nutri_mairabranco

nutri_mairabranco Atendimento nutricional em consultório

28/03/2026

Existe um ponto que muda completamente a forma de montar uma dieta para quem usa canetas emagrecedoras:
o contexto metabólico não é o mesmo.

A medicação altera apetite, saciedade e esvaziamento gástrico.

Isso muda a lógica da refeição.

O que antes funcionava como estratégia para controle de ingestão, como começar pela salada, pode se tornar um problema quando aplicado sem ajuste.

Porque a prioridade deixa de ser “controlar quanto você come”.

E passa a ser garantir o que você precisa comer.

Principalmente proteína.

Sem isso, o corpo responde como sempre respondeu:

reduz massa muscular, adapta o metabolismo e compromete a qualidade do resultado.

Não é sobre certo ou errado de forma absoluta.

É sobre contexto.

Estratégias genéricas não acompanham mudanças fisiológicas específ**as.

E é por isso que conduzir nutrição para quem usa essas medicações exige entendimento do mecanismo, não só de dieta.

F**a por aqui.

Amanhã eu trago mais um ponto que pouca gente está considerando nesse processo.

28/03/2026

Essa semana muita gente falou sobre o “vai Brasa”.

E sim, foi uma escolha que não representa o Brasil.

Mas o ponto que mais me chamou atenção não foi esse.

Foi o quanto uma mensagem mal construída pode gerar uma percepção completamente distorcida.

E isso não acontece só com marcas.

Acontece com pessoas o tempo todo.

A forma como você se comunica, o que você repete sobre si mesma e o que você mostra no dia a dia constroem a percepção que os outros têm de você.

E muitas vezes, essa percepção f**a parada no tempo.

Você muda.

E as pessoas continuam te enxergando como quem você era.

Mas existe um ponto importante aqui:

se você não comunica essa mudança, o mundo continua lendo a versão antiga.

E mulher, isso importa mais do que parece.

Porque não é só sobre o que os outros falam.

É sobre o que você ainda permite.

O que você repete sobre você mesma.
O que você aceita sem questionar.
O que você deixa passar.

Mulher, se você não é mais aquela versão…

isso precisa aparecer.

Na forma como você se posiciona.
Na forma como você fala.
Na forma como você vive.

Porque ninguém vai adivinhar quem você se tornou.

E percepção não se atualiza sozinha.

Ela precisa ser construída.

Qual rótulo estão te dando que não te representa mais?

E você está mostrando para o mundo que isso já mudou?

27/03/2026

A dor feminina foi normalizada por muito tempo.

Cólica forte.
Dor na relação.
Desconforto constante.

Tudo isso foi colocado no mesmo lugar:

“é assim mesmo.”

Mas não é.

Na maioria dos casos, quando existe dor recorrente, existe também um processo inflamatório envolvido.

E essa inflamação não acontece isolada.

Ela é influenciada por múltiplos fatores:

• ambiente hormonal
• saúde intestinal
• padrão alimentar
• nível de estresse
• qualidade do sono

O corpo não responde só a um fator.

Ele responde ao conjunto.

Por isso, quando o olhar é apenas sintomático, a dor até pode ser controlada momentaneamente.

Mas quando a gente organiza o terreno, o padrão começa a mudar.

E isso não é sobre “dieta”.

É sobre estratégia para reduzir inflamação e melhorar a forma como o corpo responde ao longo do tempo.

Se você convive com dor todo mês, isso não deve ser ignorado.

É sinal.

E sinal precisa ser investigado.

Se você se identificou, me chama.

26/03/2026

A redução do apetite parece, à primeira vista, a solução perfeita.

E de fato, ela ajuda.

Mas ela também cria um cenário que pouca gente está olhando com atenção:

👉 você passa a comer menos… de tudo

E isso inclui proteína.

O problema é que o corpo não “escolhe” perder só gordura.

Sem estímulo e sem substrato suficiente, ele perde massa muscular também.

E isso muda completamente o resultado.

Porque massa muscular não é estética.

É metabolismo.
É estabilidade glicêmica.
É sustentação de resultado.

Agora soma isso com o contexto de muitas mulheres que chegam aqui:

Lipedema.
Climatério.
Menopausa.

