Jaqueline Sclearuc Psi

Jaqueline Sclearuc Psi Psicóloga Infantil/adolescentes (TDAH, TEA, TARE) Neuropsicóloga, EMDR, Mindfulness.

Eu acredito que o que transforma uma família não é uma resposta pronta, mas um olhar profundo.Passei o fim de semana mer...
02/12/2025

Eu acredito que o que transforma uma família não é uma resposta pronta, mas um olhar profundo.

Passei o fim de semana mergulhada em estudos sobre visão sistêmica das famílias, aprendendo, questionando e ampliando caminhos, porque, quando cuidamos de crianças e adolescentes (especialmente neurodivergentes), cuidamos também das histórias que vieram antes deles e das que ainda serão escritas.

Volto desse encontro com o coração cheio, a mente aberta e a certeza de que conhecimento só faz sentido quando é vivido, humanizado e aplicado na prática.

Cuidar de uma família é sempre um trabalho conjunto: ciência, presença e um olhar que acolhe.

Continuarei seguindo!

É assim que construo cada encontro com meus pacientes e suas famílias.No universo da neurodivergência, nenhum passo é “s...
01/12/2025

É assim que construo cada encontro com meus pacientes e suas famílias.

No universo da neurodivergência, nenhum passo é “simples” e nenhum comportamento é “apenas um comportamento”.

Existe uma história, uma necessidade e um pedido por trás de cada gesto, e é meu papel acolher tudo isso com responsabilidade e olhar clínico.

A ciência me guia, claro! Mas é a escuta que me aproxima e presença me permite enxergar o que não é dito.

É nesse equilíbrio que o cuidado acontece!

As crianças estão começando o dia exaustas por viverem rotinas que ignoram suas necessidades básicas, e essa exaustão nã...
18/11/2025

As crianças estão começando o dia exaustas por viverem rotinas que ignoram suas necessidades básicas, e essa exaustão não é só falta de sono… É um corpo que acorda em alerta, um cérebro que não teve tempo de se reorganizar e uma rotina que pressiona mais do que acolhe.

Para crianças neurodivergentes, isso pesa ainda mais. Elas lidam com estímulos intensos, transições rápidas, ambientes barulhentos e demandas que muitas vezes não respeitam seu tempo interno. Antes mesmo de sair de casa, já estão sobrecarregadas.

E, quando o dia começa assim, é natural que venham crises, resistência, irritabilidade, dificuldade de atenção e um cansaço que ninguém vê. Não é birra. Não é falta de limites. É sobrecarga.

Talvez o que precise mudar não seja a criança, mas a rotina: mais previsibilidade, mais pausas, transições mais suaves, menos pressa, mais gentileza. Uma rotina que considere como ela funciona, e não tente encaixá-la em um molde impossível.

Quando a rotina respeita a criança, o comportamento melhora, a sobrecarga diminui e o dia finalmente começa de um jeito que faz sentido para ela. Porque cuidar da saúde emocional também é ajustar o ambiente! 😉

Hoje tive a alegria de participar, ao lado de uma amiga fonoaudióloga, de uma palestra na Faculdade de Fonoaudiologia da...
12/11/2025

Hoje tive a alegria de participar, ao lado de uma amiga fonoaudióloga, de uma palestra na Faculdade de Fonoaudiologia da UNIFESP.

Conversamos sobre um tema que também faz parte do meu dia a dia e que considero essencial: o trabalho da equipe multidisciplinar no cuidado de crianças e adolescentes com dificuldade alimentar.

Falar sobre isso é sempre um lembrete de que nenhum profissional caminha sozinho!

Cada olhar, seja da fono, do psicólogo, do terapeuta ou da família, compõe o cuidado de forma única e necessária.

Foi um momento de troca, aprendizado e reafirmação da importância de um olhar sensível, que enxerga o todo e não apenas o sintoma.

Que a formação de novos profissionais siga cada vez mais comprometida com o cuidado integral e humano!

