26/03/2020
Essa Pândemia pode engordar você. Entenda Por que.
O estresse provoca aumento do cortisol (conhecido como hormônio do estresse) no sangue e isso gera aumento do metabolismo energético, estimulando a ingestão de alimentos. Por isso, é comum ouvir que estresse engorda. E engorda mesmo, viu!
A ação crônica (por dias) do cortisol sobre o cérebro é excitatória e em altas concentrações provoca o aumento da atividade compulsiva prazerosa (sistema de recompensa que gera aumento da ingestão de açúcar, gorduras e dr**as), motivando a ingestão de “comida agradável”.
Outro ponto é que utilizamos a comida como forma de conforto, uma alternativa de amenizar não somente o estresse e a ansiedade, como também a tristeza – o que pode ser muito bem observado quando as mulheres ficam sensíveis no período menstrual e acabam exagerando nos doces.
Essa associação vem de quando ainda somos bebês. O recém-nascido sente medo, fome, frio e desamparo, sentimentos que são imediatamente cessados quando a mãe o pega no colo e dá o peito para amamentar. Portanto, é uma associação que é construída desde a infância e aparece mais forte em algumas pessoas, que passam a ligar comida com segurança, proteção, acolhimento, afeto e tranquilidade.
O problema aqui não é controlar a saciedade, e sim a ansiedade, que causa o aumento da vontade de comer. Antes de tudo, é importante notar que não é fome de verdade, e sim a ansiedade que gera compulsão pela comida. Uma dica importante é aprender a reconhecer por que estamos comendo. Dessa forma, é mais fácil fazer uma boa escolha ao invés de atacar a primeira guloseima pela frente e só parar quando acabar o pacote todo. Qualquer atividade que ajude a combater o estresse e a ansiedade, como a prática de atividade física, uma boa alimentação, meditação e terapia, também pode amenizar ou até cessar essa vontade incessante de comer.
No entanto, é importante detectar se essa associação entre sentimentos e comida acontece muito frequente. O ideal é procurar um psicólogo para evitar que isso se transforme em obesidade ou transtornos alimentares, como compulsão ou bulimia.
A alimentação tem papel fundamental no controle das emoções, por fornecer vitaminas e minerais importantes para isso. Veja alguns alimentos que ajudam:
* Maracujá (ação calmante natural): o chá é mais potente que o suco.
* Abacate: controla os níveis de cortisol.
* Ervas: melissa, erva-cidreira e camomila.
* Vitamina C, D e vitaminas do complexo B (especialmente a vitamina B6, além de B1, B5, B9 e B12): ajudam a controlar o estresse e a reduzir o risco de desenvolvermos ansiedade, insônia e até psicose.
* Magnésio: tem ação antidepressiva, reduz sintomas de fadiga (como músculos tensionados e tremor nos olhos) e melhora a qualidade do sono.
* Zinco: melhora a qualidade do sono e está envolvido com diversos processos do sistema nervoso, que podem evitar a ansiedade e a depressão.
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