Nathalia Seehagen

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Psicóloga CRP 06/57183
👉🏼Medicina Comportamental
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Feliz Natal amigos e pacientes queridos ❤️🎄
24/12/2025

Feliz Natal amigos e pacientes queridos ❤️🎄

Para algumas pessoas, o período de festas ativa esquemas de abandono, inadequação ou exclusão.A comparação, a solidão e ...
16/12/2025

Para algumas pessoas, o período de festas ativa esquemas de abandono, inadequação ou exclusão.
A comparação, a solidão e o sentimento de não pertencimento não surgem do nada, eles têm memória emocional.
No EMDR, trabalhamos essas experiências passadas que continuam sendo sentidas como se estivessem acontecendo agora.

O encerramento de ciclos costuma ativar esquemas emocionais formados muito antes da vida adulta.Datas simbólicas funcion...
12/12/2025

O encerramento de ciclos costuma ativar esquemas emocionais formados muito antes da vida adulta.
Datas simbólicas funcionam como gatilhos: perdas não elaboradas, expectativas não atendidas e a sensação de “não ter sido suficiente”.
Na Terapia do Esquema, olhamos para essas reativações com cuidado, ajudando o paciente a diferenciar o que é do presente e o que pertence à história emocional.

Gabor Maté afirma que a verdadeira cura não se limita a silenciar sintomas. Para ele, sintomas são sinais de algo mais p...
09/12/2025

Gabor Maté afirma que a verdadeira cura não se limita a silenciar sintomas. Para ele, sintomas são sinais de algo mais profundo: adaptações que o corpo e a mente criaram diante de estresse, trauma ou desconexão emocional. Tratar apenas o que aparece é ignorar a origem do sofrimento.
Sua visão rompe com a ideia ocidental de que mente e corpo são sistemas separados. Maté defende que emoções, fisiologia e relações estão entrelaçadas, e que o corpo frequentemente expressa o que não conseguimos nomear. Por isso, saúde exige reconexão interna com sensações, necessidades e autenticidade.
A cura acontece em relação.
Vínculos seguros, reconhecimento e presença têm impacto direto na capacidade de regular emoções e reorganizar experiências difíceis. Assim, saúde integral é o objetivo: integrar corpo, mente e vínculos, e não apenas aliviar o sintoma que emerge.

A mudança individual é profundamente valiosa, mas Gabor Maté lembra que ela não é suficiente quando o ambiente em que vi...
05/12/2025

A mudança individual é profundamente valiosa, mas Gabor Maté lembra que ela não é suficiente quando o ambiente em que vivemos continua reforçando padrões de adoecimento. Não basta que a pessoa aprenda a regular emoções se a cultura segue premiando a exaustão, a produtividade compulsiva e a desconexão afetiva. Não basta que alguém busque autenticidade se os sistemas sociais, familiares e profissionais continuam exigindo adaptação a modelos que sufocam o sentir. A transformação pessoal encontra limites quando o contexto permanece tóxico.
Por isso Maté insiste que a cura precisa ser também cultural. É necessário questionar estruturas que normalizam o stress crônico, que tratam vulnerabilidade como fraqueza, que fragmentam corpo e mente, que fazem da pressa um valor e da autocobrança uma identidade. Ambientes que invalidam emoções, que não oferecem suporte ou que reforçam desigualdades acabam moldando subjetividades adoecidas. Mudar esses sistemas é tão essencial quanto mudar comportamentos individuais.
Quando a cultura se transforma, cria condições para que as pessoas possam se transformar de forma sustentável. Relações mais empáticas, instituições mais humanas, ritmos mais compatíveis com a vida real e ambientes que acolhem diversidade emocional são parte do processo de cura coletiva. A saúde deixa de ser um esforço solitário e passa a ser um movimento compartilhado, onde o bem-estar individual e o bem-estar do sistema caminham juntos.

