Grupo Reinserir Psicologia

Grupo Reinserir Psicologia Somos um grupo de psicólogos que busca construir uma psicologia popular, crítica e humanizada em diversas áreas. CRP 8822J
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Se não está no seu controle, tente ir soltando aos poucos ❤️‍🩹
01/05/2026

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Quem paga o pato pelo fracasso escolar?
23/04/2026

Quem paga o pato pelo fracasso escolar?

Antes de mais nada é preciso fazer um recorte entre estas pessoas que escolhem o Brasil como nova morada. Em casos de es...
21/04/2026

Antes de mais nada é preciso fazer um recorte entre estas pessoas que escolhem o Brasil como nova morada. Em casos de estrangeiros de países desenvolvidos, como Europeus, Oceânicos ou Norte Americanos esta decisão, na maioria dos casos, está atrelada a desvalorização do Real, as condições climáticas do país e acolhimento encontrado aqui. Pessoas destes países vêem no Brasil uma oportunidade de custo de vida baixo em um país tropical e com fácil adaptação social.

Por outro lado, temos pessoas de países vizinhos e continentes menos desenvolvidos, que procuram no Brasil uma oportunidade de ascensão iniciando uma vida nova, sem respaldo familiar ou financeiro.

Em ambos os casos, à saúde mental do Brasileiro não pode ser colocada como um fator atrativo. O Brasil é o segundo país no mundo com mais casos de Bornout e o primeiro em ansiedade e estresse. Jornadas de trabalho exaustivas, moeda desvalorizada, alto custo em alimentação e contas básicas estão listadas entre as razões para estes altos números. O que acaba por atrair pessoas de outras nacionalidades, seja por enxergarem no Brasil um lugar de conforto para viver ou tentar uma oportunidade para trabalhar e sobreviver de forma minimamente digna.

Mais uma reportagem compartilhada com o maior sociólogo deste país Rodrigo Breato ❤️

https://www.metropoles.com/saude/especialistas-saude-mental-brasileiro #

Interações sociais e clima influenciam diretamente no bem-estar emocional da população, mas brasileiro ainda é um dos mais ansiosos do mundo

Fim da Escala 6x1: Trabalho, Saúde Mental e Política.
20/04/2026

Fim da Escala 6x1: Trabalho, Saúde Mental e Política.

Se você tá sem s**o pra se relacionar, corre aqui 👀
17/04/2026

Se você tá sem s**o pra se relacionar, corre aqui 👀

15/04/2026

A fala de Galo de Luta ao sugerir que a classe trabalhadora “não está se importando” com a luta LGBTQIAPN+ revela uma leitura simplificada e, no limite, equivocada das dinâmicas sociais concretas, já que trabalhadores e trabalhadoras LGBTS existem, produzem riqueza e vivenciam, simultaneamente, exploração econômica e opressões de gênero e sexualidade, de modo que separar essas agendas como se fossem concorrentes só enfraquece a própria organização de classe.

Essa visão ignora que direitos trabalhistas, acesso à saúde, segurança e dignidade são atravessados por essas dimensões, e que a história mostra avanços justamente quando há articulação, e não disputa, entre pautas, e ao desconsiderar isso, o discurso acaba reproduzindo uma hierarquia de lutas que não dialoga com a realidade diversa da classe trabalhadora e dificulta a construção de um projeto político verdadeiramente emancipatório.
Já escrevemos sobre isso aqui. A luta LGBTQIAPN+ é, sim, a luta das quebradas, porque essas existências também compõem a classe trabalhadora.

Em síntese, o termo “neurodivergência” diz respeito a mais uma possibilidade da diversidade humana. O conceito parte do ...
13/04/2026

Em síntese, o termo “neurodivergência” diz respeito a mais uma possibilidade da diversidade humana. O conceito parte do dado científico (nos campos das ciências biológicas e sociais) de que existem muitas formas de funcionamento neuropsíquico, dentro disso, um determinado grupo responde aos interesses sociais desta época que vivemos, os neurotípicos.

E uma gama de pessoas com suas formas de funcionar estão fora disso, divergem da norma.

Leia mais da nossa participação em:
https://www.metropoles.com/saude/todo-mundo-tem-neurodivergencia-entenda

Como sustentar formas de resistência que não possam ser facilmente absorvidas?
08/04/2026

Como sustentar formas de resistência que não possam ser facilmente absorvidas?

Vem com a gente ➡
01/04/2026

Vem com a gente ➡

Em síntese, o termo “neurodivergência” diz respeito a mais uma possibilidade da diversidade humana. O conceito parte do ...
28/03/2026

Em síntese, o termo “neurodivergência” diz respeito a mais uma possibilidade da diversidade humana. O conceito parte do dado científico (nos campos das ciências biológicas e sociais) de que existem muitas formas de funcionamento neuropsíquico, dentro disso, um determinado grupo responde aos interesses sociais desta época que vivemos, os neurotípicos.

