Dr. André Leiva

Dr. André Leiva • Médico Psiquiatra
• Medicina do Estilo de Vida
• Psiquiatria Nutricional
andreleiva.com.br

16/03/2026

Vivemos em um mundo que valoriza estar sempre no máximo, mas será que essa busca incessante por performance está custando nossa saúde mental?

A pressão por resultados no trabalho, estudos ou vida pessoal pode gerar estresse, ansiedade e até levar a condições mais sérias, como depressão e burnout.

Sinais de alerta:

⦁ Cansaço constante
⦁ Dificuldade para dormir
⦁ Irritabilidade
⦁ Perda de interesse em atividades que antes davam prazer

Não se trata de fraqueza, mas de um reflexo da sociedade que exige mais do que podemos dar. Por isso, é essencial:
✅ Estabelecer limites
✅ Aprender a dizer “não”
✅ Reservar tempo para descanso e atividades que te recarregam

Sua saúde mental é seu maior ativo. Cuide-se!

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A saúde mental dos jovens está passando por um momento particularmente desafiador. Pressões acadêmicas, comparações cons...
13/03/2026

A saúde mental dos jovens está passando por um momento particularmente desafiador. Pressões acadêmicas, comparações constantes nas redes sociais, medo de não corresponder às expectativas e um mundo em rápida transformação têm impactado o bem-estar emocional dessa geração.

Não é raro que sentimentos como ansiedade, tristeza profunda, insônia, desmotivação e exaustão apareçam com mais frequência. Em muitos casos, eles são interpretados como “coisa da idade” — quando, na verdade, podem ser sinais de sofrimento que merecem atenção.

Alguns fatores que influenciam a saúde mental dos jovens hoje:
• exposição contínua às telas e comparações sociais
• pressão por sucesso individual e desempenho
• insegurança em relação ao futuro
• isolamento afetivo e dificuldades na comunicação emocional
• sobrecarga de estímulos e falta de pausas

Reconhecer esses sinais não é rotular — é oferecer acolhimento e cuidado. Cuidar da mente significa escutar sem julgamento, criar espaços seguros para falar sobre emoções e, quando necessário, buscar ajuda profissional.

Quando os jovens recebem compreensão e suporte — em casa, na escola e em suas redes de relação — eles encontram mais ferramentas para enfrentar os desafios com resiliência e equilíbrio.

Cuidar da saúde mental dos jovens é investir no futuro de toda a sociedade.

O surto psicótico é uma condição grave em que a pessoa passa a ter uma percepção distorcida da realidade. Pode envolver ...
11/03/2026

O surto psicótico é uma condição grave em que a pessoa passa a ter uma percepção distorcida da realidade. Pode envolver delírios, alucinações, pensamento desorganizado e alterações importantes no comportamento e no julgamento.

Durante um surto, o sofrimento psíquico é intenso — tanto para quem vivencia quanto para familiares e pessoas próximas. A pessoa pode sentir medo, confusão, desconfiança extrema ou acreditar em ideias que não correspondem à realidade.

Os surtos psicóticos podem estar associados a diferentes condições, como:
– Transtornos psicóticos (ex.: esquizofrenia)
– Transtorno bipolar em fases graves
– Uso ou abstinência de substâncias
– Quadros depressivos severos
– Estresse extremo e privação de sono

🚨 Atenção: surto psicótico é uma urgência psiquiátrica.
Quanto mais precoce o atendimento, maiores são as chances de estabilização e recuperação funcional.

O tratamento envolve avaliação médica cuidadosa, medicação adequada e acompanhamento contínuo. Com cuidado especializado, é possível retomar estabilidade, qualidade de vida e autonomia.

Buscar ajuda não é exagero.
É proteção, cuidado e responsabilidade com a saúde mental.

09/03/2026

Na psiquiatria, manuais como o DSM (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) são ferramentas valiosas.
Eles ajudam a padronizar diagnósticos, orientar pesquisas e facilitar a comunicação entre profissionais.
Mas surge uma questão essencial: será que eles captam toda a complexidade do sofrimento humano?

O DSM organiza a dor psíquica em critérios e categorias úteis, mas limitadas.
A experiência humana, porém, não cabe completamente em tabelas.
O sofrimento é biográfico, social, cultural e existencial.
Vai além dos neurotransmissores e das sinapses.

