Joice Dominguez Psicologia

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Se a sociedade é o corpo, a família é a célula. Não se cura um organismo negligenciando suas unidades básicas. A saúde d...
27/02/2026

Se a sociedade é o corpo, a família é a célula. Não se cura um organismo negligenciando suas unidades básicas. A saúde de uma nação se mede pela paz que se cultiva à mesa de jantar.

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“Família em conserva.”Esse post viralizou.E não foi por acaso.Ele tocou num ponto sensível: posicionamento.Hoje, qualque...
27/02/2026

“Família em conserva.”

Esse post viralizou.
E não foi por acaso.

Ele tocou num ponto sensível: posicionamento.

Hoje, qualquer defesa da família gera debate.
Para alguns, é conservador demais.
Para outros, é exatamente o que precisa ser dito.

Mas a pergunta não é se viralizou.
A pergunta é: o que isso revela sobre nós como sociedade?

Quando falar de família se torna polêmico, talvez o problema não esteja na palavra e sim no quanto estamos dispostos a sustentá-la na prática.

Quero saber a sua opinião.
O que você pensa sobre isso?

Escreva nos comentários.

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27/02/2026

E você? Qual é o copo que você está segurando há tempo demais?

Como psicóloga, sei que o “sossego” que as telas proporcionam tem um custo biológico que o cérebro infantil não consegue...
26/02/2026

Como psicóloga, sei que o “sossego” que as telas proporcionam tem um custo biológico que o cérebro infantil não consegue pagar. O que começa como distração pode terminar em desregulação emocional severa e perda de funções básicas de desenvolvimento.

Não ignore as mudanças de comportamento sob o pretexto de ser “apenas uma fase”. O esgotamento mental infantil é real, clínico e silencioso. A tecnologia deve ser ferramenta, nunca substituta da presença e da saúde neurológica.

O limite que você impõe hoje é o que protege a saúde mental dele amanhã.

Você sente que perdeu o controle sobre o tempo de tela na sua casa? Comente “AJUDA” e vamos conversar sobre estratégias práticas de manejo.

20/02/2026

O que você vê nesse vídeo? O medo da punição? O desespero pelo doce perdido? Olhe mais de perto. O que estamos testemunhando não é o medo do que o adulto vai fazer, mas o horror de quem a criança acha que é.

Para uma criança em desenvolvimento, o erro não é um evento isolado; é um veredito. Quando o gumball se espalha pelo chão, na cabeça dela, não foi a máquina que falhou. Foi a sua própria bondade que se estilhaçou.

Muitas vezes, sem perceber, condicionamos nosso amor e nossa calma à performance dos nossos filhos. O resultado? O nascimento do ego frágil. Se eu acerto, eu existo e sou amado. Se eu erro, eu desapareço no caos. O desespero que você vê no vídeo é uma crise existencial precoce.

Note que ela tenta desesperadamente colocar os doces de volta. É a tentativa frenética de “colar” a própria imagem diante do adulto. Quando a criança sente que um erro banal é uma catástrofe irreparável, ela para de explorar o mundo. A curiosidade morre onde o medo de falhar nasce.

A reflexão que f**a é:
Estamos criando crianças resilientes ou apenas crianças “bem treinadas” que vivem em um estado de vigília constante para não decepcionar o ambiente?

O choro dela não é por doces. É o luto por uma perfeição que nunca deveria ter sido cobrada.

Até que ponto o bom comportamento do seu filho é saúde, e até que ponto é um mecanismo de sobrevivência para não perder o seu sorriso?

02/02/2026

Firmeza não combina com excesso de justif**ativa. ✋

Se você é mãe e sente que perde a linha tentando se impor, o erro pode estar na quantidade de palavras que você usa.

Frase curta + Postura calma = Limite com respeito.

Confira os exemplos no vídeo! 🎥

Quer dominar essa comunicação? Comenta EU QUERO para detalhes do meu próximo Workshop!

02/02/2026

Observe o vídeo por outro ângulo: a moça não é lenta, ela é focada demais na limitação. Ao ser colocada no papel de “cega”, o cérebro dela imediatamente descarta todas as outras ferramentas de poder que ela possui (como a fala e a lógica). Ela “se amputa” intelectualmente para caber na dor ou na dificuldade que o problema impõe.

No consultório, eu vejo o tempo todo o fenômeno da regressão funcional. São homens e mulheres inteligentíssimos, CEOs, acadêmicos e líderes que, ao entrar em um conflito conjugal, f**am exatamente como a moça do vídeo:

Eles esquecem que têm voz, em vez de usar a inteligência para dialogar, eles fazem “mímica” emocional (emburram, batem porta, fazem joguinhos de silêncio), esperando que o outro adivinhe o que eles sentem.

Assim como ela se sentiu tão “cega” que esqueceu que podia falar, muitos parceiros se sentem tão “feridos” que esquecem que são adultos capazes de resolver o problema. Eles se tornam reféns da própria encenação.

O que esse vídeo revela é a cegueira da identidade. Ela estava tão ocupada “atuando” como alguém que tem um problema (ser cega), que a inteligência dela foi para o lixo.

A pergunta que f**a para o casal é:
Em que momento da briga você para de ser a pessoa inteligente que você é para se tornar apenas aquela ‘personagem’ limitada que só sabe reagir e gesticular em vão? O problema não é o que falta em você; o problema é você se convencer de que não pode usar o que tem.

A mulher é o termostato do lar: ela define a temperatura emocional do ambiente. Mas o que poucos notam é quem segura o i...
02/02/2026

A mulher é o termostato do lar: ela define a temperatura emocional do ambiente. Mas o que poucos notam é quem segura o interruptor.

Quando o homem cuida do coração da mulher, ele está, na verdade, protegendo a paz de toda a família. É um ciclo de cuidado: o homem nutre a mulher, e a mulher floresce o ambiente.

Não se trata de transferir culpa, mas de entender a importância da reciprocidade. Quer uma casa feliz? Comece cuidando de quem faz dela um lar.

30/01/2026

A sua vida é um território soberano.
E todo território sério tem leis claras
para quem entra, para quem f**a
e para quem precisa parar.

O cinto de segurança não é um pedido.
É uma regra básica de preservação.
Você não pergunta se pode se proteger.
Você coloca, porque a responsabilidade é sua.

O freio não é agressão.
É controle.
Esperar permissão para se respeitar
é como esperar o outro frear por você.
Quando você terceiriza isso, o impacto vem.

Esperar permissão para se respeitar
é como deixar a fronteira aberta,
dirigir sem freio
e confiar que ninguém vai bater.

O problema nunca foi o cinto.
Nem o freio.
É a ilusão de que o outro vai dirigir por você
com o mesmo cuidado que você teria.

Esperar que o outro te respeite por “bondade” é
como deixar a fronteira aberta e
contar com a educação do exército vizinho.
Nenhum país pede licença para ter uma fronteira.
Ele simplesmente demarca.

Respeito não é um pedido.
É uma demarcação de território.
Ou você traça a linha, ou será pisoteado por quem não vê uma.

Se respeitar não é um ato social.
É um protocolo interno.

Toque no link e mude o jogo.

Endereço

Avenida Regente Feijó, 944 Sala1206 Analia Franco Offices
São Paulo, SP

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