Psi Juliana Correia

Psi Juliana Correia Psicóloga clínica. Atendimento adulto. Trabalho com vínculos (Teoria do Apego) e luto.

14/01/2026

Alô psis e psiquiatras que querem estudar Teoria do Apego em 2026! O papo é com vocês!

Tem turma nova do começando em Março e com novidade - aumentamos a carga horária do curso para contemplar uma supervisão de caso, fazendo a tecitura final entre teoria e prática, que é o nosso maior objetivo com esse curso ❤️

Quem vem? 🥰

26/11/2025

É natural, até orgânico, que a gente queira se proteger de sofrer e de f**ar mal. É protetivo reconhecer situações que já foram vividas anteriormente e terminaram trazendo dor e evita-las!
Mas e quando a gente começa a evitar muitas coisas, talvez até a própria noção do que seja estar vivo, para evitar o sofrimento? E quando a gente f**a paradinho, quietinho, com a vida pequenininha toda vez que há o risco de algum tipo de emoção nos encontrar?
O professor de matemática insistia: você só vai aprender repetindo os exercícios. Os psicólogos dizem: para perder o medo de algo você precisa se aproximar desse algo. Existem determinados aprendizados que são vivenciais.
Eu posso sentir muito medo da tristeza - mas nã vou vence-lo refletindo sobre isso. Na reflexão eu posso encontrar o que eu temo, o que imagino que vá me acontecer caso eu me sinta triste, etc, mas é sentindo tristeza que eu descubro o que fazer com ela, que ela passa, que quando ela passa eu sinto outras coisas…
Você anda se permitindo expandir sua tolerância a dor e a vida ou anda fugindo de tudo que possa te fazer sentir? 💭

Não há como existir um guia de conquista, de manutenção de relacionamentos, de sucesso amoroso.Todo guia vai servir apen...
29/11/2022

Não há como existir um guia de conquista, de manutenção de relacionamentos, de sucesso amoroso.
Todo guia vai servir apenas para fazer você acreditar que há uma receita e que basta segui-la para resolver os seus problemas - e, claro, para se sentir inadequado por não estar seguindo o guia antes ou ainda mais inadequado caso siga o guia e não alcance o objetivo.

Você não sabe o que te faz se sentir atraído por alguém. Você não sabe o que te faz amar alguém. Pode enumerar três ou quatro características que você considere inegociáveis no amor e pode lembrar de amores que sentiu e não correspondiam a esse paradigma racional.

A gente ama com nossa memória implícita, aquela da ordem do que não é acessível a nossa memória consciente, as sensações conhecidas, independente de qualquer avaliação qualitativa. Mudar nossos padrões de escolhas amorosas exige um caminhar de autoconhecimento emocional, de ressignif**ação de sensações, de sentir, não de pensar.

Além disso, manuais também endossam a despersonalização. O amor condicional - se é digno de ser amado caso se cumpra alguns requisitos.

No processo de psicoterapia, visitamos nossas crenças sobre nós mesmos, sobre nosso valor, competência e amabilidade. Visitamos as histórias que construíram essas crenças. Fomos amados? Valorizados? Admirados? Ou nossa história é de sermos criticados, convocados a nos adequar? Suprimos as expectativas?

O manual parece bobo para quem, nas relações iniciais, construíu um bom senso de valor e a certeza de ser amável e amado. E é um prato cheio para as inquietações de quem tem perfil inseguro e está sempre acreditando que o merecimento de amor está associado a algo que se faz e não a algo que se é.
O guia, em resumo, despersonaliza e massif**a.

Por fim, mas não menos importante, um recorte de gênero: qual o gênero que culturalmente é ensinado a fazer coisas e se enquadrar em padrões para ser escolhido amorosamente? Qual gênero costuma sentir que o sucesso e a felicidade estão atrelados a estar em um relacionamento amoroso? Que gênero, tal qual a escreve, está na prateleira do amor e ávido por seus manuais?

