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O@mesmo acontece quando olhamos pra dentro, a dor é temporária, nos faz crescer…
28/01/2025

O@mesmo acontece quando olhamos pra dentro, a dor é temporária, nos faz crescer…

O que você vai desenvolver?✅Gerenciar seu tempo com eficiência.✅Estruturar rotinas de entrega de trabalhos sem sobrecarg...
19/01/2025

O que você vai desenvolver?
✅Gerenciar seu tempo com eficiência.
✅Estruturar rotinas de entrega de trabalhos sem sobrecarga.
✅Reconhecer suas competências e se conectar à sua escolha profissional.
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Faz parte da natureza humana sermos dependentes em alguns momentos de nossas vidas. Quando pequenos, por exemplo, depend...
27/05/2022

Faz parte da natureza humana sermos dependentes em alguns momentos de nossas vidas. Quando pequenos, por exemplo, dependemos do cuidado de outras pessoas. É natural. Porém o saudável é que o desenrolar da vida nos proporcione maturidade e autonomia para que possamos ser independentes e livres.

Porém, isso nem sempre acontece no território das emoções. Para algumas pessoas, sobretudo as que passam, ou passaram, por grandes traumas, episódios fortes de estresse emocional, mudanças repentinas, perdas ou separações, internamente pode surgir um sofrimento psíquico, que abala a autonomia emocional e pode gerar dependência afetiva.

Essas situações ficam marcadas como uma espécie de abandono e vulnerabilidade, que persiste ao longo do tempo. Esta sensação é revivida no presente, nas novas relações.

É muito comum que pessoas que passam por esta condição de dependência, por se sentirem fragilizadas, tornem-se pouco criteriosas sobre seus laços afetivos. Algumas acabam aceitando permanecer em relações sem qualidade, em troca de "migalhas" de afeto.

É comum que essas pessoas - e também quem está à sua volta - percebam a necessidade constante da presença de alguém. Essa condição pode levar a pessoa a viver aflita e frustrada, com a incômoda sensação de que há sempre uma perda iminente, um abandono prestes a acontecer.

Quem sofre de dependência afetiva muitas vezes faz também substituições, normalmente de forma inconsciente, com o intuito de preencher a sensação de constante "vazio". Nestes casos, a substituição pode ser por comida, dr**as ou até mesmo pela constante busca de aprovação ou comportamentos de submissão.

A dependência afetiva não apenas compromete relações saudáveis, mas também causa sérios problemas de autoestima. A psicoterapia pode ajudar no amadurecimento emocional e na melhora da autoconfiança, autonomia e autocontrole, para que você possa seguir a vida de forma emocionalmente mais saudável e plena, sendo voz ativa dentro de suas relações, sem depender delas.

Esta não é uma pergunta fácil de ser respondida, até porque não existe uma única resposta. Nosso limite costuma ser bast...
23/05/2022

Esta não é uma pergunta fácil de ser respondida, até porque não existe uma única resposta. Nosso limite costuma ser bastante relativo e depende de muitos fatores: o assunto, a pessoa envolvida, nosso estado de humor, os esforços e possíveis recompensas para suportá-lo, entre outros.

A elasticidade do nosso limite está bastante relacionada ao nosso grau de autoconhecimento e nossa capacidade de lidar com as situações. O autoconhecimento pode aumentar nossa tolerância, por sabermos dar a devida dimensão aos fatos, sem aumentar exageradamente o que, de fato, não é enorme.

É muito comum que algumas pessoas se autodenominem de "pavio curto", explosivas ou reativas. Isto deixa claro, de antemão, que seus limites costumam ser pouco flexíveis. Em contrapartida, há aquelas que são mais flexíveis, empáticas e tolerantes.

A principal diferença entre esses dois tipos de pessoa é a capacidade de ouvir, de se adaptar, de se reinventar, sem deixar que o outro norteie os seus limites e sem que esta flexibilidade represente uma violência a quem são.

