncer de próstata ou está em investigação, procure orientação especializada. Quanto mais cedo e bem direcionado for o cuidado, melhores tendem a ser os resultados.

Dr. Petronio Melo
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SaúdeMasculina OncologiaUrológica SãoPaulo HospitalMoriah DepoimentoDePaciente MedicinaBaseadaEmEvidências QualidadeDeVida

30/03/2026

“Tenho incontinência e estou tomando Fenazic (darifenacina). É ef**az?”

No vídeo de hoje eu esclareço uma confusão muito comum: a darifenacina (Fenazic) pode ajudar em um tipo específico de perda de urina, mas não em todos.

✅ Para que ela serve?
A darifenacina é usada principalmente para urgeincontinência — aquela perda associada à urgência: a pessoa sente uma vontade súbita e forte de urinar, não consegue segurar e a urina escapa. Geralmente vem junto de sintomas como ir ao banheiro muitas vezes, acordar à noite e sensação de “bexiga irritada”.

❌ Para que ela NÃO serve?
Ela não é o remédio ideal para incontinência aos esforços, que é quando a urina escapa ao tossir, rir, levantar, correr, carregar peso ou fazer força. Esse tipo costuma estar mais ligado a fraqueza do assoalho pélvico/esfíncter, e o tratamento é diferente (fisioterapia pélvica, fortalecimento, e em alguns casos procedimentos cirúrgicos).

📌 Mensagem prática:
Antes de decidir se o Fenazic “funciona”, você precisa identif**ar qual é o seu tipo de incontinência. E muita gente tem mistura dos dois (urge + esforço), o que muda totalmente a estratégia.

Se você perde urina, o melhor caminho é uma avaliação para definir o tipo e tratar certo — porque tem tratamento, mas cada caso pede uma abordagem diferente.

Dr. Petronio Melo
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25/03/2026

“vesomni não está adiantando… posso fazer raspagem da próstata?”

No vídeo de hoje, respondo essa dúvida importante.

✅ Quando a “raspagem da próstata” é indicada?
A RTU (ressecção transuretral) é indicada quando existe obstrução comprovada pela próstata, com sintomas importantes e/ou complicações (retenção urinária, infecções de repetição, pedra na bexiga, insuficiência renal por obstrução, etc.).

Dr. Petronio Melo
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24/03/2026

GreenLight ou RTU para próstata ~50 g: RTU é boa opção? E tem risco de “voltar”?

No Reels de hoje, respondo uma dúvida muito comum: paciente de 68 anos, HPB em torno de 50 g, indicado para GreenLight, mas perguntando se a RTU (raspagem da próstata) também seria uma boa opção — e se existe risco de recorrência.

✅ Sim: RTU é uma excelente opção e continua sendo “padrão” no mundo todo para próstatas nessa faixa de tamanho. Ela é uma cirurgia tradicional, consagrada, com resultados previsíveis e boa durabilidade.

✅ E o GreenLight também é uma ótima opção. Em termos de melhora do jato e dos sintomas (LUTS), as duas técnicas costumam oferecer resultados muito semelhantes quando bem indicadas e bem executadas.

Então qual escolher?
A decisão depende de detalhes que fazem muita diferença:
• Uso de anticoagulante/risco de sangramento (GreenLight costuma ter vantagem)
• Formato da próstata (lobo mediano, grau de obstrução)
• Bexiga (se está muito “cansada”/trabeculada)
• Objetivo com ejaculação (ambas podem causar ejaculação retrógrada; depende do tipo de técnica e do caso)
• Experiência do cirurgião e estrutura do hospital (isso pesa mais do que as pessoas imaginam)

✅ Sobre “reincidência” após RTU:
Existe, sim, uma chance de o tecido voltar a crescer ao longo dos anos, porque a próstata continua sendo uma glândula viva. Mas, na prática, a grande maioria f**a muitos anos bem. Quando precisa de retratamento, costuma ser anos depois, e não é a regra. O risco varia com idade, volume inicial, técnica e evolução individual.

Mensagem principal: para próstata de ~50 g, tanto RTU quanto GreenLight são opções muito boas. O mais importante é escolher a técnica mais adequada para o seu perfil e ser operado por uma equipe experiente.

Dr. Petronio Melo
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