E uma gama de pessoas com suas formas de funcionar estão fora disso, divergem da norma.

Leia mais da nossa participação em:

O termo neurodivergência ganhou espaço nas redes sociais e levanta dúvidas sobre comportamento, diagnóstico e saúde mental

Uma psicologia que não leve em consideração a questão racial serve apenas para violentar pessoas. Toda psicologia é soci...
23/03/2026

Uma psicologia que não leve em consideração a questão racial serve apenas para violentar pessoas. Toda psicologia é social e a escuta clínica deve estar comprometida com a construção de um futuro de equidade e justiça social.

A psicologia antirracista é parte de toda uma perspectiva política de mundo que se implica politicamente na transformação da realidade. Cada sujeito acompanhado na clínica é parte dessa transformação.

essa publicação possui texto alternativo.

Descrição da imagem: Ilustração de uma sessão de terapia, com uma psicóloga anotando enquanto conversa com uma jovem negra sentada à sua frente. Acima, o título pergunta sobre a importância de uma clínica antirracista. No canto inferior, aparece o nome Grupo Reinserir.

A reação à nomeação de  para a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher escancara uma tensão que não é nova, mas segue ...
19/03/2026

A reação à nomeação de para a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher escancara uma tensão que não é nova, mas segue sendo atualizada: quem pode falar em nome das mulheres?

Parte da “crítica”, inclusive vinda de setores progressistas, retoma uma noção de mulher centrada no corpo biológico como fundamento da experiência social. A ideia de que “o bio vem primeiro” não é neutra. Ela reorganiza o campo político ao recolocar o s**o como destino e limite de pertencimento.

Se o corpo é um ponto fixo e determinante, experiências que escapam a essa leitura passam a ser vistas como secundárias ou ilegítimas.

Do ponto de vista da psicologia, quando levamos a sério o sujeito como histórico, social e atravessado por linguagem, essa redução é contraditória e violenta.

Não porque o corpo não importe, mas porque ele nunca é apenas biologia. É significado, relação, inscrição simbólica.

Quando psicólogas recorrem a um essencialismo de gênero para delimitar quem é ou não mulher, não fazem apenas uma escolha teórica. Tomam posição política.

E é aí que o debate deixa de ser sobre “definições” e passa a ser sobre poder.

Quem tem legitimidade para ocupar espaços institucionais? Quem é reconhecida como sujeito de direitos? Quem pode representar, e quem é excluída dessa representação?

Num país em que travestis e mulheres trans estão entre os grupos mais expostos à violência, negar sua inclusão em espaços de políticas públicas não é um detalhe teórico. É uma escolha que impacta quais vidas serão consideradas dignas de proteção.

Quando esse poder é usado para excluir mulheres trans, não importa o nome: o efeito é o mesmo, produzir hierarquia entre mulheres.

Algumas são reconhecidas de imediato. Outras precisam provar, explicar, justificar.
Isso não é análise teórica.

É transfobia. É violência. E ponto.

No Grupo Reinserir, não há espaço para esse tipo de violência.

Nosso compromisso é com um projeto emancipatório que não seleciona quais vidas importam.

Se a luta exclui mulheres trans, não é emancipação. É opressão reorganizada.

Toda solidariedade a Erika Hilton.

Imagem: Bravo, Abril. (Matheus Alves/divulgação)

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Unidos por uma saúde mental popular

Historicamente, a noção de saúde mental foi construída a partir de uma perspectiva de normatização e adequação das pessoas, isso priorizando as necessidades de produção da sociedade que vivemos. Nesse processo, àqueles marginalizados pela sociedade coube o lugar da loucura, da exclusão, do cárcere, e àqueles que detém o poder coube o investimento em bem-estar social e privado. É nesse sentido que o Grupo Reinserir tem como princípio a transgressão dessa lógica, a partir da clínica social, que busca democratizar o acesso da classe trabalhadora, LGBTs, Negros e Negras, ao cuidado e saúde mental, contando com profissionais que negociam valores junto com seus pacientes, que incentivam a apropriação do espaço clínico a seu favor.

Aqui no Reinserir, entendemos que o processo de saúde mental tem sido compreendido com um olhar médico e alienado da história de vida do sujeito, que o culpabiliza e produz ainda mais sofrimento. Por isso, temos como proposta romper com esses olhares reducionistas, construindo um espaço seguro de fala, troca e conhecimento, que fortaleça os sujeitos em seus processos de mudança. Para isso é necessário repolitizar a saúde mental, sendo o sofrimento produzido de maneira coletiva e social, a resposta a ele também deve ser.

Bem-vindes!