É claro que há linhas que não podem ser ultrapassadas e que representam desrespeito a nós mesmos. Mas, para ter relações mais harmônicas e empáticas, em diferentes âmbitos da vida, sempre é válida uma reflexão: será que minha tolerância está balizada? Será que tenho agido como os outros como eu gostaria que agissem comigo? Será que ofereço às pessoas as mesmas coisas intoleráveis que eu não suporto?

Refletir sobre os limites pode nos transformar em seres humanos mais adaptados, mais flexíveis e tolerantes, inclusive em relação a nós mesmos. Um psicólogo pode ajudar muito a desenvolver o autoconhecimento, fazendo com que você reflita sobre quem é e sobre o que você estabelece como limites - e se são saudáveis ou não.

Isto dará a você um controle mais saudável sobre sua vida e seus caminhos. Afinal, não é preciso viver refém de limites - sejam eles seus ou dos outros; sejam eles restritos demais, ou tão flexíveis a ponto serem nocivos para sua vida.

Esta não é uma pergunta fácil de ser respondida, até porque não existe uma única resposta. Nosso limite costuma ser bast...
23/05/2022

Esta não é uma pergunta fácil de ser respondida, até porque não existe uma única resposta. Nosso limite costuma ser bastante relativo e depende de muitos fatores: o assunto, a pessoa envolvida, nosso estado de humor, os esforços e possíveis recompensas para suportá-lo, entre outros.

A elasticidade do nosso limite está bastante relacionada ao nosso grau de autoconhecimento e nossa capacidade de lidar com as situações. O autoconhecimento pode aumentar nossa tolerância, por sabermos dar a devida dimensão aos fatos, sem aumentar exageradamente o que, de fato, não é enorme.

É muito comum que algumas pessoas se autodenominem de "pavio curto", explosivas ou reativas. Isto deixa claro, de antemão, que seus limites costumam ser pouco flexíveis. Em contrapartida, há aquelas que são mais flexíveis, empáticas e tolerantes.

A principal diferença entre esses dois tipos de pessoa é a capacidade de ouvir, de se adaptar, de se reinventar, sem deixar que o outro norteie os seus limites e sem que esta flexibilidade represente uma violência a quem são.

É claro que há linhas que não podem ser ultrapassadas e que representam desrespeito a nós mesmos. Mas, para ter relações mais harmônicas e empáticas, em diferentes âmbitos da vida, sempre é válida uma reflexão: será que minha tolerância está balizada? Será que tenho agido como os outros como eu gostaria que agissem comigo? Será que ofereço às pessoas as mesmas coisas intoleráveis que eu não suporto?

Refletir sobre os limites pode nos transformar em seres humanos mais adaptados, mais flexíveis e tolerantes, inclusive em relação a nós mesmos. Um psicólogo pode ajudar muito a desenvolver o autoconhecimento, fazendo com que você reflita sobre quem é e sobre o que você estabelece como limites - e se são saudáveis ou não.

Isto dará a você um controle mais saudável sobre sua vida e seus caminhos. Afinal, não é preciso viver refém de limites - sejam eles seus ou dos outros; sejam eles restritos demais, ou tão flexíveis a ponto serem nocivos para sua vida.

Virar a página é muito importante. Seguir adiante, ainda mais. Mas perdoar alguém que magoou você profundamente não é um...
18/05/2022

Virar a página é muito importante. Seguir adiante, ainda mais. Mas perdoar alguém que magoou você profundamente não é uma tarefa nada fácil.

Perdoar é um ato de coragem, que exige que você deixe de lado o rancor que ainda sente e do qual ainda não conseguiu se libertar, para que possa seguir em frente de forma mais leve e mais livre. O perdão verdadeiro permite que você se finalmente liberte da emoção que o aprisiona numa zona de dor e tristeza.

Quando se consegue deixar no passado o ocorrido e usá-lo somente como fonte aprendizado, sem extensões no presente, é possível reconstruir este espaço de dor, reparando o sofrimento e se afastando das emoções negativas a que se estava preso. A recompensa é um estado de paz interior e abertura para a vida.

