Psicóloga Paula Jacomini

Psicóloga Paula Jacomini Psicóloga Paula Jacomini
CRP 06/162446

• Psicoterapia individual para adolescentes e adultos;
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Dando as caras por aqui no meu cantinho preferido 💖
07/11/2025

Dando as caras por aqui no meu cantinho preferido 💖

Às vezes, tudo o que a gente precisa é ser cuidado.Não com exagero, não com imposições — mas com aquele cuidado suave qu...
05/10/2025

Às vezes, tudo o que a gente precisa é ser cuidado.

Não com exagero, não com imposições — mas com aquele cuidado suave que nasce do amor genuíno, da presença atenta, do olhar que diz: “Eu me importo com você.”

Viver pode ser duro. Há dias em que o mundo pesa, em que o peito aperta e a gente esquece o valor que tem. Nesses momentos, ser acolhido por alguém que nos ama pode mudar tudo. Porque quando alguém cuida da gente, a gente começa a se lembrar de quem é. Do que merece. Do que sente. Do que sonha.

Ser cuidado é mais do que um gesto — é um espelho. Nos olhos de quem nos ama, vemos refletida uma versão nossa que às vezes esquecemos: mais forte, mais leve, mais inteira.

E o cuidado verdadeiro não exige nada em troca. Ele não pressiona, não cobra, não invade. Ele chega devagar, senta ao lado e diz: “Você não está só.”

É nesse espaço de afeto que nos reconstruímos. Que aprendemos, aos poucos, a também cuidar de nós. Porque o amor que recebemos com gentileza e constância nos ensina que somos dignos — e esse aprendizado é, por si só, transformador.

Então, se você tem alguém que cuida de você — mesmo que em silêncio, mesmo que à distância — saiba que há ali uma força imensa. E se você cuida de alguém, continue. Porque esse cuidado pode ser o que segura o outro no momento mais difícil.

Cuidar e ser cuidado: talvez seja isso que, no fim das contas, sustenta o que é verdadeiramente humano. ❤️

Hoje, ao deslizar o dedo pela tela do celular, fui surpreendida pela saudade — essa que chega sem pedir licença e ocupa ...
21/09/2025

Hoje, ao deslizar o dedo pela tela do celular, fui surpreendida pela saudade — essa que chega sem pedir licença e ocupa um espaço significativo aqui dentro de mim. Saudade de casa, do cheiro familiar, das perguntas da minha avó, dos risos espontâneos dos meus afilhados, da versão de mim que não precisava se desdobrar pra dar conta de tanta coisa.

É estranho como, em outra cidade, com tantas responsabilidades pesando nos ombros, a vida parece pedir sempre mais: mais força, mais coragem, mais maturidade. E eu tento dar conta. Tentando ser adulta, profissional, responsável.

Responsabilidades se acumulam como ondas que não cessam, e eu aprendo a nadar mesmo quando sinto que só queria a calma de um cais seguro. Carrego a seriedade dos dias, mas dentro de mim mora a falta do simples: o colo, o cheiro, o familiar.

As fotos me lembram que, apesar da distância, essas memórias ainda me sustentam. Elas são pedaços de quem eu sou e me ajudam a não esquecer que, por trás de todas as responsabilidades, ainda existe aquela pessoa que só queria colo, leveza e amor sem condições.

Talvez seja isso que a saudade veio me ensinar hoje: que não importa o quanto o mundo lá fora exija, sempre vamos precisar voltar, nem que seja em lembrança, para aquilo que nos lembra quem somos de verdade.

❤️

Mais do que uma data simbólica, um lembrete urgente: saúde é um direito, não um privilégio.É comum ouvirmos que saúde é ...
07/04/2025

Mais do que uma data simbólica, um lembrete urgente: saúde é um direito, não um privilégio.

É comum ouvirmos que saúde é “estar bem”. Mas estar bem exige muito mais do que vontade individual.
Exige acesso — a atendimento digno, a escuta qualificada, a políticas públicas efetivas.
Exige tempo, informação, segurança, comida no prato, água limpa, moradia, trabalho justo.

Saúde não é só a ausência de doenças.
É poder viver com dignidade. É ter espaço para existir com menos medo, menos pressa e mais cuidado.

Mas vivemos em um mundo onde ainda se espera que cada pessoa resolva sozinha aquilo que é estrutural.
Onde se romantiza a resiliência, enquanto se negligencia o básico.

Neste dia, é preciso olhar para o cuidado como um ato coletivo.
Saúde não pode ser mercadoria. Não pode ser luxo.
É um compromisso que a sociedade precisa assumir com todas as pessoas — e, especialmente, com as mais vulneráveis.

Que a gente lute por mais acesso, mais equidade e mais humanidade.
Porque saúde não é só viver — é poder viver bem. E isso deve ser para todos.

💡Como seria viver em um mundo onde cuidar não fosse um privilégio, mas um compromisso de todos?

É cansativo estar em um mundo que nos cobra desempenho, resultado, eficiência o tempo todo. Desde cedo, aprendemos que p...
03/04/2025

É cansativo estar em um mundo que nos cobra desempenho, resultado, eficiência o tempo todo.

Desde cedo, aprendemos que precisamos dar conta de tudo: do trabalho, dos estudos, da família, das amizades, das relações amorosas, dos sentimentos, da vida. E há dias em que simplesmente não quero. Não quero ser produtiva, não quero ser forte, não quero ser resiliente. Eu quero, apenas, existir!

Mas esse desejo parece quase proibido. É tão esquisito dizer em voz alta que estou cansada de segurar tudo. Que quero soltar as rédeas e ver para onde a vida me leva sem precisar planejar, executar, entregar. Que há um prazer silencioso em não dar conta, em deixar que o dia passe sem obrigação de ser útil para o mundo.