(Continua nos comentários)

Você abre o armário e escolhe uma roupa pra ir trabalhar. Vai na cozinha e escolhe o que comer. Pode até escolher não co...
17/11/2022

Você abre o armário e escolhe uma roupa pra ir trabalhar. Vai na cozinha e escolhe o que comer. Pode até escolher não comer. Sai de casa e escolhe que meio de transporte vai pegar. Escolhe usar ou não o waze. Escolhe se e como vai se comportar na reunião. Pode até escolher f**ar em silêncio ou não comparecer. Pode escolher não escolher ao delegar sua escolha pra outra pessoa.

Passamos o dia nos equilibrando entre escolhas e suas consequências. Muitas escolhas fazemos sem nem nos darmos conta de estar escolhendo. Alguém que está em um relacionamento amoroso ja escolheu continuar esse relacionamento muitas vezes nos últimos 365 dias. Alguém que tem filhos também fez muitas escolhas nessa relação no mesmo tempo. E no trabalho. Etc.

Escolhe, escolhe, escolhe!

“Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...
e vivo escolhendo o dia inteiro!
Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranqüilo.
Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.”
Cecília Meireles

O poema de Cecília fala da dificuldade das escolhas: assumir o risco. Olhamos muito para o que ganharemos mas invariavelmente perderemos algo. Se brinco, perco o estudo. Se estudo, perco a brincadeira. Ao escolher aceito a condição de não poder tudo. Abro mão. Lido com as consequências.

Algumas pessoas se paralisam tentando não escolher para “não escolher errado mas veja só, não escolher já é uma escolha. No fim é impossível viver sem escolher.

Então te pergunto: como vc lida com suas escolhas, riscos, ganhos, perdas? Vc sabe o que te motiva? O que te amedronta? Vc f**a consciente dos seus momentos de escolha?

Ou isto ou aquilo. E escolhemos de novo.

Na minha família nunca tínhamos tido cachorro. Até que seis anos atrás, com a expectativa de que me ajudasse na adaptaçã...
12/11/2022

Na minha família nunca tínhamos tido cachorro. Até que seis anos atrás, com a expectativa de que me ajudasse na adaptação em São Paulo e ajudasse meu irmão a aumentar sua responsabilidade, Jeff chegou.
Foi uma experiência bem difícil pra toda família. Cachorros dão bastante trabalho. Filhotes precisam passear, acordam em horários aleatórios, roem e destroem coisas e não sabem usar o tapete higiênico. Enquanto descobríamos tudo isso, minha mãe descobriu que cachorro não era o rolê dela, eu fui assumindo os cuidados com Jeff e uma hora tudo se ajeitou.

Seis anos depois apareceu o rapaz da foto, o Pierre, para adoção. Tínhamos acabado de nos mudar prum ap maior e convenci meu marido a pegarmos ele.

Quando batemos o martelo que iríamos adotar a primeira coisa que eu pensei foi: eba, que massa! A segunda foi: minha mãe vai me matar.

Atenção: eu não moro com minha mãe, ela não ia ser responsável nem logisticamente nem financeiramente pelo P**i mas ainda assim me veio a conhecida sensação de não estar fazendo o que ela gostaria que eu fizesse.

Primeiro precisei identif**ar isso. Como até hj, com 34 anos, é difícil pensar em desapontar minha mãe. Como ainda é difícil guiar minhas escolhas por mim e não por ela. Ao entender tudo isso que eu sentia pude olhar pro outro lado: eu amo cachorro. Eu quero ter cachorro. Eu administro o trabalho que cachorros dão. Entendi minha dor e me comprometi comigo mesma, de que as minhas escolhas seriam feitas sobre o que fazia sentido PARA MIM. O meu valor maior é que a minha vida seja boa pra mim.

Ensaiei mentalmente como ia ser contar pra minha mãe, ciente de que eu estava preocupada com o que ela ia pensar sobre mim e não sobre a escolha.
Resultado? Quando ela entendeu que era sério, ela aceitou. Não julgou. Não questionou. É claro que ela acha maluquice, que dá muito trabalho, muito gasto e me prende muito mas ao mesmo tempo ela pode suportar que a minha vida seja minha e que eu seja eu e isso é tudo que importa.