Falar sobre feminicídio é desconfortável, mas necessário.A maioria dos casos não “surge do nada”. Eles são o desfecho de...
03/12/2025

Falar sobre feminicídio é desconfortável, mas necessário.
A maioria dos casos não “surge do nada”. Eles são o desfecho de uma escalada de violências que começam de forma silenciosa e se tornam cada vez mais perigosas.
Trazer esse assunto para a consciência coletiva é uma forma de prevenção.
A violência doméstica não é um problema privado; é um problema social que envolve saúde mental, segurança e responsabilidade comunitária.
Se você vive algo parecido, ou sabe de alguém que possa estar em risco: procure ajuda.
Ligue 180. Peça apoio. Você não está sozinha.

O trabalho terapêutico é, antes de tudo, um encontro humano. E nesse encontro, a compaixão não é um adorno, é o eixo que...
28/11/2025

O trabalho terapêutico é, antes de tudo, um encontro humano. E nesse encontro, a compaixão não é um adorno, é o eixo que sustenta a possibilidade de cura. Gabor Maté fala da compaixão como a capacidade de ver o outro sem julgá-lo e de reconhecê-lo em sua dor sem tentar consertá-lo. Essa ética ultrapassa a técnica: implica estar presente, curioso e sensível o bastante para acolher a complexidade do que o paciente traz, sem reduzir o sofrimento a diagnósticos ou protocolos.
Mas essa mesma ética se estende ao terapeuta. A compaixão, quando não é dirigida também a si, degenera em exaustão e culpa. O terapeuta precisa cultivar o mesmo olhar compassivo que oferece ao outro, reconhecer os próprios limites, validar as próprias emoções, cuidar do corpo e do silêncio. Ter compaixão de si não é se tornar permissivo, é compreender que a vulnerabilidade faz parte da presença terapêutica.
Nessa perspectiva, a relação clínica torna-se um espaço de humanidade compartilhada. O paciente aprende, pela experiência direta, que é possível ser visto sem ser condenado; o terapeuta, que pode estar inteiro sem precisar ser invulnerável. É nesse campo de reciprocidade compassiva que o processo terapêutico se torna realmente transformador, não porque elimina a dor, mas porque a acolhe com dignidade.

A cura não acontece sozinha, por mais que a cultura atual insista na ideia de “se consertar” individualmente. Segundo Ga...
25/11/2025

A cura não acontece sozinha, por mais que a cultura atual insista na ideia de “se consertar” individualmente. Segundo Gabor Maté, transformação profunda exige mais do que força de vontade ou autocuidado isolado. Ela precisa de comunidade, de vínculo e de reconhecimento.
Somos seres relacionais. Foi dentro das relações que nos ferimos e é dentro delas que muitas vezes voltamos a nos encontrar. Estar cercado de pessoas que nos enxergam, validam nossas experiências e oferecem presença segura ajuda o sistema nervoso a relaxar, a confiar e a reorganizar emoções que antes pareciam grandes demais para carregar sozinho.
A cura se fortalece quando podemos existir sem máscaras, quando alguém nos escuta com genuinidade e quando sentimos que pertencemos a um espaço onde não precisamos nos ajustar para sermos aceitos. O caminho não é se isolar para evoluir, mas permitir que boas relações façam parte do processo de reconstrução.

A criança interior aprende cedo a esconder emoções, necessidades e partes verdadeiras de si para não perder amor. Chorar...
21/11/2025

A criança interior aprende cedo a esconder emoções, necessidades e partes verdadeiras de si para não perder amor. Chorar, pedir, expressar raiva ou ocupar espaço passam a ser vistos como riscos, então ela se adapta tornando-se boazinha, responsável, silenciosa, atenta ao humor dos outros e dependente de validação externa. Essas estratégias garantem vínculo na infância, mas quando continuam ativas na vida adulta criam uma desconexão interna, aquilo que Gabor Maté descreve como uma perda de contato consigo mesmo para não perder o outro.
Na vida adulta, essas adaptações viram padrões dolorosos. Surgem dificuldade em dizer não, medo de abandono, culpa por ter necessidades, confusão emocional, ansiedade diante de qualquer sinal de rejeição, hiper responsabilidade e relações onde você carrega muito mais do que deveria. O corpo e as emoções passam a carregar o peso dessa criança congelada, que nunca pôde ser quem realmente era e continua guiando a vida por regras antigas que já não fazem sentido.
O caminho de cura proposto por Maté não é superar o passado, mas se reconectar com a parte que ficou para trás. Isso envolve validar emoções, reconhecer necessidades, permitir sentir, dizer a verdade sobre si, compreender gatilhos como memórias emocionais e aprender a se escolher antes de se abandonar. Cura é oferecer a si hoje aquilo que não foi possível receber ontem, e é justamente esse movimento que torna possíveis vínculos mais saudáveis e verdadeiros.

