Dra. Danielle H. Admoni Psiquiatra da infância e adolescência

Dra. Danielle H. Admoni Psiquiatra da infância e adolescência Psiquiatra da infância e da adolescência na Escola Paulista de Medicina UNIFESP e especialista pela ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria)

10/04/2026

🚨 A violência sexual online é real, e está mais próxima do que muita gente imagina.

Dados do Unicef mostram que 1 a cada 5 adolescentes brasileiros já sofreram esse tipo de violência.

No ambiente digital, abusos podem acontecer de forma silenciosa, muitas vezes dentro de jogos online e sem que famílias percebam o risco.

A exposição, a manipulação e o compartilhamento de imagens íntimas são algumas das formas mais comuns e devastadoras desse tipo de violência.

Essa matéria da TV Band, com entrevista com a psiquiatra Danielle Admoni, da Unifesp, faz um alerta importante: não é porque a violência acontece no ambiente online que ela deixa de causar danos psicológicos. Pelo contrário: os impactos podem ser profundos e duradouros.
Informação e diálogo são essenciais para prevenir.

Falar sobre o assunto, orientar crianças e adolescentes e acompanhar o que acontece no ambiente digital faz toda a diferença.

📱 O online também precisa ser um espaço seguro.

Assista à matéria completa aqui (a partir de 23:15 minutos)

https://www.youtube.com/watch?v=AUvHnhZxUgs&t=1402s

07/04/2026

Um estudo internacional acende o alerta: o número de idosos com transtorno do espectro autista pode ultrapassar 5 milhões até 2040. Muitos deles nunca foram diagnosticados até a terceira idade.

Em entrevista para o programa Revista Alesp, com a apresentadora Millena Machado, a psiquiatra Daniele Admoni chama atenção para um vazio urgente: faltam políticas públicas, acompanhamento e até mesmo conhecimento sobre essa população. “Antes pensávamos mais em crianças com TEA, mas elas crescem, viram adultos e depois idosos.”

Outro ponto importante: o diagnóstico em mulheres ainda é mais difícil, já que os sinais podem ser menos evidentes e mais “mascarados” socialmente.

Está na hora de olhar com mais cuidado para aqueles comportamentos que sempre foram vistos como “jeito de ser” ou “coisa da idade”.

Pode ser mais do que isso: pode ser uma vida inteira sem diagnóstico, sem suporte e sem acolhimento.

Falar sobre isso é o primeiro passo para mudar.

O estudo mencionado pela apresentadora é o "Global burden of autism spectrum disorders among population aged 70 years and older from 1990–2021, with projections to 2040", publicado na revista Molecular Psychiatry.

Veja a entrevista aqui (a partir de 37:48):
https://www.youtube.com/watch?v=_fQWZy8DfUM&t=3120s

Quando a infância vira vitrine.A nova discussão sobre o ECA Digital joga luz sobre um ponto delicado: crianças que não a...
30/03/2026

Quando a infância vira vitrine.

A nova discussão sobre o ECA Digital joga luz sobre um ponto delicado: crianças que não apenas estão nas redes, mas trabalham nelas — como influenciadoras, produtoras de conteúdo, protagonistas de uma rotina exposta (e monetizada) desde cedo.

Essa matéria da revista Veja, com participação da psiquiatra Danielle Admoni, mostra os desafios de regular essa fronteira ainda nebulosa entre brincadeira e trabalho, espontaneidade e performance, proteção e exploração.

Num cenário em que curtidas viram moeda e a vida íntima vira conteúdo, o papel dos adultos nunca foi tão central.



https://veja.abril.com.br/comportamento/exposicao-controlada-os-desafios-do-eca-digital-para-proteger-a-infancia-nas-redes/

O número de idosos diagnosticados com transtorno de espectro autista (TEA) está crescendo. Um estudo internacional apont...
27/03/2026

O número de idosos diagnosticados com transtorno de espectro autista (TEA) está crescendo.

Um estudo internacional aponta que a população com TEA acima dos 70 anos quase triplicou nas últimas décadas e pode ultrapassar 5 milhões até 2040.

Apesar disso, ainda sabemos pouco sobre o TEA na velhice. A maior parte dos diagnósticos acontece na infância, e faltam políticas, estudos e estratégias voltadas para adultos e idosos.

Uma das possíveis explicações para o diagnóstico tardio pode estar na chamada “camuflagem”: quando pessoas com TEA disfarçam sinais ao longo da vida, muitas vezes às custas da própria saúde mental.

👉 O desafio agora é ampliar o olhar para essa faixa etária.

24/03/2026

A infância não foi feita para dar conta de tudo o que a internet entrega.
E está tudo bem dizer: “isso ainda não é pra você”.

O ECA Digital, que entrou em vigor na semana passada, é uma lei que surge como um passo importante para proteger o desenvolvimento emocional e psicológico dos jovens em um mundo onde o acesso é cada vez mais rápido, e muitas vezes não saudável.

Proteger não é proibir. É cuidar, orientar e respeitar o tempo de cada fase.

Essa entrevista da psiquiatra Danielle Admoni a Marcelo Juliani no programa Tribuna no Ar, do Tribuna de Minas, é imperdível para entender melhor a importância da lei.

Veja a entrevista completa aqui:

https://www.youtube.com/watch?v=-Fp_tjtylHc

Nem sempre a irritação é sobre o que está acontecendo ao redor.Muitas vezes, ela é um reflexo do que está acontecendo de...
20/03/2026

Nem sempre a irritação é sobre o que está acontecendo ao redor.