(Continua nos comentários)

Na minha época de faculdade, não tive muito contato com Apego ou Luto! Um tiquinho na matéria de Desenvolvimento Humano,...
08/10/2022

Na minha época de faculdade, não tive muito contato com Apego ou Luto! Um tiquinho na matéria de Desenvolvimento Humano, um tiquinho na matéria de psicologia hospitalar…
É uma enorme alegria ir falar sobre Teoria do Apego e Luto para os estudantes de psicologia, abrindo para eles mais possibilidades teóricas e de atuação! ❤️

with .repost
・・・
Hey, Psis! Como estão?
Trouxemos mais algumas informações sobre a nossa jornada!

No dia 20/10, às 8:25h teremos a apresentação da psicóloga Juliana Correia sobre o tema “Teoria do apego e o luto”.

Arrasta pro lado para saber mais
Qualquer dúvida é só nos chamar!

Jeff, meu primeiro cachorro, chegou e fomos nos conhecendo. E exploração e intimidade foram se estabelecendo. E ao cuida...
04/10/2022

Jeff, meu primeiro cachorro, chegou e fomos nos conhecendo. E exploração e intimidade foram se estabelecendo. E ao cuidar dele eu fui descobrindo coisas sobre mim.

Descobri que eu era uma cuidadora mais ansiosa. Quando me sugeriram soltar ele para correr livremente no parcão com outros cachorros, eu achei impossível. Pensei que ia perde-lo, que ele ia se machucar, que ele nunca mais ia voltar.
Confiava em quem me fez a sugestão e enfim, tentei. E deu certo. E descobri que ele tem muito prazer em correr livremente na grama. E que muitas vezes durante a corrida ele vira o pescoço para conferir aonde eu estou. E que se ele acha que me perdeu, volta pra mim e não se sente mais relaxado para ir brincar longe de mim. Então enquanto ele corre fico ligada e vou dizendo onde estou.

Aprendi também que vínculo passa por aceitar que ele seja como ele é - sem deixar de ajudar ele a se sentir melhor em seu próprio pêlo.
Eu queria ter um cachorro que não latisse tanto. Eu queria ter um cachorro sociável, que pudesse ir pra todos os rolês comigo. Na verdade eu tenho um cachorro com ansiedade de separação, que diante do medo tão grande, pode até me morder.
E vínculo é cuidado e compromisso. É aceitar que esse é o Jeff - entre tantas outras coisas. E é entender também que essa ansiedade faz ele sofrer. E buscar ajuda pra resolver. E gastar tempo e dinheiro no adestramento. E gastar tempo e dinheiro na creche. Relações dão trabalho. Relações exigem concessões, disposição, disponibilidade. E eu quero muito estar nessa relação.

Ele também me mostra como vínculo é prazeroso. Como rio das peripécias dele. Como me enterneço quando ele traz o brinquedo pra eu brincar com ele. Como até hoje eu dou gargalhadas lembrando o dia que ele correu atrás das galinhas.
Como acho ele inteligente, como aprende rápido, como posso sentar com alguém e contar mil histórias dele.

Sempre me perguntam ou aconselham que eu me prepare para a morte dele. Ora, isso é impreparável e muitas vezes esconde um “goste menos dele, se afaste um pouco, torne ele menos importante”. Isso não me interessa. Amor e dor são dois lados da mesma moeda. Há de doer, eu bem sei. Então hei de muito amar, sem dúvidas.