Quando permanecemos com a memória da dor sempre ativa e presente, a vida simplesmente não flui como deveria. Ficamos ancorados ao passado e vinculados ao sofrimento. Muitas vezes sente-se desejo de vingança, como se fosse possível fazer o outro sentir a mesma dor que causou. Esta é uma ação inócua, que aprisiona ainda mais.

Entender o que feriu, descobrir suas origens, como você internaliza essa mágoa e toda sua profundidade pode ajudar a separar o que foi, do que ainda há de ser. Diferenciar o que aconteceu no passado da forma como você lida com isto no presente pode quebrar essas amarras. É preciso permitir que as feridas se tornem cicatrizes - e parem de doer.

Conte com a ajuda de um psicólogo para que você não entre em um estado de esgotamento emocional e possa trabalhar essas questões, ressignificá-las e, finalmente, voltar a olhar para a frente. Porque é só nesta direção a vida caminha. Agende sua consulta.

Sabemos que o Brasil é um país com imensa diversidade étnica e que os brasileiros são fruto da miscigenação entre povos ...
17/05/2022

Sabemos que o Brasil é um país com imensa diversidade étnica e que os brasileiros são fruto da miscigenação entre povos indígenas, africanos, europeus e asiáticos. Hoje, mais de 55% dos brasileiros são negros ou pardos.

Mas esse caldeirão cultural, ao mesmo tempo em que promove diversidade, lamentavelmente ainda gera enorme preconceito, não somente nas questões raciais, mas também nas relações econômicas, hierárquicas e de gênero. No caso específico do racismo, somos marcados por problemas que perduram séculos e continuam a promover uma visão distorcida e pejorativa do outro.

Muitas pessoas sofrem preconceito racial todos os dias, em situações diversas, familiares, profissionais, sociais, na infância, adolescência e na vida adulta. Algumas lidam melhor com essas situações; outras, nem tanto.

As cargas emocionais geradas pelo racismo variam muito de pessoa para pessoa. Mesmo diantes dos avanços recentes no combate ao racismo - inclusive do ponto de vista das leis -, a mudança de uma cultura não acontece da noite para o dia. Ainda há muito o que evoluir nesta luta e, enquanto ela acontece, é preciso cuidar de quem sofre.

Do ponto de vista psicológico, o racismo pode instalar problemas importantes, ligados à autoimagem e autoconfiança, senso de inadequação, inferioridade, frustração e injustiça, além de um processo de ansiedade e tristeza muito grandes.

A Psicologia pode ajudar muito quem teve a autoimagem machucada pelo racismo. Nestes casos, o psicólogo deve oferecer uma escuta ampliada, que leve em conta, além da história individual do paciente, o racismo estrutural.

A psicoterapia pode levar a pessoa a uma linda e poderosa caminhada, que a faça se apropriar da sua história, ressignificar as possíveis distorções na forma como enxerga a si mesma e construir uma nova imagem, forte e segura, baseada no seu valor verdadeiro e na noção clara de sua importância no mundo.

Agende sua consulta e conte comigo para acompanhar sua jornada de autoconhecimento, conquistas e empoderamento pessoal.

Pesquisas realizadas por Daniel Freeman, psicólogo da Universidade Oxford, na Grã-Bretanha, apontam que as mulheres têm ...
14/05/2022

Pesquisas realizadas por Daniel Freeman, psicólogo da Universidade Oxford, na Grã-Bretanha, apontam que as mulheres têm mais chances de sofrer algum transtorno mental do que os homens. Segundo ele, isso ocorre porque as mulheres tendem a "pegar mais os problemas para si", enquanto os homens tendem a camuflar seus problemas.