Para Gabor Maté, a Criança Interior não é algo místico. É a parte de nós que registrou tudo antes mesmo de termos lingua...
19/11/2025

Para Gabor Maté, a Criança Interior não é algo místico. É a parte de nós que registrou tudo antes mesmo de termos linguagem ou senso crítico.
É o núcleo da nossa autenticidade original — emoções, necessidades, vitalidade, espontaneidade.
Mas também é a parte que aprendeu cedo demais que:
“Se eu for quem eu realmente sou, posso perder o amor.”
E aí nasce o conflito fundamental da vida humana:

Apego x Autenticidade
A criança precisa dos dois para sobreviver.
Apego é sentir segurança, aceitação, pertencimento, não estar sozinha.
Autenticidade é sentir o que sente, desejar o que deseja, expressar sua verdade.
Quando os cuidadores não conseguem lidar com nossas emoções ou necessidades, a criança conclui:
“Para manter o amor, preciso esconder partes de mim.”
E assim, a autenticidade é sacrificada para preservar o vínculo.

Desde cedo, aprendemos que manter o vínculo é uma questão de sobrevivência. Por isso, quando uma criança percebe que cer...
15/11/2025

Desde cedo, aprendemos que manter o vínculo é uma questão de sobrevivência. Por isso, quando uma criança percebe que certas partes dela não são bem-vindas: a raiva, a sensibilidade, o desejo de explorar, a tristeza. Ela faz o que for preciso para não perder o amor disponível. E isso inclui esconder aspectos verdadeiros de si mesma.
Gabor Maté explica que é assim que nasce o conflito entre apego e autenticidade. Para garantir pertencimento, muitas vezes sacrificamos a expressão genuína de quem somos. Reprimimos emoções, ajustamos comportamentos, moldamos identidades inteiras para sermos aceitos. Funciona no curto prazo, mas cobra um preço: desconexão interna, dificuldade de reconhecer o que sentimos e relações adultas marcadas pelo medo de não sermos suficientes.
A cura começa quando percebemos que ainda estamos tentando proteger vínculos antigos. Recuperar a autenticidade não rompe conexões verdadeiras; apenas revela quais delas podem existir sem que a gente precise se esconder.

O trauma, explica Gabor Maté, é uma ruptura entre a mente e o corpo, uma forma de sobrevivência que se transforma em mod...
13/11/2025

O trauma, explica Gabor Maté, é uma ruptura entre a mente e o corpo, uma forma de sobrevivência que se transforma em modo de existir. Quando vivemos situações de dor, medo ou rejeição, o corpo registra tudo, mesmo quando a mente tenta afastar ou minimizar a experiência. Esse afastamento, que um dia foi necessário, acaba nos deixando desconectados das sensações, das emoções e da intuição que sustentam a autorregulação.
Com o tempo, essa separação prejudica a nossa capacidade de perceber o que sentimos, responder de forma equilibrada e nos adaptar às mudanças. O corpo continua sinalizando por meio de tensão, sintomas físicos, ansiedade ou exaustão, enquanto a mente tenta seguir adiante, como se nada estivesse acontecendo.
A cura, segundo Maté, começa quando voltamos a escutar o corpo e permitimos que ele participe do processo emocional. Estar presente nas sensações, sem julgá-las ou evitá-las, é um retorno gradual à inteireza, onde corpo, emoção e mente podem finalmente se reencontrar.

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