Psicóloga Lilian Bortone Troli

Psicóloga Lilian Bortone Troli Você busca uma terapia dinâmica e interativa?

Eu te ajudo a se conhecer melhor, se valorizar mais e a lidar com situações desafiadoras, te auxiliando a encontrar os caminhos para as respostas e estimulando-o a acreditar em suas potencialidades.

Muita gente normaliza sinais de esgotamento achando que é “fase”, “excesso de trabalho” ou “falta de férias”, mas burnou...
03/03/2026

Muita gente normaliza sinais de esgotamento achando que é “fase”, “excesso de trabalho” ou “falta de férias”, mas burnout não surge de um dia para o outro, ele vai se construindo em silêncio, quando você passa tempo demais se obrigando a dar conta de tudo, ignorando seus próprios limites.

Uma das maiores armadilhas é acreditar que descansar resolve tudo. Descanso ajuda, mas não trata a raiz, porque, na maioria das vezes, burnout está ligado a padrões emocionais, como:

✔ dificuldade de dizer não
✔ excesso de autocobrança
✔ sensação de responsabilidade por tudo
✔ medo de decepcionar

Cuidar da saúde mental é aprender a reconhecer esses padrões antes que o corpo precise gritar.

Se esse conteúdo te ajudou a clarear algo, me conta nos comentários: o que você sente hoje se parece mais com burnout ou com cansaço?👇🏻

Existe um ponto pouco falado quando o assunto é álcool e dr**as. Antes do vício, quase sempre existe uma história silenc...
26/02/2026

Existe um ponto pouco falado quando o assunto é álcool e dr**as. Antes do vício, quase sempre existe uma história silenciosa, uma dor que foi ignorada, um vazio que ninguém percebeu, uma sobrecarga emocional que não encontrou espaço para ser acolhida.

Muitas pessoas não procuram substâncias porque querem “se perder”, procuram porque querem parar de sentir. E isso muda completamente a forma como precisamos olhar para o problema.

Alguns sinais costumam aparecer antes da dependência se instalar, como:
– Mudanças bruscas de comportamento
– Isolamento social
– Irritabilidade constante
– Queda de interesse por coisas que antes davam prazer
– Uso de bebida ou outras substâncias como forma de “relaxar sempre”
– Frases como: “é a única coisa que me acalma” ou “é só isso que me dá prazer”

Para quem está de fora, o caminho não é acusar, controlar ou vigiar, é se aproximar, perguntar, escutar sem julgamento e demonstrar presença.

Às vezes, a maior prevenção é oferecer um espaço seguro para alguém dizer: “Eu não estou bem.” E lembrar: buscar ajuda psicológica não é sinal de fraqueza, é um ato de responsabilidade consigo mesmo.

Se você conhece alguém que pode estar passando por isso, compartilhe esse post. Informação, acolhimento e acesso à ajuda salvam vidas.🥰

Chegamos ao final de mais um Carnaval e você, provavelmente, deve estar colocando suas tarefas em ordem para voltar à ro...
24/02/2026

Chegamos ao final de mais um Carnaval e você, provavelmente, deve estar colocando suas tarefas em ordem para voltar à rotina depois de uma viagem, da folia ou, ainda, de dias de descanso.

E, lá no fundo, talvez esteja pensando sobre aquela velha ideia: “Agora sim o ano vai começar. Agora vou conseguir colocar minhas metas em ação”.

Apesar de muita gente acreditar que precisa esperar um feriado passar ou um dia específico para começar algo, deixa eu te dizer uma coisa: não existe dia perfeito, cenário ideal ou uma versão totalmente pronta de você.

A vida começa quando você decide se mover, independente de Carnaval. Ela começa com você, do jeito que estiver hoje, com os recursos que tem agora. E isso já é o suficiente para dar o primeiro passo.

E, mesmo que seja devagar, com medo e que seja pequeno, metas não são promessas de perfeição, mas sim acordos que faz consigo mesma.

Então, se você esperou o Carnaval passar, tudo bem. Agora, escolha uma coisa, uma só, e comece, sem cobrança, e que seja com verdade.

Se esse texto conversou com você, me conta no Direct: qual é a primeira pequena ação que você pode dar já amanhã?

Se você já escreveu no Chat ou em qualquer outra IA algo como:“Estou me sentindo mal…”, “Por que sou assim?” ou “O que e...
16/02/2026

Se você já escreveu no Chat ou em qualquer outra IA algo como:
“Estou me sentindo mal…”, “Por que sou assim?” ou “O que eu faço com isso?”

Você não está sozinha, e isso não é vergonha.

Na verdade, mostra uma coisa muito importante, ou seja, que existe um desejo real de ser escutada.

A inteligência artificial consegue organizar ideias, sugerir caminhos, ajudar a pensar. Em alguns momentos, isso pode aliviar, pode acalmar, mas existe um limite.

IA não percebe seu tom de voz, não vê seus silêncios, não sente a sua respiração mudar, não constrói vínculo e não sustenta presença. Porque saúde mental se constrói, principalmente, na relação.