Nessas fases, preservar massa magra não é detalhe técnico.

É o que evita piora de sintomas, queda de energia e regressão de resultado no médio prazo.

Por isso, quando a alimentação não é estruturada de forma estratégica durante o uso da medicação, o risco não é não emagrecer.

É emagrecer sem sustentação.

E depois ter que correr atrás do prejuízo.

Se você está nesse processo, o foco não é só comer menos.

É comer melhor o que precisa ser mantido.

Se você quer ideias de refeições com pouco volume e muita proteína, comenta “PROTEÍNA” aqui.

25/03/2026

Eu sou nutricionista.
E sim, eu uso Mounjaro.

Mas esse não é o ponto mais importante.

O ponto é: por que essa decisão foi tomada.

Existe uma ideia muito simplista de que essas medicações são “atalhos”.

E não é assim que funciona.

Elas atuam em mecanismos importantes:
controle de apetite, resposta glicêmica, saciedade.

Mas isso não substitui o que sustenta resultado.

👉 organização alimentar
👉 ingestão adequada de proteína
👉 preservação de massa magra
👉 rotina minimamente estruturada

Sem isso, o emagrecimento até acontece.

Mas não necessariamente da forma que você gostaria de sustentar.

E é aqui que muita gente se perde.

Porque não é sobre usar ou não usar medicação.

É sobre como esse processo está sendo conduzido.

E é exatamente isso que eu quero te mostrar nos próximos dias:

Na prática.
Sem romantizar.
Sem demonizar.

Com estratégia.

Se esse tipo de abordagem faz sentido pra você,
f**a por aqui.

24/03/2026

A patente da semaglutida caiu.

E isso deve facilitar o acesso a uma das medicações mais usadas hoje no tratamento da obesidade.

Mas antes de olhar só para isso, tem um ponto mais importante.

A medicação ajuda.
Mas não resolve o processo sozinha.

Ela reduz o apetite.
Mas não organiza a sua alimentação.

Ela facilita o emagrecimento.
Mas não constrói rotina.

Ela contribui com o resultado.
Mas não sustenta o resultado.

E é exatamente aqui que entra a nutrição.

É na organização da sua alimentação no dia a dia.
Na adequação de proteína para preservar massa muscular.
Na construção de hábitos que você consegue manter.
Na estratégia que faz sentido para a sua rotina.

Sem isso, o risco não é não emagrecer.

É não conseguir sustentar o que conquistou.

A medicação pode ser uma ferramenta.

Mas resultado consistente não vem de ferramenta.

Vem de estratégia.

F**a por aqui.

Nos próximos dias eu vou trazer um ponto que ainda não falei por aqui:
o meu ponto de vista como nutricionista e como paciente.

E por que isso importa pra você.

22/03/2026

Seu corpo não esquece. Ele registra tudo.
Cada dia sem ir ao banheiro. Cada barriga estufada sem motivo. Cada cansaço que você jogou na conta do estresse.
Não é frescura. Não é “o seu normal”. É o seu corpo pedindo atenção de um jeito que a maioria ignora por anos.
E enquanto o intestino não funciona, o resto do corpo também não responde. Dieta, suplemento, treino, nada encaixa direito quando esse sistema tá travado.
Eu falo sobre isso aqui com frequência. O que realmente impede o corpo feminino de funcionar bem e o que fazer a respeito.
Quem f**a por aqui aprende diferente.

21/03/2026

Existe uma crença muito comum:

se não está emagrecendo, é só comer menos.

Mas o corpo não funciona de forma tão simples.

Quando a restrição é frequente ou mal estruturada, o organismo pode entrar em um estado de adaptação:

• reduz o gasto energético
• preserva energia
• aumenta sinais de fome
• altera hormônios relacionados ao apetite

E isso muda completamente a resposta ao emagrecimento.

Além disso, comer pouco muitas vezes vem acompanhado de:

• baixa ingestão de proteína
• perda de massa muscular
• piora da saciedade
• maior risco de episódios de compulsão

Ou seja, não é só sobre quantidade.

É sobre qualidade, distribuição e estratégia.

Em muitos casos, o caminho não é cortar mais.