O reducionismo médico, quando foca apenas no desequilíbrio químico, corre o risco de silenciar histórias de trauma, solidão, luto, desigualdade e perda de sentido.
E é nesse ponto que a escuta clínica humanizada se torna indispensável.

Ir além dos manuais é ouvir o paciente como um ser único, não como um diagnóstico.
É acolher suas narrativas com empatia, reconhecer sua singularidade e compreender que cura também é vínculo, validação e sentido.

A psiquiatria moderna precisa unir ciência e humanidade.
Porque cada mente é um universo e nenhuma dor cabe inteiramente nas páginas de um manual.

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A pele é o maior órgão do corpo e também um dos mais sensíveis às emoções. Não por acaso, muitas dermatites têm relação ...
06/03/2026

A pele é o maior órgão do corpo e também um dos mais sensíveis às emoções. Não por acaso, muitas dermatites têm relação direta com o estado psíquico do paciente. Estresse, ansiedade, depressão e traumas emocionais podem desencadear, agravar ou perpetuar quadros dermatológicos.

Condições como dermatite atópica, dermatite seborreica, psoríase e urticária frequentemente apresentam piora em períodos de sofrimento emocional intenso. O ciclo é complexo: a doença de pele gera impacto na autoestima, no convívio social e na imagem corporal, o que aumenta o sofrimento psíquico — e esse sofrimento, por sua vez, intensifica os sintomas cutâneos.

Na psiquiatria, compreendemos que não se trata de “problema emocional imaginário”, mas de uma interação real entre sistema nervoso, imunológico e hormonal. O corpo responde ao que a mente vivencia.

Por isso, o cuidado precisa ser integrado. Em muitos casos, associar o tratamento dermatológico ao acompanhamento em saúde mental é fundamental para quebrar esse ciclo e promover melhora duradoura, não apenas dos sintomas, mas da qualidade de vida.

Cuidar da mente também é cuidar da pele.
Escutar o corpo é parte essencial do tratamento.

“Muitos pacientes chegam até mim não porque não desejam melhorar, mas porque mudar assusta.Às vezes, o sofrimento já é c...
04/03/2026

“Muitos pacientes chegam até mim não porque não desejam melhorar, mas porque mudar assusta.
Às vezes, o sofrimento já é conhecido e o desconhecido parece ainda mais ameaçador.

Na prática psiquiátrica, compreendo que transformação não acontece à força. Ela precisa de tempo, escuta e segurança.
O tratamento não é romper com quem você é, mas ajudar a ampliar recursos emocionais para que viver deixe de ser apenas suportar.

Cuidar da saúde mental é caminhar ao lado do medo, sem deixar que ele conduza sua vida.”

Dr. André Leiva

02/03/2026

A era digital trouxe avanços incríveis, acesso à informação, conexões instantâneas e novas formas de aprendizado. Mas também trouxe desafios silenciosos para a saúde mental.

O uso excessivo de telas e a imersão nas redes sociais têm sido associados a um aumento de casos de ansiedade, depressão e até novas condições, como:
Nomofobia — medo de ficar sem o celular
Hipocondria digital — pesquisar compulsivamente sintomas e doenças na internet

A pressão por uma vida “perfeita” online, o excesso de informações e a comparação constante criam um ciclo de esgotamento mental, insônia, irritabilidade e baixa autoestima. E não são só os jovens: o impacto atinge todas as idades.

É hora de refletir: quanto tempo do seu dia você realmente vive fora da tela?
Busque equilíbrio
Estabeleça pausas
Cultive relações reais
Cuide do seu bem-estar

A saúde mental na era digital pede consciência e limites. A tecnologia deve nos servir e não nos dominar.

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Sentir-se cansado após dias intensos é esperado. Mas o burnout vai além do estresse comum e se instala de forma silencio...
27/02/2026

Sentir-se cansado após dias intensos é esperado. Mas o burnout vai além do estresse comum e se instala de forma silenciosa.