Obrigada pelo convite!!! ❤️

Já reparou como alguns pais conseguem manter a calma, mesmo quando o dia parece um verdadeiro caos?Pois é… isso não é so...
07/11/2025

Já reparou como alguns pais conseguem manter a calma, mesmo quando o dia parece um verdadeiro caos?

Pois é… isso não é sorte, é presença.

Um estudo de 2019 publicado no Journal of Affective Disorders mostrou que pessoas mais conectadas ao próprio corpo, que percebem o coração acelerando, a respiração mudando, a tensão nos ombros ou até aquela sensação “no estômago”, tendem a regular melhor suas emoções.

Essa percepção interna, chamada de interocepção, ajuda a identificar o estresse antes que ele tome conta, permitindo reagir com mais equilíbrio e recuperar-se com mais leveza.

Por outro lado, quando estamos desconectados desses sinais, é mais fácil nos sentirmos sobrecarregados, engolirmos o que sentimos e acabarmos presos em ciclos de estresse.

Perceber o corpo é, portanto, um jeito de cuidar da mente.

E quando você pratica essa consciência: respira, desacelera, se observa, seu filho aprende com você!

Outubro Laranja é o mês de conscientização sobre o TDAH, uma campanha que nos convida a repensar o modo como olhamos par...
27/10/2025

Outubro Laranja é o mês de conscientização sobre o TDAH, uma campanha que nos convida a repensar o modo como olhamos para o comportamento humano.

Nunca se esqueça: TDAH não é falta de atenção, é um tipo de atenção diferente. Também não é preguiça, é uma forma única de funcionar.

E quando a gente entende isso, o mundo se torna mais gentil e mais justo!

Estudos comprovam: o sucesso escolar vai muito além das notas!Pesquisas mostram que crianças que conseguem lidar melhor ...
22/10/2025

Estudos comprovam: o sucesso escolar vai muito além das notas!

Pesquisas mostram que crianças que conseguem lidar melhor com as próprias emoções, mantendo a calma, o foco e se recuperando das frustrações, aprendem mais e se sentem mais seguras em sala de aula.

A autorregulação emocional é uma habilidade que pode (e deve) ser desenvolvida. E tudo começa em casa: com vínculo, rotina e acolhimento.

Lembre-se: cada vez que você ajuda seu filho a respirar fundo e tentar de novo, está fortalecendo o cérebro dele para aprender, crescer e vencer na vida!☺️

Seu filho  não está exagerando, não está fazendo drama e não está sendo fresco.A sensibilidade faz parte da forma como m...
21/10/2025

Seu filho não está exagerando, não está fazendo drama e não está sendo fresco.

A sensibilidade faz parte da forma como muitas pessoas neurodivergentes sentem e processam o mundo.

Um som que pra você é normal, pode ser ensurdecedor pra elas.

Uma roupa que você acha confortável, pode ser insuportável no toque. Um ambiente cheio, pra algumas, é simplesmente demais.

Isso acontece porque o cérebro neurodivergente percebe os estímulos de maneira diferente, com mais intensidade, mais presença, mais detalhes.

Quando entendemos isso, paramos de julgar e passamos a acolher. E acolher é oferecer pausa, segurança, escuta. É ensinar que sentir não é errado, é apenas humano.

Vamos normalizar o cuidado e o respeito por quem sente o mundo de forma diferente? ❤️

Eu sei… receber um diagnóstico pode mexer com o coração de um pai ou mãe. Já estive nesse lugar!Vem o medo, a dúvida, a ...
17/10/2025

Eu sei… receber um diagnóstico pode mexer com o coração de um pai ou mãe. Já estive nesse lugar!

Vem o medo, a dúvida, a sensação de não saber por onde começar…

Mas, é importante lembrar que o diagnóstico não define quem nosso filho é. Ele apenas ilumina caminhos.

Caminhos que permitem compreender melhor seus comportamentos, suas emoções, seu jeito único de existir no mundo!

Com o acompanhamento psicológico, esse processo se torna mais leve e consciente, pois a criança (ou o adolescente) aprende sobre si, desenvolve habilidades emocionais e descobre formas de se expressar com mais autonomia e segurança.