Existe uma diferença enorme entre receber informação e ser cuidada. Entre ler algo que faz sentido e ser acompanhada enquanto atravessa aquilo.

A IA não te conhece, não conhece sua história e suas repetições, não percebe seus mecanismos de defesa nem identifica suas contradições. Ela apenas responde padrões.

Psicoterapia trabalha singularidade, e é aí que mora o ponto mais importante: buscar apoio em uma IA significa que existe algo pedindo espaço, e esse algo merece um lugar vivo, humano, ético e seguro para existir.

A tecnologia pode ser um recurso, mas não substitui presença, vínculo e processo.

Se esse texto te fez refletir, continua acompanhando esse espaço. A gente fala sobre saúde mental com profundidade, humanidade e sem atalhos.

Falar sobre saúde mental é necessário, assim como democratizar informação e romper tabus, mas existe um ponto pouco disc...
12/02/2026

Falar sobre saúde mental é necessário, assim como democratizar informação e romper tabus, mas existe um ponto pouco discutido:
o excesso de informação sem um direcionamento certo, sem o cuidado necessário, pode revirar tudo dentro de você e te deixar ainda pior.

Como psicóloga clínica, vejo cada vez mais pessoas chegando ao consultório não apenas sofrendo, mas exaustas de tanto se analisarem. Você também tem essa mania de ficar se analisando a todo tempo?

Educação emocional responsável não é viver tentando se decifrar o tempo inteiro, é construir uma relação mais segura consigo, é saber sentir sem entrar em pânico, reconhecer limites sem se rotular e buscar ajuda sem transformar cada desconforto em catástrofe.

Saúde mental não é sobre vigilância constante, tem mais a ver com sustentação interna. E isso muda completamente a forma como você se relaciona com suas emoções.

Se esse post abriu uma nova perspectiva, reposta. Tem conversa que precisa circular para que mais pessoas construa essa educação emocional mais responsável, especialmente hoje, quando as informações não param de chegar.

Talvez você tenha crescido ouvindo que precisava ser forte. Depois, que precisava ser produtiva, excelente e dar conta d...
06/02/2026

Talvez você tenha crescido ouvindo que precisava ser forte. Depois, que precisava ser produtiva, excelente e dar conta de tudo.

E, sem perceber, sucesso deixou de significar realização e passou a significar resistência. Resistir ao cansaço, à sobrecarga e ao próprio limite.

Muita gente hoje parece bem-sucedida por fora, mas vive emocionalmente endividada por dentro, com a sensação constante de que nunca é suficiente, de que sempre poderia ter feito mais, de que descansar precisa ser merecido.

Redefinir sucesso emocional é um movimento silencioso, é perceber que viver bem também é saber pausar, é conseguir sentir prazer sem culpa, é reconhecer esforço sem se torturar, é sustentar escolhas que fazem sentido para você, mesmo que não impressionem ninguém.

Sucesso emocional tem mais a ver com coerência interna, com dormir em paz, se respeitar e conseguir ser quem você é, não quem esperam que você seja.

Se isso fez sentido para você, talvez esteja começando um tipo diferente de sucesso, aquele que sustenta, e isso muda tudo.

Não precisa entender tudo agora. Salva e relê quando o mundo acalmar.😉

Existe uma pergunta muito mais importante do que “quantas horas você passa nas redes?”. A pergunta que se deve fazer nes...
05/02/2026

Existe uma pergunta muito mais importante do que “quantas horas você passa nas redes?”. A pergunta que se deve fazer neste caso é: “O que você sente quando está nelas?”

Alívio? Ansiedade? Vazio? Inspiração? Culpa? Entorpecimento?

As redes sociais se tornaram vilãs fáceis, mas, na prática clínica, o que mais aparece não é um vício em aplicativo, é um cansaço de existir sem pausas emocionais.

Quando a vida interna está confusa, pesada ou sobrecarregada,
qualquer tela vira um lugar de fuga. Por isso, mais potente do que contar minutos, é aprender a escutar emoções.

Autoconhecimento não é sobre se isolar do mundo, também é aprender a se habitar, e isso muda completamente sua relação com tudo, inclusive com o digital.

💬 Me conta nos comentários: qual mito você não sabia e te mais surpreendeu? Esse tipo de conversa abre caminhos importantes.

Vejo, com muita frequência nos meus atendimentos, pessoas que entram no ano cheias de vontade, mas desconectadas de si.O...
29/01/2026

Vejo, com muita frequência nos meus atendimentos, pessoas que entram no ano cheias de vontade, mas desconectadas de si.

O problema não é querer mais da vida, é tentar viver como se emoção não tivesse limite. Quando você ignora sinais internos, como cansaço, sobrecarga, irritação e desânimo, o corpo cobra, e a mente também.

Um ritmo emocional sustentável não nasce da motivação do início do ano, mas da escuta contínua do que é possível manter, não só começar.