Muitas vezes, ela é um reflexo do que está acontecendo dentro.

Quando tudo começa a incomodar, quando a paciência desaparece e o cansaço emocional vira regra… é importante parar, observar e procurar ajuda profissional.

Um novo estudo acende um alerta sobre a relação dos jovens com o corpo.Pesquisa publicada em janeiro de 2026 na revista ...
16/03/2026

Um novo estudo acende um alerta sobre a relação dos jovens com o corpo.

Pesquisa publicada em janeiro de 2026 na revista científica Current Psychology, conduzida por pesquisadores da University of Warwick, acompanhou 10.625 jovens britânicos dos 17 aos 20 anos para entender como a relação com o peso na adolescência afeta a saúde mental no início da vida adulta.

Os resultados chamaram atenção: jovens que faziam dieta ou estavam constantemente preocupados em perder peso apresentaram mais sintomas de ansiedade, depressão e sofrimento psicológico.

Mesmo jovens com peso considerado normal, mas que faziam dieta ou exercícios com objetivo de emagrecer, apresentaram pior bem-estar mental do que aqueles que não estavam preocupados com o peso.

Ou seja: não é apenas o peso que importa, mas a relação que construímos com ele.

Em um momento em que cresce o uso das chamadas “canetas emagrecedoras”, a discussão sobre peso precisa incluir também imagem corporal, pressão estética e saúde mental.

Cuidar da saúde não deveria significar viver em guerra com o próprio corpo.

🧠 “Todo mundo tem um pouco de TDAH.”Essa frase se popularizou nas redes sociais, mas pode gerar confusão.Dificuldades oc...
12/03/2026

🧠 “Todo mundo tem um pouco de TDAH.”
Essa frase se popularizou nas redes sociais, mas pode gerar confusão.

Dificuldades ocasionais de atenção, distração ou esquecimento fazem parte da experiência humana, especialmente em contextos de sobrecarga, estresse ou excesso de estímulos.

Mas o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é uma condição do neurodesenvolvimento caracterizada por um padrão persistente de desatenção e/ou hiperatividade-impulsividade, com início, em geral, na infância, e prejuízo significativo em diferentes áreas da vida.

Se não há um prejuízo clínico significativo, não há transtorno.

Casamento infantil é proibido no Brasil — mas ainda acontece.Mesmo com a lei, milhares de meninas continuam vivendo uniõ...
09/03/2026

Casamento infantil é proibido no Brasil — mas ainda acontece.

Mesmo com a lei, milhares de meninas continuam vivendo uniões precoces no país. Dados do IBGE mostram que mais de 34 mil crianças de 10 a 14 anos vivem em união conjugal, e a maioria delas são meninas.

Por trás desses números estão histórias marcadas por desigualdade, abandono escolar, gravidez precoce e perda da infância.

Essa reportagem da DW, com a participação da psiquiatra Danielle Admoni, mostra por que essa realidade ainda persiste, e por que falar sobre o tema é essencial para mudar esse cenário.

Leia aqui:

https://www.dw.com/pt-br/os-riscos-da-adultiza%C3%A7%C3%A3o-de-crian%C3%A7as-e-adolescentes/a-73849690

06/03/2026
8 de março: temos mesmo o que comemorar?O Dia Internacional da Mulher celebra conquistas históricas — mas também precisa...
06/03/2026

8 de março: temos mesmo o que comemorar?

O Dia Internacional da Mulher celebra conquistas históricas — mas também precisa ser um momento de reflexão.

Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostram que 37,5% das mulheres brasileiras sofreram algum tipo de violência no último ano, o maior índice desde 2017.

Isso representa 21,4 milhões de mulheres.

E os impactos dessa violência não são apenas físicos.

Estudos mostram que mulheres que vivenciam violência têm maior risco de desenvolver depressão, ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático e ideação suicida.

Muitas vezes, o sofrimento começa com violência psicológica: muitas vezes invisível, silenciosa e profundamente devastadora para a saúde mental.

Falar sobre isso também é parte da luta por direitos.

Neste 8 de março, celebrar é importante.
Mas cuidar da saúde mental das mulheres e enfrentar a violência de gênero é urgente.



03/03/2026

📚 Psicopedagogia e a Adolescência: indicadores de assistência a adolescentes

Nesta aula do Departamento de Psicopedagogia da PUC-SP, especialistas fizeram uma discussão interdisciplinar sobre o cuidado com adolescentes, conectando pedagogia, psicologia, psiquiatria e outras áreas do conhecimento.

🧠 A psiquiatra Danielle H. Admoni, especialista em infância e adolescência, trouxe uma abordagem ampla ao falar do atendimento médico e psicossocial ao jovem, enfatizando que é essencial ver o adolescente como um todo, e não apenas olhar para possíveis diagnósticos isolados.

Para isso, é preciso investigar aspectos importantes da vida do jovem: desempenho escolar, relações familiares e sociais, hábitos de alimentação e a dinâmica com amigos.

📌 A médica também explicou como o conceito de adolescência foi compreendido historicamente e como isso influencia o cuidado clínico e educativo hoje, ressaltando as transformações físicas, emocionais e sociais dessa fase da vida.

✨ Assista para entender por que um olhar integrado — que vai além de sintomas — é fundamental para promover a saúde mental e o desenvolvimento dos adolescentes.

Link aqui:

https://www.youtube.com/live/g_pE95B90x0?si=rwHHMOyq0LgNOXSZ

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