Entender é o primeiro passo para acolher, e acolher é o que abre espaço para o desenvolvimento acontecer! 😌

A psicologia que transforma vidas precisa olhar para a neurodiversidade com respeito, prática e humanidade.Se você atend...
03/10/2025

A psicologia que transforma vidas precisa olhar para a neurodiversidade com respeito, prática e humanidade.

Se você atende (ou deseja atender) crianças neurodivergentes, já deve ter sentido que a teoria, sozinha, não dá conta.

É por isso que criei este curso: um espaço vivo de troca, prática e ferramentas reais para o consultório.

👉 Vamos falar sobre TDAH, TEA, TOD, TARE, mas o foco está além dos diagnósticos: está em como essas crianças se comunicam com o mundo e com a gente.

Você vai aprender técnicas aplicáveis, ganhar segurança para intervir e, principalmente, desenvolver um olhar mais humano e completo para cada criança.

E tudo isso com base na minha experiência de mais de 27 anos de prática clínica. Pronto(a) para transformar sua forma de atuar?

“Ele é só tímido...” “Isso é coisa da idade...” “Uma fase, vai passar...”Muitos comportamentos infantis são normalizados...
02/10/2025

“Ele é só tímido...”
“Isso é coisa da idade...”
“Uma fase, vai passar...”

Muitos comportamentos infantis são normalizados por amor, mas também por medo (ou por falta de informação).

Mas a verdade é: quanto antes o apoio vier, maiores as chances de desenvolvimento saudável e bem-estar emocional.

E isso vale tanto para crianças neurotípicas quanto neurodivergentes.

Sinais de que seu filho pode se beneficiar do acompanhamento psicológico:

• Mudanças bruscas de comportamento ou humor;

• Agressividade frequente ou dificuldade com limites;

• Isolamento social ou dificuldade de fazer amigos;

• Ansiedade, medos excessivos, dificuldade para dormir;

• Baixa autoestima, autocrítica intensa;

• Dificuldade em lidar com frustrações ou mudanças;

• Comportamentos repetitivos, rotina muito rígida;

• Dificuldade de comunicação emocional (verbal ou não verbal).

Psicoterapia infantil não é “para quem tem problema”, é uma ferramenta de apoio, escuta e fortalecimento emocional.

E quando a criança é neurodivergente, essa escuta precisa ser ainda mais ajustada, respeitosa e especializada.

Se algo no comportamento do seu filho te gera dúvida ou preocupação, isso já é um sinal.

Me chama e vamos conversar sobre isso!

Na infância, cada criança aprende, sente e se comunica de um jeito único. Algumas seguem o que chamamos de neurodesenvol...
22/09/2025

Na infância, cada criança aprende, sente e se comunica de um jeito único.

Algumas seguem o que chamamos de neurodesenvolvimento típico, ou seja, dentro do esperado para a maioria das crianças.

Outras, no entanto, apresentam diferenças nesse desenvolvimento, e é aí que usamos o termo neurodivergente.

Ser neurodivergente não significa ser “menos” ou “incapaz”. Significa apenas que o cérebro funciona de um jeito diferente, e esse jeito precisa ser compreendido, respeitado e acolhido.

👉 Quando entendemos essa diferença, deixamos de comparar e passamos a apoiar.

👉 Quando compreendemos, criamos caminhos de inclusão, em casa, na escola e na sociedade.

👉 Quando respeitamos, ajudamos a criança a crescer com autoestima, autonomia e pertencimento.

A chave está em lembrar: toda criança merece ser vista como ela é, e não apenas pelo que esperam dela.

Pais que olham para seus filhos com essa lente de compreensão fortalecem não só o desenvolvimento deles, mas também o vínculo familiar!

O apoio psicológico é fundamental nessa jornada. Vamos juntos?

Endereço

Rua Olavo Santos Bicudo 05/Campo Belo
São Paulo, SP

Telefone

11991759201

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