26.08.22, meus 34 anos. ❤️🥳“O correr da vida embrulha tudo,a vida é assim: esquenta e esfria,aperta e daí afrouxa, sosse...
26/09/2022

26.08.22, meus 34 anos. ❤️🥳

“O correr da vida embrulha tudo,
a vida é assim: esquenta e esfria,
aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta.
O que ela quer da gente é coragem.
O que Deus quer é ver a gente
aprendendo a ser capaz
de f**ar alegre a mais,
no meio da alegria,
e inda mais alegre
ainda no meio da tristeza!
A vida inventa!
A gente principia as coisas,
no não saber por que,
e desde aí perde o poder de continuação
porque a vida é mutirão de todos,
por todos remexida e temperada.
O mais importante e bonito, do mundo, é isto:
que as pessoas não estão sempre iguais,
ainda não foram terminadas,
mas que elas vão sempre mudando.”

Guimarães Rosa

Conheci o Rafael Stein quando li seu capítulo sobre Luto Masculino no livro “Luto por perdas não legitimadas na atualida...
23/09/2022

Conheci o Rafael Stein quando li seu capítulo sobre Luto Masculino no livro “Luto por perdas não legitimadas na atualidade”, da Prof. Dr. Gabriela Casellato.

O capítulo já tinha me tocado e quando um amigo avisou no grupo que o Rafael era um dos participantes do Q***r Eye Brasil e que o episódio com ele era emocionante, corri pra assistir.

Insisto e persisto: toda vez que falamos de luto falamos de vida. Da que perdemos, da que não sabemos mais prever, da que ficou, da que se transformou. Das dores e das potências. Da coisas que eram e não são ou serão mais.

Como f**a quem f**a?
No caso de Rafael, ao abrir a porta para o Q***r Eye, ele nos permite ver como ele ficou. E nos emocionamos com ele. E com toda a humanidade dele. Complexa, vulnerável e corajosa. Colorida e preta e branca. Nua e crua.

Se você está procurando algo bonito para assistir nesse fim de semana, para sacudir seu piloto automático, f**a aqui a minha recomendação.

No filme “Como seria se…?” acompanhamos a história de Nat.A partir de um teste de gravidez vamos acompanhar os dois futu...
07/09/2022

No filme “Como seria se…?” acompanhamos a história de Nat.
A partir de um teste de gravidez vamos acompanhar os dois futuros da protagonista: o teste dando positivo e ela tendo a bebê e o teste dando negativo e ela seguindo seus planos profissionais.

Nos dois caminhos vemos Nat tendo perdas e ganhos, frustrações, dificuldades, alegrias, surpresas, amor, tristeza, descobertas.. e tudo isso de forma não linear.

“Como seria se…?” deixa claro que a ideia de escolha certa não existe. Não existe pq a cada escolha se abrirão muitas outras escolhas e mais “multiversos” ou “realidades paralelas”… no fundo nunca saberemos qual das decisões mudou tudo pois tudo está mudando o tempo todo.

Nossa luta ao hesitar pra decidir é quase sempre centrada na esperança de que uma decisão possa trazer coisas só boas. Natalie e seus dois futuros nos mostram que isso não existe. Lê de novo: não existe.

Independente do que acontece e de todas as emoções que surgem, os dois futuros de Natalie só tem uma coisa em comum: a própria Natalie.

Quem vira mãe, quem vira profissional, quem ama, quem tem o coração quebrado… quem vive é Natalie e ela pode contar com ela mesma.

Contar com a gente mesmo, sempre e independente do que aconteça, pode ser a certeza que estamos procurando fora e só pode ser encontrada dentro.

Assiste “Como seria se…?” e me conta se te tocou como me tocou! ❤️

🎥 Disponível na netflix.

Ontem, 27/08, foi dia do psicólogo e eu não escrevi nada aqui. Precisei parar para refletir sobre o que eu gostaria de d...
28/08/2022

Ontem, 27/08, foi dia do psicólogo e eu não escrevi nada aqui. Precisei parar para refletir sobre o que eu gostaria de dizer.

Também ontem, fiz uma live com .rachelsavir sobre o que é atuar na clínica dentro da abordagem do Apego.