Eu venho percebendo que o maior ato de coragem e amor por mim, é admitir que não quero ser heróina de nada. Não quero dar conta de tudo. Que não quero vestir a armadura da perfeição. Eu quero me permitir ser frágil, errante, humana.

Eu sei que há beleza no abandono da luta incessante.
Eu sei que existe amor no ato de descansar sem culpa.
E sei que desejar não dar conta, é, no fim das contas, desejar uma forma mais honesta de viver.

Você já desejou não dar conta de tudo?
Me conta aqui ☺️

Passamos a vida em busca de certezas. Queremos saber se estamos no caminho certo, se as escolhas que fazemos hoje vão no...
31/03/2025

Passamos a vida em busca de certezas. Queremos saber se estamos no caminho certo, se as escolhas que fazemos hoje vão nos levar a um futuro seguro, se as pessoas ao nosso redor são confiáveis, se o amor que sentimos será eterno...

O desejo por certezas pode parecer um impulso natural – afinal, queremos evitar dor, perdas e arrependimentos. No entanto, essa ânsia de controle muitas vezes nos paralisa. Ficamos esperando o momento perfeito, a garantia absoluta, o sinal inquestionável de que é seguro seguir em frente. E, nesse tempo de espera, a vida continua acontecendo, sem pedir permissão.

Será mesmo que essas certezas existem? A vida é feita de impermanência, de mudanças, de encontros e despedidas, de surpresas que não planejamos. Quando nos recusamos a dar um passo sem a garantia de que tudo dará certo, perdemos a possibilidade de experimentar, de errar, de aprender e, acima de tudo, de nos transformar.

Quantas vezes você deixou de amar por medo de sofrer? Quantos sonhos você arquivou porque não tinha certeza do sucesso? Quantas palavras não foram ditas porque você não sabia como seriam recebidas? O silêncio, a inércia, a hesitação – tudo isso é o peso das certezas que nunca chegam.

Talvez o caminho seja abraçar a dúvida, acolher a incerteza como parte essencial da jornada. Talvez seja sobre confiar mais na nossa capacidade de adaptação do que na ilusão de que podemos prever o futuro. E, quem sabe, ao soltar o desejo de certezas, a gente descubra que o risco de viver vale muito mais do que a segurança de ficar parado.

poema de uma sexta-feira à noiteTem falta que gruda e não sai do peito… Algumas ausências não se preenchem, a gente só a...
14/02/2025

poema de uma sexta-feira à noite

Tem falta que gruda e não sai do peito…
Algumas ausências não se preenchem, a gente só aprende a viver com elas.

🤍✨

Como afirma Friedrich Nietzsche: “Nunca é alto o preço a se pagar pelo privilégio de pertencer a si mesmo”. Uma frase tã...
20/11/2024

Como afirma Friedrich Nietzsche: “Nunca é alto o preço a se pagar pelo privilégio de pertencer a si mesmo”.
Uma frase tão poderosa quanto desafiadora, que nos convida a refletir sobre o valor da nossa autenticidade em um mundo que, muitas vezes, tenta moldar quem somos.

Ser fiel a si mesmo é, em muitos casos, desafiar as convenções, rejeitar expectativas alheias, abrir mão de agradar, de se encaixar e de silenciar sua voz para caber em espaços que não foram feitos para você.

Na sociedade atual, onde o sucesso muitas vezes é medido por aceitação social, seguidores virtuais e padrões pré-estabelecidos, ser genuíno é um ato de coragem — e de resistência e pode até parecer um ato de rebeldia.

Mas, e se o preço da conformidade for mais alto do que imaginamos? Que tipo de vida vivemos quando deixamos de pertencer a nós mesmos para pertencer aos outros? ‼️

Ser autêntico significa abraçar o desconforto de não pertencer, mas também colher a liberdade de ser inteiro. Talvez a grande questão em sermos nós mesmos não seja apenas sobre o que perdemos, mas principalmente o que ganhamos: a possibilidade de uma existência que é, finalmente, nossa!

O caminho da autenticidade pode ser difícil e repleto de julgamentos, mas nos oferece algo que nenhum outro pode dar — o privilégio da inteireza!

💡Vale a pena refletir: qual o preço da sua autenticidade? E, ao final, será que o custo de não pertencer a si mesmo não é ainda maior?

E eu acrescentaria: alongue-se todos os dias como os gatos! 🧡😽
26/10/2024

E eu acrescentaria: alongue-se todos os dias como os gatos! 🧡😽

Esse livro dispensa legenda! Trecho do livro “O menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo”
20/10/2024

Esse livro dispensa legenda!

Trecho do livro “O menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo”

Mais um congresso e mais uma vez diante da falta de palavras para descrever tudo o que foi vivenciado. Sigo com a ideia ...
15/10/2024

Mais um congresso e mais uma vez diante da falta de palavras para descrever tudo o que foi vivenciado. Sigo com a ideia de que certas experiências não são para serem descritas em palavras.

O que permanece aqui em mim de todos esses dias são as sensações, os afetos, as trocas, aprendizados, vínculos, novos vínculos, desafios… e isso é o que me nutre e trás sentido para a minha escolha diária de ser psicóloga e gestalt-terapeuta!

Grata por poder experienciar esses momentos e com pessoas e profissionais que admiro e contribuem de muitas formas para a pessoa e profissional que sigo me tornando a cada dia!

Retorno desse congresso com a mala cheia: cheia de conhecimento para contribuir com os atendimentos clínicos e preenchida de afetos e bons vínculos!

🧡

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