⚠️ Sinais de alerta no dia a dia profissional:
• exaustão física e emocional persistente
• sensação de ineficácia ou fracasso
• distanciamento emocional do trabalho
• irritabilidade, lapsos de memória e dificuldade de concentração
• alterações no sono e no humor

Quando o trabalho passa a consumir a saúde mental, é um sinal claro de que algo precisa ser revisto. Burnout é uma condição séria e exige cuidado profissional, não força de vontade.

Buscar ajuda é um ato de responsabilidade consigo mesmo.

A cetamina tem sido utilizada na psiquiatria moderna como uma opção terapêutica para casos específicos, especialmente em...
25/02/2026

A cetamina tem sido utilizada na psiquiatria moderna como uma opção terapêutica para casos específicos, especialmente em quadros de depressão resistente e ideação suicida, sempre com indicação criteriosa.

Diferente dos antidepressivos tradicionais, sua ação pode ser mais rápida, atuando em vias neurobiológicas relacionadas à plasticidade cerebral.
Mas é fundamental reforçar: não é tratamento de primeira linha, nem solução isolada.

O uso responsável exige:
• avaliação psiquiátrica detalhada
• indicação individualizada
• ambiente controlado e seguro
• acompanhamento médico rigoroso

Na psiquiatria ética, a tecnologia só faz sentido quando caminha junto com escuta, acompanhamento e responsabilidade clínica.

23/02/2026

Nem sempre o que parece um transtorno psiquiátrico é, de fato, uma doença em si. Às vezes, estamos diante de um trauma não elaborado, uma ferida emocional que ainda não foi reconhecida, compreendida ou tratada.

Um trauma psíquico pode surgir após eventos únicos, como um acidente, ou situações contínuas, como abuso, negligência ou violência emocional.
Quando não é devidamente processado, ele pode se manifestar como:

Ansiedade crônica
Depressão
Irritabilidade
Dificuldades de concentração
Reações desproporcionais a situações cotidianas

Esses sintomas muitas vezes se confundem com diagnósticos psiquiátricos, mas sua origem pode estar na dor não elaborada do passado.

Por isso, é essencial olhar além dos sintomas e compreender a história de vida de cada pessoa. O tratamento deve ir além da medicação, incluir escuta qualificada, terapia e abordagens que ajudem na reconstrução emocional.

Cuidar da mente é também acolher o que dói.
Reconhecer o trauma é o primeiro passo para transformar o sofrimento em cura.

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A depressão não é apenas um momento de tristeza, é uma condição complexa, que envolve fatores biológicos, emocionais e s...
20/02/2026

A depressão não é apenas um momento de tristeza, é uma condição complexa, que envolve fatores biológicos, emocionais e sociais.
Por isso, a pergunta mais adequada talvez não seja apenas se existe “cura”, mas como é possível viver bem novamente.

Em muitos casos, a depressão pode entrar em remissão completa, com desaparecimento dos sintomas e recuperação da qualidade de vida. Em outros, pode ser uma condição recorrente, que exige acompanhamento ao longo do tempo, assim como acontece com diversas doenças crônicas.

A psiquiatria moderna entende que tratamento não significa apagar a história do paciente, mas ajudá-lo a construir estabilidade, autonomia e sentido. Medicação, psicoterapia e mudanças no estilo de vida atuam de forma integrada, respeitando a singularidade de cada pessoa.

Há tratamento. Há melhora. Há possibilidade de uma vida com mais leveza.
E buscar ajuda é sempre um sinal de cuidado nunca de fraqueza.

Ser funcional, responsável e produtivo não significa estar bem emocionalmente.Muitos transtornos mentais passam desperce...
20/02/2026

Ser funcional, responsável e produtivo não significa estar bem emocionalmente.
Muitos transtornos mentais passam despercebidos justamente porque a pessoa continua cumprindo suas tarefas, mantendo rotinas e atendendo expectativas enquanto sofre em silêncio.

O alto desempenho pode mascarar exaustão, ansiedade, tristeza persistente e sobrecarga emocional. Nem todo sofrimento se apresenta como incapacidade; muitas vezes, ele se esconde atrás da eficiência.

Cuidar da saúde mental vai além do que é visível. Reconhecer limites, escutar os próprios sinais e buscar apoio profissional são atitudes essenciais para preservar o equilíbrio e a qualidade de vida.

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