Apego signif**a vínculo. E não dá pra ter um vínculo genuíno sem estar vulnerável na relação. E em uma profissão e abordagem que convocam a estar, não saber quem somos e o que é nosso é perigoso e danoso para nós e para aqueles que cuidamos.
Para que eles possam estar comigo e se vulnerabilizar comigo eu também preciso estar com eles e me vulnerabilizar.

Eu estudo a teoria e a técnica mas eu não sou sabe-tudo e não sei “o que é melhor” pra ninguém. Nem intenciono saber. Meu trabalho é para que cada um deles saiba. Para que todos saibam que podem contar comigo, com meu acolhimento e meus empurrõezinhos mas que os mais capacitados para decidir sobre a própria vida são eles. Todo o resto é ego ou desserviço. Na minha abordagem o vínculo já é técnica terapêutica.

Na minha vulnerabilidade tive que entender que nem todos os pacientes que chegarem vão querer continuar trabalhando comigo pois nem todos vão se identif**ar comigo e também pq nem tudo é sobre mim. Há sempre um outro na dupla e nesse contexto esse outro é quem mais interessa.

Também tive que entender que não banco a “agenda cheia” do marketing do instagram, pq estar genuinamente em cada encontro é cansativo pra caramba e se eu me sobrecarregar vou falhar com meu compromisso com aqueles que cuido. Isso também significou aprender a organizar os pacientes na agenda e quantos pacientes de cada demanda dá pra ter simultaneamente.

Não tenho um “dom” nem nada místico. Estudei e sigo estudando pra ser psicóloga. Trabalho e sigo trabalhando pra ser eu dentro dessa prática.

Psicologia é ciência de gente. E gente é complexa. E precisa de qualidade de vida. E de políticas públicas (inclusive os psicólogos precisam de piso salarial da categoria!). E de ouvidos interessados. E de embasamento teórico. E de compromisso. E de suporte.

Para os que compartilham comigo a profissão, parabéns.
Para os que compartilham comigo a sua vida, obrigada!

❤️

Assisti “Viver duas vezes” neste final de semana e foi uma grata surpresa.Emílio descobre que está com Alzheimer e tem o...
23/08/2022

Assisti “Viver duas vezes” neste final de semana e foi uma grata surpresa.

Emílio descobre que está com Alzheimer e tem o desejo de reencontrar seu primeiro amor. Para isso, ele vai precisar da ajuda de sua filha e de sua neta, é o que nos diz a sinopse.

O que eu vi foi um filme muito sensível. Gargalhei em alguns momentos e chorei em outros. Oscar Martinez dá um show de atuação ao ir nos mostrando a evolução do Alzheimer de Emílio.

A medida que Emílio piora vamos acompanhando as dificuldades dele e da família, que assume seus cuidados. Julia, sua filha, que tem muitas questões com o pai, se vê na necessidade de cuidar dele e enfim se sentir boa o bastante para ele - mas como obter isso a medida que o pai que ela conhece vai se perdendo?

Na personagem Júlia, f**a muito palpável a observação do seu Modelo Operativo Interno, ou seja, do jeito que ela funciona no mundo! Suas crenças, memórias, percepções e estratégias de enfrentamento…
Julia sente que não é suficientemente boa e vai repetindo escolhas e nos traduzindo o que se passa dentro dela. As escolhas que a levam para essa sensação de não ser suficiente e as estratégias para tentar driblar essa sensação - que muitas vezes criam problemas ainda maiores para ela resolver.

Enquanto sente tudo isso, Julia tenta criar sua filha, Blanca (uma personagem muito carismática!) para evitar que ela também carregue essa sensação.

Com o pano de fundo do Alzheimer, podemos ver uma família vivendo sua transgeracionalidade e sendo convocada a abranger seu repertório emocional e comportamental diante da vida.

Me fez pensar e sentir um bocado e eu adorei.

▶️ Disponível na Netflix.

Endereço

Avenida Moema
São Paulo, SP

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 14:00 - 21:00
Terça-feira 14:00 - 21:00
Quarta-feira 14:00 - 21:00
Quinta-feira 14:00 - 21:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00

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