É reorganizar o básico para que o corpo volte a responder.

Se você sente que está fazendo tudo certo e mesmo assim não vê resultado,
f**a por aqui.

Esse é um espaço para aprender a fazer isso com estratégia.

19/03/2026

Muitas vezes, você faz o que todo mundo diz para queimar gordura: fecha a boca, dobra o cardio e se cobra ainda mais. O resultado? O cansaço vem, mas a perna continua dolorida, inchada e desproporcional.
Isso acontece porque o lipedema não é falta de esforço. É uma condição inflamatória crônica com raízes hormonais, vasculares e metabólicas.
Se o seu corpo está inflamado, ele joga com outras regras. Por isso, comer menos não é a solução se a gente não olhar para:
• Alimentação para controlar a inflamação e saúde intestinal
• Controle da resistência à insulina
• Higiene do sono e manejo do estresse
• Treino estratégico (não é só suar!)

Quando você tem a estratégia certa, o corpo finalmente responde. Você não está falhando, você só não tinha o mapa correto.

Você se sentiu descrita nesse texto? Se você cansa de tentar e não ver resultado nas pernas, me envia uma mensagem no Direct. Vamos entender o seu caso de perto.

Você sente que está fazendo tudo certo e mesmo assim o peso não muda?Isso acontece com muita frequência.E quase nunca te...
17/03/2026

Você sente que está fazendo tudo certo e mesmo assim o peso não muda?
Isso acontece com muita frequência.
E quase nunca tem a ver com falta de disciplina.
O que eu vejo na prática são pequenos hábitos do dia a dia que parecem inofensivos, mas que acabam desorganizando fome, energia, funcionamento do intestino e a própria rotina alimentar.
São sete exemplos bastante comuns.
Nenhum deles parece um grande problema isoladamente.
Mas quando esses padrões se repetem ao longo da semana, o corpo perde previsibilidade.
E quando o corpo perde previsibilidade, ele responde com mais fome, mais cansaço e mais dificuldade de manter consistência.
Por isso, muitas vezes, o caminho não é apertar mais.
É ajustar a estratégia.
Organizar melhor as refeições.
Estruturar o dia de forma mais estável.
Construir hábitos que o corpo consiga sustentar.
Às vezes não é falta de esforço.
É só falta de estratégia.
Agora me conta: qual deles mais aparece na sua rotina hoje?

16/03/2026

Uma das coisas que mais me chama atenção no consultório é quando alguém diz:

“Eu tenho uma vontade absurda de doce à noite.”

Quase sempre essa frase vem carregada de culpa.

Como se fosse falta de controle.

Mas muitas vezes o corpo só está tentando se reorganizar depois de um dia inteiro de oscilações.

Antes de tentar cortar completamente o doce, vale observar o que está acontecendo ao longo do dia.

Testa por alguns dias e observa se a vontade de doce diminui.

15/03/2026

Muitas mulheres com lipedema passam anos ouvindo que estão exagerando.

Que é “sensibilidade”.
Que é “retenção de líquido”.
Que é “coisa da cabeça”.

Mas quem vive com lipedema sabe que não é assim.

Dor nas pernas.
Sensação de peso.
Inchaço.
Hematomas que aparecem com facilidade.

Esses sintomas têm uma explicação.

O lipedema é uma doença inflamatória crônica do tecido adiposo.
E quando existe inflamação no corpo, os sintomas tendem a piorar.

Alguns fatores do dia a dia podem intensif**ar esse processo inflamatório:

• consumo frequente de alimentos ultraprocessados
• excesso de açúcar
• excesso de gordura saturada
• sedentarismo
• sono desorganizado
• estresse crônico

Isso não signif**a que a responsabilidade é sua.

Signif**a que existem pontos que podem ser ajustados para ajudar no controle dos sintomas.

No manejo do lipedema, alimentação, estilo de vida e acompanhamento adequado fazem diferença.

O primeiro passo é entender o que pode estar contribuindo para a inflamação.

Consciência vem antes da mudança.

Se você tem lipedema ou suspeita que possa ter, salva esse vídeo.

Seu corpo merece atenção.

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São Paulo, SP

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