Mas isto não significa, em hipótese alguma, que podemos negligenciar os cuidados com a saúde mental masculina. Homens podem sofrer emocionalmente, sim. Para muitos, as dificuldades emocionais e psicológicas são camufladas ou ignoradas por bastante tempo, fazendo com que só busquem ajuda quando o quadro já está agravado - e difícil de tratar.

Muitos homens sentem vergonha de admitir sofrimentos, de expressar afetividade, dores, inseguranças ou manifestar fragilidades. São indivíduos ainda presos à noção de que precisam ser "super-homens", inabaláveis e inquebráveis.

Cada vez mais os papéis sociais se mesclam, exigindo dos homens novas habilidades. Hoje, eles têm vidas mais plurais e dividem a rotina entre o trabalho, a família, os afazeres domésticos e os sociais, como as mulheres também o fazem.

Eles já não exercem sozinhos a função de provedores, nem podem dizer que são mais independentes. Essa mudança nos papéis - que muitas vezes se choca com a educação que receberam e com a "tradição histórica" - requer abertura e disposição para aceitar novas ideias e mudar o próprio comportamento.

Medo, insegurança, impotência, tristeza, angústia e ansiedade são sensações comuns a qualquer ser humano. Essas são questões que não devem ser sufocadas em nome de um papel que já não cabe mais ao homem moderno.

A psicoterapia pode ser um lugar de autoconhecimento, de escuta sem julgamentos e um caminho para o desenvolvimento de habilidades que ajudem os homens a trabalharem melhor suas emoções, em busca de uma vida mais saudável, livre de estigmas e de crenças que, além de ultrapassadas, são prejudiciais a qualquer pessoa que, mais do que ser "super", merece ser feliz 🥰

Uma das principais formas de identificar o Gaslighting é tentar deixar o sentimento de lado e refletir sobre as atitudes...
23/03/2022

Uma das principais formas de identificar o Gaslighting é tentar deixar o sentimento de lado e refletir sobre as atitudes do parceiro, analisar o comportamento de maneira racional procurando entender quais emoções são despertadas pelas atitudes e posturas do parceiro. Após isso, é importante pensar nas vezes que o parceiro mentiu, manipulou, fez falsas alegações e quantas vezes você teve que se calar diante a estas situações.

É importante dizer que um profissional da área também faz parte desse processo, procure ajuda e suporte para superar o momento. 🫂

🔄 Compartilhe esse em seus stories para ajudar a conscientizar ainda mais as pessoas.

23/03/2022
Na nossa última postagem, nós tínhamos falado sobre os sintomas que uma pessoa que sofre com a depressão poderia passar....
18/03/2022

Na nossa última postagem, nós tínhamos falado sobre os sintomas que uma pessoa que sofre com a depressão poderia passar. Mas como eu posso diferenciar uma tristeza passageira com o transtorno? É disso que iremos falar. 😉

A grande diferença é que a tristeza é um sentimento relacionado a alguma situação, ficamos tristes ao tirar uma nota baixa na prova ou receber uma notícia de demissão. Já a depressão não vem somente com essa sensação, ela causa outros sintomas pois se trata de um transtorno mental. 🧠

Uma pessoa com depressão sente certa dificuldade para sentir-se feliz, não é somente uma situação que a deixa para baixo, a própria rotina é desanimadora e pode ser motivo para crises onde não é possível ter controle dos próprios pensamentos!

Esse transtorno afeta de forma drástica a maneira como você se sente, pensa e lida com as atividades diárias, favorecendo um sentimento de tristeza constante e desinteresse em coisas que antes causavam prazer.

🔄 Compartilhe esse post nos seus stories para ajudar a conscientizar ainda mais pessoas.

A depressão é caracterizada por sentimentos ou comportamentos que são fortes o bastante para interferir nas suas ativida...
16/03/2022

A depressão é caracterizada por sentimentos ou comportamentos que são fortes o bastante para interferir nas suas atividades diárias. Na postagem teremos vários exemplos deles.
É importante lembrar que, caso se identificar, procure ajuda. Saiba que existe tratamento. 🫂

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