Na terapia, esse ajuste acontece de dentro para fora. Você aprende a reconhecer seus ciclos, respeitar seus limites e construir uma vida que não te esgote para funcionar.

Não é sobre desacelerar tudo, é sobre parar de se violentar emocionalmente em nome da produtividade.

Você também começou o ano acelerada e já se sente cansada? Me conta aqui nos comentários, você não está sozinha.👇🏻

Todo começo de ano vem carregado de uma pressão, com a ideia de que agora tudo precisa mudar, e de que você deveria esta...
27/01/2026

Todo começo de ano vem carregado de uma pressão, com a ideia de que agora tudo precisa mudar, e de que você deveria estar mais animada, mais produtiva, mais decidida.

Só que a vida não vira uma chave quando o calendário muda. Janeiro não apaga o que você viveu, não desfaz o cansaço, as dores, as conquistas e nem os aprendizados do ano anterior. E tudo bem!

Talvez, este mês não seja sobre virar outra pessoa, mas sobre seguir sendo quem você é, mas com mais escuta, mais ajustes e menos cobrança.

Você não precisa começar tudo de novo. Às vezes, o que você precisa é continuar, só que com mais consciência do que te faz bem, do que pesa e do que já não cabe mais.

Que este ano não te exija perfeição, mas te convide à maturidade emocional.

Se essa reflexão te trouxe um pouco de calma, fique por aqui. Eu vou te ajudar a viver com mais consciência, não com mais pressão.

Existe um tipo de planejamento que quase ninguém fala. Aquele que não começa na agenda, mas no silêncio de se escutar co...
22/01/2026

Existe um tipo de planejamento que quase ninguém fala. Aquele que não começa na agenda, mas no silêncio de se escutar com honestidade.

Antes de decidir o que você vai fazer este ano, talvez seja essencial entender como você está. Porque metas não fracassam sozinhas, elas desmoronam quando são construídas sobre exaustão, culpa e comparação.

Na clínica, vejo isso sempre: pessoas que sabem exatamente o que querem fazer, mas não conseguem sustentar, porque emocionalmente já estavam no limite antes mesmo de começar.

A terapia é esse espaço de alinhamento interno, onde metas deixam de ser cobrança e passam a ser consequência de uma relação mais respeitosa consigo.

Planejar sem se violentar emocionalmente também é maturidade. Ainda dá tempo de fazer diferente, e fazer diferente começa por dentro.

Se este conteúdo te trouxe clareza, fique por aqui. Eu vou te ajudar a construir um ano possível, não perfeito.

Se janeiro já começou com aquela sensação de fracasso, pare tudo por um instante e leia isso com calma. 👇🏼Talvez você nã...
20/01/2026

Se janeiro já começou com aquela sensação de fracasso, pare tudo por um instante e leia isso com calma. 👇🏼

Talvez você não esteja errando nas metas, talvez esteja se exigindo como se fosse outra pessoa.

Todos os anos, eu vejo mulheres incríveis frustradas, não porque “desistem fácil”, mas porque criam metas desconectadas da própria realidade emocional, da rotina que vivem, do cansaço que carregam e dos limites que ignoram para provar que conseguem.

A expectativa costuma ser alta, mas a realidade emocional raramente é considerada. Metas que não respeitam quem você é hoje viram cobrança, culpa e ansiedade amanhã.

E é aqui que a terapia muda o jogo. Não para te empurrar para mais produtividade, mas para te ajudar a construir objetivos possíveis, humanos e alinhados com a sua história, seu momento e seus recursos internos.

Meta saudável não é a que impressiona, é a que sustenta.

Se você sente que todo começo de ano vira um recomeço frustrado,
talvez o que precise não seja de mais força de vontade, mas de mais consciência emocional. Você não precisa caber em metas que não cabem em você.

Se esse post fez sentido, fique por aqui, porque este é um espaço para quem quer crescer sem se violentar emocionalmente.🥰

As férias escolares escancaram algo que sempre existiu: o quanto muitas mães vivem em modo de doação constante.Quando os...
15/01/2026

As férias escolares escancaram algo que sempre existiu: o quanto muitas mães vivem em modo de doação constante.

Quando os filhos estão em casa, o tempo parece desaparecer, os limites ficam mais difusos e o espaço emocional da mulher diminui.

Eu sei o quanto esse período ativa culpa, principalmente quando surge o pensamento: “Eu devia estar dando conta disso melhor.”

Mas não se trata de dar conta, mas sim de se escutar. Cuidar da saúde mental, nesse momento, não é criar uma rotina perfeita, é aprender a fazer pausas emocionais possíveis, sem esperar o cenário ideal.

Você não precisa esperar as férias acabarem para começar a se cuidar. Cuidado também é se permitir respirar no meio do caos.

Se esse post falou com você, fique por aqui. Este perfil é um espaço para mulheres que cuidam de muitos e estão aprendendo, aos poucos, a cuidar de si também.

Como as férias têm sido aí na sua casa?

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São Paulo, SP

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 12:00
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